Sou casada há um ano com o Marcelo, um profissional da saúde. Meu esposo trabalha em hospital, na escala 24x72; é um moreno lindo e gostoso. Quando não está trabalhando, está treinando e estudando. Sou muito feliz com esse homem e completamente contagiada pela sua vida ativa: sigo-o nos estudos e na academia, obviamente. Eu sou a Patrícia, uma morena clara de 32 anos, corpo sarado — tenho umas coisinhas que quero perder, mas são neuras que toda mulher possui. Trabalho em uma clínica de estética. O mês dessa aventura que narro agora foi o do nosso aniversário; somos de junho e o casamento também foi no mesmo mês. Faz cerca de dois anos que ocorreu essa loucura, e sinto tesão só de contar.
Meu maridão chegou em casa com um atestado médico de três dias (sei lá o que ele inventou no trabalho) e pediu para eu arrumar a mala. Era uma quinta-feira. Eu não tinha a menor ideia do que ele estava planejando, mas sempre o segui, independentemente de interrogatórios. Já na estrada, à noite, soube que íamos para Paraty, região de belas praias e ilhas no Rio de Janeiro — se você não conhece, está perdendo! Ainda bem que eu trouxe biquíni; imagina sair sem saber para onde está sendo levada? Na verdade, ele curte locais como praia, trilha... enfim, natureza.
Chegando à pousada que ele tinha reservado, tudo sem me falar nada, arrumamos as coisas e não saímos; comemos o que tínhamos levado. Marcelo tomou banho e caiu na cama peladão, de bruços. Pediu para eu não dormir tarde porque o dia seguinte prometia. Tomei um banho e deitei nua ao seu lado, mas toquei uma siririca antes, ao som do ronco do esposo. Ele deveria estar cansado, mas eu estava muito ansiosa e não ia conseguir dormir. Gozei gostoso depois de esfregar meu clitóris e apalpar meus seios; só aí consegui relaxar.
Pela manhã, fomos os primeiros a chegar ao café da manhã — por sinal, maravilhoso. Logo em seguida, o meu amor voltou para o quarto, colocou sunga, óculos escuros, boné e chinelo. Estava sem camisa, um Tarzan! Eu coloquei meu biquíni, peguei a bolsa com apetrechos de praia e fui atrás dele. O pilantra não disse nada; nem uma rapidinha pós-café eu tive. Entrei no carro e fomos até um ponto onde ele estacionou. Caminhamos por um píer lotado de barcos atracados, enquanto o Marcelo mexia no celular e eu contemplava a beleza da cidade litorânea; fiz umas quatro selfies.
Em uma área com uma marcação no poste, o Marcelo entrou. Havia mais barcos atracados. Ele subiu em uma lancha branca, de uns 29 pés, e se apresentou para um homem chamado Marconi. O tal homem disse que sairia a hora que o Marcelo quisesse e perguntou se chegaria mais alguém; meu maridão disse que seríamos apenas nós dois. O Marconi nos mostrou o barco, disse que o frigobar estava como solicitado e os alimentos na mesa — muita fruta, tudo arrumado por um buffet contratado. Aí minha ficha inocente começou a cair. O marinheiro saiu, desejou um excelente dia e se foi.
Ele me beijou e disse:
— Minha comandante, a senhora é quem manda. O dia é nosso. Parabéns pelo nosso aniversário de casamento.
Ele me beijou, mas desta vez o bilau dele roçou em mim. Como ele estava só de sunga e eu ainda com a saída de praia por cima do biquíni, ele a tirou. Fiquei só de biquíni. Ele colocou meus seios para fora, lambeu meus mamilos e foi chupando tudo, segurando minha cintura para que eu declinasse para trás. Nossa, todo aquele ambiente deu um tesão! Ignoramos o tal tripulante; o cheiro de maresia e a vista... tudo era perfeito.
O barco saiu para o mar por volta das 10h. O dia estava lindo; era sexta-feira. Após passar o protetor solar, abrir um espumante e subir para a proa (óculos de sol no rosto, garrafa em uma mão e taça na outra), o maridão veio atrás. Fotos e poses! O barco passava por locais deslumbrantes. Terminamos a primeira garrafa e fomos para a segunda. O fogo no rabo começou. Dei o start alisando o pau do Marcelo, que mandou eu colocá-lo para fora e chupar. Você acha que alguém raciocina bebendo? Eu já estava alegre na segunda garrafa; nem pensei no Marconi. Coloquei o pau do meu macho para o lado e caí de boca, com a natureza linda de pano de fundo. Mamei e mamei gostoso.
Começou a dar fogo na bacurinha. Fiquei de quatro e pedi para ele colocar na ppk. Estava encharcada! Ele não se fez de rogado: biquíni para o lado e entrou fácil. A essa altura, não estávamos preocupados com nada. Eu gemia baixinho a cada pirocada e pedia para o Marcelo me arrebentar na penetrada e guardar o "leite" para a minha boca — adoro tomar o leite do meu macho.
Acredito que o Marconi veio comunicar que não podíamos transar ali ou dizer que havia uma suíte, não sei. Eu fiquei encarando-o de quatro, coloquei os seios para fora e passei a chupar o dedo enquanto olhava para o negão. Falei para o meu marido que queria chupar o amigo dele; Marcelo não se manifestou. Eu chamei o Marconi com o dedo indicador, fazendo sinal para vir. Ele estava de sunga também, e o pau dele marcava lindamente. Eu ia chupar gostoso, mas ele não veio; ficou de espectador.
Pedi para o Marcelo "enterrar a vela no bolo", afinal, era nosso aniversário. Marcelo chupou meu cu enquanto eu ainda estava de quatro, olhando fixamente para o Marconi, que passou a apertar o pau por cima da sunga. Eu o chamava pelo nome — posso imaginar minha cara de puta! Mordia muito meus lábios. Pedi para o Marcelo deixar eu ajudá-lo. Ele com a língua no meu cu e eu rebolando na cara dele, enquanto o Marconi se masturbava sozinho, assistindo à cena de camarote. Até que o Marcelo enfiou no meu cu. Gritei! Ele coloca para machucar. Porra, não demorou muito e ele encheu meu cu de leite, ignorando o pedido de gozar na minha boca.
Marconi, também excitado, masturbou-se até gozar; não participou ativamente. Eu gozei horrores! Quando o Marcelo tirou do meu rabinho, ajeitei a roupa e pulei no mar. Na volta, após vários registros de fotos, Marcelo me recebeu com uma taça de espumante — terceira garrafa. O mar ajudou a tirar o excesso de álcool, e eu fui comer algo do buffet. Já na proa, com o Marcelo ainda de pau duro e o barco ancorado, dei uma mamadinha de leve e perguntei, de joelhos:
— Posso chupar o Marconi?
Fiquei sem resposta, o que entendi como um sim.
Fui até a cabine de comando, tirei a parte de cima do biquíni e pedi para o Marconi tirar uma foto minha enquanto eu segurava o leme. Foram várias fotos. Perguntei se podia chupar seu "mastro preto"; ele disse que não, que se contentava apenas em assistir. Era excitante. Entendi, concordei e o chamei para ir à suíte à noite; ele disse que iria. Passei a mão na sua piroca, que era maior que a do Marcelo. Voltei, expliquei tudo para o meu marido, que continuou em silêncio. Eu, de topless, coloquei a raba para pagar o sol e reforçar a marquinha...
