Sou a Suzane. Você já deve ter lido inúmeros contos de minha autoria, e este é mais um relato verídico que quero trazer para vocês. Na época, eu estava na faculdade, tinha 20 aninhos — novinha, mas sempre gostosa, morena. Eu tinha uma paquera de adolescência chamada Pablo, um rapaz da mesma idade. Apesar de não sermos namorados, aprontamos muitas coisas juntos que jamais esquecerei.
Era uma amizade colorida, linda e gostosa; batia saudade quando não nos falávamos. O Pablo era um cafajeste que sabia me pegar; não era daqueles meninos bobões da época, era mais avançado. Ele sabia me beijar, me tocar, e eu me sentia desejada quando estava com ele. Claro, eu tinha muito tesão nele. É exatamente sobre a expertise dele que quero falar: um presente que ganhei dele, um brinquedo erótico que parecia uma clave de sol. Na entrega, ele deu a ordem: eu deveria enfiar a parte mais grossa na minha bucetinha e a parte de baixo, mais fina, ficaria encostada no meu clitóris. O plano era passearmos no sábado o dia todo, e eu deveria usá-lo durante o passeio.
Fiz exatamente conforme a instrução do meu boy — afinal, ninguém lê o manual de instrução mesmo. Segui cegamente suas ordens, até porque a surpresa nessas horas é o diferencial. Em casa, tirei da embalagem estéril, cheirei, coloquei na boca... jamais imaginei o que poderia acontecer. No dia combinado, enfiei a parte grossa na bucetinha (entrou uns cinco centímetros) e a parte de baixo acoplou certinho no meu clitóris. Vesti uma calcinha média — gosto de fio-dental, mas achei que não ia segurar legal — e fui ao encontro do Pablo.
Ele me pegou em casa, beijou minha boca e me abraçou já com a mão na minha bunda, apertando minhas nádegas e me puxando contra ele. O fdp queria roçar o pau em mim. Antes que ele perguntasse, disse que tinha colocado o presente. Comentei que, conforme eu andava, ele roçava no meu clitóris e me dava tesão. Ele simplesmente respondeu que era para isso mesmo: "aquecer, porque mais tarde ele iria me comer". Ele usou esses termos; eu adoro ser abusada. Fomos para o passeio por volta das 10h.
Quando cheguei ao calçadão da cidade, a porra do brinquedo deu uma tremida mais forte, uma espécie de choque e tremor. Como eu não esperava, dei um grito, soltei a mão dele e coloquei a mão na boca. As pessoas ao lado se assustaram. Imagina: calçadão cheio de gente e eu ali. Foi então que deduzi que ele provavelmente tinha a porra do controle; além do "roça-roça", ele ainda podia controlar a vibração. Caralho, eu estava toda arrepiada e ele rindo horrores.
Seguimos o passeio com o brinquedo roçando, mas eu já estava acostumada. O segundo susto foi quando entrei em uma loja de lingerie. Tinha várias calcinhas, e uma fio-dental na vitrine chamou minha atenção — linda, daquelas de dar lacinhos. Na hora em que a vendedora veio me atender e eu perguntei o valor, a porra do negócio vibrou mais forte e a parte interna começou a mexer. Eu soltei um "Ai, caralho!" e cruzei as pernas. Ele estava mexendo no celular do lado de fora da loja. A vendedora perguntou se eu estava bem; eu me recompus, olhei para ele e respondi que sim. A calcinha que eu usava estava encharcada. Comprei a fio-dental e outra, e fiz ele pagar.
Saímos da loja de mãos dadas. Eu queria muito ser penetrada e o cafajeste só rindo. Entendi que ele controlava tudo pelo celular. Eu já ficava esperando a próxima vibração, enquanto o clitóris era bolinado conforme eu andava — o que já era suficiente para me deixar louca. O brinquedo tocava no ponto certo, aquele ponto que alguns homens não conhecem (kkkkkk).
No restaurante, a fome já apertava, e a situação foi a pior de todas. O garçom veio atender e pedi uma garrafa de vinho. Quando ele trouxe o vinho escolhido, abriu e nos serviu. Antes que eu degustasse, a porra do negócio vibrou. Eu cruzei as pernas e, como uma das mãos estava para baixo, coloquei-a entre as coxas. Eu, com certeza, fazia caras e bocas; o garçom deve ter imaginado que eu estava me masturbação na mesa. Fora o grito... imagino a cena que ele presenciou, comigo contorcida. O pilantra perguntou se eu estava bem; mandei-o tomar no cu (em pensamento, é claro). Disse que estava bem, que foi apenas uma dor inesperada e coloquei a culpa na menstruação. O coitado do garçom ofereceu ajuda, mas agradeci e pedi o almoço. Tive uma trégua nessa hora, mas quando sentei, o brinquedo entrou ainda mais na minha ppk, que estava hiper molhada.
Após o almoço, fomos direto para o motel. Ele tirou minha bermuda e a calcinha molhada. Como ele estava agachado, abri as pernas e ele puxou o brinquedo. Parecia que eu o tinha mergulhado em uma vasta quantidade de gosma, tipo clara de ovo. Ele chupou tudo, deixou limpinho, engoliu tudo e beijou minha boca. Tirou meu cropped, chupou meus seios e me virou na cama. Nem precisava de preliminar: ele já me colocou de quatro na beira da cama e comeu meu cu. Amo dar o cu! Minha buceta já tinha gozado tudo e mais um pouco. Nessa hora, eu o xinguei de tudo quanto é nome até que, prestes a gozar, ele me puxou pelo cabelo e gozou na minha boca.
Tomamos um banho e fui brincar de cavalinho com ele. Chupei muito aquela piroca, engoli as bolas dele a ponto de ele se contorcer. Depois cavalguei naquela piroca linda: sentei muito, rebolei e, mais uma vez, pedi para tomar no cu — desta vez foi de ladinho.
Dormimos de conchinha e, à noite, voltamos para casa. Eu estava vestindo o vestido e a fio-dental que comprei no passeio. O brinquedo deixei na bolsa, mas o usei em outros momentos. Contarei como foi no casamento em que fomos padrinhos; foi hilário.
Até a próxima!
