Eu ainda sinto o corpo pesado, as pernas moles e uma queimação que não passa. A cabeça não descansa, remoendo os últimos meses como se eu tivesse entrado num caminho sem volta. Tudo mudou quando aquele traste do meu ex-marido pegou as coisas dele e sumiu de casa, me deixando sozinha com o Nathan. No começo, era só um vazio danado – a cama gelada, a casa quieta, o peso de ser mãe solteira aos 46 anos. Mas, caramba, como as coisas viraram de um jeito que eu nunca esperei.
Eu sou uma mulher negra, de pele escura que ainda brilha quando passo um óleo, e me orgulho disso. Tenho uma bunda grande, daquelas que balançam quando ando, e peitos fartos que, mesmo com o tempo, ainda enchem uma blusa. Não sou mais menina, mas me olho no espelho e penso: “Tô em forma, sim, senhor.” O corpo carrega as marcas dos anos, umas curvas a mais, mas eu sei que ainda chamo atenção. E o Nathan? Meu Deus, aquele menino puxou sei lá quem. O pau dele é grande, grosso, com veias que saltam e uma cabeça que parece inchada de tão vermelha. Não era pra eu reparar, mas reparei.
Tudo começou numa noite sem graça. Eu ia levar um copo d’água pro quarto dele, a porta tava entreaberta, e eu juro que não queria espiar. Mas vi. Ele tava de costas, a mão envolvendo aquele troço impressionante, se tocando com uns gemidos baixos que me acertaram em cheio. Fiquei parada, o coração disparado, vendo ele deslizar a mão pra cima e pra baixo, o corpo dele tenso. Saí quieta, mas aquela imagem ficou grudada em mim, como um filme que não para de rodar.
Depois disso, eu tentava me segurar. Passava os dias limpando a casa, cozinhando, fingindo que tava tudo normal. Mas a solidão pesava, e eu não era mais só uma mãe. Era uma mulher, carente, com um fogo que eu não sabia como apagar. Comecei a mudar aos poucos. Deixava a camisola subir, usava calcinhas menores, andava pela casa com a bunda quase aparecendo. Via ele olhando, os olhos escurecendo, mas ele virava a cara. “Mãe, você tá bem?”, ele perguntou uma vez, a voz meio seca, enquanto eu passava perto dele na cozinha. “Tô ótima, filho, só calor”, respondi, dando um sorriso que eu sabia que ele ia notar.
Teve um dia que eu forcei mais. Depois do banho, abri a porta do banheiro, o vapor subindo, os peitos soltos, e chamei: “Nathan, pega uma toalha pra mim no quarto, vai?” Ele veio, os olhos arregalados, a bermuda marcando um volume que não dava pra disfarçar. “Tá aqui”, ele disse, quase gaguejando, me entregando a toalha. Nossas mãos se tocaram, e eu senti o calor dele. “Valeu, filho”, falei, segurando o olhar dele um segundo a mais. Ele saiu rápido, mas eu sabia que o bicho tava pegando.
A tensão foi crescendo devagar. Eu passava por ele na cozinha e roçava os peitos nas costas dele, falando um “ops, desculpa, aqui é apertado” que era só teatro. Sentava no sofá pertinho dele, as coxas quase coladas, e perguntava: “O que você tá vendo aí no celular?” Ele respondia um “nada demais”, mas a voz tremia. Eu sentia ele se segurando, e eu me segurava também, mas era como se o ar da casa tivesse ficado mais pesado, mais quente.
Uma noite, depois de uns copos de vinho, eu deixei a mão “escorregar” e cair no colo dele. Ele ficou duro na hora, o corpo rígido. “Mãe, o que você tá fazendo?”, ele perguntou, baixo, quase um sussurro. “Tropecei, filho, foi sem querer”, menti, olhando nos olhos dele. Ele não me empurrou, só ficou ali, respirando fundo, e eu vi o desejo que ele tentava esconder.
Dias depois, chamei ele pro meu quarto. “Preciso de uma massagem nas costas”, falei, deitando de bruços, sem sutiã, só de calcinha. Ele veio, as mãos hesitantes, passando na minha pele. “Tá doendo muito?”, ele perguntou, a voz tensa. “Um pouco, vai mais fundo”, respondi, e ele obedeceu. Aí eu virei, puxei ele pra cima de mim. “Mãe, a gente não pode—” “Cala a boca e me faz tua”, cortei, abrindo as pernas. Mas não deixei ele ir por onde seria o óbvio. Na minha cabeça, vaginal era errado, um pecado que eu não queria carregar – embora fosse só uma desculpa pra justificar o que eu realmente queria. Guiei ele pra minha boca, engoli tudo, sentindo o peso, o gosto, até ele gemer alto e gozar na minha garganta.
Semanas depois, a coisa escalou. Eu tava de quatro na cama dele, a bunda empinada, o coração na boca. “Hoje vai ser assim, Nathan”, falei, quase sem ar. Ele hesitou, a respiração pesada. “Tem certeza?”, ele perguntou, a voz rouca. “Vai logo, me arromba”, respondi, e ele encostou em mim. Começou devagar, me abrindo aos poucos, até que eu pedi mais: “Faz direito, caralho.” Ele perdeu o controle, socando com uma força que me fez tremer inteira. Quando gozou, eu desabei, o prazer me rasgando por dentro.
Agora, é quase toda noite. Ele entra no meu quarto, e eu me entrego. Às vezes, chupo ele até dormir, outras, ele me vira e me toma como quer. A culpa sumiu. Aos 46 anos, negra, de corpo cheio, eu me sinto mais viva do que nunca.