Novinho comeu a buceta e o cu da minha esposa na minha frente

Um conto erótico de Eduardo Manso
Categoria: Heterossexual
Contém 2434 palavras
Data: 04/04/2025 18:49:31

Espero que gostem do relato! Ele faz parte do meu 3° livro que foi lançado HOJE,!

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Nada como um final de semana na praia para se livrar do stress e da canseira do dia a dia. Passei a semana toda ansioso pela sexta, doido pra cair na estrada e seguir rumo ao mar.

Rebeca estava ainda mais empolgada do que eu. Logo no início da semana foi ao shopping para comprar um biquini novo, um delicioso e sensual fio dental vermelho, que a deixou ainda mais gostosa. Também aproveitou para comprar algumas blusinhas para usar durante a viagem.

Também fiz uma compra ao longo da semana, mas não para mim. Resolvi dar um presente para minha amada esposa e pensando em como ela ficaria deliciosa com o biquíni novo, comprei um acessório para combinar: uma tornozeleira feita de duas tirinhas de couro trançadas, com um pequeno pingente do naipe de espadas, o símbolo da hotwife. Como esperado, Rebeca adorou o presente.

Na sexta à noite, Rebeca se vestiu com suas roupas novas: um shortinho bem curto, uma regata bem decotada, sem sutiã por baixo e a tal tornozeleira, que a acompanhou por todo o final de semana, deixando bem claro à todos que conhecem o símbolo, que ela era uma mulher livre para se entregar ao prazer.

Sair da cidade e passar alguns dias longe de pessoas conhecidas é algo que proporciona uma liberdade deliciosa para um casal como nós. Nos permite sermos mais leves e despreocupados, ousar no visual e abusar do exibicionismo, sem medo de sermos julgados. A sensualidade do visual de Rebeca quando pegamos a estrada era o exemplo perfeito disso. E é claro que eu, como bom corno que sou, sempre fico louco de tesão quando minha esposa sai assim, provocante.

O final de semana prometia ser repleto de tesão e antes mesmo de chegarmos ao litoral, passei por uma situação extremamente excitante. Parei em um posto para abastecer e Rebeca estava adormecida ao meu lado, com o encosto do banco do passageiro deitado para trás. A posição em que ela estava dormindo deixava o bico de seus peitos à mostra pelo vão da blusinha, que estava displicentemente puxada para o lado. O frentista que me atendeu não deixou escapar a cena e ficou devorando Rebeca com os olhos. Quando voltei para a estrada, meu pau estava duro.

Depois de algumas horas de viagem, finalmente chegamos. Alugamos um pequeno flat em um prédio localizado a dois quarteirões de uma famosa praia do Guarujá. O local não tinha nenhum luxo nem nada, mas era bem aconchegante e contava com serviço de guarda-sol na praia, o que chamou a atenção pela comodidade. Assim que entramos na garagem do prédio, acordei Rebeca. Ela me ajudou a descer as malas e enquanto aguardávamos o elevador para ir até o nosso andar, percebi que o manobrista também ficou devorando minha esposa com os olhos. Ela de fato estava uma delícia.

Na manhã seguinte, levantamos cedo e resolvemos tomar café da manhã em uma padaria na esquina do prédio, assim aproveitamos para comprar gelo e encher o cooler. Antes de sair do apartamento, já nos arrumamos para a praia. Passei protetor em Rebeca e ela desceu vestindo um chinelo, a nova tornozeleira e uma canga enrolada na cintura, cobrindo o sexy e provocante fio dental. Acima da cintura só o biquíni e os óculos escuros. Por onde ia, atraia os olhares de todos os homens.

Depois do desjejum, seguimos para a praia. Logo que chegamos na orla fomos abordados por diversos caras, oferecendo o serviço de guarda-sol e os cardápios das barracas que eles trabalhavam. O jeito como olhavam para Rebeca me excitava. De qualquer forma, dispensamos todos eles e seguimos até um carrinho de mão, cheio de cadeiras e guarda-sóis listrados em vermelho e branco, que pertenciam ao condomínio em que estávamos hospedados. O funcionário que nos atendeu, tal qual os demais, cresceu os olhos para cima de Rebeca e fez questão de posicionar nossas cadeiras e guarda sol em um lugar que ficássemos em seu campo de visão.

Assim que nos acomodamos, abrimos uma cerveja cada um e ficamos relaxando e curtindo o visual. O dia estava ensolarado e praticamente sem nenhuma nuvem no céu, mas apesar disso, a praia não estava tão cheia. Quando terminou a cerveja, Rebeca se levantou e foi dar um mergulho no mar. Fiquei sentado, apenas observando. O rebolado no caminhar da minha esposa ressaltava ainda mais suas curvas e alguns rapazes que estavam jogando vôlei perto do mar acompanharam a bunda de Rebeca com o olhar assim que ela passou por eles e é claro que isso não passou despercebido por ela.

Rebeca deu um mergulho no mar e voltou até onde eu estava, desfilando provocantemente enquanto passava ao lado dos rapazes do vôlei. Ao se aproximar de mim, com um sorriso malicioso, ela perguntou:

- Amor, está afim de jogar vôlei?

- E ver de perto você se exibindo pros marmanjos? Você tem alguma dúvida?

Ela sorriu. Levantei e fomos juntos até os rapazes.

- Se importam se jogarmos também, meninos? - perguntou ela, com um jeitinho provocante.

- Claro que não! Será um prazer! - respondeu um deles, com um sorriso de canto de boca.

Eles abriram espaço na roda e começamos a jogar. Eram 4 rapazes, que aparentavam ter entre 20 e 25 anos, bem mais novos do que eu e Rebeca. Todos ficaram babando em Rebeca, mas um deles, Rodrigo, era o mais atrevido de todos. Logo percebi que ele começou a jogar a bola por cima de Rebeca de propósito, para que ela fosse buscar e ele ficasse olhando para sua bunda.

Depois de um tempo, sai da roda e voltei para o guarda-sol, dizendo que iria descansar e tomar uma cerveja. Rebeca continuou a jogar com os rapazes. De longe fiquei observando e era nítido o desejo no jeito com que Rodrigo olhava para minha esposa. Eles jogaram por mais uns vinte minutos, até que o grupo se separou.

Dois dos rapazes vieram em minha direção e se sentaram em um guarda-sol próximo de onde eu e Rebeca estávamos, inclusive, notei que era igual ao nosso, o que significava que estávamos hospedados no mesmo prédio. Enquanto isso, minha esposa foi para o mar, com Rodrigo e o outro rapaz. Puxei minha cadeira até o guarda sol dos novos amigos e fiquei batendo papo com eles, enquanto observava Rebeca de longe.

Aproveitei para confirmar minha teoria de que estávamos hospedados no mesmo prédio e isso alimentou minha fantasia de que algo a mais rolaria naquele final de semana. Algo safado. Ao longe, Rebeca e Rodrigo pareciam se divertir no mar, mas pelo que pude ver, a relação dos dois se limitava a trocas de olhares.

Alguns minutos depois, Rebeca e os dois rapazes que estavam no mar se juntaram a nós e passamos o resto do dia juntos, comendo porções, bebendo e conversando. Quanto mais bebíamos, mais o olhar de Rodrigo se demorava no corpo de Rebeca e mais ela o provocava com gestos, olhares e poses.

Já passava das três da tarde, quando um dos meninos sugeriu de levantarmos acampamento e continuarmos a diversão na piscina do prédio. Todos pareceram gostar da ideia e começamos a juntar todas as nossas coisas para ir.

O edifício em que estávamos tinha 20 andares, sendo que os nove primeiros eram de garagem, no décimo andar estavam o salão de jogos, a sauna e a piscina e a partir do décimo primeiro, eram os apartamentos. Antes de subir, todos tomamos uma ducha na parte externa do prédio, para então entrarmos no elevador de serviço.

O prédio era antigo e um dos pontos fracos era o elevador, que era lento e pequeno. Fomos bem espremidos para caber os seis de uma vez, mas naquela subida isso não foi de todo ruim, pois Rebeca aproveitou a situação para encostar sua bunda em Rodrigo e pressioná-lo contra a parede. Quando saímos, no décimo andar, olhei de relance e constatei que ele tinha ficado de pau duro… assim como eu. Como já estávamos todos alegres por conta do álcool, acho que ninguém reparou.

Já na beira da piscina, os rapazes entraram na água e voltaram a brincar com a bola de vôlei. Rebeca pediu para que eu reforçasse o seu protetor solar e enquanto eu passava o creme em seu corpo, ela propositalmente deixou escapar a alça do biquíni, demorando para colocá-la de volta ao lugar e deixando seus seios a mostra, para o deleite de Rodrigo.

Depois disso, Rebeca se deitou de bruços em uma espreguiçadeira, com a bunda virada na direção da piscina. Eu me juntei aos rapazes e fui jogar vôlei e minha esposa acabou cochilando. Ficamos assim por uns vinte minutos, até que Rebeca acordou.

Logo na sequência, Rodrigo se despediu de todos e disse que iria subir para tomar um banho. Chamei Rebeca para entrar na piscina e jogar conosco, mas ela disse que também iria subir para tomar um banho e descansar. No entanto, deu uma piscadinha para mim, sem que os outros percebessem. Já imaginando as intenções dela, fiquei na piscina jogando com o pessoal, mantendo todos ocupados para Rebeca e Rodrigo aprontarem.

Mas a curiosidade era tanta, que não aguentei ficar ali. Dei mais um tempinho e me despedi dos rapazes. Subi depressa até o 13°, onde ficava o nosso flat. Abri a porta devagar e vi que o chinelo de Rebeca estava ao lado da porta, assim como o de Rodrigo. Andei até o fim do corredor, ouvindo um rangido da velha cama de madeira se movimentando em um ritmo sexual e quando cheguei no fim do corredor, vi os dois trepando. Com um sorriso safado, Rebeca disse:

- Vem brincar com a gente, amor.

Sem se importar com a minha presença, Rodrigo continuou a meter na buceta de Rebeca. Ela estava de bruços na cama e ele a fodia por trás. Tirei a sunga apressadamente, enquanto andava em direção aos dois. Meu pau, extremamente duro, denunciava o quanto aquela cena me excitava. Me abaixei ao lado de Rebeca e lhe dei um desajeitado beijo de língua, no qual nossos dentes batiam uns nos outros a cada estocada de Rodrigo.

Me deitei ao lado de Rebeca e pedi:

- Vem pra cima de mim, gata. Senta na minha cara!

E ela veio, encaixando seu corpo no meu em um delicioso meia nove. Rodrigo não ficou de fora e logo se pôs atrás de Rebeca, enfiando novamente o pau em sua buceta. Enquanto ele metia, suas bolas batiam em meu rosto, mas eu simplesmente ignorei e continuei chupando minha esposa, que me chupava com maestria, mesmo levando ferro.

Em meio àquela deliciosa orgia, Rodrigo se empolgou e aumentou a intensidade da foda, fazendo seu pau escapar da buceta de Rebeca no meio do vai e vem. Instintivamente, abri minha boca e coloquei minha língua para fora. Aceitando o convite, ele colocou o pau em minha boca e empurrou duas vezes em direção a minha garganta, provocando leves engasgos, mas logo na sequência voltou a meter vigorosamente na buceta de Rebeca, tirando gemidos abafados da minha esposa.

Continuei a lamber o clitoris e os gemidos dela ficaram cada vez mais altos, até culminar em um grito de prazer. Estimulado pelo orgasmo de Rebeca, o comedor também começou a gozar. Pra não interromper, continuei chupando e a porra de Rodrigo começou a escorrer pela buceta pela buceta da minha putinha. Não me intimidei e só parei de chupar até que os dois tivessem acabado de gozar.

Rebeca então saiu da posição de meia nove e voltou a se colocar por cima de mim, mas dessa vez, encaixou sua buceta gozada em meu pau e começou a me beijar, sem se importar com a porra de Rodrigo em meu rosto. O amigo novamente não perdeu a oportunidade de ir pra trás de Rebeca, mas dessa vez, como a buceta estava ocupada com meu pau, ele anunciou em tom autoritário:

- Abre a bunda dela, corno. Que hoje eu vou comer esse cu.

Fiquei ainda mais excitado e cumpri a ordem que me foi dada. Segurei firme nas nádegas de Rebeca e as puxei para os lados, abrindo caminho para Rodrigo forçar seu pau naquele cuzinho apertado. Rebeca gemeu e olhou em meus olhos, esboçando um sorriso safado, como quem está gostando do fato de eu estar arreganhando ela pra outro.

De repente, ela fechou os olhos, mordeu os lábios e gemeu de dor, pois Rodrigo, sem avisar, enfiou o pinto todo de uma vez. Continuei segurando a bunda dela aberta, no entanto, parei de me movimentar. As rédeas daquela foda estavam definitivamente na mão do macho dominador.

Rodrigo segurou com firmeza o rabo de cavalo de Rebeca e deu um puxão, fazendo-a arquear as costas e gemer ainda mais alto. Quando ele começou a bombar, os movimentos fizeram com que meu pau voltasse a foder a buceta de Rebeca, no ritmo ditado pelo comedor.

Excitado e constantemente estimulado, comecei a gozar rios de porra, enchendo a buceta de Rebeca e fazendo com que meu pau deslizasse com ainda mais facilidade. Com o estímulo duplo ela atinge outro orgasmo, contraindo a buceta e o cu, pressionando os dois cacetes dentro de si.

Rodrigo entrou em um frenesi e começou a urrar feito um animal, agarrou com força as nádegas de Rebeca e começou a foder intensamente o seu cu, vez ou outra soltando uma das mãos para dar um tapão que reverberava pelo quarto. Os gemidos de Rebeca já haviam se transformado em gritos de prazer e quando Rodrigo chegou ao ápice, segurou firme com as duas mãos na cintura de Rebeca, puxando-a pra si e enchendo seu cuzinho de porra.

Quando ele tirou o pinto de dentro da minha esposa, sua porra escorria pelo cu arrombado de Rebeca e o suor dela pingava sobre mim. Exausta e satisfeita, ela começou a me beijar deliciosamente, mantendo meu cacete ainda dentro de si.

Depois dessa deliciosa trepada, Rodrigo tomou um banho e foi para seu próprio apartamento. Eu e Rebeca também nos banhamos e fomos dormir. Passamos a manhã de domingo na praia com os rapazes, mas não rolou mais nenhuma putaria entre ninguém. No entanto, uma coisa era certa. Pelos olhares e risos do pessoal, Rodrigo certamente contou em detalhes para os amigos como ele tinha fodido a gostosona da praia na frente do marido dela.

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