Olá, sou o Beto. Sou negão, tenho 1,90m e estou acima do peso — quem não fica? Sou o rei do sedentarismo e adoro uma cerveja; não fico sem. Correndo por fora, jogando contra, têm os benditos tira-gostos e, para dar aquela dose de "light", a roda de samba. Não resisto! É por conta desse prazer que quero externar minha história verídica. Pasmem: aconteceu, não é piada! Hoje dou minhas gargalhadas, mas já deve fazer uns seis meses que tudo ocorreu.
Fui a uma roda de samba famosa na zona norte do Rio. No local lotado, havia uma preta linda — até um deficiente visual teria visto. Muito atraente, quebrando tudo no gingado! Eu olhava, ela também. Eu no pagode de mesa, bebendo minha cerva, e ela sambando. Eu tinha medo de chegar perto; vai que o marido ou namorado estava por perto? Eu não conhecia ninguém ali.
Fui me aproximando e ela foi facilitando, até que percebi que ela era surda-muda. Mas isso não era problema; acredito que ela sambava conforme a vibração da música. A preta era um show: uma bunda de respeito e seios pequenos que marcavam lindamente o macaquinho que ela vestia. Um cabelo encaracolado... um monumento sambando em cima de um salto alto. Quem resiste? E o perfume? Aroma sedutor! Eu já colei e joguei o samba no pé, ao melhor estilo mestre-sala. Já rodeava a preta, pronto para entregar a "vara da porta-bandeira", cheio de maldade com aquela beldade.
Meu pau saltava na cueca. Eu me virava nos trinta para me comunicar; queria empurrar o bambu nela e, claro, ela já tinha entendido. A linguagem do sexo não precisa de muito para se expressar. Já estava ficando tarde quando ela me puxou para uma rua próxima e me beijou. Eu fiquei de bobeira, pois não sabia como agir — nunca tinha ficado com uma muda —, mas correspondi aos beijos. A rua estava deserta; na verdade, era uma viela. Ela agachou e abocanhou o menino ali mesmo. Caralho! Ela me olhando, agachada, mamando meu pau... e eu olhando para um lado e para o outro, temendo ser flagrado. Concentração baixíssima! Como ela era muito ativa, peguei o celular, conferi o motel mais próximo no Google e chamei um carro por aplicativo.
Em dois minutos o carro chegou. Entramos e fomos para o motel. Pedi um quarto por quatro horas. Pqp! A mulher entrou arrancando a roupa. Eu pensando que ela ia tomar banho... porra nenhuma! Partiu para cima de mim. Mal comparando, se fosse um octógono, eu já estaria todo arrebentado. A mulher queria foder; deve ter tomado algo, kkkk.
Tirei a roupa, meti a mão no pescoço dela, fui empurrando-a contra a parede e meti a outra mão na ppk. Dei aquela dedada bem dada! Ela se contorcia, soltando gemidos gostosos. Eu apalpava os seios como se fosse arrancá-los. Ela já estava louca. Coloquei-a na cama e caí de boca no "gramado" — entrar em campo sem esse ato é um tiro no pé. Chupei o cu também, alternando com a buceta, pequena e apertadinha. "Carne mijada" é uma delícia! Enfiava dois dedos no cu dela e a boca na bucetinha. Ela, na posição de papai e mamãe, gemia alto; às vezes saíam uns ruídos, daqueles que o mudo emite quando quer se expressar. Acredito que ela estava pedindo: "Me fode!".
Coloquei a preta de quatro, com aquela buzanfa para o alto, e meti no cu dela. A avidez dela passou para mim; meti no botão sem pena. No início, ela rebolava mais que no pagode, e eu só no vai e vem. Impossível não se empolgar! A piroca do negão entrava com força e saía devagar, em penetrações cadenciadas. Passado um tempo, ela tentava escapar e eu segurava sua anca firme. Ela soltava aquele ruído; eu não sabia se ela sentia dor ou se queria dizer "me come com força, porra!", ou quem sabe "me bate!". Eu ia deduzindo segundo o meu querer, obviamente. Dei uns tapas bem dados naquele rabo lindo. Que bunda empinada!
Gozei gostoso no rabo dela e também soltei meus gemidos. Ela também gozou. Percebi que os gritos não ajudavam, mas ela se contorcia toda, ficava arrepiada, e o líquido descia como um manancial da sua buceta. Tomamos banho juntos, rolou mais uma mamada e consegui perguntar onde ela morava. Ela escreveu no bloco de notas do meu celular. Chamei um carro para ela e voltei para casa.
No outro dia — porque no dia mesmo eu tinha perdido qualquer porcentagem de raciocínio —, fiquei pensando nas loucuras cometidas. Quem não se permite uma loucura não tem história, nem prova algo marcante e inesquecível. Que eu encontre a mudinha novamente!
Até a próxima.
