Que dedada maravilhosa no meio do expediente

Um conto erótico de Penélope
Categoria: Heterossexual
Contém 734 palavras
Data: 26/03/2025 08:49:34
Última revisão: 13/03/2026 05:27:59

Plantão de 24 horas no sábado já é horrível por ser final de semana; sabendo que serão 36 horas — com mais 12 horas no outro emprego no domingo —, só algo muito bom para aliviar.

​Sou a Penélope, uma preta da bunda firme, dos seios médios e com cara de safada. Não adianta omitir, porque tenho cara de puta, e a história que quero trazer ocorreu porque calhou de o meu plantão coincidir com o do cafajeste que sabe os meus pontos fracos. Já ficamos algumas vezes e ele tem um poder de dominar não só com a voz, mas com atos. Ele me toca e eu fico mole; ele abusa do meu corpo com as mãos, sabe usar as palavras certas e fala dentro do meu ouvido. Nenhum outro homem com quem fiquei sabe mexer tanto comigo como esse pilantra. Ele não pede, ele invade, e eu ainda facilito. Por que facilito? Pois bem, vamos lá...

​Estava descansando do almoço do lado de fora do trabalho, em uma praça, fazendo meus crochês. Ele passou e eu pedi para ele trazer chocolate. Passados alguns minutos, ele retornou, mostrou-me a sacola com o doce e pediu para eu ir buscar na sua sala. Trabalhamos no mesmo setor. Gritei que não iria; sabia que seria "abusada" e reconheço que não tenho forças para dizer não, por isso prefiro evitar.

​Chegou uma paciente idosa precisando de ajuda. Eu a acompanhei até a sala do dito-cujo para fazer o exame e ele, imediatamente, pediu para a acompanhante da senhora aguardar sentada na longarina e me usou como a pessoa que ajudaria na realização do procedimento.

​Óbvio que eu já sabia o próximo passo. Ele colocou a paciente na máquina e me beijou gostoso por três vezes; tudo muito rápido. As "rapidinhas" são as piores, pois marcam muito. Saí da sala completamente úmida e desnorteada.

​Logo depois, ele começou a enviar mensagens para eu ir buscar o chocolate. Porra, eu sabia que seria penetrada. Já aconteceu de ele baixar minha calça e comer meu cu sem pena no passado; sabia que poderia acontecer novamente. Relutei. Ele foi ao meu setor, lotado de gente, com aquela cara de cafajeste estampada, e perguntou qual seria a sobremesa no refeitório. Eu respondi com um sorriso.

​Por volta das 16h, fui buscar o bendito chocolate com um material na mão, alegando que estaria com pressa. Não funcionou. Fui arrastada para dentro do "alçapão" e, mais uma vez, fui beijada. Aí a mão boba atuou com força: primeiro ele apalpou e apertou meus seios; depois, enfiou a mão dentro da minha calça de trabalho, puxou a calcinha e foi direto ao meu clitóris. Ele deve ter algum GPS, pois enquanto alguns não sabem onde fica nem olhando, ele acertou sem ver e começou a esfregar o dedo para cima e para baixo.

​Eu já estava como? Molhada, indefesa. Ele me beijando, me xingando e roçando o volume do pau na calça em mim. Não mensuro o tempo que fiquei na sala dele, mas a "siririca" que ele fez em mim, apesar de célere, me fez gozar. Quando consegui me desvencilhar dos ataques, saí sem destino. Ele continuou enviando mensagens pelo WhatsApp, perguntando se eu tinha desistido do chocolate, dizendo que estava "chupando o dedo" e que a minha buceta era cheirosa e saborosa.

​Como faço aniversário em abril, ele pediu para me chupar como presente. Caralho, isso tudo na mesma hora pelo WhatsApp! Resumi dizendo que não iria buscar mais nada e que não voltaria mais à sala dele. Nunca mais.

​Claro que foi uma posição momentânea. A buceta piscando, querendo paulada, a memória gritando a todo momento e ele atazanando, perguntando se tinha acertado o clitóris quando me masturbou. E eu voltei. Sou uma sem palavra, mas, dessa vez, apenas recebi a barra de chocolate sem qualquer outro ataque.

​Acho que vou aceitar a sugestão do presente de aniversário. Afinal, se com o dedo ele me fez gozar, com a língua vou ter mais que uma gozada; quem sabe orgasmos e squirts.

​A loucura ajudou a manter meu plantão em paz, porque fiquei relaxada. Mas a presença dele é uma tentação. O cachorro é um negão alto, forte e gostoso. Tem um beijo maravilhoso, o perfume dele me embriaga e ele é dono de uma voz forte e imponente. Tem pegada e sabe como me tocar. De fato, é difícil.

​Beijos, até a próxima.

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Suzane
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