Sempre fui cortejada pelo Pedro, um negão da portaria. Ele bancava o segurança, mas não passava de porteiro. Acredito que tinha 1,90 m de altura, aparentemente uns 46 anos, com um estilo visivelmente "rato de academia", mas bem grisalho. O cara não podia me ver que já tinha um galanteio pronto, novo e bem envolvente. Claro que eu gostava; ele não era rude nem grosseiro. Era das antigas e conhecia o "caminho das pedras", mas é claro que eu me fazia de difícil.
Sou a Marluce: branca, bem branca, tenho 1,50 m, 23 anos, seios fartos, uma bela bunda e cabelos ruivos. Meus olhos são azuis e confesso que meu rosto é lindo. Sou apaixonada pelos meus olhos, que eram o principal alvo das xavecadas do Pedro. Trabalho no setor administrativo oito horas diárias e faço faculdade — aquela luta de levantar cedo, treinar, trabalhar, estudar e ainda fazer sobrar tempo para viver.
Sem delongas, conto como foi a minha primeira vez no "job". Em um dia chuvoso e frio, eu estava almoçando no refeitório com certa voracidade; a fome me consumia. O Pedro entrou, pegou o almoço dele, sentou-se à minha frente e, sem qualquer rodeio, disse: "Uma hora com você, pago 500 reais. Só quero te chupar e comer o seu cuzinho, nem precisa me chupar".
Ao ouvir aquilo, olhei para os lados — graças a Deus não havia ninguém próximo. Pedi que ele me respeitasse, que eu não era puta. Ele respondeu que sabia, e que por isso mesmo fazia a proposta. Continuou: "Eu quero te chupar e você está se fazendo de difícil. Pronto, agora quero saber se você vai recusar quinhentão para passar uma hora comigo. Recapitulando: quero te chupar e comer seu cuzinho. Faz as contas: a empresa te paga esse valor por uma hora?". O FDP pegou o prato, foi sentar com a turma dele e eu fiquei com a proposta martelando na cabeça.
Passados quinze dias, por incrível que pareça, o infeliz do Pedro não me cobrava uma posição. Eu estava dura, precisava do dinheiro. Enviei um "oi" para ele pelo WhatsApp, que ele respondeu prontamente. Coloquei minhas condições: não iria chupá-lo, queria que usasse camisinha, a transferência deveria ser feita assim que eu chegasse e sem agressão. Perguntei onde ele me levaria. Pedro respondeu que seria na casa dele e que aceitava as exigências. Marcamos para o próximo sábado, às 20h.
No dia marcado, ele enviou um Uber para me buscar. Ao chegar, ele me esperava no portão do condomínio. Entrei sem graça, com muita vergonha. Ele, sempre cortês, fez os elogios de sempre. Eu estava de saltinho e um vestidinho curto, colado ao corpo. Entramos na casa e o Pedro prontamente fez a transferência; o celular vibrou informando o crédito. Ele perguntou se eu queria algo para beber e eu aceitei um gim. Eu mesma preparei, pois os ingredientes já estavam na pia. Até então, o Pedro foi muito respeitoso. Ele estava de bermuda, visivelmente sem cueca — o pau marcava na roupa, e eu sou "manja-rola" mesmo — e camiseta. O clima estava ameno, mas eu estava nervosa.
Começamos a beber. Ele tomava cerveja. Brinquei dizendo que o tempo já estava correndo. Ele veio até mim e tirou meu vestido, puxando de baixo para cima. Fiquei só de calcinha fio-dental vermelha. Ele ficou embasbacado me olhando. Passou a mão no meu corpo e eu sentei no sofá com a taça de gim. O pilantra foi até a cozinha, trouxe a garrafa, colocou mais gim puro com gelo na minha taça e sentou no chão. Abriu minhas pernas e começou a beijar a parte interna da minha coxa.
Caralho, um calafrio tomou conta do meu corpo! Bebi o gim com mais vontade. Ele perguntou se eu queria mais bebida; pedi para ele calar a boca e continuar me chupando. Estava uma delícia ver o negão entre as minhas pernas me lambendo. Fomos para o quarto. Pedi para ele me servir mais bebida e assim ele fez. Tirou a roupa e, como eu já sabia, estava sem cueca. O pau enorme e grosso se revelou — claro que estava em pé. Eu só pensava se iria aguentar aquilo tudo no rabo. Tinha que aguentar, né? Não iria devolver a grana.
O Pedro era super carinhoso, sabia me tocar. Não era como os babacas com quem eu saía; não era afoito. Sabia me fazer querer, sabia onde me chupar. Porra, a boca dele era perfeita no meu clitóris, e aquelas mãos enormes tocavam no ponto certo. Fiquei de quatro na beira da cama e pedi para ele colocar na buceta. Ele disse que não estava no combinado. Eu respondi: "esquece o combinado!". Ele me pegou com força, calcinha para o lado. Eu só sabia gemer e pedir para não parar. Gozei muuuuuito enquanto as pauladas continuavam na minha grutinha.
Saí da posição, sentei na cama e mamei aquela tromba. Lambi, chupei as bolas, bati com o pau na minha cara e ordenei que ele comesse meu cu, mas antes eu queria cavalgar. Ele sentou na cama, passei a perna pelo corpo dele e agachei. Entrou aquilo tudo em mim. Comecei a cavalgar beijando o Pedrão — que beijo gostoso e caliente! Suas mãos apertavam meus seios e meu pescoço. Óbvio que gozamos. A camisinha? Esqueci. A essa altura, o combinado já tinha sido ignorado com força.
Tomei um banho, zerei a taça de gim, voltei para a cama e pedi para ele comer meu cuzinho de lado. Caralho, o Pedro deu o tiro de misericórdia no meu tesão: ele caiu de boca no meu cuzinho. Chupou meu rabo; nunca tinha sido chupada daquele jeito! Fiquei toda arrepiada. Aí ele colocou a camisinha, passou pomada e colocou no meu anelzinho apertado, de ladinho, apalpando meus seios e beijando minha nuca. Me chamava de "delícia". Eu fechava os olhos e sentia o mastro me invadir, enquanto aquela voz rouca no meu ouvido e a mão enorme pelo meu corpo me relaxavam. Gozei tomando no cu.
Comecei achando que não aguentaria, mas já tinha gozado mais de três vezes. Nunca tinha ocorrido isso com os "manés" com quem eu me relacionava. Eu estava louca pelo negão. Resumindo: liguei para minha mãe e disse que iria dormir na casa de uma amiga (que sabia da minha loucura). Só fui embora no domingo, depois do café da manhã. Claro que tomei mais pauladas na madrugada.
Na segunda-feira, fui eu quem cortejou o Pedro ao chegar no trabalho. Perguntei em alto e bom som como foi o final de semana dele. O negão ficou constrangido — homem não sabe se comportar diante de um galanteio, kkkk. Já pelo WhatsApp, perguntei se ele queria chupar meu cuzinho novamente no sábado. A resposta vocês já sabem.
E assim foi a minha primeira vez no "job". Me dei bem duas vezes: na grana e no sexo.
