Esta história aconteceu comigo há muito tempo atrás, mas até hoje mexe comigo, me deixa com muito tesão. Acho que vale à pena relatar pra vocês.
Todos nós temos histórias no passado que nos faz reviver, sejam momentos de alegria, momentos de vergonha, sejam fatos pitorescos, ou coisas que, talvez, seja melhor esconder de algumas pessoas, ou manter em lugares especiais na nossa memória. Nossas gavetinhas secretas. (Lembrei do Jota)
Somos todos um livro cheio de rabiscos e textos. Somos também a somatória de nossos atos. Nossos sorrisos e também nossas cicatrizes, fazem de nós o que somos. Vamos aos fatos.
Já morava em São Paulo há uns cinco anos, mas ainda estava na batalha por dias melhores. Tinha um emprego normal, fazia faculdade com muita dificuldade, tanto de horário quanto de grana, mas tudo bem, muitos passam por isso em busca de vencer na vida.
Estava casado há pouco tempo, mais ou menos dois anos, com um filho muito novinho, bebê ainda, e morava na periferia da zona sul. Um sobrado grande! Em cima morava a irmã de minha esposa, e eu e minha mulher morávamos numa casinha na parte de baixo, como é de costume aqui em São Paulo.
Era aniversário de minha cunhada e organizamos uma grande festa na laje, com direito a cerveja e muito churrasco, como só o pessoal da periferia sabe organizar.
Uma outra cunhada minha, que morava no interior, veio pra passar o fim de semana e curtir a festa conosco. Junto com ela vieram os filhos e mais dois coleguinhas. Quando paramos para analisar, a casa estava cheia e todo mundo animado.
Eu já conhecia quase todos os sobrinhos da minha esposa que moravam no interior, apenas o mais velho ainda não tinha nos visitado. Quando ele chegou com a mãe, as irmãs e também dois amiguinhos da mesma idade dele, eu fiquei admirado com a beleza natural do moleque.
— Esse é o Claudinho, que você ainda não conhece. – Falou minha cunhada, me apresentando o filho. Ele me abraçou, conversamos um pouco, e logo ele já estava me chamando de tio, embora eu fosse apenas um pouco mais velho que ele, que estava com 19 anos. Eu, como alguns já sabem, me casei e fui pai muito jovem.
Próximo do início da festa, estava aquela loucura. Muita gente pra tomar banho, trocar de roupa, e mais gente chegando para a festa. Eu já estava tomando uma geladinha, sempre fui fã de cerveja.
Ao me trocar no mesmo quarto que a molecada, é que pude ver o Claudinho inteiramente nu e observei como era bonito aquele corpo jovial. Embora não ligasse muito pra isso nesta época, pois era casado e amava minha mulher, não pude deixar de notar como era bonito e gostoso aquele carinha. Peitinho estufado, marquinha de sunga, pele dourada pelo bronze, boca carnuda, coxas grossas, e uma bunda muito, mas muito carnuda. Ele só era um pouco baixinho, em relação a mim. Jeito de machinho em marrento. Era uma perdição. Na época eu não curtia um homem, como curto hoje em dia, mas já tinha provado e não tinha a mente fechada com relação a isso.
A festa rolou muito bem, tomamos muita cerveja e comemos muito churrasco, a casa cheia, todo mundo curtindo e dançando lambada na laje e, quando chegou a hora de dormir, fomos nos ajeitar no pouco espaço que tinha pra tanta gente. A maioria ia ficar na casa de cima. Minha cunhada e eu combinamos que a molecada ia descer e dormir na minha casa que tinha apenas um quarto pequeno.
Minha esposa com meu filho ficou na casa de cima, e eu fui tomar um banho antes de dormir. Ao sair do banheiro vi que a cama já estava ocupada. O Claudinho estava deitado, só de cueca, num colchão no chão. Eu puxei um outro colchão de solteiro e coloquei ao lado do dele.
Logo já se podia ouvir o ronco de alguns, e deu pra ver que a cerveja ajudou todo mundo a dormir rapidamente. Fiquei só de cueca e me deitei com um lençol fininho, devido ao calor. Eu demoro muito a pegar no sono e fiquei ali deitado, com os olhos abertos e, por uma luz indireta que vinha pelas frestas da janela, pude ver o corpo do Claudinho ali no colchão ao lado. Uma cuequinha boxer cobria aquela bundinha carnuda que estava descoberta e empinada pra cima. As costas largas do moleque, deixava a cena ainda mais linda. Descobri, depois, que aquele físico tão bonito era fruto do treinamento que ele estava fazendo para ser policial. De repente ele me olhou e falou baixinho:
— Tá sem sono também, tio?
— Estou sim cara. E esse ronco também está me incomodando. Não consigo dormir com alguém roncando perto. – Respondi baixinho para não acordar ninguém.
— É meu amigo Paulo tio. Quando ele dorme lá em casa também me incomoda com esse ronco. – Demos risada baixinho, e viramos pra tentar dormir. Fiquei virado de frente pra ele que estava de costas pra mim, com aquela bunda empinada, mas posso jurar que nada de maldade passava pela minha cabeça.
Cochilei um pouco e, de repente, despertei com um calor no corpo e, ao abrir os olhos, pude ver que era o Claudinho que estava bem próximo de mim.
Como nossos colchões estavam colados um no outro, ele, dormindo, se encostou em meu corpo o que provocou um certo calor. Assim eu pensei.
De repente senti ele se aproximar mais um pouco e sua bunda encostou em minhas coxas. Eu estava com as pernas meio flexionadas, mas as estiquei e, assim, a bunda dele ficou muito próxima de meu pau. Continuei na mesma posição e sem nenhum pensamento malicioso, quando senti ele se encostar mais em mim e a bunda se encaixar bem em meu cacete. Eu tinha na época 25 anos e qualquer coisa me deixava de pau duro.
Meu pau inchou de tal maneira que fiquei completamente sem graça e resolvi me virar pra que o moleque não sentisse que eu estava com o pau duro, encostado na bunda dele. Ao tentar me virar senti a mão dele segurar meu quadril, me impedindo. Ao mesmo tempo forçou a bunda e deu uma roçada forte no meu pau, encaixando bem as duas bandas daquela delícia de bunda no meu caralho duraço.
Não pude acreditar que aquele cara machinho estava roçando aquela bundinha juvenil em meu pau, de propósito. Não tinha percebido nada que entregasse que o moleque curtia um caralho no rabo. Tentei virar novamente, ele me segurou firme e, botando a mão pra trás, apertou meu pau. Fiquei sem saber o que fazer. Não podia sair, poderia acordar os outros, e também tinha o fato do moleque ser sobrinho da minha esposa. Fiquei imóvel e o pau estourando de duro, na mão do putinho.
Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa, ele, sem se virar, meteu a mão na minha cueca e começou a punhetar meu pau. Como eu estava há alguns dias sem foder, resolvi entrar no jogo do moleque e deixar ele bater uma pra mim. Ele então me surpreendeu mais uma vez; puxou minha cueca pra baixo, liberando todo meu caralho. Ele também abaixou a dele e eu pude ver, mesmo no escuro, a marca de sunga naquela bundinha gostosa. Isso me deixa maluco de tesão até hoje. Adoro uma bunda com marquinha.
Ele, segurando firme no meu pau, começou a passar a cabeça no meio das bandas da sua bunda que, de tão carnuda, dava a impressão de que eu estava dentro de um rabo quente e acolhedor. Me deixei levar por aquilo tudo e comecei a forçar meu pau de encontro a seu cuzinho. Ele mal respirava e, sem se virar pra mim, continuava a roçar a cabeça de meu pau que explodia de tesão, bem na porta de seu cuzinho.
Pude perceber que era um rabo bem apertado. Dava pra sentir todas as preguinhas no lugar. Ele, sentindo as minhas empurradas em sua portinha, largou meu pau e, na penumbra, vi ele levando a mão à boca. Trouxe a mão de volta e, afastando a bunda, passou os dedos no cuzinho, o que me levou a crer que ele estava lubrificando o buraquinho. Fez isso umas três vezes e voltou a esfregar meu pau, que já estava bem babado, em seu reguinho, me fazendo sentir aquele buraquinho úmido, lubrificado. Meu pau deslizava com facilidade.
Puxei ele pela cintura e fui forçando meu pau, mas não entrava nenhum centímetro, por mais que ele se abrisse todo. Morrendo de tesão, eu me virei cuidadosamente por cima dele e, segurando suas duas mãos, comecei a forçar a entrada. O puto então empinou bem o rabo e eu, morrendo de medo de ser visto por algum dos outros que estavam no quarto, empurrei a rola com força e senti meu pau entrar muito apertado, rasgando aquelas preguinhas. Ele tentou sair debaixo de mim, mas eu estava encaixado em seu cu e segurei ele firmemente. Soquei o pau pra dentro sentindo deslizar lentamente, centímetro por centímetro, até se alojar todo dentro, até o talo. Sentindo que ele iria gemer, eu tapei a sua boca com uma das mãos e sussurrei em seu ouvido:
— Calma! Entrou tudo! Você provocou. Queria rola, então aguenta como macho. Relaxa o cuzinho. – Ele ficou calmo e o senti abrir mais as pernas e empinar a bunda. Comecei a estocar aquela bundinha, entrando e saindo bem devagar pra não fazer barulho. Era uma sensação maravilhosa, sentir meu caralho sendo esmagado por aquele cu tão novinho e apertado. Meu pau estava trincando de duro e eu sei que estava rasgando as pregas dele. Meti forte e silenciosamente e ele apenas empinava a bunda recebendo meu pau bem no fundo do cu. Entrei e saí daquele cuzinho por uns bons minutos e senti que ia gozar. Tirei a mão da sua boca e, segurando seus dois ombros, pressionei meu pau tão forte que senti um calor gostoso no fundo daquele cu. Ele empinou a bunda mais um pouco e levou sua cueca até ao seu próprio pau, que estava roçando no colchão, enquanto eu o socava. Senti ele apertar minha mão e estremecer o corpo todo. Nessa hora seu cuzinho começou a mastigar meu caralho.
Gozei me tremendo todo, e foram tantos jatos dentro do rabinho dele que achei que nunca iria parar de gozar. Nessa época, no auge do vigor físico, eu gozava feito um cavalo, tinha um leite forte e abundante. Ele respirava forte, com um sorrisão no rosto. Tinha gozado também, o putinho.
Saí de dentro dele e me dei conta da bobagem que tinha feito, mas já era tarde. Gozo sentido não volta.
Ele guardou a cueca molhada embaixo do colchão, se cobriu e eu me virei de lado pra tentar dormir um pouco.
Acordei tarde e de ressaca no outro dia. Ele e os amigos já tinham ido pra rodoviária, pois iriam jogar no litoral. Encontrei com ele outras vezes e tudo foi sempre muito natural, nunca tocamos no assunto.
Agora há pouco encontrei com ele no casamento de meu filho. Ele já com 40 anos, tão lindo como sempre foi, um monte de filhos, me disse que já tinha casado umas 3 vezes, me abraçou carinhosamente e eu o apertei em meus braços, sentindo o calor de seu corpo e o cheiro amadeirado de seu perfume, então ele me disse:
— Nossa tio o senhor está bonitão! Não envelhece. Precisa me dar a receita. – Eu apenas respondi:
— É a cerveja Claudinho! Ela conserva bem a gente. – E sorrimos muito.
Na cadeira em frente, minha ex-mulher balançou a cabeça negativamente e sorriu, ela sempre foi muito crítica ao meu jeito espontâneo de ser, não à toa nosso casamento não durou muito.
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Agradecimento:
Obrigado a todos que votaram no meu conto “O Malandro Brasileiro...” no desafio do site. Graças ao apoio de vocês, um texto Gay, foi o mais votado do desafio. Acho importante a gente se posicionar em todos os espaços e mostrarmos que estamos juntos e representados.
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