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A consagração de Lívia - Parte 5

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Um conto erótico de bonecaninfo
Categoria: Trans
Contém 742 palavras
Data: 26/02/2025 17:33:31

A noite no clube se transformou em um frenesi, uma espiral de desejo e descontrole que engoliu Lívia e Mariana como um redemoinho. Após a primeira mulher provar Lívia, o espaço ao redor da plataforma se encheu de corpos ansiosos, homens de todos os tipos — altos, musculosos, tatuados, barbudos — aproximando-se com olhares famintos. Mariana, inicialmente uma espectadora soberana, deu um passo à frente, o chicote caindo de sua mão como um símbolo de rendição temporária ao caos que ela mesma havia provocado.

"Podem usá-la," disse Mariana, a voz cortante acima da música, apontando para Lívia ainda de joelhos. "Sem limites. Ela aguenta." Um sorriso torto cruzou seu rosto enquanto ela se afastava, deixando Lívia exposta à multidão. Os homens não hesitaram. O primeiro, um sujeito de pele bronzeada e mãos ásperas, agarrou Lívia pelos quadris, arrancando a calcinha de renda com um puxão e forçando-a a se curvar sobre a plataforma. Sem preliminares, sem camisinha, ele a penetrou no cu com uma estocada firme, arrancando um grito dela que se perdeu na cacofonia do clube. Outro homem, de cabelo raspado e olhos selvagens, posicionou-se diante dela, empurrando seu pau duro em sua boca, silenciando-a enquanto os dois a usavam em um ritmo brutal.

Logo, mais se juntaram. Um terceiro homem se alinhou atrás, forçando uma dupla penetração no cu já arrombado de Lívia, enquanto ela gemia e se contorcia, as argolas nos mamilos tilintando com cada movimento violento. Eles revezavam, trocando entre seu cu e sua boca, alguns gozando dentro dela, o calor viscoso escorrendo por suas coxas, outros enchendo sua garganta até que ela engolisse tudo, os olhos marejados e o batom vermelho borrado em um rastro de submissão. Lívia perdeu a conta de quantos a possuíram, seu corpo tremendo sob o peso de mãos, paus e ordens gritadas em meio ao êxtase coletivo.

Enquanto isso, Mariana se entregava ao mesmo destino, mas com a diferença de quem ainda comandava o próprio caos. Ela se afastou de Lívia e foi cercada por um grupo diferente de homens, seus corpos reluzindo de suor sob as luzes do clube. Sem camisinha, como ela mesma parecia preferir naquela noite, eles a tomaram sem cerimônia. Um a colocou de quatro no chão, invadindo sua buceta com estocadas profundas, enquanto outro forçava sua boca, o pau pulsando contra sua língua. Um terceiro se juntou, enfiando-se em seu cu, e logo ela estava sendo duplamente penetrada, os gemidos abafados escapando entre os membros que a preenchiam. Eles gozavam onde queriam — na boca, no cu, na buceta —, e Mariana aceitava tudo, os olhos semicerrados em uma mistura de prazer e domínio, mesmo enquanto seu corpo era usado sem parar.

O tempo se dissolveu naquela orgia sem fim. Horas se passaram, a música pulsando como um coração descompassado, até que o céu lá fora começou a clarear. Os homens, exaustos, foram se dispersando, deixando Lívia e Mariana no centro do salão, ambas reduzidas a figuras trêmulas e encharcadas. Lívia estava deitada sobre a plataforma, as pernas abertas, o cu escancarado e pingando porra, o rosto manchado de branco e vermelho, o colar de couro úmido de suor. Mariana, a poucos metros, levantou-se com dificuldade, o vestido de látex rasgado, o corpo coberto de marcas e fluidos que escorriam por suas coxas.

"Levanta," murmurou Mariana, a voz rouca, estendendo a mão para Lívia. Ela obedeceu, as pernas bambas quase cedendo sob o peso do próprio corpo. Semi-nuas, com apenas pedaços de suas roupas ainda pendurados, elas atravessaram o clube vazio, o chão pegajoso sob seus pés. Do lado de fora, o sol nascente as recebeu com uma luz impiedosa, destacando cada hematoma, cada mancha de porra seca ou fresca que as cobria. Mariana abriu o carro, e as duas entraram em silêncio, o cheiro acre de sexo impregnado nelas.

A volta para casa foi um borrão. Mariana dirigiu com as mãos trêmulas no volante, os olhos fixos adiante, enquanto Lívia se encolhia no banco do passageiro, o cinto de castidade frio contra a pele quente e machucada. Quando chegaram, mal conseguiram subir as escadas. A porta do quarto se abriu com um empurrão, e elas desabaram na cama, uma ao lado da outra, os corpos exauridos colapsando em um sono profundo, quase um coma. A luz do dia invadia o quarto, mas nenhuma das duas se moveu, entregues ao peso de sua consagração compartilhada, agora selada não apenas pelo domínio de Mariana, mas pela entrega total de ambas àquela noite.

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