COLOCANDO PIERCING E OUTRAS COISINHAS MAIS

Um conto erótico de Lua Ryuk
Categoria: Heterossexual
Contém 1583 palavras
Data: 05/04/2025 01:59:01
Assuntos: Heterossexual, Teen

O conto a seguir pode parecer irreal ou maluco, mas eu garanto que tudo que você vai ler aqui é 100% real. Antes de começar a ler, deixe de lado seus preconceitos e permita-se conhecer o meu mundo. Eu sou a Lua, sou poetisa gótica e escritora amadora, alguns devem me conhecer pelo meu instagram, @luaryuk34, e o relato a seguir aconteceu em 2019, quando decidi colocar piercings nos seios.

Nessa época, apesar de ainda bem novinha, já estava tendo minhas primeiras experiencias. Havia acabado de perder a virgindade da porta dos fundos e estava me sentindo uma mulher completa pela primeira vez. Naqueles dias minha melhor amiga, Marcela, que na época já tinha 20 anos, colocou piercing nos seios, e ao ver, fiquei maravilhada em perceber o quanto aquilo era sexy. Eu queria muito colocar também. Pensei muito a respeito, pois sabia que poderia me encrencar em casa, então decidi colocar um piercing no umbigo, à princípio, e assim fui com a cara e coragem e decidi me arriscar. O máximo que poderia acontecer seria ter que tirar.

Nessa época em frequentava uma quadra perto de casa onde muita gente ia pra andar de skate e ouvir musica juntos. Desde os 12 anos eu frequentava a quadra e fiz muitos amigos por lá, inclusive minha melhor amiga até hoje. Na quadra também conhecemos o “Barba”, um cara um pouco mais velho que a gente que era dono de estúdio de piercing e tattoo. Inclusive, todas as minhas tattoos foram feitas por ele também. É um artista fantástico. O Barba tinha esse apelido por causa da barba loira e longa que ele tinha. Usava um cabelo de moicano, sempre de calça militar e regata de banda de rock. Ele era muito alto e forte, e cheio de tattoos pelo corpo todo. Enfim, era bem bonito.

Conversando com a Marcelinha, ela me disse que havia feitos os piercings no estúdio do Barba, e lá fui eu falar com ele pra ver se colocava um piercing no meu umbigo, mesmo sem consentimento dos meus pais. Ele pensou bastante a respeito e me explicou os problemas que poderia ter, mas eu queria assim mesmo, e então ele me disse pra ir ao estúdio no fim da tarde, pois ele estaria sozinho, e quanto menos gente soubesse, melhor.

Naquela tarde apareci no estúdio dele. Quando cheguei ele estava finalizando o atendimento a um outro cliente. Me sentei e fiquei esperando-o terminar, enquanto dava uma olhada em alguns tênis na vitrine e camisetas. Assim que ele terminou com o cliente, me chamou. Fui até o balcão e ele me perguntou se estava decidida e se queria continuar, e eu disse que sim. Ele começou a me mostrar alguns modelos de piercing, e eu disse que queria um mais discreto, à princípio. Ele pegou o mais simples e me apontou a direção pra sala de aplicação. Ele me só me disse que iria trancar a loja pra não entrar ladrão, porque não tinha mais ninguém lá. Ele era um amigo, claro que eu tinha confiança nele, então tudo bem.

Chegamos na salinha de aplicação e ele me disse pra levantar a blusa e me deitar na cadeira. Eu perguntei se tinha que tirar a blusa, e ele disse que poderia só levantar. Eu usava uma mini blusa branca de alcinha, bem justa, então perguntei se iria sangrar, e se poderia manchar minha blusa. Ele me explicou que raramente sangrava, mas poderia acontecer de sair uma ou duas gotinhas, então preferi tirar a blusa pra não sujar, pois não queria ser descoberta. Eu estava usando uma mini saia jeans, então tirei a blusa e fiquei de mini saia e soutien. Nada fora do normal pra mim, pois era modelo desde os 12 anos e estava a acostumada a ser vista de lingerie. Tirei a blusa e me deitei na cadeira.

Ele foi paciente e cuidadoso comigo, mas mesmo assim, na hora de furar doeu pra caramba. Ele pegou um algodão com um gel anestésico e ficou cuidando de mim até a dor passar. Ele perguntou brincando se eu queria colocar mais um, e eu contei a ele que queria mesmo fazer como a Marcela, e colocar nos seios, mas tinha medo. Ele foi me explicando como era o processo, e me disse que ser uma área mais macia, doía menos que no umbigo. Eu já estava bem à vontade, e o fato de ser exibicionista desde novinha, fazia com que não tivesse vergonha de mostrar meu corpo ou de falar sobre ele.

Segurei o bico do meu seio por cima do soutien e apertei pra ver se doía. Doeu um pouco, e eu brinquei com ele dizendo que ele estava mentindo. Ele então me disse que poderia passar o gel para amortecer e depois eu poderia apertar novamente pra ver se doía. Resolvi tentar, e então puxei um dos lados do meu soutien pra baixo revelando um de meus seios. Ele então pegou o algodão com o gel e foi acariciando meu mamilo até amortecer, e depois de algum tempo, segurou nele com firmeza e o torceu, me mostrando como não sentia mais praticamente nada.

Naquele momento, além da vontade furar os seios, eu já estava me sentindo muito excitada com aquele cara enorme pegando meu mamilo. Estávamos íntimos naquela hora. Falei pra ele que queria colocar nos dois lados. Levantei um pouco meu corpo da cadeira e me sentei, e então soltei meu soutien, tirei, e atirei numa poltrona que tinha ali do lado. Ele se sentou do meu lado com um mostruário pra escolher o modelo, e eu novamente escolhi o mais simples, pra não marcar muito na roupa, então ele se voltou pra mim e continuou com a gel, nos dois lados, até adormecer.

Ele então puxou o mamilo pra cima, preparando para atravessa-lo com a agulha. Tive medo, mas me segurei. Ele finalmente furou. Se alguém falar que não dói, com certeza é um grande mentiroso. Vi estrelas. Mas realmente só doeu na hora de furar, depois não senti mais nada. Quando ele foi furar o segundo, eu já esperava pela dor do momento do furo, então segurei na perna dele com força e apertei, e acabei “sem querer” levando a mão pra cima do pau dele.

Ele não se importou. Fiquei com a mão repousada sobre seu membro enquanto ele acariciava novamente meus mamilos e massageá-los com carinho até que aos poucos foi parando de doer. Foi então que ele parou me observando e disse que haviam ficado lindos. Agradeci o elogio enquanto por acaso, eu continuava com a mão no pau dele. Ele então colocou a mão dele em cima da minha e voltou a acaricias mais seios. Não os mamilos, mas os seios mesmo, me elogiando e dizendo o quanto eram lindos. Eu agradeci novamente e comecei a intensificar os carinhos no pau dele por cima da calça. Ele então se inclinou na minha direção e me deu um beijo, que eu retribuí imediatamente. Logo ele levou a mão por baixo da minha mini saia e começou a acariciar minha bucetinha por cima da calcinha e sorrindo maliciosamente, perguntou se queria colocar um piercing nele também. É claro que não, respondi. Isso eu nunca vou fazer, tenho medo de mudar minha sensibilidade. Ele rui de mim.

Me levantei da cadeira e me ajoelhei na frente dele, dizendo que agora eu iria colocar um piercing “nele”. Ele riu novamente enquanto eu abria sua calça. Baixei a calça e a cueca dele e ele já estava duro. Segurei, acariciei, e dei uns beijinhos, e logo então levei a boca e iniciei um boquete bem caprichado como eu já havia aprendido a fazer. Deixei muito excitado, a ponto de quase gozar, então parei e perguntei se ele tinha camisinha. Ele tirou uma da carteira e me deu. Abri e coloquei nele, então me levantei do chão, subi minha mini saia até a cintura e tirei a calcinha, atirando-a na poltrona, junto de meu soutien, e me coloquei de quatro na cadeira de costas ele.

Ganhei algumas lambidinhas no meu clitóris e alguns dedilhadas e carinhos, mas eu já estava bem molhada, então ele posicionou seu membro, e empurrou tudo pra dentro da minha bucetinha. Foi entrando lentamente até finalmente entrar todo, então ele me deu uma, duas, três estocadas lentas, e depois, finalmente subiu o ritmo e começou a foder forte e rápido. Ficamos assim alguns minutinhos até que troquei a posição, de deitando de frente pra ele e recebendo novamente seu pau, forte e rápido.

Ele me fez gozar duas vezes naquele dia. Depois disso me ajoelhei e voltei a chupa-lo, até finalmente ele querer gozar, e eu logo abri a boca e posicionei a cabeça de seu membro em cima da minha língua, e assim, ele gozou na minha boca, sem deixar cair nenhuma gota pra fora. Engoli tudo com a maior cara de safada, e ele disse estar surpreso porque não imaginava que já era tão preparada. Nos vestimos e ele me deu uma carona até em casa. Tirei algumas fotos no banho e mandei pra Marcela ver como haviam ficado.

Guardei esse segredo dos piercings por pouco tempo, pois depois umas três semanas minha mãe descobriu. Ele me xingou um pouquinho, também contou pro meu pai dos piercings, mas não me fez tirar. Só voltei ao estúdio do Barba um ano depois, quando fiz minha primeira tattoo, desde vez, com consentimento da minha mãe.

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