.....continuação....
Enquanto ela estava tomando banho, eu e meu pai começamos a conversar.
- Nossa pai que delicia, estava sentindo falta, essa semana com meus avós aqui não permitiu que fizéssemos nada.
- Filhão, infelizmente você não pôde participar, mas eu e sua mãe andamos praticando. Essa semana eu usei bastante aquele cuzinho, ela adora um sexo anal. Não sei como não tentamos isso antes, passamos tanto tempo de fazer algo tão bom, se não fosse você, acho que não faríamos isso nunca.
- Pai, será que a mãe me deixa comer o cuzinho dela também?
- Filho, com esse pau grosso do jeito que é vai dar trabalho, mas é justamente por isso que estamos praticando bastante o anal, para deixar o cuzinho dela mais acostumado para poder receber essa tora aí em algum momento.
Meu pau não tinha aumentado de grossura, os mesmos 4,5cm de diâmetro, mas estava um pouco mais comprido, estava medindo 16cm, a mesma medida que tem hoje.
- Nossa pai, mal posso esperar. Reparei que diferente de sábado passado, hoje seu pau saiu limpo.
- Sua mãe estava contando os minutos para seus avós irem embora e já fez a lavagem do cuzinho hoje mais cedo para estar preparada.
- Olha só, mas que safadeza de vocês hein!
Nisso minha mãe retorna do banho e meu pai vai ao banheiro para lavar seu pau.
- Lipe, você precisa tomar um banho sua cara e seu cabelo estão molhados, mas diz aí. Como foi a sua visão hoje?
- Nossa mãe, foi magnifica, eu ali chupando sua bucetinha enquanto via o pai metendo no seu cuzinho. Foi muito excitante.
- Eu queria experimentar essa posição desde sábado passado, adoro essa experiência de exibicionismo controlado. Nunca conseguiria me exibir para um estranho, mas entre nós três é muito gostoso.
- Se você quiser podemos fazer mais vezes, adorei tomar uma “ducha” de sua bucetinha.
- Que menino atrevido, adoro isso.
Ela me deu um selinho e uma alisada no pau.
- Vai lá tomar um banho e volta aqui.
Sai em direção ao banheiro e cruzei com meu pai no corredor que estava voltando para o quarto. Tomei um banho rápido e voltei para o quarto encontrando meus pais deitados na cama abraçados.
Fiquei observando-os por um tempo até que minha mãe me chamou para se juntar a eles. Ela pediu para eu me deitar na cama ao lado de meu pai enquanto ela se levantava e se posiciona de quatro a nossa frente nos olhando.
- Agora vocês dois ficam aí que eu vou cuidar um pouquinho de cada um.
Ela começou a chupar meu pai enquanto acariciava meu pau com a mão, depois mudou chupando meu pau e acariciando o do meu pai e ficou revezando entre os dois. Ficou assim até eu anunciar o gozo. Ela se concentrou em chupar meu pau até eu gozar, só que dessa vez não escorreu nenhuma gota, ela tomou tudo. Depois ela foi até meu pai e continuo a chupa-lo até ele gozar em sua boca também. Como fez comigo, ela não deixou vazar nenhuma gota, engolindo tudo.
- O que acharam meninos?
- Incrível Rose! Você estava com fome?
- Nossa mãe, foi espetacular!
- Fiquei com vontade de testar isso hoje, fazer algo diferente.
- Pode contar com a gente sempre que quiser inovar Rose! Certo filhão?
- Com certeza pai. Pode sempre contar com a gente.
- Ok. Bom saber meninos. E vocês também. Quando quiserem experimentar algo novo é só fazer.
Tínhamos encerrado naquele dia, nos levantamos e fomos comer algo, passamos o resto do dia curtindo em família, sem nada sexual envolvido.
Neste mesmo ano conheci uma garota maravilhosa na escola, a Fernanda, linda de olhos azuis e cabelos loiro na altura do ombro, seios pequenos para médio e bumbum pequeno e arrebitado. Ela mexeu comigo desde o primeiro dia que a vi e depois de 6 meses de aula já estávamos namorando. Esse namoro seguiu até a faculdade e acabamos tão envolvidos que no final da faculdade nos casamos.
Naquele mesmo ano que a conheci, apresentei a Fernanda a meus pais, que desde o primeiro instante se encantaram com ela e deram todo o apoio a nosso namoro. Claro que com a chegada dela nossa rotina mudou um pouco, tínhamos que controlar o modo como nos vestíamos e as rotinas de entrada e saída do banho, pois as vezes a Fernanda estava em casa nesse horário.
Acredito que o mais difícil foi nas férias de fim de ano, que ela foi conosco à praia. Diferente dos demais anos, dessa vez ficamos apenas o mês de janeiro na praia, para diminuir a quantidade de dias que ficaremos sem poder transar os três juntos, porém a presença da Fernanda ali me deu uma ideia de como atender uma das vontades de minha mãe, o “exibicionismo controlado” nas palavras dela.
No dia que a ideia me ocorreu já estávamos a uma semana em férias em nossa casa de praia, todos já muito bem ambientados e acostumados com a presença um dos outros. Naquele dia havíamos voltado da praia e estávamos curtindo um churrasco e a piscina. Meu pai estava na churrasqueira, a Fernanda estava sentada a beira da piscina e eu e minha mãe estávamos dentro d’água, quando ela passou por mim e alisou disfarçadamente meu pau por cima da sunga e me falou baixinho.
- Estou com saudade desse carinha aqui.
Minha vontade foi de agarra-la e tirar seu biquíni, que esse ano estava bem menor que nos anteriores, mas não podia fazer nada, ou quase nada. Aproveitei e passei a mão em sua bunda disfarçadamente e falei para ela.
- Se pudesse eu transava com você aqui dentro da piscina mesmo.
Ela riu e se afastou. Foi nesse momento que tive a ideia. Ia fazer a Fernanda ver meus pais transando, isso deixaria minha mãe super excitada.
Aproveitei um momento que a Fernanda foi até o banheiro e peguei minha mãe para conversar.
- Mãe, estou morrendo de vontade de transar com você e com o pai, mas sei que não vai dar.
- Relaxa Lipe, quando voltarmos para casa triamos o atraso.
- Sabe mãe, tive uma ideia meio maluca que pode dar uma apimentada na transa de vocês dois nessas férias.
- La vem! Fala Lipe, o que você está aprontando?
- A um tempo atrás você me disse que gostava de se exibir, mas de forma controlada, que isso te excitava, então pensei no seguinte. Vou dar um jeito da Fernanda flagrar você e o pai transando.
- Lipe, nem pensar. Não vai arriscar seu namoro por uma brincadeira dessas e se essa menina achar ruim e quiser ir embora? Vai estragar as férias de todo mundo.
- Relaxa mãe, a Fernanda não vai achar ruim, só tem que ser feito direito para ela não perceber que você sabe e que a situação foi armada. Na verdade, a Fernanda é bem safadinha. Sabe, ela era virgem quando começamos a sair, mas desde que transamos pela primeira vez ela demostrou que gosta muito da coisa e que está disposta a inovar.
- Olha lá Lipe, não quero confusão hein, mas confesso que essa ideia já me deixou molhada. O que você pretende?
- Mãe, precisamos criar uma situação já aqui na piscina, você meio que começar a namorar com o pai dentro da d’água dando uns amassos fortes e beijos nele, depois vocês saem e vão para o quarto, mas não fecham a porta da varanda. Depois de uns minutos que vocês estiverem lá eu arrumo um jeito de passar com a Fernanda em frente a porta para darmos o flagra. Vou tentar fazê-la ficar olhando vocês transarem, mas vocês não podem olhar em direção a porta.
- Lipe, vou falar com seu pai para ver se ele topa essa loucura.
- Mãe, se der certo eu vou tentar transar com a Fernanda aqui na piscina, quem sabe vocês também não têm a oportunidade de dar uma olhada.
- Lipe, você não se incomoda de verem a sua namorada pelada?
- Não se forem vocês.
- Mas ela pode não gostar filho.
- Relaxa mãe se der certo depois eu falo para ela que acho que vi vocês olhando a gente, acredito que ela vai é ficar excitada.
- Ok. Vou lá falar com seu pai.
Minha mãe saiu d’água no momento que a Fernanda voltava e entrava na piscina para ficar comigo.
Assim que a Fernanda entrou, ela já veio me abraçar colando seu corpo ao meu e sentiu meu pau duro como rocha estufando a sunga.
- Nossa Lipe que é isso? Está estourando aí embaixo, vai arrebentar a sunga.
Ela falou isso passando a mão no meu pau por cima da sunga.
- Estou morrendo de vontade de transar com você, estava pensando em você agora mesmo, em te pegar aqui dentro da piscina.
- Há, há, há! Vai sonhando, com seus pais aí não tem como. Bem que eles podiam dar uma dormida para nós aproveitarmos lá no seu quarto.
- Quem sabe Fe, vamos ver o que rola.
Minha mãe vinha voltando da churrasqueira e me deu uma piscada aproveitando que a Fernanda estava abraçada a mim e não a via.
- Bora lá comer, gente!
Saímos d’água e fomos para a área da churrasqueira comer. Ali mesmo minha mãe já começou com nosso plano abraçando e beijando meu pai, ainda de forma mais discreta. Até que eles terminaram de comer e foram à piscina. La sim, minha mãe agarrou meu pai e começou a beija-lo mais intensamente, eram beijos apaixonados e cheio de volúpia. Ficaram lá se agarrando, conversando baixinho e rindo, enquanto eu e a Fernanda estávamos sentados a mesa comendo e conversando. Estrategicamente já havia deixado a Fernanda sentada para o lado da piscina para que ela pudesse observar os dois e notei que enquanto ela conversava comigo, desviava o olhar várias vezes para os dois na piscina, seus olhos estavam brilhando de interesse, até que ela comentou comigo.
- Seus pais são bem apaixonados né?
- São sim, eles estão sempre grudados e namorando, nunca vi eles diferente disso.
- Nossa estão empolgados com os beijos e as agarradas.
- É as vezes eles se empolgam e esquecem que tem mais gente em volta.
Quando me virei para olhar, minha mãe estava puxando meu pai para fora da pisciana e em direção ao quarto deles, através da porta balcão na varanda.
Aproveitei que eles estavam saindo e comecei a agarrar a Fernanda ali na churrasqueira. Apertei e alisei sua bundinha passando o dedo por dentro do biquíni enquanto a beijava fazendo-a se entregar a situação. Ela retribuía os beijos se agarrando a mim.
Ficamos ali por um tempo se esfregando e se curtindo, apertava aqueles peitinhos por cima do biquíni e quando tentei tirar seu peito para fora ela me segurou dizendo que meus pais podiam voltar. Tranquilizei ela dizendo que eles não iam voltar tão cedo e que deviam estar dormindo já.
Ela se fez de difícil um pouquinho, mas cedeu as minhas investidas e deixou que eu tirasse um peito para fora e desse uma chupada nele. Quando ela começou a gemer me pediu para parar e irmos para o meu quarto. Ela estava pronta para passar pela porta do quarto de meus pais, quem sabe conseguiríamos vê-los transando.
Fui conduzindo-a até a varanda quando mudei de posição ficando atrás dela e empurrando-a enquanto beijava seu cangote. Ao chegarmos próximos a porta balcão do quarto de meus pais, escutei um leve gemido vindo de dentro. Fiz som de silêncio para ela e a empurrei um pouco para abertura da porta. Ela tentou resistir, mas acabou indo comigo por medo de fazer barulho. Ficamos na beirada da porta e olhamos para dentro. Minha mãe estava de quatro com o rosto apoiado no colchão e com a bunda empinada, meio de lado para aporta e meu pai estava metendo em sua buceta por trás. Meu pai não conseguiria nos ver naquela posição a menos que se vira-se para olhar em direção a porta, já minha mãe estava com o rosto para o lado da porta de olhos fechados com um sorriso de satisfação estampado em seu rosto.
A Fernanda ficou imóvel como que hipnotizada pela cena, enquanto eu me encaixava atrás dela dando-lhe uma encoxada. Meu pau estava duro como pedra e alinhado no rego de sua bundinha, eu fazia pressão em sua bundinha com um braço em volta de sua cintura e o outro segurando um de seus peitos.
A Fernanda não tinha reação, ela ficou olhando meus pais ali transando, com o olhar fixo nos dois, como se ali na frente estive uma das sete maravilhas do mundo.
Ficamos ali olhando eles até que minha mãe começou a gozar e por um breve momento abriu os olhos e voltou a fecha-los. Neste momento pensei que a Fernanda ia sair dali, mas ela estava realmente hipnotizada com a cena.
Tenho certeza que minha mãe nos viu ali, pois ela começou a gemer mais e seu orgasmo foi mais intenso, até que ela desabou na cama e o pau de meu pai saiu de dentro dela pingando porra.
Neste momento parece que a Fernanda acordou e fez força para irmos para trás e sair dali da porta. Voltamos para a área da piscina e ela me agarrou me beijando apaixonadamente.
- Lipe, preciso de você agora, que coisa mais louca. Estou super excitada.
- Vamos ali na churrasqueira então.
- Não, seus pais podem vir aqui.
- Que nada, agora eles vão dormir pesado.
Puxei a Fernanda para a churrasqueira beijando-a e alisando todo seu corpo. Quando chegamos lá coloquei ela sentada na mesa meio de costas para a piscina e a casa. Saquei meu pau para fora e coloquei seu biquíni de lado e já fui enfiando o pau, nossa como ela estava molhada. Assim que entrou tudo comecei o vai e vem cadenciado, aproveitei e puxei a parte de cima de seu biquíni liberando seus peitos e cai de boca em um deles enquanto apertava o outro. A Fernanda estava entregue a situação só gemia baixinho enquanto eu metia cada vez mais forte. Quando soltei seus peitos e levantei o olhar, vi minha mãe na porta e meu pai atrás dela a bolinando enquanto nos observavam.
Aumentei o ritmo das estocadas fazendo a Fernanda jogar o corpo para trás sobre a mesa quando começou a gozar, eu acelerei ainda mais para gozar junto com ela.
Assim que a Fernanda jogou o corpo para trás na mesa, meus pais voltaram para dentro do quarto para não serem vistos. A Fe saiu do transe voltando a realidade e se arrumou rápido, olhando em volta como se estivesse procurando por alguém.
- Calma Fe, está tudo tranquilo, falei que meus pais estão dormindo já.
Ela se acalmou veio até mim, me beijou e disse.
- Nossa você é doido Lipe! Que delicia! Não acredito que vi seus pais transando.
- Eu também não acredito, pensei que eles tinham ido dormir.
- Com certeza eles não estavam dormindo, estavam é se divertindo. Confesso que aquela cena me deixou super excitada. Seus pais metem muito hein! Sua mãe rebolando com seu pai ali atrás dela colocando tudo aquilo dentro dela. Desculpa viu Lipe, mas seu pai tem um belo pau, enorme!
- Desculpar porque, o pau dele é grande mesmo.
Rimos, saímos dali e fomos para a piscina. Ficamos lá a tarde toda entrando e saindo d’água, tomando sol e curtindo. Uma hora depois que havíamos terminado de transar meus pais aprecem de volta dizendo que tinham tirado um cochilo para se recuperar do almoço.
Ficaram conosco ali o resto dia, até que entramos para tomar banho e jantar. Aproveitei o momento que a Fernanda estava no banho para falar com meus pais.
- E aí mãe? Não falei que ia dar certo. O que você achou da experiência?
- Nossa Lipe, foi muito louca, eu estava de olhos fechados imaginando se vocês estavam ali ou não, nos olhando. Quando abri rapidinho os olhos, eu consegui ver vocês ali, nessa hora meu tesão foi nas alturas e gozei muito. Acho que a Fernanda viu que eu abri os olhos.
- Mãe se viu não falou nada comigo. Ela só elogiou vocês, dizendo que vocês metem muito.
- Filhão, você e suas ideias. Nunca pensei em ter alguém olhando sua mãe e eu enquanto transávamos. Foi realmente excitante. Só toma cuidado para isso não atrapalhar seu namoro hein.
- Pai, vou falar uma coisa para vocês. Quando eu fui com a Fe ali para a churrasqueira e começamos a transar, eu nunca tinha visto ela tão molhada como ela estava. Isso deu uma aquecida em nossa transa.
- E vocês, gostaram de me ver com a Fernanda?
- Lipe, sua namorada é linda, vocês estavam super conectados, adorei ver você. Eu e seu pai até fomos dar mais uma depois.
- Filhão, foi legal, mas você precisa fazer isso de comum acordo com ela, não pode exibi-la sem ela saber.
- Pai, sei disso, foi só dessa vez, depois vou comentar com ela que acho que vocês nos viram. Acredito que a reação dela vai ser de um pouco de vergonha, mas ela vai ficar excitada também tenho certeza. Apesar de pouco tempo juntos acho conheço bem ela.
Passamos as três semanas seguintes de férias curtindo muito a praia e uma vez por semana, meus pais se retiravam para o quarto e a Fernanda me puxava para vê-los transando. Depois saiamos em direção a churrasqueira e tínhamos a nossa vez.
Na última semana quando fomos ver meus pais transando, pegamos minha mãe na posição de franguinho assado, com meu pai na beirada da cama comendo o seu cuzinho. Minha mãe estava entregue respirando pesadamente enquanto a Fernanda ali na porta não tirava os olhos deles. Eu atrás dela já estava mais ousado e já enfiava a mão dentro de seu biquíni acariciando sua bucetinha de pelos bem aparados.
Em determinado momento minha mãe vira a cabeça em nossa direção e nos dá uma olhada um pouco mais demorada e depois volta a olhar para meu pai, até ela ter um orgasmo e meu pai gozar muito em seu cuzinho.
Saímos dali e fomos para a churrasqueira para nossa sessão. Dessa vez tirei todo o biquíni da Fe deixando-a completamente nua. Coloquei ela na mesa na mesma posição de franguinho assado e comecei a comer sua bucetinha. A Fe estava enlouquecida esse dia, segurava seus peitos enquanto eu metia, as vezes levantava seu quadril ficando apoiada nos ombros e curvava a cabeça para trás, hora ela levantava o corpo em minha direção me olhando nos olhos e voltava a deitar na mesa. No momento que começamos a gozar ela movimentou sua cabeça para trás novamente e nesse momento acho que ela viu de relance minha mãe na porta do quarto se retirando para dentro.
Ela gozou intensamente e se levantou me abraçando e dizendo.
- Te amo Lipe! Adoro transar com você, cada dia que passa fica melhor.
Nos vestimos, a Fe passou no banheiro ali de fora para se limpar e saímos dali indo a varanda na parte da frente da casa onde havia alguns ganchos com redes. Ficamos sentados na rede ali conversando, por um bom tempo.
- Lipe, acho que sua mãe viu a gente transando hoje.
- Será Fe? Não vi nada, acho que estava concentrado em você.
- No momento que eu estava gozando, acho que vi ela na porta do quarto indo para dentro. Ai que vergonha.
- Calma Fe, pode ser só impressão e se ela viu mesmo, vai ficar feliz pelo filho dela estar com uma garota tão linda e fofa que ama o filho dela.
- Espero que tenha sido só impressão mesmo.
- Fe, mas e se ela estivesse vendo a gente ali transando, como vimos ela e meu pai. O que você acharia disso?
- Eu morreria de vergonha, mas ao mesmo tempo a ideia de ter alguém olhando a gente me excita muito. Chego a ficar molhada de novo.
Ela pegou em minha mão e colocou em sua bucetinha, que estava babando.
- Lipe, mas espero que ela não tenha visto, ou vou ficar com muita vergonha.
- Já falei, relaxa se ela viu não vai falar nada, mas acho que ela não estava lá não ou eu teria percebido.
- Lipe, quando estávamos vendo seus pais eu consegui ver alguns detalhes que me chamaram a atenção. Sua mãe tem a buceta depilada sem nenhum pelinho e seu pai também está todo depilado. E o mais incrível é que ela estava fazendo sexo anal, não imaginava que sua mãe fazia isso. E o tamanho do pau de seu pai? Ele é muito comprido e entra totalmente em sua mãe, tanto pela frente quanto por trás.
- O que você achou disso Fe? Você faria sexo anal?
- Sei lá Lipe, nunca pensei nisso, confesso que tenho medo, seu pau é muito grosso, deve doer muito. Sua mãe é corajosa de receber aquele pau todo.
- Você está encantada com o pau do meu pai? Não para de falar dele.
- Desculpa Lipe, é que o tamanho chamou minha atenção, como a grossura do seu também chama atenção.
- Relaxa Fe. Estou brincando, o pau dele chama a atenção mesmo, mas você gostaria de tentar fazer um sexo anal?
- Quem sabe um dia Lipe, preciso me acostumar com essa ideia.
Levantamos da rede quando escutamos barulho vindo da cozinha e fomos lá ver se precisam de ajuda. A Fernanda ficou com um pouco de receio de olhar minha mãe, mas ela a tratou como sempre, sem demonstrar qualquer diferença ou indicio de que havia nos visto transando. Na verdade, eu sabia que ela tinha assistido todas as vezes, mas para a Fernanda fingíamos que não.
O finalzinho das férias transcorreu sem mais aventuras, apenas curtimos os dias de sol e voltamos para casa todos mais bronzeados.
.....continua.....