Noite de Squirt e Pirocada com Dinheiro Alheio

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 790 palavras
Data: 08/10/2024 06:32:56
Última revisão: 14/03/2026 07:30:53

​"Titia, não acredito que você fez isso! Vocês não prestam!" — minha sobrinha linda exclamou, espantada e gritando, após interromper a colocação dos meus cílios para ouvir o discurso que irei narrar agora com alegria e satisfação.

​Resido com o pai dos meus filhos e, como ele quer continuar "pagando de maridão", eu vou devolvendo os chifres com os quais ele me presenteou ao longo da vida, sem o meu consentimento. Desta vez, acredito que foi o melhor de todos. Fora que agora eu sou bem comida, sou bem chupada... aliás, homens, chupem suas mulheres! Agora eu tenho orgasmos. Vamos ao relato.

​Ele estava desempregado há cerca de dois anos e, quando começou a trabalhar a convite de um amigo — um bico, nada formal —, deixou seu primeiro salário comigo para a quitação das obrigações da casa. Eu aproveitei para presentear meu algoz sexual. Isso mesmo que vocês provavelmente estão pensando: comprei uma cueca boxer azul para o meu negão com o dinheiro do "maridão".

​Fui à loja, comprei a cueca e fiquei em dúvida. Afinal, com uma piroca enorme e grossa daquelas, achei que não caberia; pura dedução. Mas levei assim mesmo, e coube! Se tivesse que medir usando a boca, eu saberia; já engasguei várias vezes, fora as vezes que chorei compulsoriamente, kkkk.

​No encontro já programado, há cerca de dez dias, saquei a cueca da bolsa no motel. Isso após os "ataques", porque com ele é assim: mal chego e já sou recebida por ele nu, de pau teso, e sou logo depenada. A roupa sai do meu corpo sem qualquer jogo de sedução; na verdade, é assim mesmo que eu gosto: ser dominada e atacada. Sou negra e minha mãe não me fez fraca.

​Após ele vestir a "armadura da safadeza" que eu lhe dei com o dinheiro do guardião da minha ppk (que não guarda nada, kkkkk), agachei e mamei o pau dele, que ficou de lado na cueca boxer. Fui colocada de quatro e tomei no cu sem pena. Deve ser fácil para você ler este conto verídico e achar que um cu levando pirocada é normal; a diferença está em quem leva. Meu cuzinho é apertadinho e pequeno; já o pau dele é enorme e grosso. O cafajeste é um negão de 1,80 m com tesão a mil. Pqp, levei pirocada até meu cu dizer chega! Senti cada camada entrando no meu rabo. Repito: não sou fraca. Encaro chorando, esperneando, gritando, mas não peço arrego.

​Não me lembro de ter sido tão deflorada e maltratada. Nenhuma objeção ou reclamação, eu adoro! As mordidas, os tapas na cara, as chupadas na buceta, o enforcamento... sou um brinquedo sexual nas mãos dele. Tive squirt de tudo quanto é maneira tomando no cu, porque a buceta para ele, segundo sua tese, é para chupar. Chamo a atenção para a posição de papai e mamãe: tomando varada no rabo com as pernas no ombro dele, a buceta começou a esguichar meu gozo. Eu tremia e ele socava; não conseguia pedir tempo. O pau entrava todo no meu anelzinho e saía; gozei horrores e lindamente.

​De ladinho, apesar de tradicional, com ele é sempre prazeroso. Debruçada na bancada onde estavam nossos objetos, foi o segundo momento que me marcou. Fiquei de pernas bambas — aliás, minhas pernas tremiam mais que em treino de inferiores na academia, mais que vara verde! Fora o feitiço daquela voz grave no meu ouvido, dizendo que sou dele, que sou a puta dele; aquela mão enorme apertando meus seios e pescoço... e ainda têm os tapas na cara de tudo quanto é jeito, os puxões de cabelo. A vontade que eu tenho é de chegar em casa e contar os detalhes para o corno, de tão bom que é — e nem é meme.

​Quando terminamos, ele foi para o compromisso dele com a blusa suja de base. Afinal, comeu meu cu e se sujou, tudo porque me enforcou por trás. Ai, que delícia! Tomei no cu por trás com aquele braço forte me dando um mata-leão enquanto eu tentava me desvencilhar. Muito excitante! Espero que vocês estejam vivenciando o momento; amo ser dominada. E a cueca resistiu bravamente às posições e se manteve firme ao seu objetivo.

​No caminho de casa, tentei controlar as pernas, mas tive muitos espasmos. Já em casa, vi o resultado do ataque: hematomas, o rosto ardendo por conta dos tapas e o cu arrombado e ardido. Fui fazer o "número um" e minha buceta queimava. Mas se for para sair e não sentir nada, eu fico com o anestesista. Exigi a foto dele trajando o presente do corno, e assim ele fez. Acho que vou compartilhar com quem me pedir; a cueca ficou linda nele.

​Beijos, até a próxima loucura!

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