Não era o tipo que eu queria. Queria algo mais intenso, mais perigoso. Tentei me desvencilhar:
— Hoje não, já combinei com outro.
— Relaxa, gata, te dou 100 reais por uma rapidinha — insistiu ele, me puxando com força. Sua mão subiu pela fenda da saia, apertando minha coxa, enquanto a outra roçava meu decote. Ele cheirou meu pescoço, a boca descendo até o vale dos meus seios, me deixando tonta de vergonha e tesão.
— Para com isso! — gritei, empurrando-o com força. — Eu cobro muito mais, tá?
Saí correndo em direção à Lapa, o salto quase me derrubando. De repente, alguém segurou meu braço. Virei pronta para xingar, mas era um homem diferente: uns 50 anos, elegante, de terno impecável, cabelo grisalho e um olhar que me devorava.
— Calma, linda. Vi aquele moleque te agarrando. Quase interferi — disse ele, voz grave.
Respirei fundo, já mais segura, e joguei o charme:
— Quer um programa comigo?
— Depende. O que tá incluso?
— Tudo que você imaginar — respondi, piscando.
— Tem anal? — perguntou, sem rodeios.
— Tem, mas é mais caro — falei, sentindo um frio na barriga.
— Quanto?
— 600 o pacote completo. Tá bom?
— Caramba, vamos lá.
Subimos uma escadaria estreita, onde duas prostitutas se ofereciam na entrada. Baixei a cabeça, envergonhada, mas ele só ria, subindo atrás de mim e elogiando minha bunda com um tapa leve. No balcão, um atendente mal-humorado cobrou cinquenta reais pelo quarto. Pegamos toalhas mofadas e uma camisinha vagabunda antes de entrarmos num cubículo fedendo a mofo e sexo velho.
O quarto era um nojo: paredes descascadas, teto alto com gesso caindo, uma cama que rangia só de olhar. Ele não ligava. Tirou a roupa rapidinho, revelando um corpo peludo e um pau já duro, apontando pra mim. Tirei minha roupa com cuidado, dobrando tudo numa cadeira quebrada. Fiquei só de cinta-liga e me aproximei da cama, onde ele me esperava, se masturbando devagar.
— Dinheiro primeiro — avisei, firme.
Ele bufou, pegou a carteira e me deu 3 notas de 200. Guardei na bolsa e me deitei ao lado dele. Peguei seu pau grosso, a cabeça roxa brilhando de tão inchada. Beijei a ponta, mordi de leve, e ele gemeu alto. Abocanhei tudo, sentindo o calor pulsar na minha garganta enquanto o masturbava com a mão. Ele empurrava o quadril, gemendo rouco, e eu alternava entre chupadas fortes e lambidas lentas, cuspindo pra deixar mais escorregadio.
Quando achei que ele ia gozar na minha boca, ele me puxou pra cima e tentou meter direto.
— Calma, a camisinha! — protestei.
— Sem camisinha é mais gostoso, vai — insistiu, forçando.
— No trabalho, só com proteção. Sem chance.
— Te chupo e pago mais cem, que tal?
— Dinheiro na mão — retruquei.
Ele me deu a nota, e eu abri as pernas. Ele caiu de boca na minha buceta, chupando com uma vontade que me fez tremer. Soltei um gemido alto, rebolando na cara dele enquanto um peido escapava sem querer — o que só o deixou mais louco. Gozei forte, o corpo mole de prazer.
Aproveitando meu estado, ele meteu sem camisinha, fundo e rápido. Eu gemia, xingava, pedia mais. Ele me virou de quatro, socando com força, batendo na minha bunda e gritando:
— Toma, sua puta gostosa! Rebola nesse pau, vadia!
Gozei de novo, um orgasmo que me fez gritar e quase apagar. Ele abriu minha bunda, cuspiu no meu cu e forçou a entrada. Doeu pra caralho, uma ardência que me fez gritar:
— Para, devagar, seu filho da puta!
— Puta dá o cu sem reclamar, abre esse rabo! — retrucou, metendo tudo de uma vez.
A dor virou prazer, e eu rebolava, pedindo mais enquanto ele me xingava. Ele gozou dentro, o pau pulsando, o esperma quente escorrendo pelo meu rego com um “ploc” molhado. Corri pro banheiro, me lavei num chuveiro vagabundo e voltei pra me vestir. Ele ainda estava na cama, todo melado.
— Se limpa, vai — mandei, jogando uma toalha.
— Você é foda. Valeu cada real — disse ele, se vestindo.
Naquela noite, transamos de novo. Quer gozar olhando minhas fotos e videos peladinha enquanto lê meus conto? me chame 4,1,9,9,9,6,2,8,9,0,6 vc vai amar meus packs rs, também pode me procurar no insta Renatavonsk