Curiosidade e Pecado

Um conto erótico de Ana
Categoria: Heterossexual
Contém 791 palavras
Data: 23/01/2025 09:14:35
Última revisão: 14/03/2026 07:20:47

Caí na besteira de perguntar como foi o sonho. A curiosidade é uma espécie de capataz: nos arrasta para uma prisão onde a porta está aberta. Não há necessidade de estar ali, mas o proibido é muito bom, prazeroso e gostoso.

​Tudo começou com aquela frase: "Bom dia, sumida". Após a minha resposta, veio a armadilha: "Sonhei com você". Como eu disse, quis saber — sou mulher e curiosa, qual não é? Seguindo a história, o cafajeste — aliás, deixa eu falar sobre ele: o pilantra trabalha comigo no mesmo setor. A primeira vez que o vi, fiquei encantada, mas a timidez não me permitia chegar perto, apesar de ele ser extrovertido, brincalhão e sempre comunicativo. Sorriso envolvente, piadista, um negão cheiroso de 1,90 m, forte... resumindo: maravilhoso.

​A cada abraço, eu não perdia a oportunidade; tirei várias "casquinhas". Me aproximava bastante dele e dava algumas roçadas sutis com meu quadril naquele volume que aparecia na calça. Porra, não sou santa e tampouco cega! Ele sabia que era proposital e chegou a comentar pelo WhatsApp. Em vez de mudar, ele passou a beijar meu pescoço, a beijar próximo à minha boca — o famoso beijo de canto de boca. Passou a falar o "bom dia" no meu ouvido e a me perturbar com mensagens diárias nas redes sociais. Carente, sozinha... sou uma preta quente, fica difícil! Eu me masturbei várias vezes pensando em tudo; minha mente fervilha quando imagino cada momento. Fora o perfume que fica agarrado em mim quando o abraço.

​Resolvi sair da fase retraída e passei a atacar, mandando mensagens antes das dele. Óbvio que ele entendeu e facilitou. Como cheguei atrasada em um determinado dia, fui até a sala dele — um setor reservado, área administrativa onde ele fica sozinho. Fui com a desculpa de perguntar se ele já tinha tomado café e para dar um abraço. O FDP me arrastou para dentro, fechou a porta e, com a mão no meu pescoço, apertou e disse que eu era safada e puta, que eu não queria saber de café porra nenhuma. E beijou minha boca. Já tínhamos nos beijado antes, mas foi tão rápido que pensei ter sido um sonho. Desta vez foi com pegada.

​O cara tem pegada! Passou a mão em mim, a outra apertando meu pescoço. Me virou de uma forma que fiquei de cara para a parede; ele abaixou minhas calças e me comeu ali mesmo. Foi tudo muito rápido, em pé, pqp! Calcinha para o lado, só senti a piroca entrando e saindo... um mix de medo e sexo, arrepios, tudo junto. Minhas mãos na porta, ele me xingando de piranha, de puta... a voz dele é rouca, o som grave entrava pelo meu ouvido e ativava o tesão na minha bucetinha. Ele puxou meu cabelo e me arrastou para a mesa de trabalho. Me debruçou e mandou eu ficar parada, amando ser dominada. Pensei: "Vai comer meu cuzinho", mas não. Ele segurou pela minha cintura e deu estocadas secas e fortes. Minhas pernas tremiam. Depois, me colocou sentada na cadeira e enfiou o pau na minha boca, puxando minha cabeça contra a sua piroca. Eu mamando, lambendo... até que a razão tomou conta de mim (que raiva!). Eu me vesti, saí e voltei para o setor de operações onde atuo.

​Eu estava completamente desorientada, não parava de pensar e lembrar de tudo. Os contatos com mensagens picantes passaram a ser mais frequentes. Passados alguns dias, decidi que não queria mais — mentira, né? Lutando contra mim mesma, enviei uma mensagem dizendo o que eu não queria dizer, pedindo para esquecer o que aconteceu. O cachorro concordou com tudo e comentou que seria como eu quisesse.

​Recentemente, ele veio com a história do sonho. Eu quis saber, e ele contou: "Eu estava de vestido e ele me chupava agachado, calcinha para o lado. Eu em pé, tentando olhar, mas o tesão não permitia, já que os olhos se fecham e a gente fica curtindo o prazer que a língua proporciona quando passa nas partes íntimas — não só no clitóris, mas no cuzinho e na parte interna das coxas". Ele falou de mordidas na bunda e que o momento nos deixava loucos. Continuou dizendo que me comeu em pé, eu com as mãos nos joelhos, empinadinha. O local parecia uma praia deserta, onde o mar era testemunha e o sol iluminava o momento.

​Eu sei que já gozei com ele, apesar de ter sido rapidinho, mas quero viver esse sonho. Desejo ser penetrada por ele novamente e, principalmente, dar o rabo para ele. Só de pensar, meu anelzinho pisca. Se acontecer novamente, virei contar.

​Beijos da tua amiga Ana — uma preta linda e gostosa, de 1,70 m, com um belo par de coxas e seios avantajados.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Foto de perfil genérica

Privilégio de poder trabalhar e ainda sentir prazer

0 0

Listas em que este conto está presente

Negao_RJ
Os melhores
Nata_Preta
Os contos que amei
Suzane
Meus contos preferidos