"Vamos, levante! VocĂȘ estĂĄ atrasado." Ele abriu as cortinas e inundou o quarto com luz solar brilhante. Eu gemi e rolei para enterrar meu rosto no travesseiro. "SĂ©rio, Evandro. Levante-se, Porra. Estou colocando uma camisa e entĂŁo vamos embora. Preciso de vocĂȘ no carro em 10 minutos."
"Não vou hoje, Rogério", murmurei.
"Claro que vocĂȘ vai, garoto. Eu me esforcei para conseguir esse emprego para vocĂȘ. VocĂȘ vai aparecer e colocar um sorriso no rosto."
"Eu nĂŁo pedi para vocĂȘ fazer isso, Rog."
"Sua mĂŁe e eu concordamos que se vocĂȘ fosse ficar conosco nessas fĂ©rias, vocĂȘ precisa trabalhar e pagar suas contas. E nĂŁo encurte meu nome. Agora, mexa-se! Estou falando sĂ©rio. VocĂȘ nĂŁo Ă© velho demais para levar palmadas."
Eu me virei e ri. "Hilårio, *Rogério*. Tão paternal agora. Acho que alguém decidiu ser o Grande Pai Mau esta manhã."
"NĂŁo preciso ser seu Pai, para saber que vocĂȘ precisa de uns tapas."
"VocĂȘ nĂŁo ousaria. De qualquer forma, nĂŁo se preocupe com isso. Eu nĂŁo preciso do seu trabalho de escritĂłrio. VĂĄ em frente sem mim, vou dormir atĂ© tarde. Se Ă© dinheiro que vocĂȘ quer, eu te dou dinheiro."
"Sério? De onde, Evandro?"
Bocejei e flexionei meus braços e pernas musculosas em um alongamento longo e luxuoso. "Da boate."
"Da boate? Daquele bar? NĂŁo Ă© de se espantar que vocĂȘ esteja voltando para casa Ă s 3 da manhĂŁ, fedendo a bebida e dormir atĂ© meio-dia. Isso nĂŁo Ă© um trabalho. Isso Ă© preguiça e provavelmente vĂcio. VocĂȘ nem deveria estar indo lĂĄ."
"Ah, mas eu tenho que ir, Rog. NĂŁo hĂĄ outro lugar nesta cidade para estar com meu povo."
"Seu povo."
"Os *gays*, Rogério."
"VocĂȘ nĂŁo precisa dizer isso. Eu sei."
"Por quĂȘ? Isso te deixa desconfortĂĄvel?"
"Olha, eu entendo que essa Ă© a sua...situação. E vocĂȘ tĂȘm um acordo com sua mĂŁe. EntĂŁo eu vou ficar fora disso. Mas se vocĂȘ fosse meu filho--"
"O quĂȘ? VocĂȘ faria o quĂȘ? Se eu fosse seu Filho."
"Levante-se agora, Evandro. Vista-se. Vista alguma roupa."
"Ok, ok", eu disse, saindo da cama e ficando de pé na luz do sol para encarå-lo. Rogério iria odiar a calcinha rosa choque que eu usei e dormi a noite toda, mas ele jå me odiava tanto, então o que acontecer importa? Dei um puxãozinho no meu Pau, para tentar fazer minha ereção matinal deitar plano.
"Jesus. Vista-se, garoto."
"Sim, sim. Eu sou."
"Isso Ă© glitter?"
Olhei para a leve poeira em meus peitorais musculosos e ombros. "Sim. Eu acho que algumas coisas nĂŁo saĂram."
"Que tipo de trabalho requer glitter?"
Eu ri. "Um que paga melhor do que um escritório sem sentido." Eu peguei um maço de dinheiro da minha mesa de cabeceira e mostrei a ele.
"De onde vocĂȘ tirou todo esse dinheiro?"
"Gorjetas, querida."
"NĂŁo me chame de querida."
"Acalme-se, Rog. Estou ganhando um bom dinheiro no clube. Vou atĂ© o seu trabalho estĂșpido, se Ă© isso que vai fazer vocĂȘ e a mamĂŁe felizes. Mas eu vou me fazer feliz tambĂ©m, e eu tambĂ©m vou encher algum *banco*." Eu abanei as notas na frente dele.
Ele deu um tapĂŁo na minha mĂŁo e fez o dinheiro voar. As notas voaram para o chĂŁo.
"NĂŁo agite esse dinheiro sujo para mim. EntĂŁo sĂŁo gorjetas. Gorjetas de quĂȘ?"
"Só dançando, Rog. Não é grande coisa." Eu girei meus quadris. "Bem, talvez um pouco mais. Algumas noites. Mas nada de louco."
"Eu disse para vocĂȘ nĂŁo encurtar meu nome."
"Acalme-se. Estou fazendo o que vocĂȘ quer." Eu procurei no chĂŁo e encontrei um par de jeans para vestir.
"NĂŁo, vocĂȘ nĂŁo estĂĄ. VocĂȘ estĂĄ me desrespeitando com sua atitude. VocĂȘ estĂĄ desrespeitando a todos nĂłs ao fazer, Deus sabe o quĂȘ com esses homens na boate."
"Relaxa, Rog."
"Eu quis dizer isso. VocĂȘ nĂŁo Ă© velho demais para levar palmadas."
"Hahahahah. Experimente."
"NĂŁo me provoque, garoto."
Eu apenas sorri de volta. "Claro, Rog."
"à isso. Abaixe essas calças de novo."
"VocĂȘ nĂŁo pode estar falando sĂ©rio. VocĂȘ nĂŁo disse que irĂamos nos atrasar para o trabalho?"
"Tire logo, Evan."
"VocĂȘ nĂŁo faria isso."
"Eu vou."
Olhei para ele. Seu rosto estava muito sério. Desabotoei e empurrei meu jeans, descendo pelas pernas grossas. Ela embolada nos meus tornozelos.
Ele pegou uma cadeira e se sentou. "Vamos. Deite sobre meu joelho."
"O quĂȘ? SĂ©rio?"
Ele me puxou em direção às suas pernas musculosas e me empurrou para baixo em seu colo. Eu estava olhando para o carpete enquanto minha calcinha fio dental, deixava minhas bochechas rechonchudas expostas, ao ar da manhã e seu olhar severo. "Porra de fio dental rosa do caralho", ouvi ele murmurar baixinho.
"Isto Ă© para o seu prĂłprio bem đ„", ele me disse. E entĂŁo um estalo agudo soou no quarto, enquanto sua mĂŁozona mĂĄscula batia forte na minha bundona lisa. SĂ©rio. Ele estava me dando uma surra.
"VocĂȘ *irĂĄ* trabalhar esta manhĂŁ", ele continuou. "Trabalho decente.Trabalho honesto. Chega desse clube decadente."
"NĂŁo posso prometer isso, RogĂ©rio." Crack đ„. Outro tapa. "Aaaai, OK. Eu vou me concentrar no trabalho diĂĄrio."
"Eu nĂŁo sou seu Pai, garoto, mas nunca que eu vou deixar vocĂȘ viver uma vida suja sob meu teto."
"NĂŁo Ă© sujo, Ă©--"
"Ah nĂŁo, Evandro? Me diga o que vocĂȘ faz no `clube'. Por que vocĂȘ vem para casa, cheio de glitter e com notas penduradas na calcinha?"
"Eu te disse, estou dançando."
"Dançando. Como o quĂȘ? Num palco?"
"Em uma plataforma. No bar. Vårios lugares. Em exposição."
"Ă isso que eu quero dizer. đ„" Tapa! "VocĂȘ estĂĄ se expondo para esses...homens."
"Sim." Eu balancei minha bundona empinada para dar ĂȘnfase. "Eu gosto. Eles gostam. Qual Ă© o problema?" RogĂ©rio nĂŁo disse nada e đ„ levei outro tapĂŁo como resposta. NĂŁo sei se foi o ar frio da manhĂŁ, ou talvez o calor da mĂŁozona de RogĂ©rio no meu quadril, ou o estalo pungente dela quando ele me batia; mas a mistura de sensaçÔes estava me deixando duro. Eu me mexi em seu colo e tentei esconder minha ereção.
"O problema Ă© que vocĂȘ nĂŁo consegue se controlar. A vida Ă© trabalho. Responsabilidade. ObrigaçÔes. NĂŁo Ă© tudo diversĂŁo e jogos."
"Mas também não é *nenhuma* diversão nem brincadeira."
"VocĂȘ precisa de padrĂ”es, garoto. NĂŁo se entregue a todos que vĂȘm junto."
"Se o dinheiro deles for bom, qual Ă© o problema?"
đ„Tapa! "VocĂȘ parece uma puta de merda, Evandro." Jesus, eu estava realmente ficando duro agora. Ele tambĂ©m conseguia sentir?
"O que vocĂȘ faz por esse dinheiro?", ele perguntou.
"NĂŁo muito. SĂł dançando. Os homens gostam de olhar. E eles querem dar isso para mim." đ„Tapa!
"Eles tocam em vocĂȘ?"
"Eles nĂŁo deveriam. Eles deveriam olhar e nĂŁo tocar. Maaaaaas, sim, eles geralmente dĂŁo uma apalpada quando estĂŁo colocando algumas notas na minha tanga." Espera? O que foi isso? Eu senti algum movimento no colo dele? Eu continuei, "Sabe, um cara passa o dedo na minha fenda. Talvez outro dĂĄ um tapa no meu bundĂŁo." Sim, definitivamente. Eu podia sentir isso atravĂ©s das calças. RogĂ©rio estava ficando duro. Fodidamente incrĂvel.
"Ă sĂł isso entĂŁo?"
"Quando estou dançando, sim. Mas quando termino meu turno, às vezes um cara vai me pagar uma bebida, quer conversar. Talvez me convidar para o carro dele."
"E o que acontece lå, Evandro?" Sua voz ficou mais baixa. Sua respiração estava rasa.
"Se eu gostar do cara, vou segui-lo."
"Para o quĂȘ?" Ele falou baixo e ofegante.
"Para ser honesto, espero por alguns beijos, alguns amassos. à sempre bom começar assim. Mas geralmente eles vão direto para enfiar minha cabeça
seu colo." O Pauzão de Rogério se contraiu sob mim. E ele não tinha me batido, enquanto ele estava apenas me ouvindo. Atentamente.
"Prossiga."
"E eu chupo eles."
"Isso nĂŁo Ă© degradante? Empurrar um cara para baixo em seu carro?"
"NĂŁo Ă©, eu gosto muito de chupar Pau."
"VocĂȘ gosta de levar pica em algum beco atrĂĄs de um bar--"
"Como vocĂȘ sabe que tem um beco atrĂĄs do bar?"
"Eu nĂŁo sei. Quer dizer, eu imagino que haja. Algum bar decadente naquela parte da cidade."
"VocĂȘ parece saber muito sobre esse bar, RogĂ©rio."
"Vai se foder, Evandro."
"Mas vocĂȘ sabe. Parece que sabe muito sobre isso, *papai*."
"Eu nĂŁo sou seu Pai, Evandro. Eu sou o marido da sua mĂŁe. Isso me torna seu Padrasto."
"Tanto faz. Acho que meu padrasto estĂĄ curioso sobre o bar gay."
"Cuidado, Evandro."
"Curioso sobre mim."
"Porra, eu sou... Eu sĂł tenho uma responsabilidade com sua mĂŁe--"
"Ela nĂŁo se importa. NĂŁo Ă© sobre ela. VocĂȘ estĂĄ curioso sobre *mim*."
"NĂŁo estou."
"VocĂȘ estĂĄ, eu posso sentir." Eu apertei minha pĂ©lvis em seu colo para confirmar. Seu PauzĂŁo inchadĂŁo cutucou de volta para mim.
"Pare com isso, seu merdinha đ„." Ele deu um tapĂŁo forte na minha bundona rechonchuda. Eu me mexi de novo.
"Isso faz vocĂȘ se sentir melhor sobre isso?" Eu perguntei. "VĂĄ em frente. Bata em mim. Eu posso aguentar." Smack. đ„Smack, đ„smack! Tapas pungentes ecoaram no quarto. Eu podia imaginar a marca vermelha da mĂŁozona marcando a minha pele branquinha, lisinha e macia.
"Eles te fodem? Esses homens?"
"Sim, Ă s vezes."
"Jesus, garoto..."
"Ăs vezes estou chupando alguĂ©m e o PauzĂŁo dele Ă© tĂŁĂŁĂŁĂŁĂŁo bom, que preciso sentir ele dentro do meu cuzinho apertadinho."
"VocĂȘ se prostituiu no carro deles?"
"Qual Ă© a resposta certa, Rog? O que vocĂȘ quer ouvir?"
"Diga o que vocĂȘ faz com eles."
"Com quem quero foder, meu furinguinho fica bem molhadinho com a boca dele. EntĂŁo qualquer PauzĂŁo vai entrar fĂĄcil no meu buraquinho. E entĂŁo eu subo. Ă difĂcil em um carro, entĂŁo isso Ă© o melhor caminho. Eu subo e sento em seu colo. AtĂ© que cada centĂmetro do seu PauzĂŁo estĂĄ dentro das minhas entranhas aveludadas. E entĂŁo começamos a nos mover."
"Eu sabia que vocĂȘ estava doente, Evandro. Mas eu nĂŁo sabia que vocĂȘ era uma prostituta."
"Por que vocĂȘ se importa, RogĂ©rio?"
"Eu nĂŁo me importo. NĂŁo Ă© sobre vocĂȘ, seu merdinha. Mas eu me importo com a sua mĂŁe. NĂŁo sei por que ela tolera... Olha, se vocĂȘ fosse meu filho--"
"VocĂȘ faria o quĂȘ? VocĂȘ faria o quĂȘ, RogĂ©rio?"
"Eu te castigaria. Te manteria aqui em casa atĂ© vocĂȘ se livrar disso do seu sistema." Eu nĂŁo sabia o que ele queria dizer com isso, mas naquele momento onde eu estava deitado em seu colo e podia sentir seu PauzĂŁo, pressionando furiosamente contra mim, eu sĂł podia levar de um jeito. E isso me fez vazar. Uma mancha de prĂ©-gozo na coxona musculosa. Ele continuou: "Eu te manteria aqui te disciplinando, atĂ© que vocĂȘ pudesse sair para o mundo de uma forma mais decente."
"NĂŁo consigo ser decente, Papai. Desculpe, *padrasto*. Preciso muuuuuuuuuuuito disso."
"VocĂȘ precisa do quĂȘ?"
"Preciso ser preenchiiiiiiiido."
"Aqui atrås?" Rogério correu o dedão grande e grossão pela minha fenda. "Isso é..." ele respeitou fundo e então soltou lentamente. "Isso não estå certo, Evandro."
"Certo ou errado, Ă© uma necessidade. VĂĄ em frente. Empurre esse dedĂŁo grossĂŁo para dentro do furinguinho do seu Filho, ops *Enteado*. Veja como Ă© a sensação." Hesitante a princĂpio, e depois com mais intenção, RogĂ©rio correu seu dedĂŁo grossĂŁo para cima e para baixo na minha rachadura, diminuindo a velocidade para fazer uma pausa e parar na minha entradinha enrugadinha, massageando lentamente. Pressionando. Eu sabia que ele estava em conflito, mas eventualmente sua curiosidade venceu. Ele deslizou na primeira parte do seu dedĂŁo. "Continuuuuuuuuue", eu disse a ele. Ele respondeu com outra parte do seu dedĂŁo grossĂŁo, depois outro. E entĂŁo ele estava com o dedĂŁo grande e grosso, completamente dentro de mim.
"Poooooorra... TĂŁĂŁĂŁĂŁĂŁo apertaaaaado. TĂŁĂŁĂŁĂŁĂŁo queeeeeente... Puta meeeeeerda... Ă© como uma fornaaaaalha."
"Siiiiiiiiim", eu disse a ele. E eu me arqueei para trås para empurrar seu dedão grossão mais fundo em minhas profundezas. "Isso é muito booooooom, Rogério... à assim que é."
"Ă disso que vocĂȘ gosta? VocĂȘ gosta de estar cheio."
"Eu gooosto. Cheio, cru. Mergulhado fundo. Assim, como vocĂȘ estĂĄ fazendo com o seu dedĂŁo. Mas Ă© claro que isso nĂŁo Ă© grosso o suficiente, para me fazer gozar ."
"O que te faz gozar?"
"Preciso de um PauzĂŁo para realmente senti-lo, Rog." Senti seu NervĂŁo se contorcer freneticamente embaixo de mim. Como um convite. Estendi minha mĂŁo entre nĂłs e o agarrei. "E grossĂŁo, Rog", eu disse, o apertando em minha mĂŁo.
"NĂŁo me toque, Evandro."
"Por que nĂŁo?"
"Eu...eu nĂŁo sou como vocĂȘ."
"Nunca disse que vocĂȘ era. Mas vocĂȘ estĂĄ excitado."
"Pare."
"VocĂȘ quer isso."
"Pare com isso."
"VocĂȘ me quer."
"Eu disse para vocĂȘ parar!" ele rugiu. Ele puxou o dedĂŁo grossĂŁo para fora do meu Cu e puxou de volta a mĂŁozona para me dar um tapĂŁo đ„. EntĂŁo ele deu outro tapĂŁo đ„. E de novođ„. Mais forteđ„. E mais forteđ„. LĂĄgrimas brotaram em meus olhosđ„. Ele nĂŁo disse nada, apenas continuou a bater em minha bundona avermelhadađ„. E entĂŁođ„...
Então ele se levantou para me empurrar do seu colo. Eu tropecei e caà no chão, olhei de volta para o seu rosto vermelho e zangado. Ele se atrapalhou com a fivela do cinto. Oh merda. Ele ia me bater com isso? Eu recuei, correndo pelo chão enquanto ele vinha até mim, com sangue nos olhos. Ele me puxou para cima com força, me jogou contra a cama, e puxou as calças para baixo. Oh, espere...
Ele empurrou sua cueca branca para baixo das pernas musculosas, onde ela ficou presa em suas coxas carnudas e peludas. Seu NervĂŁo furioso balançou livre, exibindo seu comprimento gigantesco e uma curva significativa. Como um parĂȘntesis de merda. Por mais que eu amasse PauzĂ”es, eu estava preocupado com ele me espetando com aquele anzol. Ele empurrou meu rosto na colcha e puxou minhas pernas grossas para trĂĄs, para me posicionar abaixo dele.
đ„ Mais um tapĂŁo firme na minha bundona rechonchuda
arreganhada e entĂŁo ele estava alinhando seu cabeção arrombador, largo como um latĂŁo no meu buraco piscante. Eu podia sentir a cabeçona alargada, empurrando com dificuldade contra meu buraco franzido, o que deu apenas um momento de resistĂȘncia antes de engoli-lo por inteiro.
"Puta meeeeeeeeerda... Caraaaaaaaaaaaalho, Ele entrou direitinho", ele disse meio surpreso.
"Ainda lubrificado da noite passada", murmurei entre os cobertores.
"Sua putinha rampeira", ele acusou. Ele empurrou agressivamente, enterrando seu caralhão gigantesco e curvado até o punho, encostando seus pentelhos grossos em meu bundão arreganhado. Jesus, doeu. Mas ele estava alcançando novos lugares dentro de mim. Eu sabia que não demoraria muito, para que eu implorasse a ele por mais. Ele começou a me foder, com raiva. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Uma puta maldita para qualquer homem foder, naquele
beco escuro e sujo." Ele cuspiu as palavras duramente e eu sĂł consegui concordar. Eu engasguei enquanto seu CacetĂŁo arrombador e extremamente grosso, entrava e saĂa brutalmente da minha entradinha exageradamente esticada. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"E eles nem sĂŁo o suficiente para vocĂȘ, nĂŁo Ă©? NĂŁo, vocĂȘ tem que tentar me trazer a ruĂna tambĂ©m." Eu nĂŁo sabia o que dizer em resposta. Minha comunicação era simplesmente empurrar minha bundona rechonchuda, empinada e arreganhada de volta contra ele. Para me empurrar contra o seu caralhĂŁo arrombador, o deixando saber que eu aceitei e o queria mais profundo em minhas entranhas. Mostrando que eu silenciosamente concordava com sua crĂtica; ele estava certo sobre mim. Ele estava me pegando forte, mas eu estava vazando prĂ©-gozo descontroladamente por toda a colcha. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Ooooooooooooooh... Puta meeerda...putinha."
"Ooooooooooh Diga iiiiiiisso, Rogério." Ele resmungou e continuou a foder brutalmente o meu cuzinho. "Diga maaaaaaais.... Me chame de bicha."
"Boa putinha, viadinha safaaaaaaaada đ„." Ele deu um tapĂŁo violento na minha bundona, para dar ĂȘnfase na humilhação. NĂŁo doĂa mais. Eu me excitei com seu toque bruto. Eu queria de novo. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Ooooooooooh siiiiiiiiim siiiiiiiim siiiiiiiiim, simplesmente siiiiiiiiim... Ă iiiiiiisso", eu disse em ĂȘxtase, empurrando meu rosto na colcha com minha bundona rechonchuda, arreganhada e empinadona no ar. "Deixe tudo saiiiiiiir. DĂȘ um nome... Vamos ser honestos uns com os ooooooutros... NĂłs dois merecemos iiiiiisso." Ele empurrou os quadris com fĂșria e fodeu meu cuzinho selvagemente, exorcizando seus demĂŽnios. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Tento viver uma vida boa. Me casei com uma grande mulher. Faço amor com ela aos SĂĄbados, vou Ă igreja aos domingos. E entĂŁo essa *bicha* de meeeeeeeerda, Filho dela...preguiçoso, viadinho sujo, vagabundo, dorme a manhĂŁ toda e saltita por aĂ o tempo tooooooodo, atĂ© tarde da noite caçando Rooooola..." đ„TapĂŁo ! "Lubrifica o cuzinho guloso dele, para que qualquer homem imundo possa enfiĂĄ-lo alĂ. AtĂ© mesmo o Padrasto dele." đ„TapĂŁo đ„TapĂŁo đ„TapĂŁo... FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Ooooooooooooooh Siiiiiiim... VocĂȘ estĂĄ certo, Papaaaaaaaaai." Ele empurrou com mais força e sem piedade, socando como uma mĂĄquina britadeira em minhas entranhas esfoladas. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Poooooooorra- Isso nĂŁo estĂĄ ceeeeeerto, seu merdinha."
"Mas Ă© uma sensação booooooa, nĂŁo Ă©?" Eu me empurrei contra ele, para levar o caralhĂŁo monstruoso e arrombador mais fundo em minhas profundezas anais e ele me bateu de novo. đ„ TapĂŁo! đ„ TapĂŁo!
"Isso Ă© tudo culpa suuuuuuuuua... NĂŁo consigo nem colocar um pouco de juĂzo em vocĂȘ, sua vagabunda necessitaaaaaaada." Ele empurrou profundamente, cavando brutalmente minhas entranhas esfoladas. AlguĂ©m jĂĄ me fodeu assim? completamente descontrolado? FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
"Ooooooooooooooh Deeeeeeeus... Assim meeeeeesmo, assim estĂĄ melhor, Papaaaaaaaaai... Agora vocĂȘ estĂĄ sendo honesto sobre seu Enteado viadĂŁo. Como vocĂȘ estĂĄ decepcionado comigo... Sobre o que eu mereço." Eu rebolei minha bundona arreganhada sugestivamente, esfregando sua virilha pentelhudona e suadona. Eu precisava provocĂĄ-lo, tentĂĄ-lo mais. Eu precisava de muito mais humilhação. FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP FLOP...
Ele bombeou violentamente, empurrou brutalmente e me bateu fortemente de novo. đ„ TapĂŁo, đ„ tapĂŁo, đ„ tapĂŁo! "Ooooooooooh... Que porra de bagunça tu estĂĄ fazendo em minha vida. đ„TapĂŁo.", disse ele rosnando e bufando como um monstro. "Eu me casei com uma mulher justa e fiquei preso a um filho da puta viaaaaaaaado." đ„TapĂŁo, đ„tapĂŁo, đ„tapĂŁo, đ„tapĂŁo. "Eu vou destruir esse cuzinho guloso, vou te arrombar tooooooodo. đ„TapĂŁo. Viadinho sujo do caraaaaaaaaaaaalho... đ„TapĂŁo. Vou arruinar esse buraco para nenhum outro homem te fodeeeeeeer... đ„TapĂŁo. Toma caralhĂŁo arrombador Poooooooooorra... đ„TapĂŁo, đ„tapĂŁo, đ„tapĂŁo.
FLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPFLOPF...
"Ooooooooooh Deeeeeeeeeeeus... uuuuuurgh... Me ajuuuuuuuuuude, pai." Ele grunhiu e empurrou repetidamente atĂ© o fundo, socando brutalmente e dando tapĂŁo sem piedade. "Eu preciso de vocĂȘ, papaaaaai... Goza no meu cuziiiiiiiiinho... Mete Porra nesse cuzinho arrombaaaaado, ooooooooooooooohh"
"PUTA MEEEEEEEEERDA OOOOOOOOOOOOOOOHH... TĂ CHEGANDO POOOOORRA... VIADINHO SUJO DO CARAAAAAAAAAAAALHO... VOU ENCHER ESSE BURAQUINHO DE ESPEEEEEEEEEEERMA... UUURRGHH... OOOOOOOOOOOOOH DEEEEEEEUS, TĂ GOZAAAANDO UUUUAAAAARRRRRRRRRRRRRGGGGGHHHH..."
E com o grito aterrorizante ele caiu em cima de mim, suadão e exausto, gozando furiosamente litros de espermas fumegantes e gosmentos dentro das minhas entranhas esfoladas, como se uma represa tivesse estourado. Eu podia sentir o esperma quente correndo em minhas profundezas esfoladas. Ele estava gozando como um animal reprodutor, tremendo descontroladamente e soluçando, e naquele momento eu me senti extraordinariamente confortåvel e completo com ele.
Ficamos alĂ acoplados em silĂȘncio, por vĂĄrios minutos. Todo o seu peso musculoso e suadĂŁo estava sobre mim e ele arfava a cada respiração ofegante.
"Bicha", ele disse suavemente, beijando minha nuca suada.
"Papaaaai..." murmurei na cama. Minutos se passaram e então ele se levantou, saindo do meu buracão arrombadão e escorrendo Porra. Me deixando de bruços, enquanto ele pegava suas calças e afivelava seu cinto.
"Partiremos em cinco minutos", disse ele, se preparando para sair do quarto. "E esta Ă© a Ășltima vez."
NĂłs dois sabĂamos que nĂŁo seria.
đŹđœđșđœđđœđĄđ„đ„â€ïžâđ„đšđœââ€ïžâđšđœFIMđšđœââ€ïžâđšđœâ€ïžâđ„đ„đ„đĄđđœđșđœđŹđœ
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