Minha colega de trabalho jogou a isca e eu cai

Um conto erótico de Anônimo00000
Categoria: Heterossexual
Contém 1271 palavras
Data: 04/04/2025 16:04:31
Última revisão: 04/04/2025 16:24:53
Assuntos: Heterossexual

Sou militar, tenho 32 anos, moreno, 1,72, falso magro, com o velho estilo militar, cabelo sempre curto, barba feita e tal. Trabalho em uma cidade distante de onde eu moro. Desde que fui transferido para essa cidade notei uma coisa que chamou a atenção, ao me apresentar para o meu comandante imediato, notei uma mulher me olhando, com um olhar de curiosidade, era uma morena, cavalona, peitão, bundão e tudo mais, perfil de quem vive na academia, lábios carnudos e cabelos ondulados, embora fosse uma mulher que chamasse atenção, não dei muito bola, até porque não conhecia ninguém e achei que aquele olhar de curiosidade dela fosse por eu ser novo no batalhão. Ao longo do tempo fui conhecendo as pessoas, inclusive a militar em questão, vamos chamá-la de Carla.

Sempre que eu passava por Carla, cumprimentava ela cordialmente e seguia meu caminha, embora ela fosse um mulherão eu não me interessei em chegar nela, não costumar fazer isso e por se tratar de uma colega de trabalho, a rádio corredor iria encher o saco caso fosse descoberto algo, principalmente se eu fosse e ela tivesse dado fora assim como fez com outros. Toda vez que via Carla, ela me encarava, com aquele olhar de curiosidade, me olhando de cima a baixo, como se me analisasse, mas como não tínhamos proximidade, ela não falava além dos cumprimentos do dia a dia. Certa vez, por uma demanda do serviço, Carla entrou em contato comigo, pois ela estava na parte administrativa e precisava repassar algumas ordens do serviço, ela falou sobre a demanda, eu concordei e ficou por isso, nem salvei o contato dela, pois como se tratava de uma demanda específica não precisaria ficar falando com ela posteriormente. Mais tarde, fora do horário de expediente chega uma mensagem de um número que não era salvo, quando olho, era Carla, puxando assunto de algo do serviço, respondi normalmente mas percebi que era uma desculpa dela para iniciar uma conversa, eu fui educado e fiquei conversando com ela, ao logo da conversa, quando já estávamos mais familiarizados, Carla diz:

- Você é diferente!

Eu sem entender o que ela quis dizer, perguntei:

- Como assim diferente, o que eu tenho de errado?

Ela disse:

- Nada de errado, isso que é diferente, você é muito certinho, na sua, um mistério, aqui onde trabalhamos sempre aparece algum engraçadinho que quer dar em cima de mim, mas nunca me interessei por ninguém, ai aparece você, te achei bem interessante, mas justamente quem eu me interesso não me dá bola.

Embora ela fosse muito gostosa, realmente eu nunca tinha demonstrado interesse ou dado em cima. Eu expliquei, que ela era uma mulher muito atraente e realmente me chamou a atenção desde quando cheguei no batalhão, mas não era do meu feitio se envolver com colegas de trabalho por alguns motivos, Carla demonstrou um pouco de decepção mas não paramos de conversar. Nós acabamos nos tornando amigos, mas claro toda vez que eu via aquela morena eu tentava desfaçar e não encarar aquele bundão lindo, não só eu mas todo mundo parava para olhar.

Um certo dia eu estava esperando o horário para entrar de serviço, quando recebo mensagem de Carla pedindo um favor urgente, ela disse que acabou esquecendo o carregador do celular dela no trabalho e o celular dela estava 5% de bateria e não podia ir até o batalhão pegar, pois estava fazendo o almoço, me perguntou se eu poderia ir deixar na casa dela já que era próximo. Pois bem, peguei o carregador e fui a casa dela sem nenhum problema, ao bate na porta, ela abre um pouco a porta, bota só metade do corpo de fora para me atender, eu cumprimento ela e estendo a mão para entregar o carregador, em vez de pegar o carregador, Carla agarra meu pulso e me puxa para dentro de casa, foi a isca da safada, ela estava vestindo uma camiseta frouxa e longa e um fio dental que se perdia totalmente naquele raba, ela me agarra e nos beijamos, um beijo louco, intenso e molhado, parecia que os dois estavam esperando por isso, quando nos demos de conta já estávamos no quarto sem roupas nos beijando loucamente. Eu sabia que ela era gostosa mas sem roupa era outro nível. Joguei ela na cama e fui pra cima, comecei a chupar aqueles peitões delicioso com marquinha de bronze, enquanto massageava a buceta lisinha e carnuda, Carla só gemia baixinho com os olhos fechados, com pouco tempo eu escuto ela falar baixinho com voz de safada:

- Me fode vai, não aguento mais de tanto tesão.

Coloquei a camisinha e posicionei ela na ponta da cama e eu em pé, encaixei o pau na buceta dela que escorregou para dentro facilmente de tão molhada que ela tava, comecei a meter devagar e fui aumentando a intensidade aos poucos. Carla gemia e dizia:

- Isso, fode filho da puta, fodeee.

Com pouco tempo nessas socadas gostosas, Carla fecha os olhos, ergue o corpo e começa a tremer e anuncia que tá gozando. Eu me segurava para não gozar também, ela pede uns segundos para se recompor e vira, ficando de quatro, que visão, aquele bundão empinado. Admirei por alguns segundos, porque não é todo dia que a gente tem uma visão maravilhosa daquela e encaixei o pau na buceta dela e é comecei a bomba, Carla ajudava jogando o corpo contra mim, eu delirava com tudo aquilo, dei um tapão naquela bunda que acho que até os vizinhos ouviram o estalo que deu, ela nem ligou, apenas disse:

- Isso, bate mais, quero mais, safado.

Atendi o pedido e dei mais alguns tapas, senti que eu estava perto de gozar e avisei, ela saiu da posição rapidamente e disse:

- Calma, nem sentei em você ainda.

Me deitei na cama e antes que eu falasse algo, Carla senta na minha cara, começa a movimentar aquele buceta na minha boca pra frente e para trás, rebola, não dura muito ela se curva para trás e goza de novo, e eu saboreando aquela buceta carnuda enquanto aquela safada tremia toda. Carla sai de cima do meu rosto e se posiciona para sentar no meu pau, não precisou nem encaixar o pau, ele apenas escorrega de tão molhada que ela estava, damos mais um beijo e ela começa a rebolar, ela fazia isso com uma intensidade, um molejo que não aguentei muito tempo, avisei que iria gozar, ela sorrir e diz:

- Goza, goza gostoso pra mim, safado.

Com isso ela começa a quicar e rebolar mais forte, eu não aguento e gozo muito, urrando de tesão, ela apenas sorri com cara de safada, como se tivesse aprontado uma, sai de cima de mim e deita do meu lado, olho pra ela e apenas digo:

- Carvalho, tu quase me mata kkkk

Ela rir e fomos para o banho. Me vesti e quando eu estava de saída ela diz:

- Que foda boa, estava sonhando com isso faz tempo, quando vamos marcar de novo?

Eu disse que em breve, demos um último beijo e eu fui embora como se nada tivesse acontecido, além do mais fui apenas deixar um carregador do celular. Não conseguirmos fuder de novo pois nossos horários se chocava mas as vez que a gente se via, rolava aquele olhar dela como quem diz:

- Está me devendo outra foda.

Pouco tempo depois, Carla foi transferida para outro batalhão, ficamos apenas com a lembrança daquela foda louca e maravilhosa. Até hoje os meus colegas de trabalho comentam o quanto queriam ter pego aquela morena e eu entrando na onda que queria ter pego também, mal sabe eles kkkkk.

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