Oi, essa é a terceira parte do meu despertar. Se você le os outros dois, entenderá um pouco mais!
Mas antes, deixa eu me apresentar para quem não me conhece: Oi, eu sou a Ana, 22 anos, noiva, branquinha, cabelos escuros e longos, tenho 1,62 de altura, uns 58kg bem distribuídos, peito pequeno, bunda grande e durinha, coxas definidas, academia 5x na semana e dança por muitos anos da minha vida.
Eu fiquei viciada. Não.. na verdade me tornei obcecada. Eu queria sentir o mesmo frenessi, a boca seca, o arrepio, o calor.. mas eu não conseguia sentir lá com os vídeos, com os menininhos da rua.. eu só pensava nele! Obcecada por ele..
Ele continuava indo me deixar no colégio, sempre carinhoso, beijinho no rosto, um chamego, nada que chamasse atenção.. mas eu queria! E muito.
Então, a oportunidade perfeita surgiu. Ele teria um trabalho a fazer, estava chovendo e ele só poderia me deixar de carro, então passaria para me buscar em casa (eu não precisaria ir até ele).
Perfeito!
Quando entrei no carro correndo, acho que ele não percebeu de imediato..
- Nossa, essa chuva me deixou ensopada tio!
Disse chamando sua atenção pra mim, e percebi o exato momento em que ele viu. A camiseta branca, grudada no corpo, quase total transparente, a sainha micro jeans, que mais um pouco não deixaria muito pra imaginação..
- Você não vai pro colégio Ana?
- Claro que vou tio!
Me fiz de desentendida...
- E essa roupa?
Ele não conseguia tirar os olhos..
- Como achei que ia me molhar, decidi trocar só na escola.
Era a desculpa perfeita, e ele não precisava saber que se tudo desse certo, eu só vestiria o uniforme no fim do dia..
Ele não disse nada, mas ligou o carro e seguiu caminho da escola, eu esperei que ele tomasse alguma atitude, mas já estávamos chegando na escola e nada! Zero sucesso..
- Tio, droga! Não vão me deixar entrar na escola assim, e a chuva não para..
Disse tentando ganhar tempo, ele olhou pra entrada da escola, pra mim, pra chuva.. por fim, suspirou fundo e disse:
- Tudo bem, vamos ficar ali na esquina um pouco pra vê se a chuva diminui.
Concordei feliz, e esperei ele parar o carro.. Precisava pensar rápido, já estava me sentindo molhada de excitação pensando em tudo que ele poderia fazer..
Decidi ficar de joelhos no banco me esticando pro banco de trás, para pegar minha mochila. Não tinha nada que eu quisesse lá, mas nessa posição minha sainha subiria e deixaria tudinho a mostra, valia o risco.
Fiz isso e senti sua respiração mais forte.
- Ana o que está fazendo?
- Tentando pegar minha mochila tio, pode me segurar para eu não cair?
- Seja rápida..
Ele me segurou pela cintura, enquanto eu me esticava mais e mais para trás, ele teve que se mover um pouco de lado para me segurar melhor, então puxei a mochila com tudo e voltei quase caindo por cima dele.
Me ajeitei no banco do carona e agradeci.
Então, sem mais alternativas e ideias, decidi tirar a blusa branca pra colocar a do uniforme
Vi o exato momento que tio Jorge levou a mão ao seu pau, mas sem falar nada, só me observou de canto de olho.
Decidi então que se estava na chuva, ia me molhar com tudo.
- Tio, pode desabotoar meu sutia? Esta muito molhado.. acho que terei que usar sem.
- Cla..ro
Ele respondeu meio reticente.
Mas antes que desistisse, eu me sentei em seu colo, com minha barriga espremida entre o volante, e minha bundinha bem encima de seu pau.
Ele se assustou, mas não falou nada, apenas levou as mãos ao sutia e tirou bem lentamente.
Deixei que caísse como se não fosse nada demais..
Ele não tirou as mãos de mim, pelo contrário, sua mão percorria meus braços, em direção aos meus peitos. Eu já sentia meus bicos durinhos, a respiração ofegante de antecipação..
Ele se ajeitou comigo em seu colo, me fazendo pular levemente. A saia subiu mais e fiquei com ela praticamente enrolada na cintura.
Ele segurou meus peitinhos, um em cada mão..
- Você é uma putinha Ana?
Ele falou baixo, forte e grave em meu ouvido.. apertando forte meus peitinhos
- Você é.. tá excitada com o titio?
Ele dizia e apertava os bicos..
- Sabe.. fiquei louco pra comer você, mas fiquei com medo de você abrir essa boquinha.. mas você é uma safadinha né? Quer isso tanto quanto eu..
Ele dizia isso baixinho no meu ouvido, rindo satisfeito.
- Você não sabe onde está se metendo menina..
Ele baixou a mão pra minha calcinha, afastou de lado e passou o dedo pelo meu melzinho, então trouxe em direção a minha boca, eu quis virar o rosto mas ele segurou meu maxilar
- chupa! Sente o gosto da ninfetinha..
E eu obedeci.
Ele então levou a mão até o meu pescoço, apertou levemente levando sua boca ao meu ouvido.
- Você planejou tudo isso né? Agora se prepara.. vou te comer como você quer, mas a partir de hoje você é minha Ana. Minha puta.
Entendeu?
E eu entendia. Entendia que eu queria muito, seja lá o que fosse que ele faria comigo.