"NO DESESPERO FOMOS PARA O MATO MESMO - O ZÉ" - (Relato baseado em uma história Verídica) 😍 Relato 73 - O ZÉ

Da série O Zé
Um conto erótico de Nikão cdc
Categoria: Gay
Contém 1711 palavras
Data: 26/02/2025 22:02:21

Quando a vontade bate na gente não tem quem segurei, um com vontade de dar outro querendo meter, e o mesmo que juntar fogo e gasolina.

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O Zé estava sem trabalho, a obra que ele estava terminou e ele não conseguiu um novo emprego, isso dificultava um pouco as coisas para a gente me fazendo subir a serra indo para Conservatória mais vezes do que o esperado.

Eu estava gostando muito dos momentos que tínhamos, de tudo o que estava acontecendo entre a gente e principalmente de ser a puta dele, ser fodido por aquele macho era o alge naqueles dias, eu me sentia realizado embaixo dele sentindo ele me arregaçar.

É um fato que eu posso tentar negar mais eu estava apaixonadinho nele.

Com o tempo nosso envolvimento foi sendo conhecido por alguns amigos dele, seria impossível manter nossa relação sem a ajuda de alguém do seu lado, eu passei a frequentar sua casa como um amigo, conheci a mãe dele, D. Alzira era uma senhora já com uma certa idade, dois filhos, o Zé era o mais novo naquela época já com seus vinte e um anos, a vida com suas dificuldades entregavam a ela uma aparência mais velha do que o esperado, sempre as voltas com as artimanhas dos dois filhos.

Naquele sabado, eu trabalhei na loja de meu pai, uma manhã tranquila dentro do esperado:

-- PAI, VOU FICAR DOM A FIURINO TÁ?

-- TÁ BOM MEU FILHO, SÓ NAO VAI PRA BARRA NEM VALENÇA NELA, ELA NÃO TÁ REVISADA. - um, não serviria de muita coisa, a intensão era justamente poder ir ao motel de Barra do Pirai. De qualquer modo pequei o carro, ele seria útil para ir e voltar de casa, assim que a loja fechou enviei uma mensagem para o Zé:

-- OI, TO EM CONSERVATÓRIA, TÁ EM CASA? - ele não respondeu, eu decidi ir até a casa da Elisa buscar ela e ir no César, pelo menos o dia passava com a gente na piscina.

Ele foi me responder eram mais de dezessete horas:

-- OI, CHEGUEI EM CASA AGORA, DEIXEI O CELULAR CARREGANDO, BEM AQUI PRÁ GENTE SE VER. - quem não respondeu agora fui eu, mais me despedi do pessoal falando que ia ver o Zé e a gente se encontrava de noite e fui pra casa dele.

Chamei no portão, D. Alzira me atendeu me mandando entrar e já querendo me dar café com bolo, pão, biscoito, ela sempre me acabava magro, eu mesmo as vezes me imaginava desnutrido por conta de como ela falava:

-- MEU FILHO, VOCÊS TEM QUE COMER DIREITO, FICAM NESSA VIDA DE CIDADE GRANDE COMENDO PORCARIA, OLHA SO COMO VOCÊ TÁ MAGRO - pra piorar ela ainda falava que meus pais tinham que fazer compra pra mim levar pro Rio, kkkk, eu achava engraçado e o Zé sempre se aproveitava quando ela falava que eu estava magro.

-- MAL SABE ELA QUE ESSE CU É GULOSO E COME TUDINHO. KKKK - sempre algumas piadinha quando a gente saia de perto com ele me salvando da mesa de café dela, finalmente estávamos no quarto dele:

-- FECHA A PORTA AI E VEM CÁ DAR O BEIJO NO SEU MACHO... - fechei a porta mais antes de entregar o beijo:

-- AONDE VOCÊ ESTAVA ZÉ?

-- HI, VAI ME MONITORAR AGORA?

-- NÃO É SO CURIOSIDADE - entreguei o beijo dele, subi em seu pescoço entregando meus lábios para ele, nosso beijos era gostoso e cheio de contato, suas mãos, as minhas, era um dos melhores beijos que eu já havia ganho.

Ele levou minha mão no seu pau duro e enorme.

-- DOIDO PRA TE COMER, PORRA OLHA PRÁ ISSO, PQP - ele falou baixinho no meu ouvido.

-- AQUI NÃO DA COM A SUA MAE EM CASA - me saboreava com o peso daquele taco de beisebol na minha mão.

-- AONDE? - ele já tinha me virado me sarando, se demoraremos ali ele gozaria em sua própria roupa...

-- NÃO SEI ZÉ, EU TO COM A FIURINO. - o olho dele brilhou

-- VAMOS SAIR DAQUI, JÁ SEI AONDE A GENTE PODE IR. - ele saiu na frente falando pra mãe dele que a gente ia sair pra tomar um cerveja, me despedi de D. Alzira e entramos no carro:

-- VAMOS PRÁ ONDE? - liguei o carro e sai.

-- PEGA A FAZENDA VILAREJO, VAMOS POR TRÁS, A PLANTAÇÃO DE EUCALIPTO - eu ri, pensando em quantas eram as possibilidades daquilo dar errado, mais peguei o caminho indicado, já estava anoitecendo quando cheguei na estrada de chão que levava pra trás da plantação de eucaliptos.

-- ENTRA ALI, TEM UM GALPÃO, A GENTE PARA O CARRO E VAI O RESTO APÉ.

-- VOCÊ TÁ QUERENDO QUE EU ANDE DE CHINELO NO MEIO DISSO AI - um lugar escuro, cheio de folha seca no chão, nos dois de chinelo e bermuda...

-- BORA, JÁ CANSEI DE VIR AQUI ATE MAIS TARDE QUE ISSO FUMAR COM A GALERA, TEM NADA NÃO. - o tesão deixa a gente irresponsável, andamos uns trezentos metros pra dentro da plantação de eucaliptos, daquela distância já era impossível vem o carro, quem dirá alguém ver a gente.

-- VEM, POR AQUI, MAIS ALI, OH - ele apontou uma árvore mais robusta, só dava pra ver a sombra mesmo dela, andamos até ela, ele se encostou na árvore de frente pra mim -- VEM CÁ, ME DA UM BEIJO, VEM. - ele me puxou pelo cós da bermuda na direção dele.

-- A GENTE É LOUCO. - beijei ele abrindo seu zíper e sentindo aquele mastro saltar pra fora, ele tirou totalmente a bermuda ficando só com a camisa e pos a bermuda em um galho próximo, fiz o mesmo que ele deixando a minha bunda liberada para ele, seus dedos já me preenchiam, eu já gemia em seus beijos, beijava seu peito, lambia sua axila lisa, masturbava seu enorme mastro...

-- VIRA A BUNDA PRÁ MIM - ele continuou encostado na árvore chegando os pés pra frente e ficando um pouco mais baixo, cuspiu no pau e me puxou de costas encaixando o seu pau em meu cuzinho -- VAI, FODE MEU PAU, BOTA PRA DENTRO NIKÃO.

Aquilo era uma ordem e missão dada é missão cumprida, abri minha bunda com as mãos enquanto ele me segurava pelos braços me equilibrando, eu ia forçando pra trás, rebolando devagar, eu gemia conforme sua piroca começava a me invadir:

-- AAAAIIII, PQP ZÉ, É MUITO GRANDE, AAAI PORRA QUE DELÍCIA...

-- GRANDE DEMAIS PRÁ VOCE É, TE ESTRANHANDO, QUERO VER AGUENTANDO TUDO CARA... - ele me puxava sentindo seu pau sumir no meu cuzinho enquanto eu rebolava para deixar que todos os seus vinte e três centímetros me preenchesse por completo.

-- AAAAIIII, AAAAAIIIII ZÉ, ME FODE, ME FODE COM FORCA VAI , AAAIIII - ele me segurou abraçando a minha barriga e me levantou sem tirar o seu pino de dentro do meu rabo e me virou de frente pra arvore:

-- SEGURA, VAI, PODE GEMER AVONTADE SUA BICHINHA SAFADA. - ele deu um tapa em minha bundinha enquanto eu me segurava a árvore, levantou uma de minhas pernas passando o braço por trás de meu joelho e socou, meu cuzinho aberto pra ele, um túnel de prazer macio e úmido aonde onpau dele deslizava escorregadio para dentro e para fora... -- ASSIM QUE VOCÊ QUERIA É, ASSIM, TOMA PIKA CARALHO.

-- AAAIII, AAAIIII FDP, ISSO ME ARREGACA, AAAIII - eu gemia abraçado a árvore, em pé me equilibrando em uma perna, minha bunda empinada, ele puxava os meus cabelos me levando pra ele enquanto seu pau delicioso se enterrava em mim.

-- ISSO, GRITA, VAI, PODE GRITAR NIKÃO, GOSTA DO MEU PAUZÃO?

-- AAAIIII, PIRUZÃO DA PORRA, AAIII TA ME ARROMBANDO ZÉ...

-- TE DEIXAR LARGUINHO HOJE, QUENTINHO ESSE CU, PQP.. - e toma pika, pau pra dentro, pirocada firme... Eu era feito de puta sem pena, ele me fazia gritar no meio daquele mato, gemer na sua vara, seu corpo praticamente nu fumegava com o seu suor evaporando, seus músculos se contraindo me enlouquecia, a visão de ter ele engatado em mim era tão prazerosa quando o engato de seu mastro no meu rabo macio e úmido...

-- PORRA, GOZA NIKÃO, GOZA COMIGO NO EU RABO - eu me masturbava sentindo seu pau cutucar bem fundo, as suas estocadas firmes me abrindo, meu cu se contraiu mastigando a sua rola e eu jorrei meu leite ao mesmo tempo que sentia o primeiro jato de porra ser derramado no meu rabo por um pau que pulsava alucinadamente cuspindo jatos de semen dentro de mim...

Gozavamos junto, eu o puxava em minha direção o travando com minhas mãos, ele soltou minha perna me puxando para um beijo, seu pau ainda em mim pulsava me fazendo tremer e arrepiar, ele cravou uma última vez, fundo e forte segurando dentro de mim...

-- AI, PORRA NIKÃO, SE EU CONTINUAR GOZANDO ASSIM EM VOCÊ VOU TE ENGRAVIDAR... PORRA BOM DEMAIS. - como era gostoso ser sua puta.

-- VAMOS ZÉ, AQUI NÃO É LUGAR PRA GENTE FICAR MUITO TEMPO NÃO. - ali era perigoso de ficar, a fazenda de eucalipto era enorme e vigiada, ser pego ali mesmo que naquela situação aonde claramente ninguém queria roubar nada seria complicado para a gente principalmente pra mim...

Nos vestimos e fomos embora, ficamos um pouco em sua casa antes de eu ir tomar um banho, a gente iria pra rua naquela noite, a diversão de sempre, beber e fofocar...

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☑️Para que você entenda este relato, indico que entre em meu perfil e leia o primeiro relato, nele além de existir a descrição doa participantes, você poderá entender como tudo começou e eu me descobrir um viadinho safado e sedento por rola.

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# Deixando claro para vocês que em meus "relatos" os fatos são reais, existindo uma romantização em algumas falas (não consigo lembrar de tudo né) mais os locais, nomes e acontecimentos são todos reais.

Ah, se quiserem comentar, fazer perguntas sabem que eu irei adorar está interação e responderei a todos.

Email para cdcnikao@gmail.com

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OBRIGADO PELA SUA LEITURA

Espero que você tenha gostado e gozado muito com o relato de hoje.

Nikão

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😉

NÃO SE ESQUEÇAM DE AVALIAR COM AS ESTRELINHAS AO FIM DA LEITURA

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