relato de domingo com minha esposa e meu amigo

Um conto erótico de anon
Categoria: Heterossexual
Contém 1039 palavras
Data: 28/03/2025 16:56:37

Nunca imaginei que ia curtir ver outro cara comer minha mulher, mas puta que pariu, foi do caralho. A Rose sempre foi aquela mina tímida, sabe? De cabeça baixa, olhar envergonhado, mas com um corpo que chama atenção sem ela nem perceber—especialmente aquele rabo enorme, redondo, que balançava gostoso toda vez que ela andava. O Bruno, meu amigo desde a infância, foi o primeiro a cair no jogo.

Tudo começou num dia normal. A Rose tava lá no quintal lavando roupa, de um shorts curtíssimo que mal cobria a metade daquela bunda gigante e uma camiseta velha que subia toda vez que ela se esticava pra pendurar as roupas no varal. O Bruno veio aqui buscar uma chave que eu tinha emprestado e, mano, o cara TRAVOU na porta. Não foi um olhar descarado, mas deu pra ver ele engolindo seco quando ela virou e aquele shorts quase desapareceu entre as nádegas dela. Eu fiquei quieto, só observando, mas já senti uma coisa esquisita na barriga.

Nos dias seguintes, comecei a reparar em cada detalhe: a Rose passando pelo corredor quando o Bruno tava na sala, arrumando o cabelo quando ele chegava, demorando no banho nos dias que ele vinha aqui. Uma vez, ela deixou o celular na mesa com o browser aberto num site +18, e quando o Bruno foi pegar, ela ficou toda corada, fingindo que não era dela. Outra hora, ela "sem querer" deixou cair um pote de geleia e teve que se abaixar pra limpar—de saia sem calcinha. O Bruno quase engasgou com a cerveja.

Aí veio o dia que me deixou maluco. O Bruno tinha vindo assistir um jogo aqui em casa e acabou dormindo. No dia seguinte, ele foi tomar banho, e eu tava na cozinha quando vi a Rose parada no corredor, colada na parede, olhando fixo pra fresta da porta do banheiro. O vapor escapava, dava pra ouvir o barulho do chuveiro, e ela tava lá, com a mão escondida sob a blusa, os dedos se mexendo devagar—e aquele shorts colado na bunda, arrebitado, como se ela soubesse que eu tava vendo. Meu pau ficou duro na hora. O Bruno abriu a porta de supetão, só de toalha na cintura, pingando água, e ela deu um pulo pra trás, toda corada.

— Tá tudo bem, Rose? — ele perguntou, com a voz mais grossa que o normal.

Ela gaguejou qualquer coisa sobre “procurar o João” e saiu vazada pro quarto. Mas eu vi o olhar que o Bruno deu pra bunda dela quando ela virou—aquele rabo balançando de um lado pro outro, quase como um convite—e pior, vi que ela sabia que ele tava olhando.

Naquela noite, no escuro do quarto, a Rose me puxou por cima dela e gemeu mais alto que o normal. Aí, no meu ouvido, ela sussurrou: *“Imagina que é ele…”* — mano, quase gozei na hora.

Depois disso, o jogo ficou pesado. O Bruno começou a vir mais vezes, sempre com desculpa—*“vim buscar uma ferramenta”*, *“preciso de uma informação”*—mas os olhos dele nunca mentiam. E a Rose? Tava cada vez mais ousada: vestido que abria quando ela se sentava, decote mostrando metade dos peitos, calcinha marcando quando o Bruno tava por perto—e sempre, sempre, aquele rabo empinado, como se ela quisesse que a gente visse. Uma vez, ela deixou a gente "sem querer" ver a calcinha molhada no varal. Outra, pediu pro Bruno pegar um prato no alto do armário e ficou embaixo dele, olhando com o decote à mostra.

Até que, num domingo de ressaca, o Bruno soltou a real:

— João… tua mulher tá me provocando.

Fingi que tava de boa, mas já tava com o pau latejando.

— Provocando como? — perguntei, tomando um gole de cerveja.

Ele riu, esfregou a nuca. — Porra, mano. Ontem ela passou na minha frente com a calcinha marcando naquele vestido rosa. A bunda dela quase escapando. Não tem como isso ser sem querer.

— E o que você faria se não fosse sem querer? — perguntei, olhando pra cozinha, onde a Rose tava lavando louça, de costas, com o vestido colado no corpo, aquele rabão empinado pra trás como um prato cheio.

O Bruno segurou meu olhar e respondeu, baixinho: — Pediria pra ver mais.

Foi aí que eu entendi: ela não tava só provocando ele. Tava provocando a gente **os dois**.

E foi assim que rolou. Naquela mesma noite, depois de algumas cervejas, a Rose ficou mais solta, rindo alto, encostando no Bruno sem vergonha—e sempre, sempre com aquele rabo em evidência, esfregando nele quando passava, sentando de um jeito que deixava tudo à mostra. Até que, em um momento, ela olhou pra mim, depois pra ele, e falou, tímida mas com um sorriso safado:

— Vocês dois tão me deixando louca.

O Bruno não perdeu tempo. Puxou ela pra perto e beijou ela na boca, e eu vi os olhos dela fecharem, a mão dela agarrando o braço dele. Me aproximei por trás, agarrei aquele rabo enorme com as duas mãos, e ela gemeu entre os dois.

Aí foi só loucura. A Rose no meio da gente, beijando os dois, as mãos dela em mim e no Bruno, até que ela acabou de joelhos, com os dois na boca, alternando entre nós—e sempre com aquele rabão pra cima, balançando, enquanto a gente mexia nela. Depois, ela deitou na cama, e o Bruno foi primeiro, metendo nela por trás enquanto eu beijava ela e ela apertava meu pau na mão. Quando eu entrei, ela gemeu mais alto ainda, e o Bruno ficou do lado, passando a mão naquela bunda gigante, apertando, batendo, até que ela gozou gritando, com os dois dentro dela.

No final, a Rose ficou deitada entre a gente, toda molhada, com aquele sorriso tímido mas satisfeito, e o Bruno olhou pra mim e falou:

— João… tua mulher é um tesão.

E eu só concordei, porque puta que pariu—ela era. E aquele rabo? Nunca mais ia ser só meu. E eu tava mais do que de boa com isso.

— Podemos repetir quando quiser, né? — o Bruno soltou, tomando um gole da cerveja.

A Rose, ainda toda vermelha, mas com um brilho safado no olho, sussurrou:

— Podem vir mais vezes…

Fechou o domingo perfeito.

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Comentários

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Gostei do conto , eu já tive que sedar a minha pra deixar ela no jeito para ver outro possui lá foi demais aquela baita rola entrar na bocetinha apertada de japinha

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Na hora boa parou o conto, quero saber detalhes do resto do que aconteceu, adoraria ver fotos dela, vamos conversar? me lembre do título do conto por eu ler vários outros, segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

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