Squirt e Perigo na Cama do Casal

Um conto erótico de Lorena
Categoria: Heterossexual
Contém 1314 palavras
Data: 11/09/2024 08:47:46
Última revisão: 14/03/2026 08:52:21

Durante dois anos fui cortejada, posso dizer que diariamente, para ser a atriz principal de uma fantasia sexual de um amigo colorido. Sempre rejeitava o convite; lembrava do seu compromisso. Poxa, o cara é casado! Ia decidindo não aceitar, até porque a sua esposa me conhece e eu me dou muito bem com ela, embora quisesse quicar novamente naquela piroca. Porra, ele é um coroa maravilhoso! Já ficamos no passado, quando ele não estava casado; até quis ajudá-lo na despedida de solteiro dele, kkkkk. Na época, eu era mais novinha. Lembro que ele me chupou de uma forma tão esplêndida que, mesmo depois de tanto tempo, não esqueci; ele ainda mantém a "medalha de ouro" comigo. Os carinhas com quem saí não sabem chupar; acreditam que chupar uma buceta é dar duas lambidas e está bom, fora os que têm nojo. Esse cafajeste é um negro alto e gostoso, sem "nojinho", com cara de pilantra e muito vivido. Cai de boca na minha ppk e ainda chupa meu anelzinho; coloca-me sentada nas nuvens. Afinal, qual mulher não viaja quando é bem chupada?

​Recentemente, fui fazer um bronze e postei no meu Instagram que estava no local onde faço minha marquinha. O cafajeste escreveu na mensagem: "Quero ver como ficou". Outros também postaram gracinhas, e eu respondi para todos que veriam o resultado. Já em casa, postei uma foto sentada na cadeira da cozinha, de camiseta e shortinho — obviamente aparecia a marca do bronzeamento nos ombros — e escrevi na legenda que a foto era o resultado do bronzeado. Novamente, a tentação escreveu que não era assim que ele queria ver, e sim uma foto nua.

​Passadas quarenta e oito horas, embora nos falássemos todos os dias, eu — provavelmente com fogo na bacurinha — perguntei se ele estava sozinho. Já era tarde. Prontamente ele disse que estava, e eu mandei um nude em visualização única, de corpo inteiro. Passados uns três minutos, ele respondeu: "Você está maravilhosa, linda, gostosa!". Elogiou a bunda e perguntou se eu estava disponível na quinta-feira. Continuou dizendo que me pagaria — disse o valor — por uma hora, só para me chupar. Mas impôs uma condição: "Você terá que vir à minha casa; tudo seria na minha cama. Essa é a minha fantasia e eu quero você".

​Fiz todas as indagações, disse que estava com medo de dar problema. Ele insistiu e aumentou a oferta, dizendo que queria me penetrar também. Eu apertei o botão do "foda-se" e aceitei. Disse que, se desse problema, ele teria que resolver; ele insistiu que não daria nada. Eu sou a Lorena, uma morena de cabelos encaracolados. Ele sempre elogia minha bunda e meu corpo. Tenho um casal de filhos e sou sedentária, mas dou umas pedaladas de bike. Tenho um belo par de seios e, de fato, sou linda, sexy e atraente como ele diz.

​Na quinta-feira marcada não pude ir e informei que não daria. Ele remarcou para a segunda-feira, quatro dias depois, e eu aceitei novamente. Na segunda, eu estava mega-ansiosa. Marcamos às 15h e eu, que sempre atraso nos meus encontros, perguntei se ele tinha desistido às 14h40, kkkkk. Pasmem: ele respondeu que não e veio me buscar de carro. Entrei no seu possante: sem beijo, sem elogio. Eu estava de top, short jeans, calcinha fio-dental e chinelo. E lá fomos nós para a casa dele. No trajeto, ele parou o carro e eu sentei no banco de trás para não ter visibilidade ao passar pela portaria do condomínio. Deitei no banco. Ele estacionou na entrada do bloco e eu saí, linda e bela, com a bolsa no ombro e mexendo no celular. Já no elevador, havia várias pessoas e eu fazendo o papel de moradora, kkkkk. A porta abriu e lá fomos nós. Desembarquei no andar dele e entrei na sua casa; meu coração parecia que ia saltar pela boca.

​Mantendo o dito popular de que não se nega um copo de água — e tampouco um boquete —, pedi um copo de água. Ele me ofereceu o pau assim que terminei de beber. Pqp, parece que o pau dele aumentou! Uma tromba de elefante, grossa e grande. Eu enfiei na boca lindamente, ainda na sala. Caí de boca até engasgar. Fui conduzida até o quarto dele, o local da "ocorrência". Ele arrancou minha roupa — só viu minha calcinha quando me vesti de volta —, chupou meus seios e me jogou na cama. Começou a beijar minha coxa, na parte interna. Nesse momento eu estava arreganhada, de pernas abertas. Ele foi beijando, a língua passando naquela região íntima e excitante. De repente, começou a chupar meu clitóris. Ele realmente sabe o local! Alternava com lambidas que iam inclusive no meu cuzinho.

​Ficou nisso uns cinco minutos. Eu estava louca, contorcia-me toda. Já não sabia onde estava — na verdade sabia, sim: na casa dele, na cama dele. E eu conheço a esposa dele, falo com ela! Ele deu uma pausa e eu sentei no seu colo. Quiquei no caralho. Fiquei de quatro e aí senti a piroca entrar com força. Cada estocada seca, puxão de cabelo e tapas na bunda e na cara me deixavam mais louca. Na posição de papai e mamãe, ele me enforcou. O pau, quando entrava, batia no meu útero. A mão direita dele apertava meu pescoço enquanto eu tentava segurar seu punho. Era penetrada perdendo qualquer força de reação. Isso aconteceu por três vezes. E ele fazia propostas de encarar dois caras; falava isso no meu ouvido, queria arrancar um "sim". Já não aguentava um, imaginem dois! Fode primeiro, depois falamos sobre isso.

​De repente, já estava sendo chupada novamente. Minha bucetinha já estava mais úmida e meu corpo mais quente. Senti vários arrepios. Eu já não me incomodava em estar na cama de um homem casado; o perfume da mulher dele ali já me deixava mais excitada. Nunca tinha feito isso e estava amando; o medo dava lugar ao tesão. Ele segurou minhas mãos sem que eu notasse e começou a me chupar de uma forma diferente. Eu já não só me contorcia, como estava gemendo alto, pedindo para não parar, querendo me soltar e sem forças. Ele me segurava, a boca quente concentrada no meu clitóris, chupando, lambendo e sugando. Foi um verdadeiro mix! Gozei muito e tive um squirt — acho que é esse o nome. Molhou muito a cama. Fiquei sem graça; nunca tinha ocorrido isso comigo. Vi em filmes, li algo, mas minhas amigas nunca comentaram. Quem nunca viveu acha que é brincadeira, mas acontece!

​Pedi desculpas por ter molhado a cama. Ele, com toda a calma do mundo, disse que era normal e que isso acontece quando a mulher se entrega ao prazer. Explicou que a esposa dele tem sempre e que ia secar; usaria o sol ou o ferro de passar para secar mais rápido. Mas eu molhei muito! Saiu um jato de líquido; eu estava perplexa. Tomei mais paulada de ladinho e cavalguei naquele mastro até ele gozar em mim, nas minhas costas, enquanto eu estava de bruços. Antes de ele gozar, ele ficou por cima — esse gosta de dominar. Tomei muita paulada seca.

​Antes de ir embora, ele fez a transferência via Pix. Eu nem acreditei! Conferi a grana na conta, ganhei um "mimo" e voltei para casa com um sorriso no rosto. No outro dia, meu pescoço estava doído, com as marcas dos dedos dele. Como sou clara, os hematomas eram perceptíveis. Minha bucetinha estava ardida e doída. Pensei comigo: ainda bem que só levei dedada no cu, porque se tivesse cedido o "botão", seria mais uma área destruída. Embora eu tenha dito que na próxima ia dar, já estou sofrendo por antecedência.

​Até a próxima! Depois teve no motel, e molhei a cama duas vezes só na chupada. Já disse que quero de novo, mas não na casa dele; tenho medo de acontecer algo. A fantasia dele já foi realizada, kkkk. Beijos!

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Comentários

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Maravilhoso

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Oi Ana, bom demais sentir uma mulher com tesão, sou um negão e também amo sentir o gemido de uma mulher deliciosa, vamos convesar? e-mal: sadbbom@gmail.com

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