Sou a Susana, uma morena linda e gostosa. Tenho certeza de que tudo isso é influência da minha disciplina e dos meus treinos: faço kickboxing, musculação e tenho o corpo modelado pela dança. Sou novinha, tenho 26 anos, seios médios e uma bela bunda — haja agachamento e elevação pélvica (kkkk). Sou bajulada e xavecada diariamente por onde passo. Não curto usar roupas extravagantes e, nessas investidas, às vezes aproveito as oportunidades que a vida oferece. Sou solteira e quero continuar assim; satisfaço meus desejos sexuais com meus brinquedinhos, mas gosto mesmo é de uma piroca entrando no meu rabo.
Por conta desse vício, resolvi dar uma chance para o Egídio: um negro alto, forte e gostoso que vivia me cercando na academia. Que preto cheiroso! Tenho certeza de que atrapalhei bastante as séries dele, porque onde eu estava, ele ia atrás. O cara sabia até meus horários de treino — ou deu a sorte de estar lá no mesmo momento. Xavequeiro de primeira, jogou com tudo; sempre muito educado, mas incisivo em suas abordagens. Eu estava em uma fase em que queria um macho me pegando, e ele preenchia todos os requisitos. Fui facilitando até que aceitei sair com ele, desde que eu escolhesse o local. E assim fiz: um restaurante caro de São Paulo, em uma região nobre. O pilantra aceitou tudo; mal sabia ele que eu queria realizar uma fantasia, e eu não comentei nada sobre o que tinha em mente.
O dia marcado era um dia de semana; a tendência é ter um volume menor de pessoas no restaurante. Ele foi me buscar e eu entrei no carro de vestido verde, colado ao corpo, com um salto que me deixou com uma bela altura e uma bolsa de mão. Ele disse que eu estava deslumbrante e tentou beijar minha boca; virei o rosto, ele beijou minha bochecha e não falou nada. Eu estava tão perfumada que o meu perfume deu o tom no ambiente; até eu estava me sentindo linda e gostosa.
Chegamos ao restaurante, o manobrista levou o veículo e entramos de mãos dadas. Escolhi uma mesa bem distante, na verdade, próxima ao banheiro feminino. Havia outros lugares bem mais aconchegantes, mas escolhi lá porque queria realizar a loucura que tinha em mente.
Ele estava todo lindo, sport fino, barba feita. Pedimos algo para beber; eu queria calibrar minha vontade com álcool. Pedi uma taça de vinho rosé e o cardápio. Ali mesmo, virei a taça. Ele perguntou se eu estava com sede; ri e pedi a segunda taça enquanto ele ainda estava na primeira. O garçom nos serviu e nos deixou à vontade até que chegassem mais clientes. Aquele vinho me deu um calor; vinho promove o desejo, e quando bebo, fico excitadíssima — dá um "fogo no rabo". Puxei o negão, beijei sua boca e disse baixinho no seu ouvido:
— Me segue.
Entrei no banheiro e o safado veio atrás. Não tinha ninguém. Entrei em um box, agachei e abri a calça dele. O pau dele cresceu bastante na minha mão; era enorme, grosso e cabeçudo. Enfiei na boca e chupei bastante. Depois, debrucei no vaso com as mãos e puxei o vestido para cima. Ele estava atônito — quando nós, mulheres, atacamos, eles ficam visivelmente sem ação. Eu ordenei: "Enfia no meu cu". Cuspi na mão e passei na entrada do meu cuzinho.
Foi o sinal para o cafajeste. Ele enfiou sem pena e me pegou com vontade. Tinha que ser tudo rapidinho e eu não precisei lembrá-lo; o cara me maltratou, foi firme. Que pegada! Foram estocadas com força no meu rabo até que ele gozou lá no fundo; senti o jato de leite. Ele se arrumou e saiu. Eu fiquei me ajeitando diante do espelho, coloquei um protetor de calcinha para proteger meu rabinho, que estava esfolado, e voltei para a mesa. Foi aí que vi a merda que tinha cometido.
O maître estava dando uma chamada no meu amigo, que tentava explicar que entrou no banheiro feminino porque a amiga estava passando mal. Óbvio que a desculpa esfarrapada não colou. Sentei-me devagarinho, demonstrando a dificuldade física do momento, desejei boa noite e pedi outra taça de vinho e o jantar que já havia escolhido.
O funcionário foi educado, parou de falar e saiu. Egídio tentou explicar o que tinha acontecido, mas eu disse que não queria saber. O problema com o restaurante era dele; a minha fantasia já tinha sido realizada, que era dar o cu no banheiro de um restaurante caro. Bebi a terceira taça de vinho, de pernas cruzadas, esperando o prato.
Quando o jantar chegou, disse para ele, com cara de safada, que eu seria a sua sobremesa. E que, na praia, eu queria "tomar no rabo" novamente, desta vez sentindo o aroma da maresia e o ruído das ondas. O cara ficou louco. Ele disse que não tinha praia onde estávamos, e eu apenas respondi:
— É só você me levar onde tem.
Contarei com prazer como foi.
