Continuação de "A Favela - Parte 2".
~~~~~~~~
O toque dele era pesado, faminto... Ele deslizou os dedos por baixo da cintura do shortinho do baby-doll e de repente, com um puxão decidido, ele abaixou o shortinho até o meio das coxas, expondo tudo de uma vez: a calcinha fio dental preta sumida no meio da raba, e com mais um movimento rápido, o fiozinho da minha calcinha já não estava mais no mesmo lugar de antes. Ele puxou minha calcinha de lado e expôs o cuzinho lisinho e o pauzinho já duro dentro da calcinha. Senti um arrepio no corpo, que instintivamente me fez ficar empinadinha pra ele.
Ele não perdeu tempo. Ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda com as duas mãos e enfiou a cara ali no meio. A língua quente e molhada invadiu meu cuzinho sem aviso, lambendo devagar no começo, depois com fome, chupando o meu anelzinho como se fosse o melhor doce da vida dele. Eu gemia abafado no colchão, rebolando contra a boca dele, sentindo o corpo inteiro arrepiar enquanto ele lambia fundo, babando tudo.
— Caralho… que cuzinho gostoso, lisinho… cheiroso pra porra… — ele dizia entre lambidas, quase que com a voz abafada.
Eu não aguentei mais ficar só recebendo. Me virei pra ele, ajoelhei no chão frio do quartinho e puxei a bermuda dele pra baixo. A rola saltou pesada, já dura. Nem tive tempo de pensar, a mão dele puxou minha cabeça contra o pau e minha boca foi invadida. Chupei com gosto, babando tudo, subindo e descendo enquanto ele segurava minha nuca, engolindo o máximo que conseguia.
— Isso, putinha… mama gostoso… engole tudo... caralho!
Continuei mamando, desempenhando o meu papel de putinha gulosa e aguardando que ele fizesse o papel dele de me ensinar boas maneiras.
Depois de uns minutos assim, ele me pegou pelos ombros, me fez levantar e me direcionou pra cama velha, mandando eu ficar de quatro. Puxou o fiozinho da calcinha novamente, só o suficiente pra expor o meu ponto fraco. Ouvi o barulho rápido do pacote de camisinha rasgando (não sei de onde ele tirou aquilo tão rápido), e logo senti a cabeça grossa encostando, pressionando. Ele empurrou devagar no começo, abrindo caminho com a cabecinha, depois tirava, judiando de mim. Ele repetiu esse movimento algumas vezes, até que eu comecei a empurrar minha raba contra o pau dele. Eu estava ansiosa demais pra sentir aquilo tudo dentro de mim. De repente, ele meteu tudo de uma vez. O ardor foi intenso, mas delicioso, misturado com o prazer de ser preenchida por aquele pauzão.
Ele começou a socar gostoso, forte, com ritmo acelerado, as mãos agarrando meus quadris, puxando pra trás a cada estocada. Aquele som característico de "ploc ploc" ecoando no quarto. Eu gemia feito uma cadela, tentando ao máximo abafar colocando meu rosto contra o colchão.
— Rebola essa raba, vai… mostra que quer mais… — ele mandava, enquanto enchia minha raba de tapas.
Trocamos de posição várias vezes, como se ele quisesse experimentar tudo naquela noite. Primeiro de ladinho, eu deitada de lado com a perna levantada, ele metendo devagar, fundo, enquanto alisava meu corpo todo. Depois eu montei nele, de costas, sentando com força no pauzão, rebolando como uma putinha viciada em anal. Minhas coxas queimavam de tanto subir e descer, mas eu não parava, queria sentir cada centímetro abrindo meu cuzinho.
E aí veio a posição que me destruiu de vez: frango-assado. Ele me deitou de costas, pernas abertas e levantadas, segurando meus tornozelos enquanto metia fundo. Enquanto socava meu cuzinho sem dó, ele abaixou a boca nos meus peitinhos, chupando os pequenos e quase inexistentes mamilos com vontade, mordiscando, lambendo, como se quisesse marcar a minha pele. A sensação era insana — pauzão socando forte, corpo dominado, exposto e entregue.
Os dois estávamos suados, ofegantes, exaustos, mas ele ainda não tinha gozado. Ele deitou de barriga pra cima, respirando um pouco mais forte e eu sabia que eu ainda tinha uma tarefa a cumprir.
Projetei meu corpo sobre o dele, pegando ele de surpresa. Não falei nada, apenas segui o que tinha em mente: tirei o preservativo irritante do lugar, joguei de lado e comecei a mamar com vontade redobrada. Engoli aquele pau inteiro, babando, engasgando, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Chupei as bolas, lambi a base, subi e desci rápido, querendo o prêmio. Ele começou a se contorcer, os músculos da barriga se contraindo, as mãos no meu cabelo.
— Porra… vou gozar, vou gozar! — essas palavras vieram em tom de aviso, como se ele estivesse deixando eu decidir o que fazer. Mas já era tarde...
A gozada veio, grossa, quente, enchendo minha boca. Eu engoli o que pude, mas deixei escapar um pouquinho. Fiz questão de fazer meu papel com excelência: lambia cada gota que sobrava, limpando o pauzão com a língua como uma boa cadelinha obediente.
Depois disso, ficamos ali deitados um pouco, ofegantes, o quarto cheirando a sexo. Ele me olhou com um sorriso sacana.
— Sua raba é gostosa memo, ein japinha.
Eu só sorri, o corpo ainda latejando, o gosto dele na boca, o cu dolorido e satisfeito. Saí dali sabendo que aquela noite tinha sido exatamente o que eu precisava... e, infelizmente (ou felizmente, quem sabe?), também foi a primeira e a última vez que rolou com o Jean. Depois daquela noite, nunca mais interagimos. Às vezes penso nisso e dou risada sozinha — o novinho me destruiu de um jeito que eu queria, e depois sumiu como se tivesse cumprido a missão. Missão aceita, missão concluída, sem sequelas nem arrependimentos. Só uma lembrança bem safada pra guardar no cantinho mais quente da memória.
~~~~~~~~
E chegamos ao fim do conto "A Favela".
~~~~~~~~
Notas: a parte 3 já havia sido publicada anteriormente, porém hoje eu fiz uma releitura do conto completo e percebi que a parte 3 em específico se deslocou das outras partes. Não gostei da leitura do que eu produzi na época e então, hoje, refiz novamente, deixando mais resumido e direto ao ponto, sem enfeitar demais e mantendo o máximo possível de fidelidade do que realmente aconteceu nesse dia.
~~~~~~~~
Gostaram? Se sim, por favor, não se esqueça das suas estrelinhas, elas fazem meu dia melhor! O seu comentário também é muito bem vindo!
Beijos e abraços.
