Erros e Acertos (Ela)

Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Heterossexual
Contém 2798 palavras
Data: 03/04/2025 17:11:12

Acredito que atos são escolhas que geram consequências com as quais precisamos aprender a lidar de uma forma ou de outra; desde adolescente nunca acreditei que casamento era para sempre e que o amor supera todas as barreiras, especialmente quando essas barreiras são quase intransponíveis; mesmo pensando assim, acabei me casando porque precisava sair de casa encarando essa relação como um ato de libertação do jugo e da dependência familiar e que assim se mostrou no início …, apenas no início; hoje se fala tanto em relacionamentos abusivos, mas ninguém faz ideia que anos atrás nós mulheres sequer tínhamos noção do que isso significava na prática, porque em alguns casos se tratava de sair da frigideira para cair direto no fogo; e comigo não foi diferente encarando uma relação com um marido que gostava muito de bebida e de mulheres alheias e que achava que a esposa não podia ser tratada como uma puta assim como as putas não podiam ser tratadas como esposas …, era uma estranha questão de medida …, o que quer que isso significasse.

A natureza foi benevolente comigo me concedendo dotes de beleza visual e também estética que de algum modo amenizavam o sofrimento de lavar, passar, cozinhar e e ser fodida por um desclassificado que sempre exigia tudo na sua hora e no seu tempo; por mais de uma vez pensei em cair fora dessa relação, mas recuava ante o temor de cair na rua da amargura e do arrependimento; e são mulheres como nós aquelas mais suscetíveis aos aproveitadores de plantão que buscam por uma buceta oportuna; o nome desse salafrário era Tadeu, dono de negócios variados que iam desde um ferro-velho a um mercadinho situado em local estratégico; embora com esse nome incomum ele era descendente de japoneses com uma fisionomia que lembrava o ator Bruce Lee (que era chinês), porém com um semblante de poucos amigos, exceto, é claro, para mim.

No começo de tudo Rosa sua esposa não gostava muito de mim, mas acabou se aproximando ao saber da minha sina com meu marido calhorda e isso facilitou também para seu marido que sempre exibia um sorriso disfarçado quando eu ia as compras em seu mercadinho; confesso que não passava pela minha cabeça meter chifres em meu marido, mas, ao mesmo tempo, sentia a necessidade de ser cobiçada e desejada por outro homem; e tudo teria ficado assim mesmo não fosse um evento em que meu marido ameaçou partir para a agressão e que fez tudo mudar em minha cabeça …, chegara a hora de dar uma lição nele!

E o melhor de tudo que nem precisei criar uma situação, pois ela veio de forma incidental quando eu voltava do meu trabalho de meio período como cuidadora de uns pestinhas filhos de uma ricaça metida a besta; estava no ponto de ônibus com um temporal anunciando sua chegada quando um Opala parou buzinando para mim com o vidro abaixado; era Tadeu que me oferecia uma carona para evitar a chuvarada; não me fiz de rogada e aceitei e o sujeito não perdeu tempo em me passar uma cantada com aquela conversinha mole de que o casamento não ia bem e que ele estava pensando em saltar fora. Eu bem sabia que era tudo mentira já que a maioria de seu patrimônio era gerido pela esposa que controlava tudo na ponta do lápis, porém entrei no joguinho e me derreti por ele.

E foi ali mesmo dentro do carrão dele que partimos para a safadeza; Tadeu estacionou em um lugar ermo e logo tratou de abrir a calça expondo seu pinguelo de dimensões medianas bem branquinho, cabeça rosada em um ventre depilado, algo que eu jamais havia visto; não perdi tempo em cair de boca no bruto concedendo uma mamada bem gulosinha aproveitando para lamber as bolas e aprisionar a chapeleta entre os lábios; o sujeito grunhia sem parar enquanto acariciava meus cabelos vez por outra tentando forçar uma engolida mais funda o que eu evitava com firmeza; depois de mamar muito o pinguelo, tirei a roupa e sentei de frente pra ele orientando a penetração que aconteceu com uma sentada afoita.

Não resisti em soltar gemidinhos quando me vi preenchida pela pistola de Tadeu que por sua vez aproveitou para segurar minhas mamas em suas mãos apertando-as dando chupões nos mamilos me deixando ainda mais alucinada do que já estava; percebia dentro de mim um sentimento de libertação misturado com o prazer irônico de chifrar meu marido; comecei a subir e descer sobre a benga do sujeito que somente libertava meus mamilos quando pedia por um beijo que eu concedia de bom grado; Tadeu exibiu uma resistência que nem mesmo meu marido nos melhores tempos de nosso casamento fora capaz de ostentar, e isso possibilitou que eu gozasse várias vezes sempre com o próximo ser mais delirante que o anterior.

Achei muito divertido quando no auge da safadeza Tadeu interrompeu a foda perguntando se podia gozar dentro de mim sem correr riscos; eu fiz um climinha antes de responder que o único risco que ele corria era que eu gostasse e quisesse repetir já pedindo para que o safado me inundasse com seu sêmen; Tadeu então me segurou pela cintura acelerando os movimentos de sobe e desce até culminar em sua capitulação sob a forma de um gozo profuso banhando a gruta com seu leite de macho e propiciando a mim uma última gozada alucinadamente vibrante. Não tivemos muito tempo para firulas já que assim que terminamos o sujeito se mostrou alarmado olhando para os lados e também para o relógio …, era o alerta da patroa possessiva e controladora.

Naquela noite voltei para casa exultante, mas também cuidadosa em não denunciar o prazer que havia desfrutado, o que não foi empecilho para uma merecida vingancinha a parte; ainda sentindo a buceta úmida do gozo alheio me insinuei para o corno manso até ele me foder; na posição “cachorrinho” sentindo as socadas desordenadas do imbecil eu me esforçava para não cair na gargalhada ante o fato de que ele estava melando seu pinguelo na seiva de outro! Doce e deliciosa vingança! O calhorda acabou gozando antes do esperado como sempre e eu aproveitei para dar uma ré surpresa fazendo como que ele desengatasse se lambuzando com a própria porra mesclada com a do marido da Rosa; adormeci para um descanso merecido e sem arrependimento.

E dias depois, para minha surpresa descobri que Tadeu se encantara na nossa primeira foda já pensando na próxima! E vingança para ser perfeita precisa ser completa, não é mesmo? Só era preciso a ocasião certa e uma situação oportuna; demorou um pouco mais que o esperado, mas num domingo tudo se ajustou; encontrei com Rosa que estava assoberbada com questões de Banco e conversamos rapidamente enquanto ela entrava em seu carro; depois fiz umas compras no mercadinho e antes de passar pelo caixa fui abordada por Tadeu que deu um apertão nas minhas nádegas me chamando de gostosa. Agradeci o elogio e comentei que estava me sentindo solitária, pois meu marido havia saído com amigos sem hora certa para voltar.

Tadeu não perdeu tempo em perguntar se eu aceitaria subir na sua residência que ficava na parte de cima do estabelecimento, mas eu respondi propondo que ele fosse até minha casa, pois eu tinha algo melhor em mente; o sujeito ficou alvoroçado e mal conseguiu se pronunciar aceitando meu convite; pedi a ele que esperasse alguns minutos e fosse ao meu encontro; corri de volta para casa, tomei um banho e me pus pelada a espera do macho sedento; quando ouvi o ferrolho do portão ranger fui para o quarto e me deitei sobre a cama; Tadeu entrou chamando pelo meu nome e eu gritei que estava no quarto.

Assim que entrou o sujeito exibiu uma expressão embasbacada como se tivesse diante da visão do paraíso; dei uma risadinha perguntando o que ele estava esperando; em poucos minutos o macho descarado estava em cima de mim, chupando meus mamilos e esfregando sua pistola entre as minhas pernas já se preparando para meter o bruto em mim o que aconteceu com certo açodamento por parte dele que enterrou sua ferramenta com um golpe vigoroso quase me fazendo perder o tino e iniciando uma trepada quase furiosa e desmedida.

Tadeu sabia foder uma mulher permitindo que ela usufruísse de todo o prazer que tinha direito e ainda sem perder o ritmo de seus movimentos que variavam de intensidade e ritmo num frenesi alucinante que me deixava a ponto de sucumbir como se fosse a primeira vez em minha vida em que um homem proporcionasse mais prazer para a parceira do que para si próprio; enquanto recebia as socadas vigorosas do macho pensava em como algumas mulheres são sortudas com seus machos e outras nem tanto. Depois de algum tempo trocamos de posição comigo de quatro sobre a cama recebendo o macho por trás socando com movimentos pélvicos contundentes que faziam minha vulva experimentar um ardido gostoso somado com gozadas sucessivas.

Novamente cambiamos de posição retornando ao “papai e mamãe”, já que Tadeu não era adepto de ser cavalgado, e uma nova onda orgásmica sacudiu meu corpo provocando gritos e gemidos estridentes; por fim, alcançando o limite de sua resistência, Tadeu socou com mais força antes de retesar os músculos finalizando com uma penetração funda e prolongada que foi seguida por seu gozo celebrado com grunhidos roucos enquanto esguichava seu leite dentro de mim; ambos estávamos suados e ofegantes e Tadeu desengatou a pistola da minha gruta desabando sobre a cama ao meu lado. E foi nesse momento em que ouvi o ruído da porta de entrada se abrindo com seu ranger característico.

Alarmado com a gritaria de Rosa, Tadeu deu um pulo da cama procurando se afastar ao máximo dela que brandia uma faca de açougueiro ameaçando castrá-lo ali mesmo! Por um momento fiquei alarmada com a possibilidade de meu plano dar merda e já imaginei viaturas da polícia, sirenes e todo um furdúncio que se armaria por horas a fio; com tato, já que fora eu a responsável pelo flagrante, pois comentara com ela das minhas intenções quando de nosso encontro fortuito, fui ao seu encontro procurando demovê-la da intenção de cometer um crime do qual se arrependeria pelo resto da vida e sugeri que eles voltassem para casa e lá lavassem a roupa suja.

Rosa se aquietou por alguns minutos e depois de recolher as roupas do marido foi embora deixando para trás um sujeito acuado e assustado; nem precisei dizer que ele até pensou em me pedir ajuda, mas no final foi embora peladão usando as mãos para proteger as partes íntimas; assim que me vi sozinha desabei sobre a cama gargalhando sem parar e fiz questão de não me banhar esperando pelo corno, que com certeza, chegaria em casa, cheio de amor pra dar; e mesmo fedendo a álcool ao me ver pelada preparando o almoço não hesitou em vir pra cima decidido a uma pegação seguida de uma boa foda que aconteceu com ele metendo na minha buceta lambuzada sobre os mesmos lençóis que horas antes tinham sido empapados pelo meu suor misturado com o de Tadeu; foi mais uma noite de sono merecido saboreando no dia seguinte as memórias da minha sacanagem.

É claro também que nos dias seguintes ao evento procurei consolar Rosa que se tornou minha amiga e confidente ao mesmo tempo em que procurava estimulá-la a meter cornos no marido traíra oferecendo meu homem para essa finalidade; no começo ela posou de mulher honesta e fiel, mas eu soube comer pelas bordas até conseguir convencê-la a aceitar minha proposta; daí em diante não foi preciso muito mais o que fazer já que a própria Rosa se incumbiu de seduzir meu marido que não hesitou em capitular louco que estava para foder a dona do mercadinho. Ofereci minha casa para o encontro, mas Rosa não aceitou dizendo que precisava pagar na mesma moeda trazendo o adúltero para dentro de sua casa e para cima de sua cama.

Não resisti em pedir para assistir às escondidas e ela até que se fez de difícil, mas acabou aceitando, pois a ideia lhe agradou; numa quinta-feira, dia em que Tadeu fazia compras no Mercadão e aproveitava para almoçar por lá fui ao encontro de Rosa que me levou para sua casa sugerindo que eu me escondesse no banheiro do quarto principal de onde teria uma posição privilegiada para apreciar o espetáculo; fiquei pasma quando ela, sem cerimônia, ficou nua diante de mim exibindo uma beleza estética impressionante.

Rosa tinha um corpão “violão”, com formas exuberantes e generosas capazes de dar tesão tanto em homem como em mulher e confesso que cheguei a sentir minha vulva babar de tesão; porém, antes que algo mais pudesse acontecer, meu marido chegou já tirando a roupa e partindo para cima da fêmea cheio de entusiasmo …, entusiasmo que ele jamais demonstrara para comigo …, mas, dane-se! Foi uma pegação muito doida e para minha surpresa a certa altura ele atirou a fêmea sobre a cama separando suas pernas deixando a mostra uma buceta lindamente depilada e dotada de um clítoris que parecia um cacetinho enrijecido que me pôs ainda mais alvoroçada; e as surpresas não pararam por aí, já que o calhorda mergulhou o rosto entre as pernas de Rosa linguando aquela buceta como um esfomeado fazendo Rosa se debulhar em orgasmos que a faziam gritar em plena histeria indômita.

Muito embora aquele gesto de meu marido me causasse certa revolta, visto que ele jamais fizera isso comigo, a cena me deixou ainda mais acesa, instigando que eu levasse uma mão até minha gruta batendo uma siririca aloprada até explodir em uma sucessão de gozadas que de tão eloquentes impuseram a mim abafar os gritos e gemidos que rocavam minha garganta. E do “papai e mamãe” eles logo partiram para o “cachorrinho” seguido da “cavalgada”, posição que meu marido sempre afirmou não apreciar. A foda insana se prolongou além do esperado e ruídos vindos do corredor denunciavam a chegada de Tadeu, sem que a empregada de confiança de Rosa tivesse tempo de alertá-la; o que se seguiu foi algo que oscilou entre o hilário e o patético com meu marido sacando a pistola ainda rígida da buceta de Rosa que por sua vez se mostrava atarantada pensando em como escapar daquela situação que a poria em desvantagem.

Ela acabou por levar meu marido para a sacada fechando a portão balcão e correu para dentro do banheiro fechando e porta e ligando o chuveiro pedindo que eu permanecesse em silêncio; após uma troca de frases entre ela e Tadeu este, irritado por ela ter deixado o mercadinho nas mãos dos empregados, decidiu descer e cuidar dos negócios; ela me perguntou o que fazer com meu marido e eu dei de ombros quase insinuando que o problema era apenas dela; entretanto temi por um confronto indesejável e desci as escadas me esgueirando pelas gôndolas com Tadeu concentrado no caixa surgindo alegre e saltitante já pedindo sua ajuda para lidar com produtos que ficavam nos fundos da loja e estavam longe do meu alcance o que permitiu ao meu marido escapar do flagrante com a esposa alheia.

A partir daquele dia eu me sentia a vontade para chifrar meu marido sempre que surgisse uma oportunidade o que me fez ganhar a fama de “desfrutável” entre os machos mais próximos; segui me vingando do calhorda, fosse com o dono da oficina mecânica que sabia linguar uma buceta melhor que ninguém, fosse com o açougueiro dono de um dote de respeito e que tinha muita experiência em foder uma mulher fazendo-a gozar várias e várias vezes. Houve ocasiões em que eu e Rosa combinamos uma troca de maridos sem que eles soubessem de nossas intenções, e até meu cunhado novinho entrou na dança me fazendo sentir uma professorinha tarada ensinando ao novato os caminhos do prazer. Em momento algum eu me arrependi de minhas escolhas e sempre assumi as consequências decorrentes delas até o dia em que encontrei um macho que além de bom de cama, carinhoso e gentil fez questão da exclusividade.

De amantes ocasionais nos tornamos fixos e habituais o que resultou em um acordo com meu marido no qual ele entrou com a bunda e eu com o pé; a alcunha de “desfrutável” desapareceu sem que eu percebesse já que meu novo macho tratou de colocar todos em seus lugares marcando território ao meu redor; foi assim que me tornei uma mulher feliz e realizada, sem culpas ou arrependimentos compartilhando de uma cumplicidade que todas merecem, porém poucas recebem e fazendo com que cada novo dia fosse uma experiência renovada e inesperada; quanto a Rosa ela acabou se separando de Tadeu e se tornou amante de um advogado muito prestigiado em nossa região.

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Comentários

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Que delícia. Muito bom. Sagadinhas elas...O conto dele tem ligação com o dela?

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