Envio a mensagem perguntando como o cafajeste está, se chegou bem, e anexo uma foto minha sentada. Após a resposta positiva, ele perguntou:
— Está sentada?
A pergunta desse pilantra tem tudo a ver com os "maus-tratos" causados por ele no meu orifício anal. Estávamos sem nos ver há alguns meses; acredito que voltei a ficar virgem ou o pau dele aumentou. Vamos ao relato.
Marcamos um encontro. Coloquei a blusa que ele detesta (um top transparente), um short, melissa no pé e lá fui eu. Não uso lingerie porque ele nem olha para isso; sinto-me como uma casca de alho sendo retirada até chegar ao foco. Mal entro na suíte, sou recebida por ele nu, cerveja na mão e o instrumento em pé. Ele me puxou pelo braço, jogou-me contra a parede — nem sei se fechou a porta — e já foi arriando meu short, levantando minha blusa, apertando meus seios e beijando minha boca e meu pescoço. Parecia uma batida policial: eu de costas, a "arma" roçando na minha bunda e as mãos na parede. Quando menos espero, ele me possui por trás. Após algumas penetradas, fui virada; ele colocou uma das mãos no meu pescoço e a outra dedilhando meu clitóris. Até agora, nada diferente do que ele sempre faz, e digo isso porque havia promessa de surpresa. Seguindo o relato, já pelada na cama, fui possuída diversas vezes na posição de quatro.
Do nada, ele quis mudar o caminho. A palavra "NÃO", felizmente, não é compreensível por ele nessa hora. Ele foi com tudo, de uma única vez, sem qualquer preparo, carinho ou lubrificante. Vi estrelas. O tamanho e a espessura eram impressionantes. Nessa hora, pedi para ficarmos de lado, porque estava doendo muito, mas não mudou quase nada, até porque o "princeso" estava animado e o carinho passava longe.
Sim, eu cheguei lá. Estremeci, gemi, fiquei arrepiada e ainda fui obrigada a ouvir:
— Ué, não estava doendo?
Ele não entende que um macho em cima da gente é uma delícia. Um homem negro, másculo, viril... quem não quer? "Eu sou a Nata, sou uma preta gostosa, cada dia mais linda" — palavras dele no meu ouvido enquanto me possuía na posição de papai e mamãe. "E elegante", como ele sempre diz que sou.
Na pausa de uns três minutos, já estava sendo chupada. Sinto "choquinhos" quando ele passa a língua no meu clitóris. Logo depois, voltamos ao anal na posição de papai e mamãe, pernas abertas, com ele metendo com força. Voltei para a posição de quatro e, já sem força, cansada e desacostumada, ele mandou que eu subisse para cavalgar.
Embora seja simples para algumas pessoas, nunca tínhamos feito essa posição. Enquanto eu cavalgava, ele enfiou dois dedos; gente, uma dupla penetração que me fez perder o juízo. Saí de cima dele desorientada e, quando tentei novamente, pasmem: mais uma vez cheguei ao ápice com o conjunto de dedo e prazer.
Consegui tomar um banho e voltei apenas de toalha. Ele me colocou para o momento oral, empurrando fundo e contando de um até vinte. Isso aconteceu umas quatro vezes; meus olhos já estavam vermelhos, eu estava arrepiada e com ânsia, mas o fdp muda de cena sem qualquer cerimônia. Ele pegou o cinto da calça. Pensei: "Vou apanhar". Isso sem contar os tapas na cara, na bunda e os chupões no pescoço.
Obediente e submissa que sou, subi na cama. Ele passou o cinto no meu pescoço, deixando o lado marrom em evidência. Subiu em mim e me possuiu por trás enquanto puxava o cinto, perguntando se eu estava gostando. Eu jamais imaginaria algo assim. Caí de lado e continuei sentindo o impacto com o cinto ainda preso.
Quando ele achou que era suficiente — porque, no nosso sexo, eu não tenho direito a nada a não ser fazer o que ele quer, sendo completamente submissa às suas vontades — ele me pediu para ficar de quatro no chão da suíte. Mais uma vez, com o cinto no pescoço, tive que andar naquela posição, como uma cadelinha adestrada seguindo ordens. Como fui obediente, ganhei meu "prêmio": ele finalizou na minha boca e eu ainda tive que deixá-lo limpo.
De volta para a cama, tivemos mais momentos intensos, mais carícias e mais tapas. Cheguei ao meu limite inúmeras vezes. Como tudo o que é bom tem fim, voltei para casa e ele para a dele. Estou aqui destruída: corpo em chamas, ombros doloridos e muita exaustão. Já imagino como será a próxima, porque haverá mais surpresas, e eu, obviamente, trarei tudo aqui.
Beijos e até a próxima!
