Meu filho e o meu irmão caipira do interior.
Pra mim foi algo assustador, mas também, ao mesmo tempo, excitante.
Sou casado com a Anna há 23 anos. Somos muito apaixonados e temos uma vida tranquila, regada com muita paixão, sinceridade e sincronia. Tenho 46 anos e ela 47; é uma mulher muito linda e muito gostosa — e é claro, safadinha.
Há um ano o meu irmão, o Julião, veio morar conosco, pois a sua casa foi destruída pela enchente que devastou o Rio Grande do Sul. Ele tem 49 anos, é alemão, careca, malhado, tem 1,85m e 95 quilos. Está separado há dois anos.
Eu e ele sempre fomos parceiros em tudo; saíamos juntos nas festas da cidade onde morávamos. Nós até já fizemos uma dupla penetração em uma putinha do bairro. Íamos pescar e acampar sempre juntos; éramos mais que irmãos, éramos amigos de verdade, nunca brigamos ou discutimos. Quando acontecia alguma briga, ele sempre me defendia. Morava no interior de Porto Alegre.
Há alguns anos, comecei a ter um desejo louco: ficava imaginando ele socando sem parar na minha mulher, mas nunca houve oportunidade ou coragem da minha parte. Mas tenho dúvidas se eles já tiveram alguma coisa. Certa vez estávamos na sua chácara, era o seu aniversário e ele fez um churrasco. Tinha alguns dos seus amigos das chácaras vizinhas e do futebol; a Anna estava louquinha e sempre olhando pra ele. Na verdade, não posso afirmar nada, mas ela e ele desapareceram por quase uma hora. Quando saí pra procurar por ela, encontrei-a nos fundos da casa; disse que precisava pegar um ar. Percebi que estava ofegante, mas foi só isso.
Quando ele veio morar conosco, acreditei que seria desta vez que eu iria realizar essa fantasia, mas não foi exatamente isso que aconteceu. Hoje ele está fudendo com a nossa vizinha, que é mulher de um policial militar. Temos um filho adotado, o Douglas; ele tem 24 anos, é um cara muito bonito e simpático. Está namorando uma mulher seis anos mais velha e sei que estão indo muito bem.
Foi em uma sexta-feira; eu estava em casa bebendo umas cervejas quando Julião apareceu bêbado. A Anna não estava em casa, havia ido ver a mãe, que estava doente. O Julião é, para todos, um grande amigo. Meu único irmão, é muito discreto, respeitador e grande amigo do meu filho. Estão sempre juntos, conversam por horas; às vezes vão pescar e tomar banho no lago próximo de casa.
Ele chegou muito bêbado e com algumas coisinhas na cabeça, kkkk. Perguntou pela Anna; disse que ela passaria a noite com a mãe. Me olhou e disse: "Você é o melhor! Te amo muito, cara!". Saiu em direção ao quarto cambaleando. A calça estava caindo e a bunda aparecendo. Ficou deitado só de cueca, com o pau sempre duro — ele sempre foi assim. Dormiu até as 23 horas.
O Douglas estava na casa da namorada e me ligou dizendo que estava chegando. Fui ao quarto do meu irmão e o chamei pra comer alguma coisa. Meio tonto, disse que iria tomar um banho primeiro. Quando saiu do banheiro, veio peladão pro quarto; apenas sorri e fui pro meu dormir. Logo ouvi o Douglas chegando e indo direto pro seu quarto; sabia que ele também bebia muito.
Meu irmão me chamou. Levantei de pau duro, mas de cueca, e fui até ele. Julião estava peladão e de pau duro, acariciando as bolas, sentado no estofado de pernas abertas. O seu pau estava muito duro. Ele me olhou e começou a chorar dizendo que eu era um cara muito legal, que me amava muito e que estava muito chateado pelo que havia feito comigo. Achei que falava de ter tirado a minha privacidade. Levantou cambaleando e me abraçou bem forte; sentia o seu pau roçando no meu. Quando se mexia, os membros se tocavam e comecei a ficar com o meu duro. Disse pra ele dormir um pouco. Me olhou nos olhos e repetiu que eu era muito legal.
Eram quase 2 horas da manhã quando ouvi conversas vindas do quarto dele. A porta estava entreaberta e, quando olhei, o Douglas estava pelado e de joelhos no meio das pernas do tio, chupando-o. Julião estava deitado fumando maconha. Fiquei apavorado, pois nunca imaginaria que o meu filho era gay, nem que o meu irmão gostava de fuder cuzinho de viadinhos. Fiquei olhando e me deu um tesão estranho e louco; o meu pau ficou muito duro. Julião se levantou e colocou o rapaz de quatro na cama. Fiquei olhando pra sua bundinha, que é realmente muito gostosinha, lisinha e redonda. Ele deu uma boa lambida no seu cuzinho e ficou dedilhando por alguns segundos. Começou a pincelar o pau na portinha do cu; eu não acreditava que ele iria aguentar todo aquele pauzão dentro. Dizia pra mim mesmo: "ele não vai aguentar". Mas foi então que, de uma única vez, Julião meteu tudo até o fundo, até as bolas. O Douglas deu vários gritos! O Julião disse pra ficar quieto, começou a socar e dizia:
— Tá tudo dentro, meu putinho safadinho?
— Tá!
— Fuma um pouco meu beck, putinho! — colocou o cigarro na boca dele.
Eu não queria aceitar que ele é viado, mas na verdade estava gostando muito. Conseguia ver as grandes bolas batendo na bundinha, o pau entrando e saindo. Fazia bem devagar. Eu estava quase gozando assistindo aquela loucura. Ele tirou o pau pra fora, bateu na bunda dele e voltava a meter; tirava e pincelava. Douglas estava enlouquecendo. Foi quando o tio meteu até o fundo e socava segurando a sua cabeça, sem parar. Tirou novamente o pau e ficou sentado na cabeceira da cama; o rapaz sentou de costas e já começou a cavalgar. Eu conseguia ver o pauzão entrando e saindo do seu cu. O rosto do Douglas era de muito prazer; estava realizado.
Que loucura, que vontade de fuder com eles também, de meter junto com o Julião. Ele não parava de socar, sem nada de carinho; beijava e mordia o seu pescoço. O rapaz estava fascinado com aquele pauzão grosso todo dentro. Realmente o cara é muito bom no que faz; por isso tem sempre uma putinha disponível pra fuder. Mas será que ele já fudeu a minha mulher? Humm... será? Seria legal.
Ele dizia pro sobrinho:
— Tá realizando tua fantasia, seu safadinho? Eu sei que você quer chupar o pau do seu paizão, quer né? Quer os dois juntos dentro deste cuzinho gostoso?
— Sim, eu quero muito! Muito mesmo!
— Quer mais no fundo?
— Sim... mas depois, agora tá bom demais!
— Ele está dormindo, né, putinho? E se eu chamar ele pra se juntar a nós? Pra ver você engolindo todo o pau do teu tiozão, quer que eu chame?
— Não...
— Eu sei que você quer!
— Não!
— Ele já fudeu seu cuzinho?
— Não, Julião! Mas acho que ele tem vontade! Deixa ele dormir!
— E se ele quiser te fuder agora comigo? Você daria pra ele e pra mim juntos?
— Não sei, não sei mesmo!
— Imagina eu e ele dentro! Quer?
— Acho que sim!
— O pau do teu paizão é do mesmo tamanho do meu, só é mais grosso! Você vai aguentar os dois juntos?
— Não sei, mas acho que sim, vou sim!
— Você é mesmo um safadinho, carinha! Mexe esse rabinho pro tiozão, mexe, viadinho gostosinho! Pensa que agora é o pau do teu pai, mexe pra ele, mexe seu viado! Quem tá fudendo este cuzinho agora? É? Isso mesmo! Então pede pro teu pai socar mais forte! Pede! Vai, vai paizão, mete sem pena! Isso mesmo, putinho gostoso! Você vai engolir toda a porra do tio, né?
— Sim, sim...
Dava tapas no seu rosto e dizia:
— Fala, seu safadinho, fala pro teu pai que você é meu putinho!
— É, eu sou safado!
— Você ainda quer fuder com o seu pai, seu viado?
— Sim, com vocês dois juntos! Eu quero os dois dentro do meu cuzinho!
— O pau do seu pai é mais cabeçudo que o meu! Você vai ficar arrombado! Isso, isso, safado! Qualquer dia desses eu vou te levar pra fazenda, tem um cara que gosta de fuder cuzinho de carinhas tipo você, com cara de homem. Ele é tipo eu, não gosto de putinho afeminado se fazendo de mulher! Você está a fim?
— Não sei...
— Você vai gostar! Vamos marcar?
— Depois!
Ele se levanta, coloca a perna esquerda sobre a cabeceira do estofado, deu uma cuspida no pau e voltou a socar cada vez mais forte. Eu conseguia ver as suas bolas batendo na bunda do meu filho. Vamos falar a verdade, Julião tem um corpo perfeito e invejável pra homens da sua idade. Que bunda deliciosa, branquinha, firme e peluda. Fiquei olhando quando metia até o fundo; sua bunda ficava enrijecida, chegava a erguer a ponta dos pés pra meter mais no fundo. Douglas gemia e gritava.
Ele disse que iria gozar e se sentou na frente do rapaz, que ficou de boca aberta esperando. Foi quando disparou vários jatos de porra; Douglas lambia a cabeça do pau e aos poucos foi engolindo. Se beijaram e ficaram sentados se olhando. Julião deu outro beijo na sua boca, vestiu a roupa e foi nessa hora que voltei pro meu quarto.
No dia seguinte, levantei e fui passar café só de cueca. Ele ainda estava deitado, peladão e com o pau semiduro. Acordei-o e disse:
— E daí, irmão, quer café?
Me olhou, sorriu e disse que sim. Disse pra vestir uma cueca, pois o Douglas estava em casa; ele me olhou por alguns segundos, sorriu e disse que o rapaz é homem e muito machão, dando uma risadinha discreta.
— É, eu esqueço que ele já é adulto! E daí, irmão!? Fudeu alguém ontem à noite?
Ele me olha meio desconfiado e diz:
— Sim, sim e sim, kkkk. Foi com duas putinhas diferentes. Mas faltou você lá com nós! Com certeza você seria o ator principal e teria todos os direitos com as duas, kkk.
— Humm, será? Na próxima com certeza eu vou, só me chama, poderia ser hoje mesmo!
— Sério?
— É, talvez! Mas antes preciso falar uma coisa com você.
Ficamos nos olhando por alguns segundos e ele se sentou. Meio que gaguejando, disse:
— O que vou te dizer, acho que você nunca iria me perdoar!
— Humm, misterioso você, hein?
— É, mas senta aqui no meu lado!
— Quê? Com você peladão!?
— Porra, cara, é papo sério!
Me sentei ao seu lado. Ele se virou pra mim — eu só olhando pras suas bolas e o pauzão, imaginando tudo aquilo no cu do meu filho e algum dia na minha mulher. Ele acariciava as bolas e disse:
— Irmão, a real é que ontem... e hoje também, eu... fudi!
— É... dá pra ver que você ainda está com tesão, cara. Você sempre está com vontade? Só olha pro seu pau, ele não mente! Seu pervertido, kkkk.
Colocou a mão sobre ele, deu uma risada e disse:
— É, ainda não foi o suficiente!
— Bha, vai te fuder! kkkk. Então, irmão, ontem eu... eu e... eu fudi... o... cara, que situação!
— Julião, você quer me dizer que você e o meu filho!?
— Bha, desculpa, que merda eu fiz!!! Como você sabe?
— Kkkk... eu assisti tudo!
— Porra, cara!
— Julião, fica tranquilo, eu curti!
— Quê?
— É!
— Então você não está bravo comigo?
— Claro que não! Vocês são adultos!
— Bha, irmão! E por que você falou que o meu pau é tão grande como o seu, seu cavalo mentiroso!?
— Bha, era só pra excitar mais ele, kkkk.
— Então você sabe que ele é, né?
— Sim! Agora sim! Mas tenho outra coisa pra falar, cara!
— Humm, não vai me dizer que você fudeu a minha mulher também?
Me olhou, deu um sorriso e disse:
— Como você...?
— É, irmão, você até pode ser o garanhão da família, mas é muito burro!!
— Mas ela também?
— É, né! Mas como você sabe?
— Kkk, é irmão, eu não sabia, mas agora sei! Seu otário babaca, foi você quem falou! E aí, meu, como vai ser agora nós dois?
— Por mim, tudo bem! E você, o que acha disso?
— Na real, eu estava esperando isso acontecer há muito tempo...
— Porra, meu! Sério mesmo? kkk.
— Sério?
— Humm, sério! kkkk. Vamos tomar um café?
— Espera aí, meu! E sobre nós?
— Tudo normal! Julião, vamos tomar um café?
— Mas!
— Vamos?
— Tá, tranquilo! Está tudo bem, mas quero saber tudo!!
— Tudo?
— Sim, tudo! E quero detalhes!! Mas antes de tudo, você fudeu o cuzinho dela?
— É! Claro, né, irmão! Foi o que eu fudi primeiro! Porra, irmão, ela ficou enlouquecida! E que cuzinho apertado, hein? Ela só quer dar ele agora!! Mas por que essa pergunta?
— Nada! Nada! kkk..
— Nada? Eu sei, ela nunca libera pra você, né?
— É!
— Mas fica tranquilo, ainda está apertadinho! Ou melhor, um pouco só!! E ela chupa?
— Sim, tudo sem deixar nada!
— Tá, tá... vamos tomar um cafezinho?
Ele se levantou, colocou uma cueca e me seguiu. Ficou sentado na cadeira e eu servindo o café. Me virei pra ele e disse sorrindo:
— Então? Quanto tempo você e ela?
— Bha, cara! Tem certeza que você quer saber?
— Sim!
— É, já faz um tempo!
— Quanto tempo, Julião? Fala! Vai direto! Quanto tempo?
— Dois anos!
— Quê?
— É!
— Dois anos fudendo o cuzinho também?
— É!
— Porra, meu, filho da mãe! Nunca iria imaginar...
— Bha!
— E com o Douglas?
— Há um ano... e há uns meses com a namorada dele!
— Porra!!! Porra! Você come tudo!!! kkk.
ESTOU ESCREVENDO A SEGUNDA PARTE DO CONTO.
O meu irmão dotado do interior - parte 02.
A situação do estado do Rio Grande do Sul já está normalizada. O meu irmão resolveu voltar e arrumar os estragos feitos pela enchente na sua chácara. Combinei com uns amigos e a minha mulher pra ir ajudá-lo nessa triste situação. Era sexta-feira; eu, ele e a minha mulher partimos pra lá. Logo que chegamos, vieram seis amigos meus em dois carros. A casa dele não foi afetada, mas a destruição nas casas próximas foi muito grande. A Anna já chegou arrumando tudo e preparando o almoço pra oito homens. Nós fizemos duplas e cada um foi resolvendo alguns problemas. À noite tudo já estava em dia. O meu amigo Tadeu resolveu ficar o final de semana na chácara pra arrumar pequenos problemas elétricos, já que nem eu nem ele temos muito conhecimento nessa área; os demais amigos foram embora. Eram 21 horas e a Anna estava fazendo o jantar. Eu, o Julião e o Tadeu estávamos na varanda bebendo umas cervejinhas e comendo torresmo. Ela avisou que o jantar estava na mesa. Jantamos e conversamos um pouco; ela estava cansada e disse que iria dormir. Julião nos falou que tem um pequeno lago a uns 30 minutos da chácara e que provavelmente deve estar cheio de peixes. Resolvemos ir pescar no dia seguinte. Saímos às 6 horas da manhã.
