Consolada Pelo Amigo

Um conto erótico de Arthur Contos Eróticos
Categoria: Heterossexual
Contém 1847 palavras
Data: 05/04/2025 06:12:13

Chamo-me Mariana, tenho vinte e seis anos, sou natural da região de Florianópolis e sempre fui uma moça focada em me preparar para meu futuro. Aconselhada por meus pais a me preparar para ter uma vida independente, falo de vida financeira, por isso, quase não tive namoros sérios e longos, meus namoros sempre foram curtos com períodos de no máximo seis meses, quando sentia que meus parceiros queriam me controlar eu os descartava, minha mãe sempre falava; — "minha filha não deixe nenhum homem te controlar, busque ser independente", e fui assim até meus vinte e quatro anos. Após atingir essa idade conheci o Gustavo. Ele com seus vinte e oito anos, de família próspera financeiramente com muitos bens e propriedades. Nós nos conhecemos em noite quando eu convidada por amigas que me vendo tão focada em estudos e trabalho insistiram para que fosse em uma rave, aqueles eventos, festivo dançante de longa duração que normalmente duram acima de 12 horas dominada por música eletrônica, que ocorre longe dos centros urbanos em sítios ou galpões, onde DJs e artistas plásticos, visuais e performáticos apresentam-se, interagindo com o público, essa foi em uma casa de shows recém-inaugurada na cidade. Após tanto insistirem e até pediram para meus pais para me deixarem ir e eles me incentivaram a ir sair me divertir um pouco. Foi em um desses eventos que conheci o Gustavo. Ele um rapaz bonito, também falou que não gostava daquele tipo de evento, no momento que o conheci estava acompanhado de seu amigo chegado, o Eduardo. Notei que o Gustavo sempre falante, sempre querendo ser mais dominante no diálogo, o Eduardo me observava, permaneceu ali junto com a gente todo tempo.

O evento terminou, trocamos contatos e fomos para casa, eu com minhas amigas e ele com o Eduardo. Durante a semana a troca de mensagens foi inevitável, e no final de semana seguinte recebo em minha casa um lindo bouquet e nele havia um cartão e nele estava um convite, putz, eu que não estava a fim de sair, agora final de semana seguido convidada para sair, aceitei, mas só se fosse em um ambiente mais tranquilo, poderia ser restaurante, pizzaria, algo do tipo, menos eventos com muita gente acumulada, e ele aceitou. Saímos, e assim foram os dois meses seguintes. Com isso, fiz amizade com o Eduardo, pois queria saber mais sobre o Gustavo, o que gostava de fazer, no que trabalhava, o que fazia durante a semana, onde morava, e o Eduardo era minha fonte confiável de informações, e ele me contava tudo, mas sempre notei que o Eduardo tentava se encaixar, e meio que entrar entre mim e o Gustavo, entendem, sempre ele falava de suas qualidades, dos seus gostos, mas eu queria saber do Gustavo, não dele, e isso começou a me deixar intrigada e quando compartilhei isso com uma de minhas amigas ela foi direta em dizer; — "O Eduardo tem queda por você amiga". Caramba! Aquilo me deixou balançada. Pensei, no que fazer, afinal de contas, como me afastar da minha fonte de informações da pessoa com que estava tendo envolvimento, e dei bobeira em comentar isso com o Gustavo, ele automaticamente me proibiu de conversar com o Eduardo e a partir disso notei que ele começou a me controlar, queria olhar meu celular, minhas conversas, e isso começou a me chatear, pois, ao mesmo tempo que ele era romântico se mostrava controlador e ciumento e eles também se afastaram, e como meus pais sempre me aconselharam a não deixar ninguém me controlar, foi o que fiz, não aceitei as imposições dele e decidi continuar conversando com o Eduardo.

E em uma das vezes que sai com o Gustavo, que fomos a um motel, ele de certa forma quis me bloquear em relação as minhas amizades, quis que desbloqueasse meu aparelho celular para ele saber de tudo, nesse tempo já estávamos a uns seis meses, não havíamos assumido namoro, mas sempre estávamos juntos, sinceramente, gostava dele, sempre me dando presentes, romântico, bom de cama, meus pais gostavam dele, mas com todo esse seu controle fez com me aproximasse mais do Eduardo, e institivamente ele se tornou meu melhor amigo, era com ele que desabafava, pedia conselhos, que mesmo sem o Gustavo saber, a gente se encontrava em cafeterias, sorveterias e lanchonetes para conversar, afinal de contas, eu não tinha aliança no dedo, não tinha compromisso assumido com o Gustavo e aquele seu comportamento estava me deixando irritada, e notei no Eduardo, embora uns anos mais novo que a mim e o Gustavo, ele era um moço focado, estudioso, muito ligado ao mercado financeiro, em nossas conversas sempre me dava dicas de investimento, sabe, ele com seu jeito menos invasivo ganhou um espaço em meu coração, ele ganhou minha admiração. E em um desses nossos encontros de repente chegaram um temporal, desses que vem de forma torrencial e a gente ali e ele nunca passava, ele não estava embora estivesse de carro não estava longe de casa, eu se não quisesse demorar para chegar em casa teria que até pegar uma lotação, e a gente ali sem saber o que fazer, eu não queria pedir carona, mas foi inevitável, tive que pedir para o Eduardo me levar até em casa, a chuva era muito forte. No caminho até minha casa notei mudança no comportamento do Eduardo, e ele era um homem bonito, cheiroso, aquilo foi mexendo com minha libido e antes de descer do carro quando fui lhe dar um beijo no rosto ele me beija na boca, eu parei por centésimos de segundo, olhei em seus olhos e sem pensar, olhando sem seus olhos o beijei, aquilo que estava acontecendo comigo era tudo que eu não queria, mas eu estava tão mexida, o Eduardo de uma forma que não sei explicar me balançou por dentro, me conquistou e eu estava toda bobinha por ele. Beijo terminou, não sai às pressas do carro, sai calmamente, tentando assimilar aquilo tudo. Entrei em casa, e ele saiu calmamente com seu carro.

Depois disso ficamos uns dois dias sem conversar, mas aquilo mexeu comigo, não quis comentar com o Gustavo, guardei comigo, mas sempre tem alguém que vê, não é verdade, e não quem foi que contou para o Gustavo, não do beijo, mas que estive na cafeteria com o Eduardo e que peguei carona com ele, isso gerou no Gustavo uma crise de ciúmes terrível a ponto de querer me bater, essa atitude dele me causou espanto, tive crise choro, desespero, pensei; — "imagina se ele souber do beijo", decidi, isso não daria certo, e ele poderia ter reações que poderia me machucar. Contei isto ao Eduardo que também ficou em alerta, pois a atitude do Gustavo comigo, gerou em nós uma atenção, e naturalmente nos aproximamos e em nossos diálogos começamos a rir, a achar graça da situação, conversamos sobre o beijo, e o interessante foi que nos aproximamos de uma forma tão natural, tão sem querer, sabe, e fui encorajada por meus pais a colocar um ponto final com o Gustavo. Fiz isso pessoalmente, lugar público, nossa, ele ficou super revoltado, não aceitava, jurou que iria mudar, ser menos controlador, impulsivo e ciumento, mas preferi não dar outra chance, rompi com ele, mas depois ficou enviando mensagens e algumas até com tom de ameaça, e eu uma moça que não queria relacionamento agora me via de certa forma privada, ameaçada e controlada. Expus isso ao Eduardo que prontamente me ofereceu apoio e para eu não sofrer nada grave assumiu compromisso de principalmente quando saísse do trabalho me levar até em casa, essa atitude dele fez com que nos aproximássemos e assim outros beijos aconteceram, ele se tornou conhecido dos meus pais que o denominaram de "anjo da guarda", vê se pode, rsrs, nossas saídas se tornaram constantes e até em um final de sábado, nós estávamos tão envolvidos que não resistimos e juntos decidimos ir para motel.

E foi então que conheci o Eduardo na intimidade. Homem carinhoso, másculo, potente, viril, a forma como me tocava e me acariciava me causa arrepios até agora e quando lembro, a forma como me dominou a transa toda, o tempo todo que estivemos na suíte, o toque de suas mãos percorrendo meu corpo, explorando cada centímetro de meu corpo com a ponta de seus dedos e com sua língua, foi tudo tão incrível, maravilhoso. Quando me chupava, sugando meu grelo me fazendo gemer instintivamente e vociferar expressões buscando entender o que estava acontecendo, como aquilo estava sendo maravilhoso, lembro quando a pika dura roçava em mim enquanto me acariciava, ela babava e pingava mel que escorria pelo corpo e eu ali desejando que me penetrasse logo, buscava posição para que ele encaixasse em mim, mas queria explorar meu corpo que nas reações gritava por pika, até que em um momento em que me acariciava e eu estávamos de frente, eu deitada e ele de frente para mim, a pika pingando mel nas minhas coxas que escorriam para virilha, Eduardo em um movimento que me deixou surpresa e de certa forma assustada me vira e me coloca de quatro, apertou minhas costas e me fez empinar o bumbum, ficou de cócoras, pincelou a pika toda melada no rego e quando chegou na entradinha da buceta foi penetrando não rápido nem tão devagar, mas na medida em que podia sentir ela me preenchendo, pensei enquanto ele me fodia; - "como estava desejando isso", nesse momento ele tira a pika e soca forte, e fez de novo, e outra vez, comecei a suar, e ele gemendo atras de mim e socando, socando, socando, aquilo era surreal e não estava dando conta quando deitei, ele me virou, me colocou na posição frango assado e socou tão forte que se ouvia estalos e metia, me fodia, eu olhava no rosto dele as expressões de tesão, desejo, e dava sinal que estava para gozar e eu, eu já estava tendo orgasmo desde quando ele começou a me acariciar e ele metendo sem camisinha o safado, só pedi que se fosse gozar dentro de mim que colocasse, rapidamente ele pega do bolso da calça um e pede para que eu abrisse, não sei como fiz, kkk, entreguei para que vestiu aquele mastro e socou fundo em mim que gemi alto, tirou e socou de novo e outra vez e de repente ele gemeu alto, socou fundo em mim e eu só senti que me esquentou por dentro, nossos corpo esmoreceram, ele deitou encima de mim e ali esmorecemos.

Ficamos ali em uma crise de riso e admiração pela transa gostosa que tivemos, eu nunca havia sido acariciada e fodida como fui pelo Eduardo. Após nos recompormos tomamos banho e saímos, foi a melhor transa que vivi, daquelas que a gente fica com vontade de repetir e repetir e repetir.

Como fui bem consolada pelo meu amigo naquela tarde. Confesso, até os dias de hoje me consola, até mesmo quando não estou triste ou chorando, ele sempre quer e eu, é claro, aceito os seus consolos, carinhos e caricias, rsrs.

Escrito por Arthur Erotic Facts

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