Namoro o Jorge há cinco anos. Ele é trilheiro; sempre que pode, marca com amigos para explorar novos locais. Ele já conhece vários lugares e integra diversos grupos de trilha no WhatsApp. Juntos, só nós dois, já fomos a muitos pontos. Estou sempre com ele, até porque ele gosta, embora eu nem sempre tenha disposição — é muito cansativo. Mas, no decorrer da caminhada, parece que a natureza nos seduz e o passeio vai ficando maravilhoso.
Sou a Suzane, a "Su" para os íntimos. Morena, linda e gostosa — sou gostosa mesmo (kkk). Voltando a falar do meu "gostoso", o Jorge é um amante da natureza: moreno, sarado e muito viril (não posso esquecer essa parte). Além disso, é muito safado. Ele é alto e eu tenho estatura média.
Esse relato aconteceu há cerca de três anos. Ele disse que haveria uma trilha no final de semana e que sairíamos muito cedo. Eu não percebi na hora, mas ele não mencionou o local. Ele sempre pesquisa e comenta, mas desta vez não falou nada. Como sempre, eu o segui; sinceramente, passou despercebido.
Mochila com os apetrechos, tudo pronto. Tomei um banho de repelente, porque parece que os mosquitos só têm olhos para mim. Lá vamos nós, com roupas leves, saindo de casa por volta das três da manhã. Jorge insistia em ver a alvorada. Depois de viajarmos por noventa minutos, entramos em uma mata. Passamos por uma, duas, três cachoeiras — cada lugar mais lindo que o outro. Fizemos vários registros. Não lembro de ter passado por nenhum daqueles locais antes.
Chegamos a um ponto com uma espécie de tronco no meio das árvores. Jorge tirou a mochila, colocou-a no chão e pôs a minha ao lado da dele. Tirou uma venda do bolso e a colocou nos meus olhos. Perguntei por que ele estava fazendo aquilo, e ele disse que eu teria uma das melhores experiências como trilheira; que logo o sol invadiria a mata (que era bem fechada e densa) e, quando eu tirasse a venda, o confronto da luz solar com meus olhos se abrindo seria uma visão incrível. Confiando no meu macho, agradeci com um beijo. Ele colocou a venda e me amarrou ao tronco.
Não entendi porra nenhuma. Para que estar amarrada se o sol já estava saindo? Eu estava abraçada ao tronco, com os braços presos e o nó bem forte. Eu perguntava o porquê daquilo e o Jorge ficava calado. De repente, ele arriou meu short. Aí a minha ficha caiu.
Lembro de ter dito "filho de uma puta" em alto e bom som: "Você queria me comer no meio da mata!". Assim que terminei de falar, o cafajeste enfiou um pano na minha boca e deu vários tapas na minha bunda. Ele conhece meu ponto fraco. Logo em seguida, ele me possuiu por trás. Imagine o impacto sem qualquer preparo; com o pano na boca, só dava para soltar gemidos abafados enquanto eu estava presa.
Imaginem a cena: eu presa, vendada, amordaçada, sendo usada sem poder me movimentar. E o Jorge não tem pena. Ele começou a falar no meu ouvido que era a sua fantasia: me prender e abusar de mim na floresta. Eu ouvia tudo aquilo sem poder responder, apenas grunhindo. Sem exagero, ficamos naquele ritmo por uns trinta minutos, até ele chegar ao ápice. Depois, ele se limpou em mim e me vestiu.
Claro que eu também cheguei lá. Como disse, ele me conhece. Gosto desse tipo de entrega, embora prefira um clima anterior, com preliminares; mas, apesar da surpresa, amei a loucura.
Quando ele me soltou, tirou a mordaça e a venda, eu parti para cima dele. Dei um tapa bem dado na cara dele e disse que queria ter sabido antes. Ele, simplesmente rindo muito, disse que, se soubesse, deixaria de ser surpresa. Joguei-o no chão e transamos ali mesmo. Cavalguei muito depois de um momento de intimidade oral; ele correspondeu de imediato. As folhas no chão foram nosso colchão e os lençóis.
Foi maravilhoso transar na floresta, no meio da natureza. Pude gemer alto, xingá-lo e, obviamente, gritar na hora do prazer. Limpei-o direitinho depois e seguimos a caminhada. Bebi bastante água. Nossa, eu sentia o corpo ardendo, mas amei a surpresa.
Jorge é um canalha e eu adoro essa dinâmica com ele. Dez minutos depois de retomarmos a trilha, encontramos um grupo de pessoas. Ainda bem que já tínhamos terminado, porque seria, no mínimo, engraçado.
Beijos e até a próxima surpresa — que espero que seja logo!
