Paguei o que faltava aos pedreiros com o rabo

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Grupal
Contém 901 palavras
Data: 12/09/2024 06:45:57
Última revisão: 14/03/2026 08:41:01

Sou a Suzane, uma morena gostosa, casada com o Pablo, meu namorado de infância. Compramos a tão sonhada casa própria: eu, auxiliar de farmácia; ele, auxiliar administrativo. A aquisição precisava de reformas. Iniciamos as obras e sempre há aquela luta para pagar as prestações do imóvel, comprar material e pagar a mão de obra do pedreiro e do ajudante. Aliás, o pedreiro era o Marcos, um negão, e seu auxiliar era o Pedro — respeitosos e responsáveis. Conseguir um profissional que não falta, não estraga material e faz um excelente serviço é muito difícil.

​Eu estava muito feliz, apesar de o maridão estar fazendo horas extras para pagar as contas. Intimamente, a atenção dele estava faltando em casa; eu sabia que todo o esforço era para a conclusão da obra. Sou foguenta, admito, e estava sanando minhas pendências com meus brinquedos.

​Essa loucura toda durou quase um ano. A casa já estava pronta internamente e boa parte da externa também. Fiquei desempregada e precisava terminar a área gourmet, até porque estava próximo o aniversário do nosso casamento e eu queria fazer uma festa, convidar os amigos próximos e familiares; só o salário do Pablo não dava. Pablo decidiu parar a obra. Fiquei arrasada e sugeri um empréstimo no banco. Ele estava irredutível. Eu disse, obviamente brincando: "Vou pagar com o cu, afinal, você não gosta de empurrar no meu rabo mesmo!". Ele riu e foi dormir.

​Confissão: o meu marido é "discípulo de pagode romântico". Apesar de eu não ter o corpo de modelo fitness, gosto de dar o toba, e ele não come — tem nojo.

​No outro dia, antes de ele sair, novamente disse para eu dispensar o pedreiro, mesmo com o material já comprado. Insisti no empréstimo; ele disse que não e foi trabalhar. O Sr. Marcos chegou com o rapaz, seu ajudante. Coloquei a mesa de café como sempre fazia. O Pedro tomou café e foi peneirar a terra para fazer massa. Eu conversei com o Marcão, expliquei minha situação e comecei a chorar. Ele disse que terminaria em uma semana; em sete dias deixava tudo pronto e eu poderia pagar depois. Falei que meu marido não aceitava. Foi aí que ele perguntou se havia algo que eu pudesse dar em troca. Nem titubiei: "O que o senhor quer?".

​O Sr. Marcos foi muito incisivo:

— O cu, senhora. Te observando com esses shorts diariamente, vi que a senhora tem uma bela bunda. Eu quero penetrar o seu cu nesta semana com meu ajudante, alternadamente, antes de começar o serviço, por quarenta minutos. Seu esposo não estará em casa, você terá sua obra pronta para a festa e, de quebra, ganhará um belo presente.

​Eu, Suzane, nem reclamei. Aceitei na hora! Imagina: louca para tomar no cu, o negão querendo, meu marido recusando... e eu ainda teria minha área gourmet finalizada. Peguei-o pelo braço e entramos em casa. Na cozinha mesmo, mamei o pau dele agachada. Depois, debruçada na mesa da cozinha, mãos na base da mesa, ele arriou o short e o Marcão me enrabou sem pena. Comeu meu cu bem comido. Eu estava tão eufórica que nem senti dor. Não sabia se sorria ou gemia. Passado um tempo, entrou o Pedro. Caralho, a piroca do moleque já estava no ponto de bala! Meu cu estava muito arreganhado; ele cutucou e gozou rápido. Tomei um banho e o primeiro dia da obra fluiu.

​À noite, o marido perguntou como foi a conversa e eu desconversei. Mamei a piroca dele; ele gozou, relaxou, pegou no sono e dormiu. E assim foram os dias. No penúltimo dia, o Sr. Marcos e seu ajudante comeram meu cu alternadamente. Pqp, nesse dia eu sofri! O pau do Pedro era maior que o do Marcos. Um entrava, tirava e o outro já penetrava, tudo sem qualquer carinho, por quarenta minutos. Sofri nesse dia. Na sexta-feira, quando finalizou a área gourmet, estava tudo lindo, como sonhei. Mas meu cu estava estropiado, machucado; não conseguia sentar. Tudo isso sem soltar um gemido. Eu estava destruída, mas com um sorriso no rosto. Só eu sei o que fiz para conquistar esse local na minha linda casa.

​Exatamente na sexta-feira, o Pablo chegou mais cedo. Os pedreiros já tinham ido embora. Ele viu a obra pronta e começou a discutir, perguntando onde eu arrumei o dinheiro. Eu disse: "Paguei com o rabo!". Ele riu e entrou para casa. Eu falei a verdade, o problema é que ele não acreditou. Foi o que pensei. Em casa, após o banho, ele perguntou de novo o que eu fiz. Repeti:

— Dei o rabo para os pedreiros a semana inteira.

​Ele não acreditou. Perguntou se eu pedi mais tempo para pagar. Embarquei na ideia dele e disse que sim. Ele foi ver a obra, disse que ficou ótima, fez umas ligações e arrumou a grana para entregar na segunda-feira. Me beijou e disse que eu era louca. Peguei a grana na segunda-feira e guardei — já tinha pago com o cu, mesmo! Fizemos a festa, coloquei-o para pagar tudo (eu estava desempregada, não tinha como ajudar) e ainda convidei os pedreiros. Aproveitei e pedi o orçamento do muro; precisava mudar a frente.

​O preço dos pedreiros é bom. Vou convencer o Pablo a comprar o material para a reforma da fachada. Acho que aguento mais uma semana tomando no cuzinho duas vezes por dia, kkkk. Prometo contar para vocês como ficou o muro.

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