Acredito que fiquei bêbada umas três vezes; o mar me renovou em todas. Almoço não teve; ficamos beliscando o buffet que, por sinal, estava impecável. O negócio eram petiscos e bebidas: o frigobar lotado e o buffet, repito, divino. Meu marido deve ter tomado tadalafila, pois o pau não baixava de jeito nenhum. Eu estava louca para tomar duas pauladas ao mesmo tempo, mas o Marconi estava fazendo-se de difícil — um negão enorme, dono de uma piroca linda, maior que a do Marcelo. No meu aniversário e de casamento, eu só queria ser devorada por dois machos, mas o Sr. Marconi quis ficar de voyeur.
Já à tarde, por volta das 16h, o maridão me levou para a suíte me puxando pelo braço. Ele estava muito chapado. Jogou-me na cama, mandou eu ficar de quatro e me encarcou gostoso. Por cima do ombro, vi o Marconi na porta da suíte e comecei a narrar para o negão que o maridinho estava me penetrando com força. Disse que queria chupá-lo; implorei para que deixasse. Meu esposo disse que autorizava e o Marconi chegou perto. Comecei a alisar seu pau, que já estava próximo ao meu rosto. Nesse momento, o Marcelo ficou mais agressivo.
Nunca tínhamos conversado sobre ter uma terceira pessoa no nosso sexo, mas percebi que ele queria; talvez o machismo não o permitisse ter essa conversa, mas ele estava gostando de me ver desejando outra piroca. O Marconi a colocou para fora e eu chupei. Pqp, que piroca deliciosa, majestosa e saborosa! Mal cabia na minha boquinha; recorri às chupadinhas localizadas e lambidas.
Passei a narrar para o Marcelo que a piroca do Marconi era maior que a dele, que eu queria dar o cu para ele também e que, com certeza, o amigo era mais gostoso. Meu esposo saiu de trás e deixou o comandante me comer. Nesse momento, sendo estropiada por uma tromba, kkkk, passei a narrar o que estava sentindo:
— Amor, você hoje é um corno, está sabendo, né? O Marconi acabou de enfiar o pauzão preto dele na tua bucetinha apertada!
Depois de falar com ele, passei a lamber e a chupar o pau do meu marido olhando para ele, que me chamava de puta e vagabunda; até tapas na cara eu tomei. Marcelo perguntava a todo tempo se eu estava gostando de ser puta de dois machos. A minha resposta era "sim". O Sr. Marconi, segurando minha cintura, chamava na pica... porra, gozei como nunca tinha gozado! Minha buceta ardia, mas eu estava firme. Primeira vez em DP (dupla penetração) e, ainda bem, minha mamãe não me fez fraca: encarei linda as duas pirocas.
Sentei no colo do marido e pedi, com toda a delicadeza, para o Marconi colocar no meu cuzinho. "Bem fofo"? Impossível! O caralho era grande e grosso, saiu invadindo e rasgando meu rabo, que já estava comprimido devido à piroca do marido dentro da minha bucetinha. O Marcelo só me xingava e chupava meus seios. Marconi e Marcelo gozaram simultaneamente na minha cara e eu tive que chupar os dois; afinal, estava fazendo o papel de "faxineira de rola".
Desta vez, o banho foi nua — não tinha ninguém ao redor mesmo. Pulei peladinha na água, voltei e tomei mais um pouco de bebida. Retornamos para a pousada de carona com o Marconi, que recusou entrar conosco, embora eu quisesse um segundo tempo a três.
No outro dia, levantamos muito tarde. A ressaca dominava tudo: uma forte dor de cabeça. Quase perdemos a hora do café na pousada. Com sorte, lembramos que o carro ficou no estacionamento perto do píer. Coloquei o biquíni e voltei linda, bela e muito ardida. Meu cuzinho pegava fogo! Pegamos o carro e aproveitamos o dia indo a outras praias. Não nego que passei a manjar as rolas de outros caras na praia e comentava com o Marcelo, que se recusava a falar sobre o assunto, mas não me reprimia. Cheguei a trocar olhares com dois negões na areia, mas não levei adiante; estava muito machucada.
De volta à pousada, no final do dia, mais sexo selvagem. Eu fantasiava a terceira pessoa com palavras e perguntas, mas ele manteve o foco em me maltratar na hora H. Voltamos à realidade: em casa, retornamos à academia, estudos e trabalho. Fiquei com a lembrança do meu melhor aniversário — jamais esquecerei. Mas a ideia da terceira pessoa vai crescer; eu quero outro negão aqui em casa conosco. Contarei, com certeza, no próximo conto. Já estou bolando as ideias, kkkkkk.
Beijos, até a próxima!
