Minha namorada, a Mana, trabalha de dia, e eu no turno da noite. Só nos vemos nos finais de semana. O jeito que tínhamos, durante a semana, era fazendo sexo virtual. A Mana é linda, pretinha, 22 anos, deliciosa, seios médios, biquinhos cor de chocolate. Bumbum grande e empinadinho, fenomenal. Uma gostosura que me deixa louco. A conheci numa festa e começamos a namorar faz poucos meses. Quando juntos, ela me proporciona carinho, amor, sexo e prazer que é uma loucura. Descobri seu gosto por contos eróticos, na troca de mensagens. Ela revelou seu gosto e eu contei que também sempre gostei. Então, a gente contava ao outro, o conto que leu e o tesão que sentiu.
Mês retrasado tive que viajar a trabalho. Ficamos quase 50 dias sem nos encontrarmos. Eu já estava ficando maluco. Ela também não aguentava mais. Nas nossas provocações virtuais, quase diárias, para estimular a libido, fantasiamos a ideia de fazer sexo no carro, depois numa praça, numa festa, com gente por perto, e fomos incrementando as fantasias. Não demorou falarmos que iríamos numa casa de swing, fazer sexo diante de outras pessoas. Percebi que o exibicionismo a excitava muito.
Adorando ver a Mana se masturbar eu fui dando mais ideias. Acabei estimulando a usar roupas provocantes, sem sutiã, sair sem calcinha sob o uniforme, coisas que nos deixavam bem tarados. Baseados nos contos eróticos, não demorou comentarmos sobre a fantasia da participação de sexo com outras pessoas. Nessa noite nós gozamos muito, e ainda ficamos excitados.
Aquilo foi virando um vício, e procurávamos ler contos novos para ter ideias de fantasiar nas sessões de sexo virtual. Em vez de nos aliviar, nos deixava ainda mais tarados. Ao invés de nos acalmar, acabava agindo ao contrário, nos deixava mais loucos, subindo às paredes.
Contei que passei a acordar todos os dias de pau duro e com a cueca toda melada e ela contando que nem podia sentir cheiro de homem que fica toda molhada. Numa conversa, eu disse que tive um sonho, provocado por um conto. Íamos a uma festa e acabava numa orgia maluca. A Mana ficou louca, perguntando o que eu tinha sonhado. Eu contei que fazíamos sexo grupal na festa. Bastou isso para que ela contasse que leu um conto muito excitante de um homem que chamou o amigo para ficar com a namorada. E contou detalhes. O namorado gozou vendo a parceira com o amigo. Aquilo me excitou muito, eu gozei demais, ouvindo, gemendo, chamando-a de muito safada.
Bastou para ela saber que me provocar dizendo contos de maridos cornos, que deixavam as esposas transarem com outros me deixava louco. Eu ficava maluco mesmo, e perguntei se ela fantasiava algo desse tipo. Ela confirmou que na hora que lia as histórias ficava muito excitada, e ao me contar, vendo minha reação de tarado, também.
Nós gozávamos, cada dia mais arrojados, ganhando mais confiança de contar coisas safadas que nos excitavam. Numa dessa, eu revelei que ficava maluco só de a imaginar fazendo sexo com outro. Eu sou apaixonado nela, mas não sabia como aquilo me excitava tanto. A Mana percebeu que aquilo me dava muito tesão e foi criando situações semelhantes, vendo que eu reagia mais excitado. Passou a provocar nesse sentido.
Depois de umas duas semanas, disse que não aguentava mais e estava maluca para dar, e pensava que se eu permitisse, ela ia aceitar uma cantada de alguém.
Caramba, eu me excitava com aquilo, e perguntei se ela teria coragem. A Mana me respondeu que se eu deixasse, ela teria, pois estava muito a perigo, já quase fazendo loucura. Perguntou se eu também tinha vontade de pegar outra, lá onde eu estava. Eu disse que tinha, mas não queria fazer nada que a magoasse. A safada falou que não ia se magoar, que entendia a situação, estava na mesma, e sabia o sufoco que eu estava passando. Se eu quisesse, ela me liberava, pois sabia que eu a amava, e me amava também. Quando eu voltasse, ela não faria questão dessas transas eventuais.
Perguntei até que ponto ela estava aceitando, e fui perguntando se eu fosse num cabaré, e pegasse uma quenga, ou numa balada e pegasse outra mulher, por uma noite, se ela ia ficar zangada. Ela falou que não, que eu podia fazer. Ela perguntou o que eu pretendia fazer se fosse. Contei que faria como se estivesse com ela, chuparia, ela iria me chupar, faria 69, e depois, sexo com tudo que tinha direito. A safada estava excitada, se masturbando, me estimulava a contar detalhes. Eu inventava.
Quando ela gozou, me agradeceu e disse que era a minha vez de perguntar. Eu quis saber o que ela faria com outro, e ela contou que estava tão louca para dar, que faria até mais coisas do que já fizemos, e daria até o cuzinho para ele. Nossa, eu estava louco, tarado, meu pau babando, perguntei por quê. Ela disse que não sendo ninguém que ela gostasse, não a iria julgar, então faria o que sentia vontade. Eu fiquei tarado, me masturbando como louco, e quando ela falou que ia gozar muito no pau do outro, eu gozei gemendo.
Depois, antes de nos despedirmos, ela revelou ter lido uma história de um marido corno que ficava tarado ao saber que a esposa tinha dado o cuzinho para um amante. Por isso que contou aquilo, para me excitar. E falou: “Pelo tesão que você ficou, se souber que eu fiz você de meu corno, vai ficar ainda mais tarado”.
Aquilo me deixou muito mais excitado. Falei que ela tinha razão, me dava um tesão muito forte, eu ficaria louco. A Mana riu, e disse: “Então, querido, pode se acabar na punheta, ou ir atrás de uma boceta, pois vou confessar. Não aguentei mais e dei muito hoje de tarde para um colega. Matei minha vontade. Se ser feito de corno o deixa tarado, pode ficar”.
Eu louco quis saber detalhes, mas ela disse que contaria apenas quando eu voltasse.