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Depois dos nossos beijos eu voltei para casa com o coração acelerado. Tomei um banho frio e fui arrumar o almoço. Como não estava programado para almoçar em casa, acabei levando um bom tempo entre fazer tudo e limpar tudo. Serviço de casa é terrível, parece que nunca acaba.
Conversei com minha dupla de bioquímica e fiquei inteirado de tudo que teve na aula. Numa tentativa compensar o prejuízo, comecei a revisar tudo e a tentar me preparar da melhor forma para a aula do dia seguinte. Cada folha lida precisava ser relida, porque minha cabeça voltava exatamente para o momento em que eu beijava Alan.
A tarde passou muito lentamente, mas consegui estudar bastante coisa, mesmo devaneando um pouco. O sol já estava se pondo quando Alan mandou mensagem falando que a mãe estava chamando para jantar na casa dele como agradecimento pela ajuda com a queda.
Instintivamente, tomei outro banho e estava arrumado como se fosse para uma festa. Olhei no espelho e me senti meio idiota. Acabei trocando de roupa e colocando uma coisa mais básica.
Toquei a campainha do apartamento e em menos de três segundos Alan abriu a porta.
- Boa noite, meu socorrista!
- Boa noite, rapaz desequilibrado!
Rimos os dois da piada boba e sem graça que era uma meia verdade.
- Boa noite, meu filho! - A mãe de Alan me saudou e me abraçou logo em seguida de maneira tão rápida que tomei um susto.
- Obrigada por ajudar meu filho, esse menino quer me matar do coração. Você sabe como é, filho cresce, mas a mãe acha que é tudo pequeno a vida toda!
- Imagina, não fiz mais do que a minha obrigação. Seu filho é meu amigo.
- Vamos comer, mãe? Vocês estão aí falando de mim como se eu não estivesse aqui e eu com fome. Vamos comer, eu ainda quero chamar Paulo pra jogar videogame, aproveitar que não tem nada muito puxado na faculdade ainda.
A mãe de Alan tinha feito uma lasanha e estava tudo tão bom que só não peguei uma terceira fatia porque lembrei da educação que minha mãe tinha dado e tentei usar. Também tentei ajudar a arrumar as louças, mas fui expulso da cozinha.
Ficamos eu e Alan na sala. Ele me olhava com um sorriso malicioso no rosto, o mesmo do dia em que me viu sem camisa.
- Só concorda com o que eu falar! Falou baixinho perto de mim.
- Mãe, vou levar o videogame lá para a casa de Paulo, aí a gente pode gritar sem acordar a senhora, quero dar uma surra nele no Mortal Kombat! Acho que vou dormir por também.
- Está bom, mas não incomodem os outros vizinhos.
Eu só balançava a cabeça e sorria, por dentro meu coração começava a disparar novamente pensando nas possibilidades.
Alan arrumou a mochila e fomos para minha casa. O percurso, que era de um corredor e das escadas, parecia ter muitos metros e ninguém falava nada. Chegamos, abri a porta e nós entramos.
Nem bem entramos em casa, Alan larga a mochila no sofá e pula em mim. Não foi maneira de dizer, ele literalmente pulou em mim e me apertou num abraço. Acho que se alguém estivesse vendo a cena não deixaria passar o tamanho do meu sorriso enquanto era apertado.
Emendamos um abraço num beijo e parecia que a cada beijo trocado os nossos beijos ficavam melhores. Estamos os dois de pé, no meio da sala com os lábios colados, sentido os lábios, o cheiro e a presença um do outro.
- Você não está achando que vai escapar da surra do Mortal Kombat?
- Eu? Foi você que me agarrou!
- Eu sou um moço de família, Paulo, não faço essas coisas! Agora, vem e me ajuda a instalar o jogo.
O ar parecia mais leve quando eu estava perto de Alan, passamos quase vinte minutos plugando os cabos. O trabalho em si levaria dois minutos, mas passamos a maior parte do tempo nos beijando.
Nos sentamos no chão, encostados no sofá e começamos a jogar. Alan escolheu o Liu Kang, segundo ele era o personagem mais parecido com ele. Eu escolhi a Kitana por causa dos leques, brincando que talvez ajudassem no calor.
Eu nunca tinha jogado e o resultado da primeira luta foi vergonhoso, metade do tempo eu apanhava e na outra metade o boneco dele me batia. Perdi feio. Alan ria bastante da situação e eu estava me sentindo muito bem com aquilo. Ele parecia estar feliz e essa sensação de fazer alguém feliz era muito boa de sentir. Nossos joelhos estavam se tocando e aquele toque fazia meu coração disparar.
- Paulo, eu nunca fiz isso. Tipo, eu sei tudo e mais um pouco na teoria, tentei me preparar e tudo mais, mas eu estou nervoso, promete que vai ter calma comigo?
- Sempre. Já fiz antes, mas não sou nenhum expert, relaxa, a gente vai aprendendo juntos e ...
- O que?
- Eu queria que fosse minha primeira vez também.
- Por quê?
- Meu coração dispara quando eu estou perto de você e eu não tenho arritmia.
Alan pulou no meu colo e se sentou de frente para mim. Coloquei minha mão na sua nuca e puxei para um beijo. Dessa vez com menos romantismo, com muito desejo e tesão. Nossas línguas se enroscavam numa dança, enquanto nossas mãos passeavam pelas nossas costas e peitos.
Meu pau pulsava e eu sentia que o de Alan também estava duro.
- Vamos para o quarto? – Perguntei sem saber até onde iríamos chegar, não queria avançar demais, queria que ele tivesse uma primeira vez inesquecível, não só por ser uma primeira vez, mas por ser boa.
- Por favor.
Alan pegou uma nécessaire na mochila e sorriu.
- Eu te falei que sabia tudo na teoria, aqui temos o material para o nosso trabalho.
Ele sempre gostava de fazer piadinhas e eu estava amando aquilo
Peguei na sua mão e fui guiando até o quarto. Esperei ele se sentar na cama e comecei a tirar minha roupa devagar. Achei que ele fosse fazer alguma piadinha sobre um striptease, mas ele só me olhava sério, quase sem piscar. Quando estava só de cueca, sentei-me na cama.
- Sua vez, agora.
- Eu vou morrer de vergonha e tesão ao mesmo tempo! Apaga a luz, por favor!
- Vou deixar só o abajur acesso, tudo bem?
Alan fez que sim com a cabeça e fechou os olhos enquanto tirava a roupa. A Luz amarelada e baixa do abajur deixava a cor da sua pele engraçada, mas eu estava adorando ver cada pedaço daquele corpo que estava deixando o meu naquele estado.
Eu nunca pensei que ia sentir tanto tesão por um cara com o corpo normal, Alan não era malhado, era magro, mas harmônico. Enquanto ele terminava de tirar a roupa e ficava só de cueca, levantei e me posicionei atrás dele. Fui encostando de leve e aos poucos sentia meu pau dentro da cueca pressionando a bunda dele, que não era grande, mas era redondinha. Abracei ele por trás e dei um beijo no pescoço dele.
- Caralho. – Foi a única coisa que ele falou enquanto se arrepiava todo.
- Você quer me chupar?
- Você não faz ideia do quanto?
Alan me olhou nos olhos, beijou minha boca e começou a descer em direção ao meu pau. Ele ficou de joelhos encarando meu pau que pulsava dentro da cueca e foi baixando minha cueca devagar. Meu pau ficou livre da cueca apertada, saltando e acertando o rosto de Alan, que não poderia perder a chance de fazer uma piada.
- Fatality!
Não pude deixar de sorrir com a piada boba, mas fui interrompido quando ele colocou a cabeça do meu pau na boca. Ele não tinha muita experiência, dava para perceber, mas tudo que fazia era com muito tesão e cuidado. Cada vez que ele passava a língua na cabeça do meu pau eu gemia baixinho.
Ele tentou colocar meu pau todo na boca, mas acabou se engasgando e continuou a chupar me fazendo ter espasmos de prazer.
Eu nunca fui de gozar rápido, mas se ele continuasse chupando meu pau daquele jeito eu ia gozar.
Levantei ele e foi minha vez de tirar a cueca dele. Tinha uma mancha de pré-gozo na cueca que denunciava que ele estava com tanto tesão quanto eu.
Foi a primeira vez que vi a bunda ele nu. Ele tinha o pau um pouco menor que o meu, tinha os pelos aparados e a bunda mais linda que eu já tinha visto. A única reação que tive foi abaixa e dar uma mordida.
- Aí! Não é para comer assim, não!
- Calma, eu vou fazer do jeito certo.
Inclinei Alan na cama e abri aquela bunda. O cuzinho que apareceu me deixou mais doido de tesão. Eu sentia meus batimentos nos tímpanos.
Eu nunca tinha passado a língua num cuzinho, tinha visto em filmes, mas abaixar e passar a língua naquele cuzinho era única coisa sensata que eu podia fazer e cada vez que minha língua fazia movimentos Alan se contorcia e gemia.
- Paulo, me come, por favor! Passa o gel que eu trouxe, coloca uma camisinha e me come, não demora, por favor!
Peguei o gel, coloquei a camisinha, mas ainda precisava brincar um pouco com o cuzinho dele antes de meter. Passei o gel e comecei a massagear e fazer movimentos circulares com o dedo, enquanto o cuzinho de Alan piscava. Coloquei um dedo e ele gemeu mais forte. Com o segundo dedo ele estava apertando o lençol e no terceiro ele me olhava implorando para que eu o comesse.
- Fica de ladinho, vai ser mais fácil de entrar e não vai incomodar tanto.
Alan ficou de lado. Eu passei bastante gel no meu pau e no cuzinho dele e posicionei a cabeça do meu pau na entrada. Comecei a pressionar e não demorou muito estava com a cabeça do pau dentro daquele cuzinho apertado. Esperei ele se acostumar por uns instantes e fui colocando tudo. Estava todo dentro dele e o envolvi num abraço apertado enquanto cheirava seu pescoço. Alan estava todo arrepiado e seu cuzinho piscava apertando meu pau e me deixando maluco.
Quando percebi que ele estava acostumado com meu pau, comecei a me mexer, tirando um pouco e colocando, enquanto ele se masturbava e gemia.
Comecei a aumentar o ritmo, quase tirando o pau todo e colocando novamente.
- Se você tirar o pau daí eu te mato.
Ao ouvir isso, meti o pau todo e arranquei um gemido gostoso. Passei um pouco mais e lubrificante e aumentei o ritmo.
Eu sentia cada centímetro do meu pau entrando naquele cuzinho e era a melhor sensação que eu já tinha sentido na vida.
Senti a respiração de Alan ficar mais pesada e ele me falou que estava muito perto de gozar. Eu também estava muito perto e aumentei o ritmo. Assim que senti que ele estava gozando eu não aguentei, gozei muito. Nós dois gemíamos baixo enquanto gozávamos. Alan sujando a cama toda e eu enchendo a camisinha.
- Paulo, você me fez o cara mais feliz do mundo hoje!
[continua]