Capítulo 6: Segredos na Sala

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1948 palavras
Data: 21/03/2025 07:28:52

Entramos na casa da Michelle pela porta da frente, o portão de ferro rangendo baixo, quase como um aviso que cortava o silêncio da noite. Eu ainda tentava processar o que tinha rolado no carro de aplicativo — a provocação descarada dela, a calcinha molhada jogada no colo do motorista, o jeito que ela transformava qualquer situação em algo selvagem e fora de controle. Meus pensamentos giravam, o coração batendo rápido, uma mistura de adrenalina e tensão que não me deixava relaxar. A casa deveria estar vazia. Ela tinha me dito que a família inteira — pai, mãe, irmã, todos — tinha ido pra um churrasco na casa de uns parentes do outro lado da cidade. Era pra ser só eu e ela, um momento pra respirar depois daquela loucura no carro. Mas, mal demos dois passos além do portão, um som estranho quebrou a calma: gemidos abafados, vozes sussurradas, um ritmo que vinha da sala de estar.

Michelle parou na hora, os olhos arregalados, e me agarrou pelo braço com força. Seu dedo voou pros lábios num “shhh” urgente, quase teatral.

— Quieto, Wagner — sussurrou ela, a voz baixa, mas carregada de curiosidade. O brilho nos olhos dela dizia tudo: ela não tava assustada, tava intrigada. — Tem alguém aqui.

Meu coração disparou, batendo contra as costelas como se quisesse escapar. Será que o pai dela tinha voltado mais cedo? Ou seria o Fernando, aquele babaca que vivia rondando a casa, tentando se enfiar na vida da Michelle? Mas os gemidos continuaram, cada vez mais altos, mais ritmados, misturados com risadas abafadas que ecoavam pelas paredes. Não era voz de homem. Era algo diferente, algo que eu não conseguia identificar de cara. Michelle me puxou pra trás com um gesto rápido, apontando pra janela do quarto dela, que ficava no canto da casa e tava entreaberta, a cortina balançando levemente com o vento da noite.

— Vamos por ali — disse ela, já escalando o muro baixo com uma agilidade que me surpreendeu. Eu a segui, tentando não fazer barulho, mas o tênis escorregou no concreto e o chão rangeu quando pisei dentro do quarto. Congelei, o corpo todo tenso, mas ela me acalmou com um aceno de mão, como se dissesse que tava tudo sob controle.

Dentro do quarto, o ar tava pesado com o cheiro dela — aquele perfume doce misturado com o odor cru de sexo que ainda parecia grudado na pele dela depois do programa no motel e da provocação no carro. A cama desarrumada, as roupas jogadas no canto, tudo parecia gritar Michelle. Ela foi na frente, os passos leves no chão de madeira, e parou na porta do quarto, que tava entreaberta, deixando uma fresta perfeita pra espiar a sala. Eu me aproximei, colando o corpo ao dela, sentindo o calor que emanava dela, o fôlego quente roçando meu pescoço enquanto ela empurrava a porta só o suficiente pra gente ver.

A cena na sala era um soco no estômago, uma porra de um choque que me deixou sem ar. A irmã da Michelle — a Juliana, aquela garota quieta, meio distante, que eu mal via por aí — tava deitada no sofá, completamente nua, o corpo suado brilhando sob a luz fraca da luminária de canto. As pernas dela tavam escancaradas, os joelhos dobrados, os pés plantados no estofado como se ela quisesse se abrir ainda mais. O cabelo castanho, normalmente preso num rabo de cavalo certinho, tava solto, grudado na testa com o suor, e os olhos dela tavam fechados, a boca entreaberta num gemido que parecia rasgar o silêncio. Mas o que me fez travar mesmo foi a outra pessoa ali. Não era o Fernando, nem nenhum cara que eu pudesse imaginar. Era uma mulher mais velha, uns 40 anos, talvez mais, com a pele clara, quase pálida, cabelos curtos e grisalhos cortados num estilo duro, masculino. O corpo dela era forte, os ombros largos, os braços musculosos, e as mãos — caralho, as mãos dela eram grandes, brutas, e uma delas tava inteira enfiada na buceta da Juliana.

Era surreal. A mão daquela mulher — o punho todo, até o pulso — tava enterrada dentro da Juliana, fudendo ela com uma força que eu nunca tinha imaginado ser possível. O braço dela se movia num ritmo implacável, entrando e saindo com uma cadência brutal, o som molhado e sujo enchendo a sala como um tambor obsceno. A buceta da Juliana tava esticada ao limite, os lábios inchados e vermelhos, o líquido escorrendo pelo punho da mulher, pingando no sofá e no tapete xadrez que cobria o chão. Juliana gritava, o rosto vermelho, as unhas cravadas no estofado, rasgando o tecido enquanto o corpo tremia inteiro, as coxas grossas sacudindo com cada estocada do punho.

— Isso, minha putinha, toma tudo — dizia a mulher, a voz grave, rouca, carregada de uma autoridade que fazia os gemidos da Juliana parecerem ainda mais desesperados. Ela girava o punho lá dentro, os músculos do antebraço flexionando sob a pele, e Juliana arqueava as costas, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros apontando pro teto. — Quer mais, quer? Abre essa buceta pra mim, sua vadia.

Juliana não respondia com palavras, só com gritos, os olhos revirando nas órbitas enquanto a mulher acelerava, o punho bombeando com uma força que parecia impossível. O som era visceral — carne molhada se chocando, o líquido escorrendo em jatos curtos, o estalo do punho entrando e saindo. A mulher riu baixo, os olhos fixos na Juliana, e de repente mudou o ângulo, empurrando o punho ainda mais fundo, até o antebraço quase sumir dentro dela. Juliana gritou mais alto, o corpo convulsionando como se tivesse levado um choque, e então aconteceu: ela começou a mijar. Um jato forte, quente, explodiu dela, molhando o tapete, o sofá, a mão da mulher, que não parou. O líquido escorria pelo braço da mulher, pingando no chão em poças brilhantes, e ela ria alto, um som gutural, quase selvagem, enquanto continuava fudendo a Juliana sem piedade.

— Isso, goza pra mim, sua porca — disse a mulher, o punho girando mais rápido, o braço todo melado até o cotovelo. Juliana tremia inteira, o corpo fora de controle, as coxas abertas ao máximo, a buceta pulsando em volta do punho enquanto o jato de mijo continuava, misturado com o gozo que escorria em fios grossos e brancos. Era sujo, era intenso, era uma porra de uma cena que eu nunca ia esquecer.

Ao meu lado, Michelle tava hipnotizada. O rosto dela, colado na fresta da porta, brilhava com uma mistura de choque e tesão puro. Sem aviso, ela levantou o vestido — ainda sem calcinha, o tecido molhado que ela tinha jogado pro motorista agora só uma lembrança — e enfiou a mão entre as pernas. Os dedos dela entraram na buceta com uma urgência selvagem, deslizando rápido, o som molhado dos movimentos dela se misturando aos gemidos da sala. Ela gemia baixinho, o fôlego quente contra meu pescoço, os olhos grudados na irmã sendo arrombada.

— Caralho, Wagner, olha isso… ela tá sendo arrombada — sussurrou ela, ofegante, os dedos trabalhando mais rápido, entrando e saindo da buceta com uma força que fazia o corpo dela tremer. — Tão gostoso, tão sujo… olha como ela tá gozando, porra.

Eu não conseguia tirar os olhos da sala. A mulher tirou o punho devagar, o braço todo melado, brilhando com o mijo e o gozo da Juliana, e se inclinou pra beijar o rosto dela, lambendo o suor da testa enquanto Juliana ofegava, o corpo ainda tremendo em espasmos. As duas começaram a se abraçar, sussurrando coisas baixas, promessas sujas que eu não conseguia ouvir direito, mas que faziam Juliana rir entre os suspiros.

Michelle não aguentou mais. Os dedos dela entraram mais fundo, o polegar esfregando o clitóris com uma pressão frenética, e ela gozou ali mesmo, contra a porta, o corpo sacudindo num orgasmo silencioso. Ela mordeu o lábio pra não gritar, os olhos ainda fixos na cena, a buceta pingando no chão do quarto, deixando uma poça pequena que brilhava na luz fraca. Eu tava duro como pedra, o pau pulsando na calça, o tecido esticando tanto que doía, mas eu não sabia o que fazer — se corria pra sala, se me jogava na Michelle ali mesmo, ou se só continuava olhando.

Ela se recompôs, o vestido ainda levantado, a buceta à mostra, e me olhou com aquele sorriso safado que eu conhecia tão bem.

— Que loucura, Wagner… — disse ela, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. — Vamos pro quarto, quero você me fudendo agora.

Não precisei de mais nada. Agarrei ela pelo braço, quase tropeçando na pressa, e tranquei a porta do quarto com um giro rápido da chave. O som da tranca clicando foi como um gatilho. Joguei ela na cama, o colchão rangendo sob o peso, e ela caiu de costas, as pernas abertas, o vestido embolado na cintura. O cheiro da buceta dela — molhada, quente, misturado com o suor da noite — encheu o ar, e eu arranquei a calça em segundos, o pau duro saltando livre, pulsando com uma vontade que eu mal conseguia controlar.

— Me fode, Wagner, me fode com força — disse ela, a voz rouca, os olhos brilhando com um tesão que parecia infinito. Ela levantou as coxas, segurando as pernas com as mãos, abrindo a buceta pra mim como um convite.

Eu não esperei. Me joguei sobre ela, o pau deslizando pra dentro da buceta num movimento só, fundo, até o talo. Ela era quente, molhada, apertada, e gritou quando eu comecei a meter, o quadril batendo contra o dela com uma força que fazia a cama tremer. O som da carne se chocando — o estalo das coxas dela contra meu corpo, o barulho molhado do pau entrando e saindo — encheu o quarto, misturado com os gemidos dela, altos, sem vergonha.

— Isso, porra, me fode, me arromba — gritava ela, as unhas cravando nas minhas costas, rasgando a pele enquanto eu socava mais rápido, mais fundo. A buceta dela pulsava em volta do pau, apertando cada vez que eu entrava, o líquido escorrendo pelas coxas, molhando os lençóis. Ela jogou a cabeça pra trás, o cabelo bagunçado espalhado no travesseiro, e começou a falar da irmã, as palavras saindo entre os gemidos.

— Caralho, Wagner, você viu ela? O punho inteiro naquela buceta… ela mijando, gozando… queria ser eu ali, sendo fodida assim.

Eu não respondi, só meti mais forte, o tesão subindo como uma onda. Puxei ela pro canto da cama, virei ela de quatro, as mãos agarrando a bunda grossa, abrindo as nádegas pra ver o cu apertado piscando pra mim. Cuspi ali, esfregando o pau na entrada, e ela gemeu alto, empinando ainda mais.

— Mete no meu cu, vai, me fode todinha — pediu ela, a voz tremendo de vontade.

Entrei devagar, o cu dela apertando o pau como um torno, quente e estreito, mas ela empurrou contra mim, forçando até eu estar todo dentro. Comecei a bombar, primeiro lento, depois rápido, o pau deslizando com força enquanto ela gritava, as mãos agarrando os lençóis, rasgando o tecido. A buceta pingava no colchão, o líquido escorrendo pelas coxas, e eu metia no cu dela com uma raiva que era puro tesão, o corpo suado colado ao dela.

— Goza comigo, Wagner, goza dentro de mim — disse ela, a voz quebrando, o corpo tremendo enquanto esfregava a buceta com os dedos, frenética.

Eu não aguentei mais. O pau pulsou forte, e eu gozei, enchendo o cu dela com jatos quentes, o corpo todo sacudindo enquanto ela gritava, gozando junto, a buceta jorrando no colchão num orgasmo que parecia não acabar. Caímos na cama, suados, ofegantes, o quarto fedendo a sexo, os gemidos da sala ainda ecoando baixinho pelas paredes enquanto a noite engolia tudo.

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