​Prazer sob Controle: Um Passeio Inesquecível

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 992 palavras
Data: 22/08/2024 06:59:05
Última revisão: 14/03/2026 09:05:26

Sou a Suzane. Você já deve ter lido inúmeros contos de minha autoria, e este é mais um relato verídico que quero trazer para vocês. Na época, eu estava na faculdade, tinha 20 aninhos — novinha, mas sempre gostosa, morena. Eu tinha uma paquera de adolescência chamada Pablo, um rapaz da mesma idade. Apesar de não sermos namorados, aprontamos muitas coisas juntos que jamais esquecerei.

​Era uma amizade colorida, linda e gostosa; batia saudade quando não nos falávamos. O Pablo era um cafajeste que sabia me pegar; não era daqueles meninos bobões da época, era mais avançado. Ele sabia me beijar, me tocar, e eu me sentia desejada quando estava com ele. Claro, eu tinha muito tesão nele. É exatamente sobre a expertise dele que quero falar: um presente que ganhei dele, um brinquedo erótico que parecia uma clave de sol. Na entrega, ele deu a ordem: eu deveria enfiar a parte mais grossa na minha bucetinha e a parte de baixo, mais fina, ficaria encostada no meu clitóris. O plano era passearmos no sábado o dia todo, e eu deveria usá-lo durante o passeio.

​Fiz exatamente conforme a instrução do meu boy — afinal, ninguém lê o manual de instrução mesmo. Segui cegamente suas ordens, até porque a surpresa nessas horas é o diferencial. Em casa, tirei da embalagem estéril, cheirei, coloquei na boca... jamais imaginei o que poderia acontecer. No dia combinado, enfiei a parte grossa na bucetinha (entrou uns cinco centímetros) e a parte de baixo acoplou certinho no meu clitóris. Vesti uma calcinha média — gosto de fio-dental, mas achei que não ia segurar legal — e fui ao encontro do Pablo.

​Ele me pegou em casa, beijou minha boca e me abraçou já com a mão na minha bunda, apertando minhas nádegas e me puxando contra ele. O fdp queria roçar o pau em mim. Antes que ele perguntasse, disse que tinha colocado o presente. Comentei que, conforme eu andava, ele roçava no meu clitóris e me dava tesão. Ele simplesmente respondeu que era para isso mesmo: "aquecer, porque mais tarde ele iria me comer". Ele usou esses termos; eu adoro ser abusada. Fomos para o passeio por volta das 10h.

​Quando cheguei ao calçadão da cidade, a porra do brinquedo deu uma tremida mais forte, uma espécie de choque e tremor. Como eu não esperava, dei um grito, soltei a mão dele e coloquei a mão na boca. As pessoas ao lado se assustaram. Imagina: calçadão cheio de gente e eu ali. Foi então que deduzi que ele provavelmente tinha a porra do controle; além do "roça-roça", ele ainda podia controlar a vibração. Caralho, eu estava toda arrepiada e ele rindo horrores.

​Seguimos o passeio com o brinquedo roçando, mas eu já estava acostumada. O segundo susto foi quando entrei em uma loja de lingerie. Tinha várias calcinhas, e uma fio-dental na vitrine chamou minha atenção — linda, daquelas de dar lacinhos. Na hora em que a vendedora veio me atender e eu perguntei o valor, a porra do negócio vibrou mais forte e a parte interna começou a mexer. Eu soltei um "Ai, caralho!" e cruzei as pernas. Ele estava mexendo no celular do lado de fora da loja. A vendedora perguntou se eu estava bem; eu me recompus, olhei para ele e respondi que sim. A calcinha que eu usava estava encharcada. Comprei a fio-dental e outra, e fiz ele pagar.

​Saímos da loja de mãos dadas. Eu queria muito ser penetrada e o cafajeste só rindo. Entendi que ele controlava tudo pelo celular. Eu já ficava esperando a próxima vibração, enquanto o clitóris era bolinado conforme eu andava — o que já era suficiente para me deixar louca. O brinquedo tocava no ponto certo, aquele ponto que alguns homens não conhecem (kkkkkk).

​No restaurante, a fome já apertava, e a situação foi a pior de todas. O garçom veio atender e pedi uma garrafa de vinho. Quando ele trouxe o vinho escolhido, abriu e nos serviu. Antes que eu degustasse, a porra do negócio vibrou. Eu cruzei as pernas e, como uma das mãos estava para baixo, coloquei-a entre as coxas. Eu, com certeza, fazia caras e bocas; o garçom deve ter imaginado que eu estava me masturbação na mesa. Fora o grito... imagino a cena que ele presenciou, comigo contorcida. O pilantra perguntou se eu estava bem; mandei-o tomar no cu (em pensamento, é claro). Disse que estava bem, que foi apenas uma dor inesperada e coloquei a culpa na menstruação. O coitado do garçom ofereceu ajuda, mas agradeci e pedi o almoço. Tive uma trégua nessa hora, mas quando sentei, o brinquedo entrou ainda mais na minha ppk, que estava hiper molhada.

​Após o almoço, fomos direto para o motel. Ele tirou minha bermuda e a calcinha molhada. Como ele estava agachado, abri as pernas e ele puxou o brinquedo. Parecia que eu o tinha mergulhado em uma vasta quantidade de gosma, tipo clara de ovo. Ele chupou tudo, deixou limpinho, engoliu tudo e beijou minha boca. Tirou meu cropped, chupou meus seios e me virou na cama. Nem precisava de preliminar: ele já me colocou de quatro na beira da cama e comeu meu cu. Amo dar o cu! Minha buceta já tinha gozado tudo e mais um pouco. Nessa hora, eu o xinguei de tudo quanto é nome até que, prestes a gozar, ele me puxou pelo cabelo e gozou na minha boca.

​Tomamos um banho e fui brincar de cavalinho com ele. Chupei muito aquela piroca, engoli as bolas dele a ponto de ele se contorcer. Depois cavalguei naquela piroca linda: sentei muito, rebolei e, mais uma vez, pedi para tomar no cu — desta vez foi de ladinho.

​Dormimos de conchinha e, à noite, voltamos para casa. Eu estava vestindo o vestido e a fio-dental que comprei no passeio. O brinquedo deixei na bolsa, mas o usei em outros momentos. Contarei como foi no casamento em que fomos padrinhos; foi hilário.

​Até a próxima!

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Comentários

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Fiquei arrepiada só em imaginar a cena no restaurante

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