Imaginem uma mulher sexualmente ativa, que já curtiu relacionamentos abertos e saía com outros homens para agradar seu parceiro da época. Alguém que adora sexo, ama ser penetrada com força e acordar no meio da madrugada, sem aviso, para transar. Obviamente, não podem faltar o enforcamento, os tapas no rosto, os puxões de cabelo e os xingamentos.
A vida me presenteou com uma gestação; não esperava, mas estou amando. Esta fase tem me deixado ainda mais fogosa. É uma luta diária para me manter fiel ao meu "mozão", o Paulo, que trabalha embarcado. Sou a Suzane: gestante, morena, com os seios enormes e o tesão à flor da pele.
Após vinte dias de abstinência sexual, confesso que já pensei em inúmeras loucuras. Tento me aliviar na masturbação, um paliativo que, às vezes, só agrava o desejo. Tenho andado na linha, embora seja "atacada" diariamente por cafajestes me chamando para sair e criando fantasias com a minha condição — isso sem falar nos nudes e vídeos que recebo. Enfim, estou vencendo...
O Reencontro
Meu marido voltou esta semana e quero trazer para vocês o conto — verídico e detalhado — desse reencontro.
Houve muitos beijos, abraços e carinhos na barriga, mas eu estava louca para ser possuída; imagino até a minha cara de desejo. Fomos ao shopping passear e ver detalhes da casa onde vamos morar. Logo depois, por exigência minha — já que tive que abrir mão do meu vinho de forma compulsória por não poder consumir álcool —, fui levada ao "abatedouro".
As penetrações começaram ainda no chuveiro; nessas horas, o sabonete ajuda, e eu sempre me mostrava solicita em pegá-lo quando caía no chão. Que saudade do pau do meu macho! Na cama, ele ficou temeroso com a posição de papai e mamãe por conta da barriga, mas afastei o medo dele e ordenei que me penetrasse com força, apertando meu pescoço. Amo a sensação de falta de ar no enforcamento. Também o lembrei de que eu não abria mão do meu "cuzinho".
Madrugada de Prazer
Mamei muito o meu marido. Como dormimos no motel, e aqueles vinte dias pareceram uma eternidade, transamos novamente de madrugada. Dei o rabo para ele, que me possuía de ladinho, puxando meu cabelo. Eu me deliciava a cada estocada. Como não curto lubrificantes, aquela invasão forçada do pau no meu ânus já me deixa louca. Comungo do pensamento de que, "se Deus fez, é porque cabe".
Pedi para ele me foder e ele atendeu às ordens com louvor, até que encheu meu rabo de "leite". Foi gostoso ouvi-lo gemendo e sentindo-o se estremecer. Voltamos para casa depois do café da manhã, e eu já avisava que queria mais à noite. Sou gulosa; depois, quem fica sofrendo para sanar o desejo sou eu. Ai dele se não atender aos meus desejos! Acordei levando "paulada" e foi uma delícia.
Até a próxima aventura. Estou arquitetando e logo trago novidades para vocês.
Beijos e até a próxima!
