Como Transformar as Compras do Mês em uma Loucura

Um conto erótico de Maria Paula
Categoria: Heterossexual
Contém 1047 palavras
Data: 17/09/2024 19:30:37
Última revisão: 14/03/2026 08:38:52

Caixas lotados, carrinhos abarrotados, várias pessoas no mercado... Muitos vão só para atrapalhar, sem fazer "PN", apenas como companhia. Já conheci pessoas que iam ao mercado só para ver as promoções, sem intenção de comprar nada — tem que gostar muito! Para mim, é o verdadeiro "programa de índio". Eu vivo na luta para convencer meu esposo a ir comigo; ele quer me largar lá e ficar no shopping desfilando, provavelmente olhando as bundas alheias. Na verdade, é um complexo comercial que fica próximo ao mercado, e, após as compras realizadas, o "bonito" passa para me pegar.

​— "Nananinanão!" — eu digo. Ele tem que pagar o preço junto comigo, gôndola a gôndola, enfrentar o estresse e encarar o povo que para o carrinho no meio do corredor para pesquisar o que vai levar. Esses me irritam mais.

​Já conheço o script do início do mês: temos que abastecer a casa e torna-se obrigatório irmos ao hipermercado próximo de onde moramos. Essa história verídica ocorreu há cerca de um ano. Tive uma ideia, expus e ele aceitou de imediato. O meu esposo é tão cafajeste que contou os dias para chegarem as compras; a alegria estava estampada no "focinho" dele após a proposta.

​A aposta era a seguinte: quem chegasse mais próximo ao valor final das compras ganharia um carinho íntimo ainda no carro, no estacionamento. Se eu ganhasse, ele teria que chupar meus seios e me masturbar com dedadas. Caso ele ganhasse, eu teria que mamá-lo até ele gozar na minha boca. Acho que foi o mês em que ele concordou mais rápido em ir comigo, sem colocar qualquer objeção.

​Eu sou a Maria Paula, 34 anos, negra, seios médios e bunduda. Coloquei uma saia jeans, um cropped azul e salto plataforma alto — como sou "anã", quero aparecer. Estava sem calcinha, porque tinha certeza de que ganharia a aposta, e fiz questão de mostrar isso para ele. O cretino já queria dar as dedadas antes do final do jogo e perguntou se não podia "dar uma treinada" em casa, como um aquecimento. Respondi:

— Claro que não!

​Como a minha confiança era enorme, ainda disse que, se perdesse, eu estenderia o carinho em casa; desejava ser penetrada na varanda de entrada. Já o meu marido, o José Antônio, colocou um short de treino, camiseta e tênis; parecia que ia malhar. No estacionamento, ele parou o carro bem distante. Como é uma área aberta e espaçosa, há transeuntes a todo momento, a maioria praticando exercícios físicos.

​Confesso que tive a melhor ideia de todos os tempos. Estava perto da menstruação e com um "fogo no rabo" absurdo; perdendo ou ganhando, o Antônio teria que me comer. Eu estava com muito tesão naqueles dias; tinha até me masturbado antes de ele chegar do trabalho, assistindo a um filme adulto. O vídeo era de um casal transando no beco de uma rua; a intenção era justamente aflorar o tesão para mais tarde. Toquei-me pensando na loucura que viria.

​Maridão pegou um carrinho com a roda travando — super normal, sempre pegamos o avariado entre mil disponíveis. E lá fomos nós. Eu via que ele estava fazendo as contas de cabeça conforme colocava os produtos no carrinho. Sabe quando você quer fazer uma necessidade e, conforme vai chegando em casa, a vontade aperta? Pois bem, eu estava assim. A buceta estava quente. Já na fila para pagar, a cada passo que nos aproximávamos do caixa, a vontade aumentava. Olhei para o carrinho e disse:

— 900 reais, com certeza!

Ele riu e falou:

— R$ 1.050,00.

​Havia três pessoas à nossa frente. Já passava das 21h e os carrinhos estavam cheios. Abracei meu esposo, beijei sua boca e sussurrei:

— Ganhando ou perdendo, antes de guardar as compras, quero que me coma na varanda da nossa casa.

Ele concordou balançando a cabeça, e o volume no short ficou nítido. No caixa, passamos tudo e o valor bateu: R$ 1.055,00! Ele olhou para mim com um sorriso safado estampado no rosto, baixou a cabeça para o short e eu passei a língua nos lábios. A mulher do caixa ficou sem entender nada. Comecei a colocar as sacolas no carrinho, já imaginando o boquete que daria no maridão.

​No carro, enquanto eu amarrava as sacolas, ele passava por trás de mim roçando aquele pau na minha bunda. O tesão só aumentava. Ele perguntou:

— Pronta para me chupar?

Eu balancei a cabeça que sim, louca para começar. Dez anos de casada e nunca tínhamos feito uma loucura daquela. Entramos no carro, Antônio ligou o ar-condicionado, colocou o pau para o lado e mandou eu chupar. Mas ele não me tratou como esposa; ele simplesmente disse, sem termos combinado esse tom:

— Mama meu pau, puta, piranha, vagabunda! Sem deixar cair nenhuma gota do meu leite que eu te pagarei o dobro.

​Ao ouvir aquilo, abri as pernas e comecei a me masturbar. Massageei meu clitóris enquanto minha boca trabalhava no pau dele. Caralho, ele nunca tinha me tratado daquele jeito e eu amei ouvir aquelas palavras! Mão esquerda na buceta e a direita segurando o pau. Antônio olhava para ver se vinha alguém; eu ouvia vozes de pessoas passando... De repente, o jato de porra na minha boca. Engasguei, mas não perdi uma gota; engoli tudo. Gozei me masturbando. Dei o dedo para ele chupar e ele lambeu um por um. O pilantra aproveitou para baixar meu cropped e chupar meus seios. Depois, o canalha ainda transferiu uma grana via Pix e disse que era o "pagamento do boquete". Eu amei!

​No trajeto, a cada sinal vermelho, eu levava uma dedada. Já em casa, com o carro na garagem, puxei a saia e subi no colo dele. Nosso carro é grande e eu sou pequena; sentei de frente para ele, cavalgando. Esbarrei na porra da buzina e tomei um susto, mas não perdi o foco. Rebolei, dei uma bela sentada e gozei beijando sua boca, dizendo que o amava. Guardamos as compras, tomamos banho e no banheiro rolou mais uma pauladinha de leve, tudo porque o sabonete caiu e eu abaixei para pegar, kkkk.

​Ele disse que, a partir daquele dia, sempre faremos uma aposta. Concordei na hora! Gozei mais de três vezes naquele dia, e de madrugada teve mais. Contarei em outro momento.

​Beijos, até a próxima!

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Comentários

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Adorei o seu conto e parecem ser bem liberais, até mesmo por escrever aqui, gostam de ler contos também, vamos conversar? me mebre do conto por ler város: euamoavida2020@gmail.com

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