Como perdi a aposta com meu maridão, tive a ideia de produzir um conteúdo adulto na rua para pagar a dívida. Imaginei fazer uma loucura em um carro de aplicativo enquanto o condutor dirigia pela cidade. Eu estaria com o celular em modo selfie filmando minhas loucuras — as benditas safadezas que fervilham em minha mente. Meu marido, um verdadeiro pilantra, depois que comentei o que pretendia fazer, simplesmente concordou com tudo.
Solicitei o carro. Eu usava um lindo vestido amarelo; como sou negra, a cor ajudou a evidenciar meu tom de pele. Aliás, não me apresentei: sou a Suzane. Tenho uma bela bunda — dizem que é enorme porque gosto de valorizá-la — e um belo par de seios. Nesse dia, fui sem sutiã e, obviamente, sem calcinha. Meus seios marcavam na roupa; Deus foi bom comigo, pois além de volumosos, são firmes. O vestido estava muito justo e eu calçava um salto alto que me deixava mais alta. O comprimento era um escândalo de tão curto. Com a chegada do carro, caminhei até o veículo tentando me compor; imagine andar, manter a pose e deixar o vestido no lugar, sendo que ele subia a cada passo.
Lá fui eu rodar a cidade com um homem desconhecido. Como era horário de rush — exatamente o que eu precisava —, perguntei ao motorista, após dois minutos de corrida, se poderia gravar um vídeo. Aliás, o safadinho não parava de olhar pelo retrovisor. Coitado, quem não olharia para uma mulher em uma roupa daquelas? Falei que era aniversário do meu esposo e que queria fazer uma surpresa diferente e picante. Garanti que não o filmaria.
Sr. Marcos, um jovem senhor negro, dono de uma voz grave, olhou pelo retrovisor mais uma vez e disse:
— Só peço para a senhora não me filmar. Fora isso, pode ficar à vontade.
Agradeci e disse que não o decepcionaria. Saquei o celular da bolsa, ajeitei o cabelo, passei um batom e comecei a gravação:
"João, eu te amo. Feliz aniversário, espero que goste da surpresa. Mas você merece mesmo é ser corno! Com seu pau pequeno e fino, na noite anterior você me deixou na mão por conta da sua ejaculação precoce..."
E segui nessa "vereda de elogios".
O motorista estava visivelmente com vontade de rir. Continuei: "Vejam como estou", e virei a câmera para baixo. A inclinação pegava meu rosto e a região pélvica. Puxei o vestido revelando minha intimidade depilada e comecei a me alisar. Falei que, apesar do ar-condicionado, eu estava com muito calor, fervendo de tesão. O motorista olhava e eu me concentrava na filmagem. Os carros passavam, as pessoas nos sinais ficavam ao meu lado... o clima estava exatamente como imaginei.
Fiquei realmente excitada. Ajeitei-me no banco, abri levemente as pernas e continuei a me masturbar, já usando dois dedos. Mantive o áudio, provocando o motorista ao dizer que meu marido "rejeitava meu cu" e que mal "comia minha bucetinha". Indaguei no vídeo: "João, minha bucetinha é feia?". O pobre motorista estava perdido entre a direção e o retrovisor. Foi quando coloquei o seio para fora e apertei o mamilo.
Marcos não resistiu e disse que eu era muito gostosa; não entendia como meu marido não resolvia minha necessidade. Respondi que ele era brocha e tinha nojo de me chupar. Marcos balançava a cabeça negativamente enquanto eu passava a câmera pelo meu corpo, com os seios desnudos e me masturbando agora com força. Passei a gemer. No sinal vermelho, o semáforo abriu e os carros buzin atrás, pois o coitado estava distraído, apertando o próprio membro por cima da roupa.
Eu dizia para o vídeo: "Sem você, João, eu levo mais tempo me tocando do que seus três minutos de sexo!". Esfreguei o clitóris até gozar e gemer alto. O Sr. Marcos soltou um "puta que pariu!" sonoro. Eu estava toda arrepiada.
Após o êxtase, me recompus e desliguei o celular ao chegar no destino. A viagem foi paga no cartão. Agradeci ao Sr. Marcos pelo espaço; ele repetiu que eu era gostosa, mas manteve o respeito, sem convites ou pedidos de número. Desci e fui para o metrô para voltar para casa.
Claro que dei cinco estrelas para o meu amigo do Uber. Enviei o vídeo para o maridão, que respondeu logo em seguida: "Em casa você vai saber quem tem pau pequeno e fino". Soltei gargalhadas. Até a próxima loucura!
