Papai coroa da amiga refez a amizade - Parte 1 (Um conto de Rebeca)

Um conto erótico de Rebeca
Categoria: Heterossexual
Contém 2391 palavras
Data: 03/04/2025 17:57:50

Fala sapekinhas, Rebeca aqui. Estilo oriental, safadinha, sorriso contagiante e fácil. 1,65m e 65kg de pura gostosura.. rsrsrs. Leiam nossos contos, sigam e comentem...

Bem, quem leu os outros contos já sabe. Tenha bumbum bem definido, par de coxas grossas e seios empinados. O que vou contar foi uma loucura no tempo dos meus kinz.e anos..hahaha

Sempre fui tarada em coroas, os que mais curto é aqueles que se fazem de bonzinhos perto da família, mas se transformam quando estão trepando. Bem, neste conto irei trazer a vez que fui surpreendida pelo papai da minha amiga, Ana, que tive que reconquistar a amizade.

Desde muito nova, frequentei a casa de Ana. Uma garota tímida, bem magrinha, mas muito gente boa, loirinha e meio feinha também.

Marcos sempre me tratou como sendo sua filha, com muito carinho e tal até o dia em que brigamos por causa de uma boneca. Enfim, eramos muito novas e isso foi o suficiente para nos afastar. Mudei de escola e tal. Até o dia que vi Ana passar pela porta da sala.

Nos reencontramos, rimos de tudo que passou e começamos a nos falar novamente e foi assim que aconteceu...

— Re, acredita que meu pai sempre pergunta de você?

— Sério, Ana?

— Sim, o coroa vive falando que eu deveria te procurar e olha só.. aqui estamos..HAHAHA

— Ana, me desculpa. Mas, já faz bastante tempo né.. como ele está?

— Bem, vai poder ver ele hoje. Ele vem me buscar na saída, inclusive, te damos uma carona, se quiser.

Estávamos com roupa de colegial. Uniforme, calça jeans, enfim... queria ver como Marco estava.

— Claro, que sim.

Quando deu a hora de ir embora, fomos conversando até que vi Marco. De calça social, camisa xadrez, de óculos escuros. Estava bem mais barrigudo do que eu lembrava, mas sorria, sua pele morena brilhava conforme o Sol batia, cabelos grisalhos e braços peludos.

— Olha pai, lembra dela?

— Olha só... — Disse levantando os óculos. — Rebeca, como cresceu.

Já veio me dando um abraço. Minha cabeça foi parar no meio do peitoral dele. Senti um cheiro de suor misturado a perfume barato.

— Oi, Seu Marcos. O senhor também cresceu. — Brinquei, sorrindo.

Ele passou a mão na barriga e disse:

— Isso aqui é excesso de gostosura! HAHAHA

Ana colocou a mão no rosto.

— Não me faz passar vergonha!

Entramos no carro, eu e Ana no banco de trás íamos botando o papo em dia. Pelo retrovisor, vi que Seu Marcos me olhava. Quando parava no semáforo, se virava e conversava com a gente. Mas só para poder ficar olhando para os meus seios que marcavam o uniforme.

Conversa vai, conversa vem. Ana falou:

— Pai, a Rebeca poderia dormir lá em casa na sexta e passar o fim de semana com a gente?

Antes que ele respondesse, Ana falou:

— Re, não é querendo me gabar, mas... temos uma puta de uma piscina.

— Ana, já te ensinamos a não falar assim. — Repreendeu Seu Marcos. — E sim... acho que pode. Sua mãe vai para casa da tia Vitória e vamos ficar só nós 3.

— Você vem, né, Re?

Eu fiquei sem graça. Mas respondi:

— Vou poder usar biquini?

— Claro, que sim. Mamãe não vai estar... vamos poder ficar de boassa!

Enfim, me deixaram em casa. A semana se passou, todo dia eu pegava carona com eles já que era caminho para casa. E a cada dia, ficava com mais tesão em Seu Marcos que fazia questão de me abraçar bem apertado.

Na sexta, tudo certo. Passamos em casa para eu pegar umas roupas e tal e fomos para casa da Ana. E que casa, parecia uma mansão.

— E ai, Re... curtiu?

— Caramba... legal!

Seu Marcos levou minhas coisas até o quarto, depois disse que iria tomar banho. Enfim, eu e Ana ficamos na sala vendo TV. Seu Marcos veio até a sala usando um samba canção e sem camisa.

— Pai, tenha modos. Coloca pelo menos uma camisa!

Seu Marcos tinha 53 anos, fiquei sabendo depois. Estava todo vermelho, ofegante e se jogou na poltrona.

— Que nada. Te incomoda me ver assim, Rebeca?

Eu balancei a cabeça em negativa e pensei:

“Poderia até estar pelado.”

Vi a barriga com poucos pelos assim como as coxas.

— Vão tomar banho... daqui a pouco peço uma pizza.

Fomos até o quarto de Ana, ela disse para eu ir primeiro. Peguei minhas roupas, procurei minha calcinha preta de renda e não achei. Ai, peguei uma vermelha mesmo junto com meu short e uma blusinha rosa.

Sai e fui para o banheiro. Quando entrei pensei que estava e uma sauna. Muito vapor e tal. Para minha surpresa, minha calcinha preta estava em cima da pia. Quando a peguei, levei um susto.

“O que é isso?”

Uma gosma branca estava ali. Cheirei e já soube o que era.

— Seu Marcos gozou na minha calcinha! Que sacana!

Falei baixinho enquanto analisava a calcinha toda melada.

— Por isso estava ofegante, velho safado! Caralho, ele deve ter esvaziado o saco aqui. Quanta porra.

Eu já sabia muito bem o que era porra e o gosto que tinha, não iria deixar passar a chance de saber o gosto da porra do pai da minha amiga.

Comecei a lamber, tive que bater uma siririca. Liguei o chuveiro para que não ouvissem meus gemidos. Ajoelhei e comecei a me masturbar sentindo o cheiro e gosto do leite de Seu Marcos.

— AINNN! UINN! CACHORROOO! PAPAIIII! AINN!

Eu estava quase gozando até que Ana bateu na porta.

— Re, meu pai disse que já vai pedir a pizza e para não demorarmos.

— OK!

Me controlei, fui tomar meu banho na intenção de gozar depois. Seu Marcos iria ter que me satisfazer..hahaha

Na hora da janta, fingi que nada tinha acontecido. Ana, estava no banheiro.

— Rebeca, como foi o banho?

— Foi muito bom, Seu Marcos.

O coroa me comia com os olhos, minha blusinha rosa marcava bem meus seios.

— O que vamos fazer hoje a noite?

— Bem, Ana e eu sempre assistimos um filminho antes de dormir. Se bem que ela sempre dorme nos primeiros minutos.

A noite, nos sentamos na sala para ver o filme. No sofá ficou eu e Ana. Na poltrona, Seu Marcos que não tirava os olhos das minhas coxas.

O filme começou se tratava de uma galera que saia de férias e ia para praia. Achei bem ruim, mas Seu Marcos ficou vidrado na tv. Em muitas cenas apareciam garotas de biquini. De vez em quando, ele dava uma apalpada no samba canção.

Ana nem suspeitava que o pai era tão sacana. Em pouco tempo, Ana adormeceu. Eu já queria ir me deitar também, estava quase de olhos fechados e como sou um pouco japonesinha..rsrsr. acredito que o coroa pensou que eu estivesse dormindo.

Ele olhou para nós e fiquei na minha. Foi quando ele colocou a tv no mudo, procurou um canal e meu coração disparou. Uma mulher asiática levando madeirada no cu fazia caras e bocas.

“Que velho safado.” Pensei enquanto ele olhou de novo para nós.

Acho que o tesão de ser pego deixava ele mais tarado. Foi então que Seu Marcos tirou o cacete de lado no samba canção que era bem largo. Começou uma punhetinha e ficou com os olhos colados no monitor.

Eu abri meus olhos e não acreditei na cena. Ana dormindo do meu lado, Seu Marcos se satisfazendo e eu ali sem reação. Comecei a passar a mão na buceta, meio que por instinto. Tentando não chamar a atenção dele. Seu Marcos puxou o pau pra fora, batia sua punheta com gosto. Fiquei loucamente interessada em pular em cima daquela pica e pedir pra ele ser meu macho.

COF, COF, COF

Ana tossiu, rapidamente, Seu Marcos desligou a tv, se ajeitou e colocou o controle em cima da mesa de centro.

— Já acabou, pai?

— Sim, querida. Hora de dormir.

Ana levantou sonolenta e foi andando para o quarto. Nem se importou comigo.

Ficamos olhando um para o outro. Peguei o controle e ele pegou na minha mão.

— Melhor irmos dormir. Está bem tarde!

Fiz a cara mais puta que conseguia e falei:

— Poxa, Seu Marcos... eu estava quase gozando vendo a cena daquele filme.

Ele fingiu que não entendeu.

“Agora está se fazendo, ne?”

— Não entendi, querida.

— Este filme aqui. Liguei a tv e a japinha estava levando leitada na cara toda sorridente.

Seu Marcos gelou.

— Não sei como foi parar neste canal e.. e...

Tentava se explicar olhando pra tv. O pau dele meia bomba pulsando vendo aquilo.

— Essa ai ficou bem satisfeita com tanta porra. Eu também ficaria se levasse tudo isso de leite na cara.

Seu Marcos me olhou de cima até embaixo. Olhou para trás de mim, acho que para ver se Ana não estava lá.

— Você cresceu mesmo hein... quantos anos tem?

— Kinz.e!

— Tenho 53... idade para ser seu pai!

Me sentei no sofá, olhei para cima e disse:

— Papai, eu só durmo bem se ganhar leitinhoooo!

Seu Marcos pegou o controle da tv e colocou em um canal de esporte.

“Ele vai me xingar... acabar comigo... que merda to fazendo?”

Seu Marcos abaixou o samba canção.

— Vem filhinha, papai tá doido pra leitar sua cara.

Seu Marcos colocou uma perna sobre o sofá, o pau dele apontou para cima. Estava meio difícil de ver, mas saberia depois que a rola dele tinha 16cm. Coloquei uma mão passando por debaixo da coxa dele e abocanhei.

“Que pau quente e gostoso.”

— ISSSOOO! ASSIMMM! JAPINHA CHUPETEIRAAA!! COMO CRESCEUUU! AHHH

Eu mamava bem lentamente, poderia me engasgar fácil naquela sacanagem.

GLUB, GLUB, GLUB

— Até que valeu a pena tanta pesquisa.

— O que quer dizer, Seu Marcos?

Ele riu.

— Eu fui atrás de te achar na internet... e que gata gostosa você virou... desde cedo sabia que iria virar um mulherão... estava esperando que ficasse mais mocinha pra te botar justamente aonde está agora....

Engolindo meu cacete, piranha!

Fiquei revoltada, me levantei indignada.

— Não acredito que armou tudo isso.

Ele ficou alisando o pau.

— Vai se fazer de bobinha?... Não é possível que não viu a gozada que dei naquela calcinha de puta.

— OHHH! Tarado!

— Acha que não percebi que não tira o olho do meu pau.

Ele se aproximou, pegou no meu braço e me puxou. Me lascou um beijo, me derreti toda sentindo o corpo dele grudado com o meu. Quando parou, me virou, me empurrou para o sofá e fui quase de cara no assento. Mas, estava aonde ele queria... de 4 em cima do sofá.

— Fica parada...

Ele pegou o celular e tirou uma foto minha naquela posição.

— Preciso disso para quando você for embora e precisar me aliviar. Claudete nem sonha com isso.

— O que foi, Seu Marcos? Sua esposa não dá conta? — Falei enquanto mexia a bunda de um lado para o outro.

Seu Marcos riu, enquanto abaixava meu shortinho e minha calcinha.

— Já faz semanas que não trepamos. Brigamos porque eu disse que Ana deveria voltar a ser sua amiga.

Ouvir aquilo me deixou com um misto de raiva e tesão. Significava que ela tinha ciúmes de mim. Coitada, mal sabia que o marido dela estava prestes a me fuder.

Fiquei em meus pensamentos até que senti o dedo de Seu Marcos rodeando meu cuzinho.

— Você, vou deixar para amanhã... fim de semana ainda vou te encher de muito leite.

— O que... quee... ainnnn!!

Seu Marcos chupou minha buceta abrindo minhas pernas mais.

— Mete papaaaaiii! Meteee!

Ele me virou, me beijando e alisando meus seios.

— Calma, amor. Você vai ser minha amante neste fim de semana.

Me virei, Seu Marcos mamou em mim como se fosse um bb faminto.

— Que peitos gostosos! ... hummm, agora vai Rebeca, abre as pernas que vou te dar vara.

Me arreganhei, Seu Marcos me chupou mais um pouco. Colocou o cacete na entradinha e foi empurrando.

— UINNN!! AINNN! ASSIMM! MAAIIIS!

PLAU, PLAU, PLAU

Pronto! Estava levando madeirada do pai da minha amiga.

— Que buceta apertada e melada! Bem que suspeitei que a rachinha das japinha era mais apertada.

— Só não goza dentro, ta?AINNN..UIII

— Vou gozar na sua cara, piranha! Mas primeiro... Fica de 4! Anda!

Antes mesmo de me ajeitar, ele me puxou pela cintura...

PLAU, PLAU, PLAU

—UIII.. SEUUU MARCOS!

Ele então, colocou as mãos nas minhas costas e forçou pra baixo. Minha bunda só faltou ir parar no teto. Minha cara estava no assento, olhei para trás e vi o coroa vidrado e começando a suar.

Ele olhando para baixo como que admirando a visão.

— TOMA, JAPINHA SACANA! AGORA VOCÊ É MINHAAA!!

PLAU, PLAU, PLAU

Eu só escutava o saco dele batendo e gemia baixinho com a cara no sofá.

— UINNN.. TÁ DOENDOOOO! AINNNN.. UINNN

— Que nada. Conheço vocês, precisam entrar no cacete pra aprender a serem mulheres de verdade.

— Minhas costas, caralhoooo!

Ele riu e entendeu. Saiu de dentro de mim.

— Desculpa, querida!

Me levantei, fui até ele e empurrei na poltrona. Me virei e sentei gostoso. Eu subia e descia freneticamente, ele me segurando pela cintura.

— SENTA, VADIA! BISCATINHAAA! JAPINHA DA BUCETA QUENTEEEE!

Ouvir aquelas palavras só me davam mais fogo.

— ASSIM, PAPAIZINHO?? A PUTINHA DA SUA ESPOSA SABE FAZER ISSO?

Coloquei um pé sobre o braço da poltrona. Estava quase de ladinho, olhei para Seu Marcos e comecei a rebolar, subindo e descendo. Fazendo careta para ele achar que estava acabando comigo.

— PUTA QUE PARIUUU! ASSIM EU GOZOOO, REBECA!

— GOZAAA ENTÃOOOO! ENCHE MINHA BUCETA DE...

Nem precisei terminar de falar, minha buceta já estava recebendo a galada dele.

— RURURUURRRR! OHHHH! PORRAAA!

Minha xota recebeu com prazer aquele leite espesso. Quando ele parou, me joguei para trás e beijei ele. O pau dele permaneceu duro, Seu Marcos começou a bater uma siririca pra mim. Em poucos minutos, eu estava tendo espasmos ao mesmo tempo que sentia o leite escorrer.

Quando terminamos, sai de cima dele. O pau dele estava melado com porra e meu gozo.

Me ajoelhei e limpei tudinho.

— Que cadela gostosa! Vou te comer o fim de semana todo.

Eu ri.

— Vai é?!?

— Sim, amor. Mas pensei que não queria que gozasse dentro.

— Foi só um charminho.. HAHAHA..

Nos vestimos e cada um foi para o seu quarto na certeza de estávamos apenas começando o fim de semana.

Continua...

Bem, se gostaram, comentem e sigam o perfil para verem mais contos. Eu sou Rebeca e aguardo vocês na continuação.. Bjinhos da sua japinha...

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