O Negócio

Da série Mr. Smith
Um conto erótico de Jean
Categoria: Heterossexual
Contém 2659 palavras
Data: 03/04/2025 16:02:40
Última revisão: 03/04/2025 16:13:05

Em frente a mansão, a bela e jovem loira acena para o motorista, indicando que ali é o lugar certo.

- É aqui. - diz Sr. Steve, homem muito bem-sucedido, por volta dos seus 50 anos. Era ali que o motorista deveria deixá-lo.

Desce do carro e vai para a entrada da mansão, se dá conta conta que na verdade são duas loiras, a que acenava pro carro aparentava ter seus 40 anos, loira de olhos azuis, linda. Usava um elegante blazer azul mantendo a formalidade esperada para uma corretora de imóveis de luxo. A outra bem mais jovem, igualmente loira, de olhos igualmente azuis e de beleza similar, só que usava um terno cinza.

- Olá Sr. Steve. - a loira mais velha - Sou Dayana, conversamos por telefone, essa é Vanessa minha filha. Estamos aqui para te mostrar o imóvel.

"Mãe e filha. Que visão!", pensou Sr. Steve.

- Olá senhoras Dayana e Vanessa, é um prazer.

Steve passou os olhos pelo vasto salão de entrada assim que cruzou a porta da frente. O pé-direito alto, adornado por um lustre de cristal imponente, fazia o ambiente parecer ainda mais grandioso. O mármore frio sob seus sapatos e a escadaria curvilínea à frente davam à mansão uma elegância clássica, mas não intimidante. Ele sabia que estava diante de uma propriedade única.

- Impressionante, não? - A voz feminina veio da esquerda, e ele virou-se para encontrar Dayana sorrindo de leve, os braços cruzados. Ela parecia satisfeita com a reação dele. Ao seu lado, Vanessa observava com um brilho de interesse nos olhos. Mesmo sem dizer nada, a jovem emanava uma confiança sutil, um charme herdado diretamente da mãe.

- Sim, é uma casa e tanto - Steve respondeu, mantendo a compostura, embora estivesse claro que a mansão o tinha cativado.

- Venha, vamos lhe mostrar tudo - Dayana indicou com um gesto fluido, começando a caminhada pelo salão principal. Vanessa foi à frente, os saltos ecoando suavemente pelo mármore, e Steve não pôde evitar notar como ela parecia se movimentar com naturalidade pelo ambiente, como se cada detalhe da casa já lhe fosse familiar.

Primeiro, passaram pelo lounge, um espaço amplo com sofás de couro perfeitamente dispostos ao redor de uma lareira de pedra esculpida. As cortinas de linho filtravam a luz da manhã, conferindo uma aura sofisticada ao ambiente. Do lado oposto, uma adega climatizada exibia vinhos raros atrás de um vidro espesso.

Steve observou Vanessa enquanto ela analisava a adega, notando como seus lábios se moviam suavemente. Era impossível ignorar a semelhança entre mãe e filha - como se fossem duas versões de uma beleza impecável. Ele se perguntou se já haviam sido confundidas como irmãs. Vanessa, jovem e vibrante, exalava sedução natural, enquanto Dayana tinha aquele magnetismo de uma mulher madura que sabia exatamente o que queria. O pensamento surgiu em sua mente de forma traiçoeira: como seria vê-las juntas?

Dayana continuou a condução. A cozinha era moderna e espaçosa, equipada com eletrodomésticos de última geração e uma bancada de granito negro que parecia reluzir sob a luz embutida do teto. O cheiro discreto de café e baunilha ainda pairava no ar, como se a casa estivesse sempre pronta para receber alguém.

- Esta casa foi projetada para oferecer conforto, mas sem abrir mão do requinte - Dayana explicou, tocando de leve o tampo de mármore da ilha central.

Steve desviou os olhos da bancada e reparou nas mãos dela, elegantes e bem cuidadas. Imaginou aquelas mãos tocando um copo de vinho, ou algo mais. O pensamento o fez se endireitar sutilmente, tentando não deixar transparecer demais. Se ele não tomasse cuidado, acabaria deixando escapar suas fantasias ali mesmo.

Atravessaram o corredor que levava à área externa. O jardim era um espetáculo à parte. A piscina infinita dava vista para um bosque privado, e o gazebo ao fundo parecia saído de um cenário de filme. Vanessa caminhou até a beira da piscina e tocou a água com a ponta dos dedos.

- Nos verões, esse é o melhor lugar para relaxar - ela disse, lançando um olhar de soslaio para Steve, que apenas assentiu, absorvendo cada detalhe.

Enquanto a observava, uma imagem surgiu em sua mente: Vanessa mergulhando na piscina sob a luz do luar, a água deslizando por sua pele lisa e dourada. Talvez Dayana estivesse ao lado, rindo baixinho, os olhos semicerrados, avaliando-o como se soubesse exatamente o que ele estava pensando. O calor se acumulou em seu peito, mas ele respirou fundo. Não podia se deixar levar tão fácil.

O caminho pelo jardim revelou ainda mais surpresas. O gramado perfeitamente aparado se estendia até um campo de golfe particular, e uma quadra de tênis de saibro destacava-se ao lado de uma área de descanso coberta por pérgolas floridas. Mais adiante, um pequeno lago artificial refletia o céu azul, e um deque de madeira avançava sobre a água, proporcionando um local tranquilo para contemplação.

Dayana sorriu antes de voltar-se para Steve.

- Se gosta de receber convidados, temos também um espaço gourmet ali - ela apontou para um anexo elegante, com uma cozinha externa completa, churrasqueira e um forno a lenha. O perfume amadeirado ainda impregnava o ar, sugerindo que aquele espaço era frequentemente utilizado.

O tour continuou pelos quartos. Cada um era uma obra de arte por si só, decorado com móveis de design impecável e varandas que se abriam para diferentes partes da propriedade. No final do corredor, chegaram à suíte principal. O ambiente era amplo, a cama king-size perfeitamente arrumada e uma banheira de hidromassagem em um banheiro revestido de mármore branco.

Dayana encostou-se ao batente da porta e sorriu levemente.

- Então, o que acha até agora? - perguntou, cruzando os braços.

Steve soltou um suspiro discreto e percorreu o olhar pela suíte.

- Acho que é exatamente o que eu estava procurando.

Dayana e Vanessa trocaram um olhar cúmplice. Um sorriso se formou no canto dos lábios da mãe, enquanto a filha deu um passo à frente, aproximando-se de Steve com um brilho travesso nos olhos.

- A melhor parte de uma casa dessas é tudo o que se pode viver dentro dela - Vanessa disse, deslizando os dedos pelo colarinho do próprio blazer antes de soltá-lo, deixando-o deslizar por seus ombros.

Steve ergueu uma sobrancelha, sentindo a atmosfera mudar ao redor deles. Dayana não interveio. Pelo contrário, observava a filha com um olhar de apreciação, antes de voltar os olhos para ele.

- Você parece um homem que sabe reconhecer um bom investimento, Sr. Steve - Dayana murmurou, desabotoando lentamente os primeiros botões da camisa.

Vanessa aproximou-se ainda mais, sua respiração se misturando à dele, enquanto a mãe mantinha-se ao lado, cada movimento calculado para intensificar a tensão no ar.

A luxúria da casa não estava apenas nos móveis ou nos acabamentos sofisticados. Estava ali, naquele momento, na promessa do que viria a seguir.

- Essa mansão custa 80 milhões de dólares. - prosseguiu Vanessa - Sabemos que pro senhor é um dinheiro considerável mas que o senhor tem muito mais que isso. Já a comissão da venda que retornaria para nós nos tornaria milionárias, mudando nossas vidas.

- Onde vocês querem chegar com essa conversa? - indagou. - Eu sou rico, há uma oportunidade aqui com certeza, mas não estou fazendo caridade.

- Não estamos falando de caridade, estamos falando justamente de uma oportunidade, única. - disse Dayana - E quando falamos de oportunidade... bom... não é sobre a casa.

-Vanessa se aproxima de Sr. Steve, deixando claras suas intenções.

- Vi como olhava para as pernas da minha mãe enquanto caminhávamos pelos corredores, e sei que o senhor tentou dar uma olhada por baixo da minha saia quando abaixei pra tocar a água da piscina. O senhor gostou do que viu.

- Sim, gostei, muito da cas...

Vanessa coloca gentilmente o dedo na boca de Sr. Steve, interrompendo que terminasse a frase. Completou:

- Não só da casa... a gente sabe. - Vanessa sususrra baixinho, no pé do ouvido de Steve.

Vanessa se ergue elegante e se põe ao lado de sua mãe. E continua:

- O senhor vai assinar o contrato não só porque é um excelente negócio e definitivamente não por caridade, mas porque não vai perder a oportunidade de ter mãe e filha nessa cama e fazer o melhor sexo da sua vida.

Dayana e Vanessa trocam um beijo intenso causando ereção instantânea em Steve.

Dayana entrega a Steve a pasta com documentos e a caneta que mais que rapidamente são rubricados e assinados. Enquanto assina, a jovem Vanessa despe-se sensualmente. Desabotoa a camisa.... devagar... botão por botão, revelando uma linda lingerie verde. Segue retirando o sutiã e as últimas rubricas sincronizam com a retirada da sua calcinha. A primeira via do contrato se encerra com Vanessa exibindo o belo corpo nu.

Dayana tem os botões da camisa desabotoados pela filha, revelando uma lingerie vermelha que parece ter sido propositalmente escolhida. Retira o sutiã e a calcinha mostrando seu corpo bem torneado e sua boa forma.

O corpo de Dayana era um deleite para os olhos, tinha seios grandes e fartos lindos, provavelmente siliconados, uma pele branca e macia que parecia a fazer brilhar e uma bunda grande e redonda. Vanessa herdou muito da beleza da mãe, apenas conservava os seios naturas médios e firmes.

A assinatura final se dá quando as duas mulheres se aproximam do Steve. Vanessa recolhe as vias do contrato e a caneta, enquanto Dayana o deita na cama dando um beijo que o deixa sem fôlego.

Steve, ansioso, para se livrar de suas roupas, mas é acalmado por um toque suave de Dayana e um olhar penetrante que o fez entender que o momento deveria ser degustado sem pressa. Ela o deita na cama o beijando e se encarrega ela própria de despir Steve de sua camisa, enquanto Vanessa cuida de expor de vez sua nudez retirando suas calças, meias e sapatos.

- Vocês são... meu Deus... - diz Steve, ou tenta.

O pau de Steve estava duro como uma pedra, Dayana começa lambendo a cabecinha dele, causando arrepios na espinha, antes de abocanhá-lo de vez. Enquanto isso a língua de Vanessa trabalha habilmente em suas balas, dando um duplo estímulo delicioso de prazer.

Dayana faz os movimentos de cima pra baixo ao longo do pau de Steve lançando a ele um olhar sedutor. Ela se vira para Vanessa e mãe e filha se entreolham com cumplicidade e se beijam.

- Meu Deus do céu. - reage Steve ao ver a cena.

- Gostou? - Vanessa em tom provocativo.

Elas se beijam ainda com mais intensidade só pra ver a expressão incrédula de Steve, se divertem com isso.

- Mãe E filha! - diz Dayana - Parabéns pela compra Sr. Steve, não é todo dia que aparece uma oportunidade assim.

Vanessa abocanha o pau de Steve e Dayana o beija com intensidade acariciando sua barba e seu cabelo. Steve sente seus peitos contra os seus e o perfume delicioso do seu cabelo. O seu prazer aumenta quando Vanessa aumenta o ritmo do oral, engolindo o pau todo e fazendo um belo trabalho com sua língua na cabeça do pênis que fez Steve quase levitar da cama.

Sentindo que estava a beira de gozar Steve suplica que Vanessa pare.

- Alguma de vocês senta no meu, por favor!

Vanessa e Dayana trocam olhares para tomar a decisão.

- Eu vou primeiro - diz Dayana se posicionando para sentar e cavalgar Steve.

Steve sente uma arrepio na espinha vendo Dayana fechar os olhos e baixar o corpo deixando o pau de Steve deslizar dentro de sua buceta. Ele passa a mão em seus seios acariciando o mamilo. Sem pressa toma sua posição, alternando beijos ardentes com modiscadas na orelha dele. Ela susurra em seu ouvido:

- Não goza ainda, não se atreva, eu também quero.

Steve tenta absorver o momento da melhor forma acariciando as peles sedosas e macias das duas gerações. Ele se esforça para atender o pedido de Vanessa e não sucumbir a deliciosa buceta de Dayana, e encontra dificuldade. Ele respira fundo.

- Vocês duas vão me deixar completamente loucos.

- Mesmo?! - diz Vanessa - Mal começamos.

Ela se levanta pronta para aprontar alguma travessura. O senhor gosta disso (ela beija a própria mãe na boca, sabendo o impacto que isso vai ter em Steve), imagine quando eu faço isso (Vanessa chupa os peitos da própria mãe. Steve esfrega a mão nos próprios cabelos tentando retomar o controle das próprias emoções.

- Troquem... eu... Quero a Vanessa tamb...

Vanessa se coloca de quatro, deixando claro que deseja ser penetrada assim. Steve respirou fundo, segurou nos quadris de Vanessa e começou a enfiar o pau sentindo aquela bucetinha molhadinha e apertada. Percebeu que as duas meio que rivalizavam e se divertiam, como se disputassem em qual das duas o deixaria mais louco.

Quando penetrou Vanessa Steve sentiu o desejo consumí-lo, fodendo a garota com vontade que gemia gostoso como quem pedisse por mais. Dayana abriu a perna na frente dos dois dando uma bela visão de sua buceta e observando a cena começou a se masturbar.

Dayana se masturbava e lambia os próprios peitos fazendo com que Steve simplesmente fodesse Vanesa com ainda mais fome e velocidade. Foi então que aconteceu. Vanessa se esticou em relação a Dayana que por sua vez desceu sua posição na cama para se encontrar com a filha. Steve arregalou os olhos.

- Nã ... Nã... Nã... Meu Deus!!! - exclamou.

Vanessa simplesmente começou a chupar a buceta da própria mãe, fazendo com que Steve fosse a loucura.

- Quero gozar! Na boca das duas...

Travessamente sem dizer nenhuma palavra as duas, mãe e filha, se colocam lado a lado para receber a gozada de Steve. Foram cinco ou seis jatos na cara das duas e elas lamberam uma do rosto da outra até não sobrar uma gota.

- Vocês duas são safadas demais! - disse Steve, ainda é choque.

- Isso é música pros nossos ouvidos Steve - diz Vanessa.

- Foi um enorme prazer fazer negócio contigo, sr. Stevemês depois, ele estava lá, em uma espreguiçadeira ao lado da piscina que Vanessa tão bem apresentou. Não tiveram mais nenhum contato desde aquele dia. Outras pessoas tinham sido encarregadas do resto da papelada, e Dayana e Vanessa simplesmente desapareceram.

A lembrança daquela noite o fascinava, mas agora que pensava com a cabeça de cima, algo o deixava inquieto. "E se eu fui enganado? E se não eram mãe e filha coisa nenhuma?"

Repassou cada detalhe daquela noite na memória. O jeito como falavam uma da outra, a naturalidade da interação, mas também... o tom provocativo, como se brincassem com a percepção dele. Tudo foi muito bem orquestrado. Elas poderiam ter sido qualquer coisa: amigas, cúmplices, golpistas experientes. Mas mãe e filha? E se fosse apenas um fetiche encenado para convencê-lo a assinar o contrato?

A paranoia começou a tomar conta. Ele tentou contato com Dayana pelo WhatsApp, mas suas mensagens nem sequer chegavam. O de Vanessa ele nem tinha. Foi discreto e perguntou a funcionários da agência que vendeu a mansão, mas ninguém sabia mais delas. "Estranho..." pensou.

Steve recorreu às redes sociais. Um conhecido aqui, uma palavra-chave ali e... bingo. O perfil de Vanessa foi encontrado.

Criou um fake para tentar acessar o perfil e esperou dias e dias. Agora, ali na beira da piscina, recebeu a notificação de que Vanessa o tinha aceitado. Correu os dedos no celular acessando o perfil e viu algo que o fez prender a respiração.

De fato, Dayana e Vanessa eram mãe e filha. E estavam aproveitando as férias em algum lugar com mar e sol.

Uma nova notificação. Vanessa seguia seu perfil de volta. Seguido de uma mensagem.

"Oi, Sr. Steve. Sei que é você que criou esse perfil fake. Tudo bem?"

Antes que pudesse responder, uma foto apareceu. Vanessa e Dayana, de biquíni, na praia, sorridentes.

Vanessa continuou digitando.

"Essa é minha irmã, Taís."

Uma segunda foto. Vanessa, Dayana e uma terceira loira um pouco mais jovem que Vanessa, também herdeira da beleza da mãe.

"Temos uma proposta para te fazer, e tenho certeza que o senhor vai aceitar..."

Visite meu blog, lá tem fotos de Dayana e Vanessa feitas com IA... da Taís não ainda tem porque estou esperando a Vanessa me aceitar no Instagram :)

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