Realizei meu sonho saindo com um negão

Um conto erótico de Maria Doni
Categoria: Heterossexual
Contém 1083 palavras
Data: 05/02/2025 06:15:50
Última revisão: 14/03/2026 07:15:36

Há anos não nos víamos. Ele é um negão — vou chamá-lo de Zé. O cara é alto, bonito, forte. Enfim, nosso contato se resumia às redes sociais. Lembro que acordava com suas mensagens de "bom dia"; era tão envolvente. Mensagens tipo "bom dia, linda", frases que levantam qualquer autoestima e te fazem sentir desejada, mesmo descabelada logo ao levantar.

​Não sou mais uma garotinha; sou uma jovem senhora, sexagenária, branca, loira, com tudo no lugar. Amo minha profissão e confesso que sempre o quis. Conheço-o há mais de uma década. Trabalhamos juntos; a função que ele exercia permitia que nossas portas fossem próximas no labor, mas nunca tivemos contato íntimo. Sem qualquer altivez, acredito que ele também me queria, até por conta dos olhares. Talvez a distância da função atrapalhasse, mas era perceptível a forma como me cortejava, com desejos maldosos sobre mim.

​Estou sintetizando para não perder o foco do conto. Como disse, o contato pela rede social traz mais coragem. Eu disse que queria beijá-lo, mesmo ele e eu sendo casados. O pilantra já disse que queria me chupar; as fantasias foram se encaixando. Ele foi ficando mais saliente, a ponto de me enviar um nude. Quando vi a piroca dele, fiquei impressionada: o negócio é enorme e preto. Sempre quis sair com um negro; a cor deles me excita. Ele é bonito, cheiroso, tem um cavanhaque que me dá tesão... que cara alegre! Eu salivei contemplando a foto, mas o envio foi através de visualização única.

​Resumindo o imbróglio — porque é coisa difícil marcar algo com quem você quer; às vezes você pode e a pessoa não, e vice-versa — como estávamos nos estreitando, eu estava mega ansiosa para dar para ele. Conseguimos marcar em um restaurante aconchegante perto da minha casa. Cheguei atrasada, kkkk! Decidimos não ficar lá; fomos parar no motel. As suítes estavam todas lotadas. No estacionamento, à espera da limpeza do quarto, comecei a passar a mão nele, avaliando a peça, kkkkk! O beijo já era mais envolvente, com muita mão boba. Eu estava mais quente que brasa acesa. Pedi para colocar para fora. Quando vi, me assustei, porque era maior e mais grossa que na foto. Geralmente as fotos é que deveriam impressionar. Cheguei a proferir que não caberia na minha bucetinha; ele riu e disse que, se Deus fez, com certeza caberia. Mas, enfim, estava lá e caí de boca. Lambi, apertei e mamei aquela jeba enorme, e o cachorro forçava a minha cabeça contra a sua piroca. Sou coroa, mas representei. Minha boca é pequena, sou toda pequena, de baixa estatura. E nós ali, dentro do carro, ele me chamando para sentar no seu colo... eu não fui, fiquei receosa. Ele enfiou a mão por dentro da minha calça e percebeu, enquanto me masturbava, o quanto eu estava excitadíssima. Minha bucetinha parecia um manancial. Até que o recepcionista bateu no vidro e eu o atendi, pegando a chave. Ele guardou o pau na calça — o rapaz com certeza presenciou a cena — e fomos para a suíte.

​Veículo na garagem, subimos as escadas. Já no quarto, ele tirou minha roupa enquanto me beijava e, cuidadosamente, a pendurava para não amassar. Eu ali na cama, nua, louca para beber algo e contemplando meu sonho sendo realizado. Ele tirou a camisa vermelha que estava usando e arriou a calça. Estava sem cueca; o pau apareceu em sua totalidade. Que vontade de chupar mais! Mas o comando era dele naquele momento.

​Eu estava muito nervosa e excitada. Nunca tinha ficado com um negão. Minha ppk é pequena, como já disse, e aquele era o maior pau que já tinha visto. Eu seria penetrada e falei isso para ele, pedi para colocar devagarinho. Ele só concordava, mas a cara de pilantra negava tudo. Ele começou me beijando toda e depois me chupou. Gente de Deus, eu já ia gozar na chupada! Pedi para parar; queria ser penetrada por aquele pau preto, era meu maior desejo. Eu pedi: "Meu crioulo, me fode, me come, não me faz gozar com a boca".

​A música que tocava era perfeita para o momento, bem romântica. Fui sendo penetrada com força. Quando entrou, vi estrelas. Apesar de estar excitadíssima, o negão tinha um pau grosso, não era só enorme. E eu ali, arreganhada contra a parede, e ele penetrando sem qualquer carinho; eram estocadas secas. Claro que gozei, sei lá quantas vezes. E nada de ele gozar. Eu pedia para ele gozar na minha buceta, falava "crioulo, goza dentro de mim", e nada. Ele cismou de me chupar de novo. Caralho, eu gozei várias vezes com a língua dele! O cara sabe fazer uma mulher gozar; nunca tinha gozado tanto em tão pouco tempo.

​Depois de desfalecer, ele me pegou novamente na posição de papai e mamãe, apertando meu pescoço, e gozou em mim. Imaginem ele gemendo e aqueles urros entrando no meu ouvido... sua mão apertava meu pescoço, parecia o rei da selva bradando. Pqp, fiquei completamente arrepiada! Tomamos um banho e, na cama, toquei na piroca dele, alisei, beijei, chupei, admirei, analisei... fiz de tudo.

​Abrimos uma cerveja; ele ficou na água. Conversamos mais um pouco, confessamos nossos mútuos desejos, até que ele pediu para eu sentar na sua cara. Ele queria me chupar mais. Enquanto para alguns imploramos, esse ama chupar. Atendi ao seu pedido. Apoiada com as mãos na parede, ele com a cabeça embaixo de mim, entre as minhas pernas, a língua no ponto certinho... eu toda arrepiada, com contrações que não sabia que tinha, e ele lá mexendo no meu clitóris com a língua quente. Gozei mais três vezes seguidas. Gemi muito alto, xingava, ordenava para não parar. Sei lá, só sabia chamá-lo de crioulo, gostoso... quem já gozou sabe que perdemos o tino.

​Meu Deus, o que foi aquilo? Minha ppkinha não aguentava mais, confesso que pedi arrego. O negão tem vigor e passou a admirar minha bunda branca — eu só pensava: "vai querer me enrabar" — enquanto beijava meu corpo e chupava meus seios. Eu estava sem condições de retribuir, a não ser com a mão e a boca naquela piroca.

​Após algumas horas, nos vestimos e fomos para nossas casas. No outro dia, fiz o exame EAS; acreditava estar com infecção urinária, pois minha bucetinha doía muito. Mas o resultado do exame revelava que era apenas o trauma das "pauladas" que a bichinha levou horas atrás. Quero e vou sair com ele de novo, mas o impasse dos horários tenta atrapalhar. Quando sair, contarei com prazer.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 21 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Foto de perfil genérica

Sou um negão de Campinas SP, tenho tara por loiras gostosas, se você for daqui e região, vamos conversar. e-mail sadbbom@gmail.com

0 0
Foto de perfil genérica

Já passei por isso tbm, parece até q vi minha história, só mudou o nome!

1 1

Listas em que este conto está presente

Nata_Preta
Os contos que amei
Suzane
Meus contos preferidos
Negao_RJ
Os melhores