...O ônibus estava praticamente vazio. Peguei a minha bolsa e fui para o banheiro tentar acordar com água no rosto, escovar os dentes e trocar de roupa. Esses locais onde os ônibus costumam fazer paradas são sempre bem movimentados, com vários veículos de cidades diferentes. Quando entrei no banheiro, estranhamente estava vazio, mas havia duas mulheres se pegando em um dos boxes.
Caralho! A que chupava estava agachada, e a outra com o pé na tampa do vaso, oferecendo a sua ppk depilada. A porta estava entreaberta e eu aproveitei para ficar olhando na "cara dura", fazendo quase uma função de segurança, temendo que alguém entrasse — já que elas estavam cagando e andando para qualquer flagrante. Fiquei apreciando a cena por uns dez minutos. A que estava agachada chupava e ainda abria os lábios com os dedos, parecendo sugar o melzinho da ppk da namorada. Até que provoquei um barulho proposital e elas pararam. Saíram do banheiro como se nada tivesse acontecido; de mãos dadas, foram embora.
Escovei os dentes, peguei o outro vestido que estava na bolsa e troquei. Continuei sem calcinha. Dei uma lavada na minha "perseguida" e no meu rabinho ali na pia mesmo, aquela passada de mão com água na axila, e já estava restabelecida. Achei o bilhete do tal rapaz do ônibus na bolsa, li a mensagem, dei uma gargalhada e saí. O Carlos me esperava para o café em uma mesa. Beijou-me e disse que eu era dorminhoca. Agradeci pelo café e, na minha frente, estavam as duas mulheres que, minutos atrás, se pegavam no banheiro. Nem comentei com o Carlos sobre a cena que presenciei.
Voltei ao banheiro para retocar a maquiagem e elas vieram atrás. Perguntaram, na maior cara de pau, se eu queria relaxar e curtir com elas. Apresentaram-se: Roberta e a outra, a que era chupada, Cíntia. Ambas aparentavam uns 35 anos. Eu fiquei atônita. Roberta, mais ousada, passou a mão nos meus seios e a Cíntia beijou minha boca. Eu não tive reação. Com a mão na minha ppk, elas ficaram alisando meu corpo; Roberta levantou meu vestido e passava a mão na minha bunda, deixando-me toda arrepiada enquanto era bolinada na frente pela sua amiga. Lamberam, ambas agachadas, minha bunda e minha buceta por alguns minutos. O ruído dos ônibus saindo anunciava que já estava na hora de irmos. Demos um beijo triplo e elas foram primeiro. Fiquei olhando para o espelho, pensando na loucura que tinha vivido; só de pensar nos toques, fiquei toda arrepiada.
Na porta do banheiro — no corredor que dividia os toaletes —, o tal rapaz que ficou de voyeur disse que queria fazer exatamente o que viu na madrugada. Fingi que não ouvi a cantada e voltei para o ônibus. O Carlos, desta vez, estava sentado na janela; sentei ao seu lado, na poltrona do corredor, e a viagem seguiu. Senti vontade de ir ao banheiro após uns quarenta minutos de estrada. O Carlos roncava (ele detesta viajar de ônibus). Fui ao banheiro e ele nem viu. Bateram na porta; abri pensando ser meu esposo, mas era o passageiro vizinho. Ele entrou e fechou a porta. Perguntei se estava louco e ele disse que sim — tão louco que ia cometer loucuras.
O cara era um negão alto, grisalho e forte. Colocou a piroca na minha boca e, sinceramente, respeitei o ditado popular: boquete e um copo d’água não se negam a ninguém. Mamei o fdp até que ele gozou na minha cara. Pqp, era muita porra! Ele nem esperou eu me limpar e saiu do banheiro. Eu ali, tentando me limpar com o ônibus balançando, tudo claro... só pensava que as pessoas poderiam estar observando. Voltei para o meu banco e o babaca do Carlos continuava dormindo.
Estava envergonhada; tenho certeza de que alguém percebeu, já que a maioria dos passageiros estava acordada. O abusado escreveu no bloco de notas do celular que eu "mamava gostoso" e que "queria me comer", mostrando a mensagem para mim. O Carlos se mexeu na poltrona e o cafajeste ainda me disse "obrigado", simulando que eu o tivesse ajudado a pegar o celular que supostamente caíra.
Aquele jogo de sedução, ao lado do meu marido e naquele ambiente — somado ao fato de ter sido abusada pelas meninas no banheiro da parada —, só aumentava o meu tesão. Com a bolsa por cima do colo, eu conseguia apertar as pernas e esfregar de leve, por cima do vestido, a "testa" da minha ppk. Meus seios estavam enrijecidos e marcavam o vestido; a vontade era voltar ao banheiro e fazer um sinal para o negão tarado. O medo do povo ver a minha loucura era a única coisa que me travava.
Na parada para o almoço, acordei o Carlão e fomos comer, até porque já estávamos chegando ao hotel. No almoço, o Marcelo — o tal negão que gozou na minha boca — perguntou se podia sentar à nossa mesa. O Carlos concordou e me apresentou a ele. O canalha almoçou conosco, formando um lindo trisal sem o conhecimento do meu esposo. O fdp, em vez de almoçar em paz, fez um interrogatório e o Carlos respondia tudo. Descobrimos que íamos para o mesmo hotel e eu pensei que aquela conversa ia acabar dando ruim.
Até que o Carlos foi ao banheiro escovar os dentes e o pilantra balbuciou que ia me comer na frente dele: "basta você concordar e marcar". Passou o número do telefone. Ouvi calada, sem manifestação, e ele continuou: "Vou comer seu cu na frente do corno do teu marido, e ele vai limpar a porra que vou jogar na tua cara". Levantou e saiu. O Carlos voltou, perguntou pelo "infeliz" e eu disse que ele simplesmente se levantou e foi embora.
Já no hotel, houve contato, mas contarei em outro momento. As férias prometiam.
Beijos, até a próxima!
