Encoxada no ônibus e finalizando em casa

Um conto erótico de Isabela Tonelotti
Categoria: Heterossexual
Contém 731 palavras
Data: 03/04/2025 20:51:12

Mais um dia cansativo de trabalho, eu lá, de novo, naquele ônibus lotado, só querendo chegar em casa, tomar um banho e deitar. Tava de pé, segurando no puxador, tentando me equilibrar enquanto o motorista fazia aquelas curvas bruscas que quase me jogavam nos outros. Até que, num ponto, entrou um cara um pouco mais velho, uns 35, 40 anos, alto, forte, com um jeito meio sério e ficou logo atrás de mim.

O ônibus tava tão cheio que não tinha como ele não ficar colado. E aí, quando o bus freou de repente, eu acabei indo pra trás sem querer, esbarrando nele. Senti algo duro encostando na minha bunda não era a cinta, não. Era ele. Meu coração acelerou na hora, mas eu fingi que não tinha percebido, só me ajustei de leve.

Só que aí… eu gostei.

Fiquei ali, me mexendo um pouco mais do que o necessário, virando a bunda de lado pra sentir melhor. O ônibus balançou de novo e, dessa vez, ele segurou minha cintura com firmeza, como se fosse me proteger de cair. Só que os dedos dele apertaram um pouquinho mais do que deviam, e eu senti aquele calor subindo na minha cara.

O tempo foi passando, o ônibus foi esvaziando, e eu ainda tava com aquele tesãozinho besta. Até que, quando quase não tinha mais ninguém, olhei pra ele e disse, meio tímida: "Quer sentar aqui do lado? Tá vago agora." Ele sorriu, aceitou, e a gente começou a conversar.

Descobrimos que a gente descia no mesmo ponto. Coincidência? Sorte? Não sei, mas quando o ônibus parou, a gente desceu junto. Só que, do nada, ele tropeçou e caiu, machucando o joelho. "Ai, meu Deus!" Eu me abaixei pra ajudar, vi que tava sangrando um pouco. "Olha, minha casa é aqui pertinho, deixa eu te ajudar, pelo menos lavar isso direito."

Ele hesitou, mas acabou aceitando.

Na minha casa, eu peguei um pano úmido e passei no joelho dele, depois um pouco de pomada. Aí, eu lembrei daquela cena no ônibus e soltei, meio sem pensar: "Você lembra quando você me segurou lá no busão?" Ele riu, meio sem graça, mas eu continuei: "Quer recriar a cena? Só pra zoar?"

Ele levantou uma sobrancelha, mas topou. Fiquei de pé na frente dele, de costas, e ele veio por trás, colando o corpo no meu. Só que dessa vez, sem ninguém pra ver, ele apertou minha cintura com mais força, e eu senti o pau dele endurecendo de novo, esfregando na minha bunda.

Eu me virei de repente e encarei ele. A gente ficou parado um segundo, só se olhando, até que eu não aguentei e puxei ele pelo pescoço, metendo a língua na boca dele. Ele respondeu na hora, uma mão agarrando meu cabelo, a outra descendo pra apertar minha bunda.

A gente se pegou com vontade, e eu já tava com a mão no pau dele, sentindo como aquela rola era grossa e dura. "Quer me foder?" eu perguntei, já puxando ele pro meu quarto.

Ele não precisou de convite. Me jogou na cama, tirou minha calça e minha calcinha num segundo, e meteu a cara na minha buceta, chupando como se tivesse com fome. Eu gemendo, arreganhada, segurando na cabeça dele.

Quando ele levantou, eu já tava toda molhada. Ele botou a ponta do pau na minha entrada e olhou nos meus olhos. "Tá pronta, putinha?"

Eu só sorri e respondi: "Vem, me fode gostoso."

Ele enfiou de uma vez, e eu gritei. O cara era grande, e cada socada fazia a cama bater na parede. Ele me virava, me puxava, me comia em todas as posições, e eu só conseguia gemer e pedir mais.

Até que ele falou, com a voz grossa: "Ai, sua puta, vou gozar."

Eu sabia o que ele queria. "Vai caralho, goza no meu rostinho."

Ele tirou o pau e jorrou porra quente no meu rosto enquanto dava um tapa na minha cara. Eu me lambuzei toda sorrindo, sentindo o gosto da porra dele na minha boca.

No final ele já tinha gravado um vídeo me fodendo e depois gozando no meu rostinho, safado do cacete hahaha, confesso que gostei disso. E pra quem tá pedindo esses meus videos é só me chamar no insta @bela_tonelotti e falar que veio dos contos eróticos que eu até posso fazer desconto, mas peçam com carinho.

É isso, beijinhoos

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