Atendendo o pedido da colega

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 761 palavras
Data: 12/03/2025 15:02:06
Última revisão: 14/03/2026 07:12:44

Era 2017, o ano em que mudei de local de trabalho de forma compulsória. Passei a assumir o plantão aos sábados em uma unidade que era bastante movimentada. Como não conhecia ninguém, tratei de não atrasar na rendição do primeiro dia.

​Bati na porta da sala onde iria trabalhar com cerca de vinte minutos de antecedência. A porta abriu: era uma colega de trabalho, uma jovem senhora, morena clara, alta, de cabelo comprido. Me apresentei: "Sou o Marcos". Ela viu um negro alto, barrigudo e já de meia-idade, e fui bem recepcionado. Aproveitei que ainda tinha alguns minutos antes de começar o expediente, entrei em uma sala reservada para a troca de roupa dos pacientes e vesti o uniforme. Na volta para o setor, a colega — que vou chamar de Suzane — disse, sem qualquer cerimônia: "Pode trocar de roupa na minha frente, não tem problema; na área da saúde não temos sexo".

​Recebi a informação com "maldade". Apesar de o uniforme não favorecer ninguém, confesso que passei a olhar para ela com outros olhos; dei até beijo no rosto e abraços quando ela foi embora.

​Na próxima semana, ela abriu a porta e disse que estava com pressa. Novamente, disse que eu poderia trocar de roupa ali mesmo. Dessa vez, fui sem cueca. Novamente cheguei cedo, até porque ela tinha pedido por conta de um evento no centro da cidade. Fechei a porta com a chave e tirei a calça na sua frente enquanto ela fechava o livro com as informações do plantão.

​Ela ficou perplexa, sem dizer qualquer palavra. Eu me aproximei e deixei meu pau, já meia-bomba, encostar nela, o que lhe provocou arrepios. Os olhos dela passaram a me olhar com cara de safada. Perguntou se poderia pegar e, após o meu "sim", ela segurou, promovendo mais tesão. O luluzinho encorpou mais na sua mão pequena e macia; a cabeça ficou em ponto de bala, esperando ela colocar na boca, mas ela só admirou, elogiou e disse que precisava ir embora, já que o compromisso a aguardava. Coloquei meu uniforme (inclusive a cueca que trouxe na mochila) e desejei bom descanso. Ela se foi. Passados três minutos da sua saída, ela retornou e disse que deixaria a bolsa porque estava pesada com as roupas usadas para descansar na madrugada, e que voltaria mais tarde para buscar.

​Após o almoço, ela voltou de vestido e salto. Bati na porta e nem a reconheci. Os colegas perguntaram se tinha ocorrido algo; ela disse que não, que apenas precisava pegar algo que esqueceu, e entrou na sala.

​Sem qualquer comunicação verbal, apenas visual, fui até ela e a beijei na boca — aquele beijo com pegada. Eu passava a mão pelo seu corpo e ela apalpava meu pau. Pessoas transitavam pelo corredor e nós ali, no nosso momento, ignorando completamente tudo e todos. Baixei a calça do pijama e a coloquei para mamar agachada; ela se prontificou ao ato sem qualquer objeção.

​A colega estava sedenta de pau. Mamava como uma bezerra desmamada. Eu olhava toda aquela volúpia enquanto ela chupava o saco e lambia tudo. Eu a puxei pelo braço, a debrucei na mesa, levantei o vestido — bunda empinadinha e calcinha para o lado — e mandei ver. A puta estava muito encharcada. Não pensei em camisinha; estaria mentindo se falasse que coloquei. Meti o pau sem pena nela. A vagabunda gemia e rebolava enquanto eu empurrava. Passei a colocar a mão na sua boca e pedi para ela parar de gemer, mas ela não me obedecia. A socada foi ficando forte e ela gemia cada vez mais alto, com as mãos na mesa. Do nada, ela saiu, sem nem mesmo ter gozado. Pegou sua bolsa e se foi. Ficamos a semana inteira sem contato.

​Na semana seguinte, era meu terceiro plantão nesse novo local. Novamente cheguei cedo e ela já me esperava na porta. Quando abri, ela me beijou na boca e transamos novamente, desta vez na cama que usávamos para descansar. Após nosso sexo intenso, eu na luta para controlar os gemidos dela e sincronizando com as penetrações, gozei na sua boca. A cadela engoliu meu leite e deixou o pau limpo.

​Depois de alguns minutos, já mais tranquilos no café da manhã, ela me explicou que estava sem sexo há algum tempo: marido brocha e doente, e ela precisava transar; só masturbação não resolvia. Ficamos assim por um bom tempo, até que ela saiu do trabalho e eu fiquei sem meu sexo matinal antes do plantão.

​Viver aventuras inesperadas é excitante e maravilhoso para a alma. Até a próxima.

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