Aceitei a proposta e coloquei a minha contraproposta; é aí que começa o conto que quero narrar.
Somos um casal jovem. Ele quer "melhorar" — palavras dele — nosso relacionamento. Estou me referindo ao meu esposo, Márcio, um homem de 25 anos que cismou com a ideia de relacionamento aberto. Eu sou a Jéssica. No início eu não queria, mas com tantas investidas diárias e insistência, acabei aceitando. Até porque eu queria o amigo dele, o Jovino. Pqp, pensa em um cara lindo! Ele é o verdadeiro "amigo da onça". O cara é um pilantra, me comia com os olhos; frequenta nossa casa há algum tempo e a presença dele tem a capacidade de me fazer sentir nua. Que olhar penetrante!
Ele já teve a audácia de passar a mão na minha bunda na cozinha. Nesse dia eu estava de biquíni e meu marido na piscina; ele apertou minhas nádegas e falou no meu ouvido que eu era gostosa. Pqp, me arrepiei toda! Meu marido parecia não observar — ou não queria. Não nego que sinto tesão nele; o canalha tem um estilo macho rústico: barba por fazer, sarado, alto, um negão. Em minha casa, ele anda de short e sem camisa, tirando inclusive minha privacidade, já que gosto de andar à vontade. E o Márcio o convida para tudo e o chama de "irmão".
O cafajeste teve a ousadia de enviar a foto do pau para o meu WhatsApp e disse que foi por engano. Porra nenhuma! Queria saber qual seria a minha reação. Eu fingi que não tinha visto, mas, pqp, que piroca linda! Dava o dobro da piroquinha do Márcio. Nem precisava de nudes; a sunga já revelava um volume descomunal.
Como comentei, as investidas eram diárias. Márcio enviava vídeos de trisal, vídeos no estilo cuckold. Eu disse que aceitaria se fosse com outro macho — nada de outra mulher — e que fosse o amigo dele, já que são tão íntimos e eu "confiava" nele. A contraproposta era que o Márcio assistisse sem participar, até para ter certeza de que era isso mesmo que ele queria. Meu marido aceitou todas as cláusulas do nosso contrato verbal sem titubear.
Selamos o contrato com uma bela foda. Mamei ele e dei o cu de quatro. Pedi para ele filmar e enviei para o amigo dele. No vídeo, enquanto o Márcio me pegava, convidei o Jovino a participar da nossa relação, somente nos finais de semana. O Márcio estava muito excitado e penetrava meu cu com força; bem diferente do cotidiano. O vídeo tinha muitos gemidos sem forçar nada, até porque nem precisava.
Assim que enviei a mensagem, Márcio gozou na minha boca. Foi perfeito. O telefone dele tocou logo em seguida: era o Jô perguntando se era verdade. Ele confirmou. Eu sentei no colo do meu marido, nua como estava, e ele fez uma chamada de vídeo. Nosso terceiro participante me viu peladinha e disse que aceitava. Expliquei que seria só nos finais de semana e que ele teria que me obedecer em tudo. Obviamente, o "sim" reinou em todas as colocações.
No final de semana seguinte, na hora marcada, o Jovino estava na minha casa me chupando, com o Márcio filmando. Eu me sentia a puta do cabaré. Márcio estava visivelmente excitado, querendo participar, e o Jô estava louco porque desfrutava da mulher do melhor amigo, a quem ele já paquerava. Mandei ele parar de me chupar, fiquei de quatro e pedi para o meu marido lamber meu cuzinho. Gente, meu ponto fraco! Adoro dar o cu.
Depois das lambidas, pedi para o Jovino colocar. O pilantra maltratou meu rabo com aquela "perna de três", grande e grossa. Pqp, sem carinho — mas eu pedi assim. Enquanto isso, eu ficava conversando com o Márcio enquanto ele se masturbava. Óbvio que tomei o leite dele; desperdício de porra, nunca! Isso podia, eu mandava nas regras. Nesse intervalo, eu ia narrando que o pau do amigo era maior e mais grosso, que estava indo no fundo do meu rabo e que estava machucando, dizendo que ele teria que me passar pomada depois. Tudo isso intercalado com gritos e gemidos, porque o Jô era carrasco: segurava minha cintura e maltratava meu anelzinho.
Jovino disse que meu cu era apertado. Porra, o pau dele era desproporcional ao padrão que já tinha entrado ali; não era só grande, era cheio de veias e grosso. Gozei, sim! Nem imaginava que seria tão prazeroso; se soubesse, teria aceitado antes. Márcio tentou quebrar a cláusula e participar, mas eu não aceitei, nem com a intercessão do amigo.
Dormimos os três na cama: eu de ladinho para o Jô, que abusou do meu rabo novamente na madrugada, e o Márcio no papel de voyeur, sem participar. Ele achou que seria fácil só assistir? Problema dele.
Na segunda-feira, contei tudo para minha best friend Natália. Ela ficou louca, queria detalhes. Só mostrei a foto do pau do Jovino e a mulher pirou em pleno escritório (kkkkk). "Como você consegue, amiga?", perguntou ela. Eu simplesmente disse que não aguento, que estou "sofrendo" e me permitindo, já que meu esposo quis um relacionamento assim.
Disse para ela que já imaginava como seria a DP (dupla penetração), até porque quero o Jovino atrás e o maridão na frente. Arrepiei só de pensar. Natália disse que essa era a fantasia dela: três machos devorando-a. Sugeri que ela chamasse o maridão para uma casa de swing; ela gostou da ideia e disse que ia propor.
Nesse dia, trabalhei sentando de ladinho, e essa será minha condição nas próximas semanas até acostumar a tomar paulada de três. Afinal, o Jô vale por dois.
Até a próxima aventura!
Beijos.
