"Titia, não acredito que você fez isso! Vocês não prestam!" — minha sobrinha linda exclamou, espantada e gritando, após interromper a colocação dos meus cílios para ouvir o discurso que irei narrar agora com alegria e satisfação.
Resido com o pai dos meus filhos e, como ele quer continuar "pagando de maridão", eu vou devolvendo os chifres com os quais ele me presenteou ao longo da vida, sem o meu consentimento. Desta vez, acredito que foi o melhor de todos. Fora que agora eu sou bem comida, sou bem chupada... aliás, homens, chupem suas mulheres! Agora eu tenho orgasmos. Vamos ao relato.
Ele estava desempregado há cerca de dois anos e, quando começou a trabalhar a convite de um amigo — um bico, nada formal —, deixou seu primeiro salário comigo para a quitação das obrigações da casa. Eu aproveitei para presentear meu algoz sexual. Isso mesmo que vocês provavelmente estão pensando: comprei uma cueca boxer azul para o meu negão com o dinheiro do "maridão".
Fui à loja, comprei a cueca e fiquei em dúvida. Afinal, com uma piroca enorme e grossa daquelas, achei que não caberia; pura dedução. Mas levei assim mesmo, e coube! Se tivesse que medir usando a boca, eu saberia; já engasguei várias vezes, fora as vezes que chorei compulsoriamente, kkkk.
No encontro já programado, há cerca de dez dias, saquei a cueca da bolsa no motel. Isso após os "ataques", porque com ele é assim: mal chego e já sou recebida por ele nu, de pau teso, e sou logo depenada. A roupa sai do meu corpo sem qualquer jogo de sedução; na verdade, é assim mesmo que eu gosto: ser dominada e atacada. Sou negra e minha mãe não me fez fraca.
Após ele vestir a "armadura da safadeza" que eu lhe dei com o dinheiro do guardião da minha ppk (que não guarda nada, kkkkk), agachei e mamei o pau dele, que ficou de lado na cueca boxer. Fui colocada de quatro e tomei no cu sem pena. Deve ser fácil para você ler este conto verídico e achar que um cu levando pirocada é normal; a diferença está em quem leva. Meu cuzinho é apertadinho e pequeno; já o pau dele é enorme e grosso. O cafajeste é um negão de 1,80 m com tesão a mil. Pqp, levei pirocada até meu cu dizer chega! Senti cada camada entrando no meu rabo. Repito: não sou fraca. Encaro chorando, esperneando, gritando, mas não peço arrego.
Não me lembro de ter sido tão deflorada e maltratada. Nenhuma objeção ou reclamação, eu adoro! As mordidas, os tapas na cara, as chupadas na buceta, o enforcamento... sou um brinquedo sexual nas mãos dele. Tive squirt de tudo quanto é maneira tomando no cu, porque a buceta para ele, segundo sua tese, é para chupar. Chamo a atenção para a posição de papai e mamãe: tomando varada no rabo com as pernas no ombro dele, a buceta começou a esguichar meu gozo. Eu tremia e ele socava; não conseguia pedir tempo. O pau entrava todo no meu anelzinho e saía; gozei horrores e lindamente.
De ladinho, apesar de tradicional, com ele é sempre prazeroso. Debruçada na bancada onde estavam nossos objetos, foi o segundo momento que me marcou. Fiquei de pernas bambas — aliás, minhas pernas tremiam mais que em treino de inferiores na academia, mais que vara verde! Fora o feitiço daquela voz grave no meu ouvido, dizendo que sou dele, que sou a puta dele; aquela mão enorme apertando meus seios e pescoço... e ainda têm os tapas na cara de tudo quanto é jeito, os puxões de cabelo. A vontade que eu tenho é de chegar em casa e contar os detalhes para o corno, de tão bom que é — e nem é meme.
Quando terminamos, ele foi para o compromisso dele com a blusa suja de base. Afinal, comeu meu cu e se sujou, tudo porque me enforcou por trás. Ai, que delícia! Tomei no cu por trás com aquele braço forte me dando um mata-leão enquanto eu tentava me desvencilhar. Muito excitante! Espero que vocês estejam vivenciando o momento; amo ser dominada. E a cueca resistiu bravamente às posições e se manteve firme ao seu objetivo.
No caminho de casa, tentei controlar as pernas, mas tive muitos espasmos. Já em casa, vi o resultado do ataque: hematomas, o rosto ardendo por conta dos tapas e o cu arrombado e ardido. Fui fazer o "número um" e minha buceta queimava. Mas se for para sair e não sentir nada, eu fico com o anestesista. Exigi a foto dele trajando o presente do corno, e assim ele fez. Acho que vou compartilhar com quem me pedir; a cueca ficou linda nele.
Beijos, até a próxima loucura!
