CRUZEIRO DA CDZINHA: A FOME DE CU, DO NAMORADO INSPIRADO POR MAMÃE

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 2657 palavras
Data: 04/04/2025 21:10:49
Assuntos: Gay, Cdzinha, navia, em pé, Anal

Bruninha e o rapaz que ela acabara de conhecer se beijaram lascivamente, dividindo os últimos vestígios do esperma que o passageiro do navio despejara na boca chupeteira da CDzinha.

- Huuummm... Iuri... tu é gostoso!

- Nossa, Bruninha. Tu que é lindinha e gostosa. Queria te apresentar ao meu grupinho. Vamos lá?

- Ái, tenho vergonha. Péra! Deixa que eu que guardo teu pau... assim... direitinho...

- Vergonha de que? É todo mundo entendido, ali. As meninas são todas lésbicas.

- Ái, é que eles viram a gente se pegando... vocês também tão indo até Barcelona?

- Na verdade a gente vai até Gênova. Todo mundo de férias.

- Antão! Vamos ter tempo! Eu conheço o teu pessoal outro dia, tá? Agora vou correndo pra cabine antes que meu Tutu acorde.

- Tá bom, Cinderela! Mas deixa eu anotar teu zap, pra gente se falar.

Bruninha e Iuri trocaram contatos e a CDzinha voltou para dentro do navio pela porta mais próxima, evitando ser vista pelos grupinhos do rapaz que acabara de mamar e pelo outro, do louro que parecia o “Encantado” do Schrek.

A viadinha desceu pelas escadas da ré, desde o 15° andar onde pagara o boquete, até o seu 9° andar, recusando o elevador por causa do rosto e da boca cheirando a porra. E ela estava feliz da vida.

Entrando silenciosamente na cabine, Bruninha se desmontou, lavou o rosto no minúsculo banheiro e ao ficar peladinha, embora ainda com a gaiolinha no piu-piu, descobriu que não tinha vontade nenhuma de se masturbar. Só o prazer de ter dado prazer a mais um macho aleatório, já lhe bastava.

A CDzinha deitou de lado abraçando Artur de conchinha e dormiu profundamente, embalada pela novidade do balanço do navio e pela satisfação de ter fotos para uma nova figurinha em seu álbum de picas.

Bruninha e Artur despertaram quase juntos, com o cruzeiro já atracando em Santos para pegar mais passageiros. Para a CDzinha, foi maravilhoso acordar com o pau duro de Artur cutucando seu bundão, mas ambos tinham chamadas para o café da manhã em seus celulares e correram para se arrumar. A diferença é que Bruninha tinha dois convites diferentes.

Mamãe Gilda mandara zap para os pombinhos com a hora do café da manhã e a indicação do restaurante, que não era o mesmo do jantar. Mas logo em seguida a madrinha travesti, Leia, chamara Bruninha para tomar café em sua cabine e avisou sua amiga Gilda a respeito:

- Tesão! Me empresta Bruninha pro café da manhã, na minha cabine, que quero combinar uma coisa com ela.

- Mas Leia! Eu queria te apresentar pra Diego e Magali. E pro jovem Tutu...

- No jantar, amiga. Agora tu toma café com eles e depois vem aqui, tu também, pra gente se produzir pro almoço em Santos.

Gilda se animou e avisou à filha CDzinha da mudança de planos.

- Filhinha! Tu toma café com sua Dinda e eu com Diego, Maga e Tutu. Depois encontro vocês lá, na suíte de Leia.

Mesmo após a mensagem, uma Gilda ansiosa foi até a porta da cabine do filhinho viado esperar Bruninha e Artur, e gostou de ver o visual da CDzinha, de shortinho e blusinha e com a peruca Chanel louro-palha. Na noite anterior, Bruninha sentira cheiro de esperma na peruca morena, ao se desmontar e daí a lavara e hidratara, deixando secar no quarto.

Mamãe Gilda elogiou assim que viu:

- Tu fica uma graça, com essa, Filhinha!

Mas um emburrado Artur expressou seu desgosto:

- Bom dia, Sogrinha. Olha... eu não gostei da combinação dessa peruca com o rosto de Bruninha.

Era evidente para Gilda o motivo do rapaz não gostar da peruca. O contraste do louro-palha com a pele morena, as sobrancelhas pretas e os olhos amendoados e claros, que ora pareciam verdes, ora cor de mel, deixava Bruninha com uma tremenda cara de piranha vulgar. Mas a viadinha não passou recibo para a cornice de seu homem.

- Esse é meu visual “Bionda”!

- Tá bom, “Bionda”. Vai lá que tua madrinha te espera pro café!

Bruninha segurou carinhosamente com as duas mãos num braço de Artur e choramingou:

- Tutu pode ir comigo, mãezinha?

Em resposta, uma risonha Gilda puxou lenta mas decididamente Artur para si, pelo outro braço, antes de falar:

- Nããão! Daqui até o restaurante, Tutu é meu! Tu vai sozinha encontrar tua Dinda. Bora pro elevador!

E a rápida viagem para cima, no elevador, foi cômica com os desejos dos homens. Sentindo as mãos firmes de Gilda agarradas ao seu braço e o calor do corpo da sogra gostosona junto ao seu, Artur ficou de pau duro imediatamente e foi dali até a mesa do restaurante, onde os pais os aguardavam, tentando disfarçar a ereção, se mantendo ligeiramente curvado pra frente.

- Tchau, filhinha! Depois te vejo lá.

Só depois que o namorado e a mãe saíram é que Bruninha se tocou que aquele elevador descia para depois subir. Pior ainda, aquele só ia até o 13° andar, o deque das piscinas e de um restaurante self-service. Todos os ocupantes saíram no 13° e a viadinha se lastimou falando alto:

- Ái, esse não vai até o 15°!!!

- Não. Para ir até o 15°, você tem que atravessar pelas piscinas até os elevadores da frente do navio.

A voz viera de um quarentão muito alto, dono de um barrigão de responsa, que estava acompanhado de esposa e dois filhos no início da adolescência. Bruninha olhou o macho, o mediu e agradeceu.

- Ái! Verdade! Ontem mesmo eu andei à beça nos corredores, por causa disso! Obrigada, moço!

A CDzinha passou pela família toda rebolativa e ainda ouviu a mulher ciumenta falando alguma coisa pro marido, que respondeu constrangido:

- Eu só dei uma informação! Eu, hein?

Bruninha cruzou por muita gente indo para o restaurante e viu vários grupinhos em cadeiras e espreguiçadeiras, imaginando que em breve seriam ela, a mãe e a viada-madrinha tomando sol de biquini de arco-íris e se mostrando para os machos. A CDzinha ansiava por ter marcas de biquini no corpo.

- Bruninha? Você tá loura, hoje? Uma graça!

- Brigada, Iuri!

- Vem cá, só um instantinho!

Iuri conduziu Bruninha pela mão, até um grupinho perto que tomava café da manhã nas mesas de ratan, com bandejinhas com comida do restaurante self-service.

- Pessoal, essa aqui é a Bruninha! Conheci ontem à noite, aqui mesmo.

Seguiram-se apresentações e elogios, sem que a CDzinha prestasse atenção nos nomes de ninguém. Bruninha só reparou num mulato de meia altura, magro e de bigodinho, que parecia a versão mais novinha do entregador de hamburguer Serginho, figurinha faltante em sua coleção de fotos de caralhos na boca.

Mas a CDzinha também reparou muito em um dos dois casais de lésbicas do grupo, porque as duas mocinhas, ambas na casa dos vinte anos, eram absurdamente lindas e parecidas entre si.

- Gente, adoraria ficar pra conversar com vocês, mas minha madrinha tá me esperando pro café da manhã.

Pouco depois Bruninha batia na porta da suíte Áurea Premium e a travesti Leia a abria, fingindo raiva:

- Sua vi-a-da! Eu aqui morrendo de fome e tu demorando mais que menstruação de bicha? Falta de consideração!

- Desculpa, Dinda. É que...

- Bobagem, filha! Entra!

Havia uma mesinha posta, com café da manhã completo para duas pessoas e Leia e Bruninha se atiraram às guloseimas falando de banalidades, até que a viada-madrinha perguntou sobre a noite anterior.

- Ái, Dindinha! Esbarrei numa rola gostosa ontem, seguindo teu conselho. OBRIGADA!

- Foi mesmo?

- Foi. Quer ver a foto?

- Tu fez foto? Que massa! Deixa a Dinda ver! Nooossa! Não é assim um pauzão, mas tu tá linda!!!

- Brigada! Me ajuda a escolher qual foto que boto no álbum?

- Tu tem um álbum?

Bruninha resumiu para a madrinha a ideia do álbum de fotos dos boquetes em seus machos e o exibiu toda orgulhosa, para a travesti. Leia adorou ver a afilhada com a boca nas picas de Tupã, Artur, Gil (essa Leia reconheceu imediatamente), os porteiros Matias e Evandro, o coleguinha de escola Pedro Lanus, e o entregador Rivaldo.

- Sete machos, hein? Tudo de fevereiro pra cá!

- Oito! Tem outro entregador de hamburguer que eu mamei e que tá faltando a foto.

- Danada!

- E, Dinda... nove, contando o Iuri, o de ontem à noite!

- Catiroba vagabunda! Espia! Deixa te falar antes que tua mãe chegue. Tu topa fazer um “trabalhinho” com a Dinda?

- É coisa de dinheiro, Dinda?

- É, mas eu é que vou te pagar o cachê. E aposto que tu vai gostar.

A travesti contou para a CDzinha afilhada que havia programado uma transa a três para Maceió, com o comandante Nicola e o tripulante senegalês Mbaye, mas que algo não saíra como combinado.

- Antão! Acontece que o lance entre eu e o Mbaye foi muuuito bom! E o negão não quer me dividir com Nicola e nem deixar o Nicola cair de boca na rola preta dele, que é o que o italiano mais queria.

- Ái, Dinda. Mas eu não tenho um pau que o tal italiano vá gostar.

- Eu sei disso, Amorzinho. Mas, de repente..

- De repente?

- Eu... tinha pensado no teu namoradinho. Mas agora que tu me falou desse Iuri, e que ele queria dar pro teu Artur...

- Será, Dinda?

- Aposto como ele topa. É só chegar com jeitinho e fazer propaganda da rola do Nicola. Iuri é ativo e passivo, pelo que tu falou.

- Acho que tá mais pra passivo.

- Antão? Perfeito! Nicola não dá o tobinha. Só come. Mas quer leitinho na boca. E tu fica de recheio nesse sanduíche de machos.

- Euzinha... no meio dosTu já deu pra dois, juntos?

Leia percebeu a CDzinha toda ouriçada com a pergunta.

- Ái, Dindinha...

- Tu quer, não quer?

- Quero!

- Antão, deixa com a Dindinha que vai dar tudo certo. Vou dar um jeito de apresentar você pro Nicola, hoje à noite. E depois tu me diz o que acha e fala dele pro Iuri. Tá bom assim?

- Tá.

- Talvez uma boa foto em close, do caralho do Nicola, ajude. De qualquer maneira, já vou reservar outra suíte no hotel, na praia de Pajuçara. Uma pra mim e Mbaye e outra para vocês três. E construo os encontros.

- A gente vai dormir em Maceió?

- Não, meu bem. As suítes são só pra foder, mesmo!

As viadas riram cúmplices e Bruninha lembrou da mãe.

- Dinda, porque tu não quis falar pra mamãe?

- Não sei como Gilda reagiria.

- Eu acho que ela ia querer ir junto!

- Aí, eu tinha que arrumar outra suíte e pelo menos mais uma pica!

Gilda pouco depois chegou, vinda do café da manhã com Artur e os pais dele. E Leia e Bruninha contaram do plano, o que gerou uma reação inesperada na mãe da CDzinha.

- E vocês duas me excluindo de uma suruba! Minha melhor amiga e minha própria filha! Logo eu, que nunca fiz uma...

- Giiilda! Larga de ser potoqueira! Quer que eu conte pra tua filhinha?

- Ái, Leia! Foi só uma vez!

- Só uma vez, Bruninha, mas tua mamãe aqui reinou soberana para dois machos caralhudos!

- Mãezinha!

- Eu era jovem...

- E gostou não?

- FOI ÓTIMO!

Depois de muita fofoca sobre os tempos de adolescência, com direito a histórias que deixaram Bruninha querendo rola, Gilda comentou sobre Artur.

- Filha, bora combinar o seguinte. Vocês duas vão pro programa e eu cuido do Tutu, no navio.

- Mãezinha!

- Que foi?

- Querendo pegar o meu homem?

- Na verdade ele é que tá querendo pegar a quarentona, aqui. Tu não viu que ele tava de pau duro de estar agarrado comigo, no elevador?

- Pior que vi!

- Depois, na mesa do café, eu e ele roçamos pernas um tempão. Bem na frente dos pais dele!

Leia adorou ouvir aquilo e botou pilha.

- Gilda, poderosa! Já corneia a tal da Magali e agora quer cornear Diego com o próprio filho!

- E de quebra ela me corneia também, né, Dinda?

A travesti defendeu a amiga, perante a viadinha futura corna.

- Amorzinho! Se é com permissão não é chifre. É guirlanda de florzinha na testa.

As três riram e Gilda, sempre de boceta molhada, amarrou tudo.

- Antão? Tudo em família, filhinha!

Foi a vez de Leia falar para Gilda uma outra ideia que tivera.

- Se é tudo em família, hoje quero almoçar com vocês, Artur e os pais dele. Quero ver se esse tal de Diego é tudo o que tu diz, amiga!

Foi a jovem Bruninha quem respondeu para a viada-madrinha, ao mesmo tempo revelando para a mãe seu próprio interesse no pai de Artur.

- Diiinda! Tu não vai se decepcionar! Meu sogrinho é um gato!

Prestando atenção no tesão contido no tom de voz da filhinha viada, Gilda completou:

- Um gato bem dotado e que sabe usar o dote direitinho!

Pouco depois, Leia e Bruninha foram para suas cabines se arrumar para o almoço, mas a CDzinha não foi deixada em paz.

Assim que entrou em seu quarto, Bruninha foi agarrada por trás, por um faminto Artur cuja piroca tesa armava uma barraca enorme na toalha enrolada na cintura.

- Porra, eu aqui cheio de tesão...

- Úúúhhh... Tutu...

A viadinha se derreteu rebolando lentamente no pau duro de seu homem, enquanto as mãos nervosas de Artur soltavam o laço da cintura e desciam o shortinho feminino dela.

- Onde que tu tava?

- Com minha Dinda. Te falei que ia... aaaiiihhh... Tutuuu... tá tão duro!... uuuhhh... deixa eu te mamar um pouquinho...

Artur respondeu já arriando a calcinha da sua CDzinha bunduda

- Dá tempo, não! Dá tempo, não!

- Mas, Tutu...

Bruninha sentiu seu rego ser aberto pela mão grande do nadador e logo depois dois dedos molhados de cuspe afofaram arrodeando seu cuzinho.

- AAAIIIHHH... ISSO... AAAHHH...

- Tu gosta, né, piranha?

- Tua... aiiihhh... tua piranha... aaahhh... vem... me come!

- Assim que eu gosto! Pedindo pica!

- Veeemmm...

Foi o tempo de Bruninha espalmar as mãos na parede da cabine e arrebitar bem o bundão, para logo sentir mais uma vez a pequena cabeça do caralho de Artur se intrometer em seu corpo, dessa vez meio aos agarrões e solavancos, pela falta de KY.

- AIIIHHH... TUTU...

- Grunf... uuurrr... uuurrr...

O sempre delicado Artur tinha virado um comedor animalesco, que parecia querer devorar Bruninha pelo cu. E a CDzinha linda, se desmanchando enquanto levava rola, sabia o porque!

- Iiisso... meeete... fode tua piranha, fode....áááiiihhhnnnn...

- Vô.. vô te comer é muito.

Os dois fodiam perto da porta da cabine e quem passava pelo corredor ouvia o característico plaf, plaf, plaf do saco de Artur batendo na generosa popinha do bundão de Bruninha, assim como ouvia os gemidos ritmados de ambos. Até a mais ingênua passageira, tipo velhinha de Taubaté, reconheceria que estava rolando um sexo excepcionalmente quente, ali. E Bruninha sabia o porque!

- Aaaiiihhh... Tutu... fode... fode tua piraaanha... aiiihhh... eu vô morrer...

Não, Bruninha não ia morrer. Ela estava feliz da vida, como raras vezes com Artur, nos últimos tempos, simplesmente porque tinha entrado na cabine e sido agarrada pelo seu homem, com toda aquela fome! Uma fome que a fazia ser exatamente como elazinha queria ser, um mero objeto do prazer de seu macho. De vários machos! E, dentre todos os seus machos, Bruninha sabia o porque da outra fome, a de Artur.

- Isso! Assim! Espia! Eu consigo! Eu consigo! Juntinho!

A CDzinha começou a acreditar que pela primeira vez gozaria só dando o cuzinho e espontaneamente fez o rebolado engolidor, movendo seu bundão pra cima e pra baixo na piroca invasora, movimento que enlouquecia seu homem. Bruninha tentava satisfazer a fome de Artur, sabendo que aquela fome toda era causada por mamãe Gilda.

- Égua, Bruninha! Eu vô!

- VEM!

- AAAHHH... BRUNIN...

- ISSO! VEM!

Eles falavam tão alto que um filipino da manutenção do corredor começou a ouvir a foda, apesar do ruído do aspirador de pó que utilizava. E entendendo a linguagem universal do coito, o asiático saiu de perto sorrindo consigo mesmo.

- ÚÚÚRRRGGGHHH... ÚÚÚRRRGGGHHH...

- Áááiii, como isso é gostoooso, Tutu!

Artur injetou uma boa quantidade de esperma quentinho no reto da bichinha e Bruninha agradeceu em pensamento à inspiração que a gostosona de sua mãe dera ao namorado.

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