Capítulo 2: O gosto do desejo

Da série Casada e viciada
Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1486 palavras
Data: 01/04/2025 07:17:32

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O motor do carro de Arnaldo ronronava baixo enquanto ele dirigia pelas ruas mal iluminadas da cidade, o calor do dia ainda grudado no asfalto. Adriana estava no banco do passageiro, as coxas grossas pressionadas contra o couro quente, a saia subindo um pouco a cada curva. O cheiro do sexo com o motorista ainda pairava nela – suor, umidade, um rastro de tesão que ela sabia que não escondia. Mas Arnaldo parecia não notar, ou fingia bem, os olhos fixos na estrada, as mãos firmes no volante.

“Você é linda, sabia?” disse ele de repente, a voz grave cortando o silêncio. Adriana virou o rosto, surpresa, os olhos castanhos encontrando os dele por um instante antes que ele voltasse a olhar para frente. “Linda e poderosa. Dá pra sentir de longe.”

Ela riu, um som nervoso que ecoou no carro. “Poderosa? Eu?”

“Sim,” ele continuou, o canto da boca subindo num sorriso torto. “Você tem um fogo que ninguém segura. Eu vi você hoje, com o caminhoneiro. Estava maravilhosa.”

O coração dela disparou, o calor subindo pelo pescoço até corar as bochechas. “Você... viu?” perguntou, a voz tremendo, metade vergonha, metade tesão. A buceta, ainda melíflua do gozo no caminhão, pulsou forte sob a calcinha encharcada.

“Vi tudo,” disse ele, virando numa rua mais escura, perto do prédio dela. “Você de quatro, gemendo, gozando naquele banco. Caralho, Adriana, você é um espetáculo.”

Ela mordeu o lábio inferior, os seios arfando sob a blusa, o grelo duro roçando o tecido úmido da calcinha. Não sabia se ficava puta ou excitada – mas o corpo decidiu por ela. “E você gostou?” perguntou, a voz rouca, inclinando-se um pouco para ele.

Arnaldo estacionou numa sombra entre dois postes quebrados, o motor ainda ligado, e virou-se para ela, os olhos escuros brilhando. “Gostei pra caralho.” Antes que ela pudesse responder, ele se inclinou, a mão grande subindo pela coxa dela, os dedos roçando a pele suada. “Quero te provar agora.”

“Não,” ela disse rápido, segurando o pulso dele, o coração batendo na garganta. “Eu... eu transei com ele há pouco. Tá tudo... sujo.”

Ele riu baixo, um som que fez o ventre dela apertar. “Assim que eu gosto, buceta de puta usada.” E então a puxou, as mãos firmes nos quadris, girando-a no banco até que ficasse de frente para ele, as costas contra a porta. Adriana não resistiu – o tesão estava a flor da pele, um fio elétrico que corria do grelo ao cérebro. Ele abriu as pernas dela com um movimento brusco, subindo a saia até a cintura, a calcinha branca molhada exposta como uma oferta.

Arnaldo se abaixou, o rosto entre as coxas dela, a barba rala roçando a pele sensível enquanto ele puxava a calcinha de lado. O cheiro forte da buceta dela – molhada, quente, misturada com o gozo do motorista – encheu o ar, e ele grunhiu, faminto. “Porra, que delícia,” murmurou, antes de meter a língua entre os lábios grossos, lambendo o grelo duro com uma pressão que fez Adriana gemer alto. Poucos homens tinham chupado ela antes – Zé nunca, o chefe só uma vez, desajeitado –, mas Arnaldo era diferente. Ele chupava com vontade, a língua larga esfregando o clitóris em círculos, os lábios sugando enquanto as mãos apertavam as coxas, abrindo-a mais. Ela cravou os dedos no cabelo dele, puxando, os seios balançando sob a blusa enquanto o corpo tremia.

“Tá bom assim?” perguntou ele, levantando o rosto por um segundo, a barba brilhando com o mel dela.

“Não para,” gemeu ela, empurrando a cabeça dele de volta. Ele riu contra a buceta, a vibração fazendo ela arquear as costas, e então chupou mais forte, a língua entrando na xota, lambendo o interior enquanto o nariz roçava o grelo. Adriana sentiu o gozo vindo, um calor que explodia do cuzinho até a nuca, e gritou, as pernas fechando em volta do rosto dele enquanto esguichava na boca dele, o líquido quente jorrando na língua, escorrendo pelo queixo. Arnaldo engoliu tudo que pode, gemendo como se fosse o melhor sabor do mundo, e lambeu até a última gota, os olhos fixos nos dela.

Ela caiu contra o banco, ofegante, o corpo mole, enquanto ele se endireitava, limpando a boca com o dorso da mão. “Você é foda,” disse ele, o pau duro marcando a calça, mas ele não pediu mais – ainda não. Adriana ajustou a saia, as pernas trêmulas, e subiu para o apartamento sem dizer muito, o gosto dele ainda na mente.

Naquela noite, ela sonhou com Arnaldo. No sonho, ela acabara de transar com o chefe – Roberto gozara na cara dela, o leite pingando nos seios, como na entrevista – e Arnaldo aparecia, ajoelhando-se entre as coxas dela, chupando a buceta encharcada com aquela língua mágica, limpando tudo enquanto ela gozava de novo, esguichando na boca dele. Acordou suada, a mão já entre as pernas, gozando mais uma vez antes de levantar.

Nos dias seguintes, o desejo por ele cresceu. Na empresa, Adriana o procurava com os olhos – na copa, no corredor, na sala de arquivos. Ele a olhava de volta, um sorriso discreto que dizia tudo. “Você tá bem hoje?” perguntava ele, a voz baixa, e ela respondia com um “Tô, e você?”, mas os dois sabiam que era mais. Ela estava apaixonada – o jeito dele, a calma madura, o tesão que ele não escondia. E Arnaldo, com seus 34 anos, parecia igualmente louco por ela, casado ou não, parando na mesa dela só para roçar os dedos no braço dela, deixando-a molhada só com o toque.

Mas o desejo incontrolável dela não parava. Numa tarde, o motorista do caminhão – aquele tatuado, de braços fortes – apareceu no pátio de novo, fumando um cigarro com um sorriso safado. Adriana desceu até lá, a saia subindo enquanto subia na cabine, o coração disparado. “Quer repetir?” perguntou ele, e ela não respondeu com palavras – puxou-o para dentro, fechando a porta com um chute. Ele a jogou no banco, arrancando a calcinha preta com um puxão, e meteu o pau grosso na buceta melada dela sem preliminares, as estocadas brutas fazendo a carne dela quicar. “Sua puta gostosa,” grunhiu ele, segurando os quadris dela, o pau entrando fundo enquanto ela gemia alto, os seios balançando soltos sob a blusa aberta, os mamilos duros roçando o couro. Ela abriu mais as pernas, as coxas tremendo, e pediu: “Me fode mais forte,” a voz rouca de tesão. Ele obedeceu, batendo com raiva, o som molhado das estocadas ecoando na cabine, as bolas dele batendo na bunda dela. Adriana gozou rápido, esguichando no banco, o líquido escorrendo pelas coxas, e ele não parou – meteu mais fundo, os grunhidos animalescos enchendo o ar, até que gozou dentro dela, o leite quente enchendo a buceta, escorrendo para fora enquanto ele tremia, o pau pulsando.

Ela desceu do caminhão, as pernas bambas, o gozo dele pingando na coxa, e foi direto para a sala de Arnaldo. Ele estava sozinho, mexendo em papéis, e levantou os olhos quando ela entrou, trancando a porta atrás de si. “Eu transei com ele de novo,” disse ela, sem rodeios, o rosto vermelho. “O motorista. Ele gozou dentro de mim.”

Arnaldo ficou quieto por um segundo, os olhos escuros brilhando, e então se levantou. “Vem cá,” disse, puxando-a para a cadeira dele. “Quero te chupar assim.”

“Não, tá sujo,” protestou ela, mas ele a sentou na mesa, abrindo as pernas dela com força, a saia subindo até a cintura. A calcinha estava toda melecada, e a buceta recheada, cheia do gozo do motorista, escorria devagar. “Porra, que visão,” murmurou ele, ajoelhando-se entre as coxas, a barba roçando a pele enquanto metia a língua na xota quente. Ele chupou o grelo duro, lambendo o leite do motorista misturado ao mel dela, a língua entrando fundo para sugar tudo. Adriana gemeu alto, as mãos puxando o cabelo dele, o corpo tremendo enquanto ele sugava com uma fome que ninguém nunca tivera. “Você é demais,” grunhiu ele contra a buceta, a vibração fazendo ela arquear as costas, e ela gozou na boca dele, esguichando forte, o líquido quente jorrando no rosto dele, os olhos fixos nos dela.

Ela se deixou cair na cadeira, ofegante, o coração disparado, enquanto ele se levantava, limpando a boca com um sorriso satisfeito. “Você me deixa louco,” disse ele, o pau duro marcando a calça, mas ele não pediu mais – ainda não.

No fim do expediente, ele a levou para casa de novo. Quando ela entrou no carro, o desejo ainda pulsava, a buceta molhada escorrendo na coxa. Antes de fechar a porta, ela subiu a saia, tirou a calcinha preta melada – úmida, cheirando a sexo – e jogou no colo dele. “Pra você,” disse, com um sorriso malicioso, as pernas abertas o suficiente para ele ver a xota brilhando.

Arnaldo pegou a calcinha, levou ao nariz e inalou fundo, os olhos fechando por um segundo. “Caralho, Adriana,” murmurou, guardando o presente no bolso. “Você é minha perdição.”

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