Olá, eu aqui novamente! Me chamo Nata, a preta mais gostosa da zona oeste do RJ. Estou cada dia mais atraente — meu cafajeste preferido diz isso com frequência e tenho recebido vários elogios, fruto do cuidado excessivo com a saúde: exercitando, fechando a boca, evitando frituras e exageros. Vamos ao que interessa: saudades de escrever minhas histórias para vocês! Aproveito para trazer outro relato verídico, que me deixa completamente excitada só de lembrar. Já adianto que ele não presta, mas amo dar para ele; o cachorro sabe me dominar.
Devido a alguns percalços, não tenho me encontrado com meu algoz sexual. Mas ontem fui à casa dele; minha "sócia" não estava e eu queria dar para ele na cama deles novamente. Eu não sabia que, após tanto tempo sem sexo, era possível sentir-se virgem de novo — ou o pau dele cresceu e engrossou mais. Confesso que estou na dúvida até agora.
Ele me pegou de carro no ponto marcado. Entrei na casa dele, tudo pronto para vestir a fantasia. Mais uma vez, fui tola em acreditar que me fantasiaria: não tem tempo de usar nada com ele. Tomei banho (muito calor) e, enquanto eu procurava a lingerie, ele já estava nu. Me pegou pelos cabelos, jogou-me na cama, mandou abrir as pernas e caiu de boca na minha buceta. Senti choques, arrepios; a língua do FDP no meu clitóris me fez gozar várias vezes. Ele subiu pelo meu corpo e penetrou na minha grutinha. O pau entrou rasgando. O canalha não soca fofo, caralho! Foram penetradas secas, sequenciais e vários tapas na minha cara. Ele é um negão alto e forte; segurava meus pulsos com uma única mão e me enchia de porrada, deixando minha face quente, dizendo que eu era piranha e vadia por estar na casa de um homem casado. E a pelve dele trabalhando embaixo, no vai e vem, entrando e saindo da minha buceta. Eu, indefesa e presa, apanhando e levando pauladas no útero.
Depois, me virou de lado e comeu meu cu. Mais uma vez, sem carinho. Eu não podia gritar, mas gemi. Sou valente, mamãe não me fez fraca: pedi para ele socar no meu rabo! Devo ter ativado algo, pois ele me virou de bruços e penetrou com força no meu botãozinho várias vezes. Quando consegui convencê-lo a fazer uma pausa, fiquei de lado; ele veio por trás puxando meu cabelo, mordendo minhas costas e me masturbando com o pau dentro do meu rabo. Quem resiste? Gozei duas vezes seguidas. Ele, vendo a cena, falava coisas que eu nem sei o que eram; sei que apanhei mais na cara e molhei a cama com vários squirts. Ele chupou minha bucetinha novamente — são sensações indescritíveis que só quem vive entende.
Mamei seu pau agachada, entre as suas pernas, enquanto ele respondia mensagens da esposa. Ele gozou na minha boca seu leite grosso e espesso; engoli tudinho, deixei o pau limpinho. Adoro tomar o leite dele! Confesso que antes tinha nojo, mas aprendi com ele a engolir. Lembro do dia: ele mandou eu baixar, gozou e eu fiz cara de nojo, pensando em cuspir. Levei um tapão na cara que fez o esperma descer na hora. Daquele dia em diante, ele sentenciou que seria assim: gozaria na minha boca, não mais no meu cuzinho.
Depois de beber água e tomar outro banho, dei o cu na pia da cozinha, como tínhamos combinado. Mas o calor não ajudava. Voltei para a cama e ele colocou o celular para filmar eu tomando no cu de quatro. Vi o vídeo depois: como eu me contorço! Ele metendo com força, mandando eu repetir frases tipo "eu sou puta", "arrebenta meu cu". Quando tentei me desvencilhar, ele me pegou pelos cabelos — não sei como não fiquei careca. Apanhei muito: foram oito tapas bem dados. Não nego que amo ser dominada.
Ele fez um almoço básico para nós e abriu uma garrafa de espumante. Eu, de calcinha e sutiã, desfilando na casa da "sócia", e ele pelado (o pau parece que não baixa!). Depois do almoço, ele lavou a louça e me chupou no sofá da sala. Eu toda arreganhada, calcinha para o lado, gemendo baixinho. Levei dedadas no cu também. Foi difícil, pois eu estava destruída. Voltamos para o quarto: mais pirocadas, mais tapas e mordidas no ombro. Perdoem se sou repetitiva, mas tento reportar a íntegra.
Precisava voltar para casa, pois moro longe e chovia muito. No meu celular, havia seis chamadas do homem que imagina ser meu marido. Dei a desculpa básica de que estava ocupada e voltei de Uber. Não conseguia nem colocar a bolsa no ombro; tudo doía. Em casa, ao urinar, como ardia! E as mensagens do pilantra não paravam, perguntando se "o corno estava feliz", se eu tinha contado que estava dando o cu, essas coisas.
Hoje sei que terei de dizer a ele como estou, pois isso o excita. Com certeza estarei cheia de hematomas e marcas de dentadas nas nádegas. Provavelmente precisarei andar de "burca" dentro de casa para o pai dos meus filhos não ver nada e não atazanar minha mente. Ainda bem que ele não me come mais, pois eu não teria condições; ele é bem diferente, duas cutucadas e já goza.
Minha meta é dormir na casa da sócia. Vou realizar essa fantasia! Claro que contarei para vocês. Beijos, até a próxima!
