Visitando o meu cunhado na prisão e caindo em uma trapaça.
Olá pessoal, tudo bem? Sou o Ricardo, 45 anos, moreno claro, 1,89m e 95 quilos. Uso sempre cavanhaque e sou casado com a Anna Flávia, uma mulher extremamente especial; ela é tudo na minha vida. O seu irmão mais novo, o João, é muito irresponsável. Sempre estava envolvido em coisas erradas, tipo brigas, pequenos furtos e o pior: drogas. Ele era só usuário, mas acabou sendo vendedor. É um cara muito bonitão, loirinho, porte médio. Sempre estava com namoradinha nova, e cada uma mais gostosa que a outra; o cara realmente era um garanhão. Às vezes passava a noite na nossa casa. Um dia em que a Flávia estava de plantão no hospital, ele me pediu pra trazer uma mulher pra ficar no seu quarto; fiquei pensando e falei que sim.
Era quase meia-noite e me ligou dizendo se estava tudo bem pra dar uma trepada. Eu estava com muito tesão e louco pra fuder, mas disse que poderia vir. Fiquei no meu quarto e não vi a garota. Quando acordei no meio da madrugada, ouvi-a gemendo e gritando.
João dizia pra ela:
— Você quer que eu chame o meu cunhado?
— Sim! — ela respondia.
— Ele tem um pauzão enorme! Você vai aguentar?
— Sim... e você vai fazer o que eu quero, tu vai chupar ele também?
— Se ele vier aqui, sim.
Eu ouvindo-o falar e o som das bolas batendo na bundinha da garota...
No dia seguinte, estava fazendo café apenas de cueca. Ele chegou por trás das minhas costas e me agarrou. A sua mão ficou em cima do meu pau; enquanto me segurava, tocava no meu membro. Logo me soltou:
— Porra, cunhado, que pauzão, hein? Deixa eu ver ou dar uma chupadinha?
— Que papo chato!
— Coitadinha da mana, ela deve sofrer muito com isso atolado no seu cuzinho! É, eu acho que não iria aguentar!
Olhei pra ele e falei que estava bêbado; ficamos rindo. João não parava de olhar pra mim, estava ficando desconfortável. Foi quando disse:
— Ei, Rick! Se algum dia eu virar viado, o primeiro cara pra quem eu iria dar o meu cu seria você! Só pra você! Mas antes disso eu poderia experimentar o gosto do seu cacete, o que tu acha? kkkk.
— Porra, João! Que assunto gay, cara!
Ele, rindo, se jogou no sofá e ficou me olhando.
— Eu iria realizar a tua fantasia, meu! Cara, sei que você tem um desejo de fuder a minha bunda, não é verdade? Tu está louco pra meter em mim!
— Que papo gay, João!
— É, eu já vi você acariciando o seu pau olhando pra mim!
— Vai te fuder!
— Ei, Rick, confessa! Você curte uma bundinha de homem, né?
— Não, João!
Ele se levantou, ficou de costas pra mim e balançando a bunda disse:
— Vem! Hummm, vem cunhado!!! Me fode, me fode cunhado, vem com esse pauzão me fuder. Vem... kkk.
Apesar de todas as merdas que fazia, ele era um grande amigo. Sou 25 anos mais velho que ele. João é branco, fortinho, corpo modelado, peludo e — não acredito que vou dizer isso — mas tem uma bunda deliciosa, coisa que me deixava de pau duro. Quando íamos pra praia, colocava uma sunga menor que o seu tamanho; meu senhor, a sua bunda chamava a atenção de todos. Às vezes ficava acariciando o seu pau olhando pra mim. Certa vez chegou na nossa casa muito bêbado. Falou que queria falar com a Anna; falei que não estava. Me pediu pra tomar um banho. Quando saiu do banheiro, estava peladão. Ficou parado sem saber onde estava. Quando me viu, deu um sorriso:
— Você é o melhor cunhado, te amo muito, cara.
Se abraçou em mim e ficou agarrado por alguns minutos. A sua mão estava na frente do meu pau, acariciando por cima da bermuda. Perguntou se eu estava gostando e se queria que me chupasse um pouco.
— Tá louco, João!?
— Eu nunca pensei em fazer alguma coisa com outro cara, mas tenho curiosidade de fazer com você!
— Porra, meu, para com isso!
— Porra, cunhado, só quero saber se é bom, deixa, vai?
— Tá louco, João.
A Anna e a sogra são apaixonadas por ele; é o único irmão. Há uns 10 anos, o irmão mais velho teve uma doença incurável e faleceu poucos dias após a descoberta. João e os amigos foram a uma balada e, na manhã seguinte, a mãe da Anna ligou perguntando se estava na nossa casa. Minha esposa disse que não. Passaram-se uns minutos e a dona Cláudia, minha sogra, ligou novamente dizendo que o João e o Pedro, seu amigo, estavam presos. João por dirigir sem habilitação; estavam bêbados e drogados. O pior: estavam com um menor de idade no carro e todos estavam pelados.
João foi sentenciado a cumprir 2 anos no regime fechado e 1 ano no semiaberto. Todos ficamos arrasados. A Anna ficou muito mais, até teve depressão, e isso abalou o nosso relacionamento sexual. Ela não me procurava e nunca queria sexo, sempre dizendo que estava cansada ou com dor de cabeça. Eu me aliviava na punheta. Acabei entendendo a sua reação.
Pulando um pouco... A Anna Flávia e a minha sogra se revezavam pra visitá-lo nas quartas e nos sábados. Nunca o deixaram sem visitas. Foi quando a dona Cláudia ficou doente e a Anna não conseguiria fazer as duas visitas; nisso me ofereci pra ir nas quartas visitá-lo. Não tinha a mínima vontade de entrar em um presídio, mas sempre faço o que ela me pede. As visitas das quartas eram mais das esposas, dia de visita íntima; no domingo era família. Fiz a carteirinha e fui pro presídio. Saí de casa às 4 horas da manhã, pois a fila era enorme. Quando cheguei, havia umas 40 mulheres. Ouvi-as dizendo que estava vazio, pois era fim de mês e ninguém tinha dinheiro pra comprar as coisas pros presos. É permitido levar 10 itens pessoais. Entrei às 8 horas; às oito e vinte já estava na revista íntima. Tive que ficar peladão e fazer alguns movimentos a pedido dos policiais que, por sinal, eram estúpidos e sem educação.
Entrei na área dos presos e fui pra galeria onde ele estava. No portão, um preso me perguntou o nome de quem ia visitar; não olhava pra mim, ficava de costas. Disse: "João Paiva Neto". Ele ficou olhando pro pátio e gritou:
— Aí, Joca! Visita! Liga o Joca aí! Visita no portão!
Quando João me viu, ficou surpreso. O cara do portão chamou a sua atenção dizendo:
— Ei, mano, te liga! É dia de visita! Te chamei três vezes! Pode entrar e fique à vontade!
Obrigado. João me abraçou, pegou a sacola e subimos cinco vãos de escadas. Entramos em uma cela aberta. Havia 3 presos com suas esposas; de homem visitante era apenas eu. Ficamos sentados em uma "jega", nome que dão à cama. Já era 11 horas e me disse que iria buscar um refrigerante. Nesta hora lembrei que tinha trazido 50 reais pra ele; me olhou e sorriu. Saiu pra pegar o refrigerante e se passaram 20 minutos sem voltar. Logo aparece com uma cara muito estranha. Me olhava, sorria e dizia: "Só um pouquinho, já volto!". Passavam-se mais uns minutos e voltava. Nisso as mulheres e os parceiros já estavam na cela íntima fudendo. Foi quando um cara chegou na porta:
— E aí, Joca! Quer ficar com a tua visita na 8? Lá é melhor, só tem ele de visita masculina. Pode ser?
— Claro, claro, Didi.
João me olhou e falou:
— Rick, vamos pra outra "boca" (cela).
Pegamos as coisas e saímos. Entramos na boca 8; a cela era apenas nós dois. Ele explicou que as celas 2, 3, 5, 6 e 8 eram para íntimas e que o Didi é o plantão (preso que manda na galeria). É um cara muito bonito, bem vestido, limpo, branco, da minha altura e peso; calmo e inteligente. Tem uns 35 ou 40 anos e é muito peludo tipo eu, mas um pouco mais. Liberou pra nós, pois era apenas eu de homem naquele dia. Fechou a porta por dentro e ficamos deitados em camas separadas apenas de cueca.
Ficamos conversando sacanagens. Falou que tinha vergonha na hora do banho, pois todos ficam juntos; que o pior na cadeia era a falta das namoradinhas e que batia muitas punhetas no banheiro. Nesta hora alguém bateu. Ele se levanta e fica conversando com alguém; o assunto estava ficando agressivo. Foi quando esse cara falou que voltaria em 10 minutos e, se ele não se apresentasse, sentiria a punição.
O plantão fechou a porta e me olhou preocupado. Perguntei o que estava acontecendo. Sentou ao meu lado e falou que estava devendo 200 reais pro traficante. Fiquei apavorado e ele disse que iria resolver. O cara bateu na porta, ele abriu e entraram cinco homens. Perguntaram se tinha a grana; falou que não. O plantão me olhou, pediu desculpas e perguntou se eu era irmão. Disse que era cunhado, marido da irmã. Os caras disseram que não era nada comigo, mas que ele teria que pagar a dívida. Mandaram os "campanas" ficarem ligados na porta.
Didi mandou o João tirar a roupa e ficar peladão. Estava assustado e eu mais ainda. Ele ficou de costas pra mim e de frente pros caras. Didi dava tapas na sua cara e dizia:
— Hoje você vai pagar a sua dívida!
Olhava pra mim e os caras diziam:
— Nada a ver com você, viu? É que este putinho tá devendo há 2 meses pra nós.
Didi pegou uma panela e começou a bater na sua cabeça. Por impulso, me levantei e pedi pra não fazer isso. O cara me olhou furioso:
— Sim, senhor! Você então está apoiando este sem-vergonha! Tudo bem! Ei, "jambrinho", se levanta, puto! Vai!
Olhou pra mim e sorriu.
— Tenho uma ideia, seu Ricardo. Você vai pagar a dívida dele, né?
— Sim!
— E não quer que eu arrebente a cara desse trapaceiro?
— Sim, não tem necessidade desse tipo de agressão.
— Você está certo, também não gosto de agressividade! Joca, fica de joelhos nos pés do teu cunhado, o nosso amigo! Agora agradece a ele!
João me olhou e agradeceu.
— Isso! E agora chupa bem gostoso, seu defensor!
Olhei pra ele:
— Porra, meu, pra que tudo isso?
— Seu nome é?
— Ricardo!
— Então, Ricardão, você vai mandar a grana pra nós, ok?
— Sim, tudo bem!
— Mas antes ele vai te chupar, chupar até você gozar na boca deste puto! E se você reclamar, vai chupar todos aqui! Então fica calado e curte a chupada do seu putinho!
Mandou eu tirar o pau pra fora. Olhando pra ele, levantei e comecei a tirar a calça e a cueca. Quando olharam pro meu pau, fizeram sinal de positivo. João estava de cabeça baixa. O cara disse pra começar a me chupar e falou que não era pra eu dizer nada. João agarrou o meu membro e começou; chupava a cabeça, as bolas, engolia tudo. O cara instruía como queria ver. Comecei a ficar com tesão e de pau duro; ele não conseguia engolir tudo.
O Didi também ficou peladão e mandou três homens saírem, ficando eu, o João, ele e outro cara chamado Vander. Os dois ficaram batendo punheta olhando ele me chupar. Estava com muito tesão e vontade de fuder aquela bundinha branquinha. Didi me olhou sorrindo:
— Pode pedir qualquer coisa que ele vai fazer!
Fiquei olhando pra ele, que deu outra risada:
— Entendi o seu olhar, parceiro! Ei, putinho safado, fica de quatro pro seu cunhado e não fala nada!
João se apoia na jega e fica com a bundinha empinada pra mim. O cara falou pra eu me divertir bastante. Olhei pro João e ele, com uma cara falsa de decepção, disse pra fazer, mas bem devagar. Me aproximei, dei uma boa cuspida no seu cuzinho e no meu pau. Fiquei pincelando e aos poucos fui metendo. Ele começou a gemer e gritar. Didi falou que era pra meter de uma vez. Fiz o que mandou; meti tudo de uma vez. Segurando o safado pelos ombros, comecei a socar cada vez mais rápido. Olhei pro lado e o carinha estava chupando o pau do Didi. Fiquei com mais tesão e voltei a socar sem parar. Disse que iria gozar, me debrucei nas suas costas e socava com mais força, fazendo o pau desaparecer todo. Enquanto terminava de gozar, Didi mandou o carinha chupar as minhas bolas enquanto o membro ainda estava atolado no cuzinho do meu cunhado. Sua língua deslizava nas minhas bolas, no meu pau e no cuzinho do João.
O João batendo punheta logo gozou. Didi mandou o carinha chupar e limpar a porra do pau do João. Nós quatro ficamos conversando por alguns minutos e o Didi falou que acabou gostando de mim, mas ainda queria a grana na próxima visita. Disse que, se eu quisesse tomar banho, poderia. Estava muito suado e aceitei. Entrei no "boi" (banheiro) e, enquanto tomava a ducha, pensei nos detalhes; notei que algo estava estranho, parecia tudo armado. Mas não dei tanta atenção, pois curti muito. Quando saí, o João e o Vander estavam chupando o Didi.
Ele falou:
— Vai mais uma, amigão? Pode escolher qualquer um dos viadinhos!
O Didi me confessou que tudo foi uma armação pra eu fuder o João; eu já sabia disso. Me convidou pra ir na sua cela tomar um refrigerante e disse pros dois limparem o local. Didi mandou todos saírem; falou que se eu quisesse poderia ganhar muita grana nas visitas, pois lá tem caras com muita grana e vontade de dar a bunda.
Ficamos conversando, fumando maconha e bebendo uma cachaça artesanal feita com arroz cru, pão francês, maçã, açúcar e água. Misturam tudo em uma garrafa pet e deixam no sol; leva cerca de um mês pra ficar pronta. O negócio é realmente muito bom. Até saí de lá com 400 reais.
(Primeira parte)
Em menos de um mês, continuação da segunda visita no presídio, que foi muito melhor. Eu até fudi o Vander com o Didi em uma dupla penetração.
