DAVID: Eu sou o David, 42 anos, e me orgulho pra caralho do shape que eu mantenho. Malho desde os 20, então o corpo tá firme, peito definido, braços fortes, cabelo liso com uns fios grisalhos que dão um charme. A barba média eu deixo bem aparada, e o pau... grosso, grande, sempre foi um destaque. Minha mulher, a Carla, 37 anos, é uma gostosa – bunda grande natural, cintura fina, peitos médios que ainda seguram o tranco. A gente curte uma vida sexual liberal, frequentadores de casa de swing, e nunca escondemos isso da nossa filha, a Tanya.
TANYA: Eu sou a Tanya, acabei de fazer 18 anos, e sempre soube que meus pais eram diferentes. Meu pai é um coroa gato – alto, malhado, barba bem cuidada. Minha mãe é linda, bunda grande, corpo firme. Eles me criaram com a cabeça aberta, falando de sexo sem tabu. Meu corpo puxou o da minha mãe, bunda grande, pele clara, e eu malho pra caramba, então tô bem atlética. Quando fiz 18, decidi que queria ver como era essa casa de swing que eles tanto falam. “Pai, leva eu pra conhecer”, pedi, com curiosidade queimando.
DAVID: A Tanya veio com essa ideia logo depois do aniversário dela. “Pai, quero ver como é, pelo menos uma vez”, ela disse, com aquele olhar empolgado. Eu achei foda, a Carla também. Sempre incentivamos ela a explorar a sexualidade do jeito dela. Mas a Carla botou um pé atrás: “Ela não vai sozinha, David. 18 anos é idade, mas ainda é nova pra um lugar assim. Você leva e fica de olho.” No meu ouvido, ela sussurrou: “E aproveita um pouquinho se quiser, seu safado.” Meu pau quase subiu na hora. Olhei de relance pra Tanya, ela tava distraída, nem percebeu.
TANYA: Meu pai topou na hora, minha mãe também, mas ela disse que eu não podia ir sozinha. “Você leva ela, David”, ouvi ela falando, e depois cochichou algo que fez ele rir. Ele é assim, não esconde o tesão. No caminho, eu tava animada, mas com um frio na barriga. Chegando lá, ele me entregou uma máscara preta. “Pra ninguém reconhecer a gente”, explicou.
DAVID: Coloquei minha máscara e dei uma pra Tanya também. Expliquei as regras: “Olha, filha, as cabines são assim: você entra, vê o que rola, se não curtir, sai, sem pressão.” Ela assentiu, animada. Pra despistar os seguranças, a gente se passou por namorados – mostrei umas fotos nossas no celular, botei o braço na cintura dela, e eles liberaram. Levei ela até uma cabine, apontei o caminho e disse: “Qualquer coisa, me chama.” Ela foi, e eu corri pra aproveitar o meu canto.
TANYA: Ele me levou até uma cabine e disse pra eu ir sem medo. “Se não gostar, é só sair”, falou, e sumiu pra outro lado. Entrei na cabine que ele apontou, mas um cara da organização me parou: “Essa tá com defeito, vai pra outra ali.” Fui sem pensar, entrei, e já dei de cara com um pau enorme saindo do buraco. Era grosso, veiudo, e eu gelei por um segundo. Mas o tesão falou mais alto.
DAVID: Entrei numa cabine isolada, tirei a calça, botei o pau no buraco e esperei. Logo senti umas mãos pequenas, delicadas, começando a me tocar. Era devagar, quase tímido, mas excitante pra caralho. A mão subiu e desceu, firme, e eu já tava duro que nem pedra.
TANYA: Toquei devagar, sentindo ele pulsar na minha mão, e comecei a masturbar, subindo e descendo, ouvindo um gemido baixo do outro lado. Criei coragem e coloquei na boca, chupando a cabeça primeiro, depois engolindo mais, a língua brincando nas veias. Era gostoso pra caralho.
DAVID: A boca quente envolveu a cabeça do meu pau, chupando com vontade, a língua rodando devagar, me fazendo gemer baixo. Pensei: “Essa sabe o que tá fazendo.” Coloquei uma camisinha – regra da casa – e meti na buceta que se ofereceu do outro lado. Era apertada, molhada, e eu socava com força, sentindo o calor dela me engolir.
TANYA: Ele botou uma camisinha e meteu na minha buceta – eu tava molhada, apertada, e gemia enquanto ele socava. Mas a camisinha caiu, e eu, com vergonha de pedir outra, disse: “A gente faz de outro jeito.” Peguei o lubrificante ali do lado, passei no meu cu, e deixei ele entrar.
DAVID: Pra minha sorte de merda, a camisinha saiu. “Porra, e agora?”, pensei. Do outro lado, ouvi um “não tem problema, a gente faz de outro jeito”. Ela pegou o lubrificante, e logo senti o cuzinho dela se abrindo pra mim. A bunda era grande, macia, abraçava meu pau inteiro enquanto eu metia fundo, gemendo alto.
TANYA: Doeu no começo, mas a bunda grande que eu herdei da minha mãe abraçava ele todinho. Ele metia forte, eu gemia alto, e outros paus apareceram no buraco. Masturbei todos, sentindo eles gozarem no meu rosto, a porra quente escorrendo, enquanto o cara principal ainda socava meu cu.
DAVID: Outros paus apareceram no buraco, e ela os masturbava, eu ouvia os gemidos dos caras enquanto gozavam. Um jato quente caiu do outro lado, mas eu tava focado no meu ritmo, socando aquele cu gostoso até gozar tudo dentro, sentindo ela tremer junto comigo. De relance, vi uma tatuagem de foguinho na bunda dela, mas nem liguei.
TANYA: Quando ele gozou dentro, eu tremi inteira, um orgasmo que me deixou tonta. Saí da cabine com o coração na boca, o rosto melado, mas feliz pra caralho. No carro, encontrei meu pai. Ele olhou pro meu cabelo e riu: “Aproveitou bastante, hein?”
DAVID: Notei um restinho de porra grudado no cabelo da Tanya e ri: “Caralho, filha, você aproveitou mesmo, hein?” Ela sorriu, meio sem graça: “Pois é, pai, e tu?” “Também, claro”, respondi, animado. “Como foi pra você?”, perguntei.
TANYA: “Demais, pai, e tu?”, retruquei, sorrindo. “Teve um cara com um pauzão, chupei, ele meteu, a camisinha caiu, aí dei o cu”, contei, rindo. Ele respondeu: “Igual comigo. A camisinha saiu, ela deu o cuzinho, e tinha uma tatuagem de foguinho na bunda da safada.”
DAVID: Ela começou: “Teve um pau enorme, comecei chupando, depois ele meteu em mim, mas a camisinha caiu, aí dei o cu.” Eu ri: “Que coincidência, comigo foi igual. A camisinha saiu, ela deu o cuzinho, e eu vi uma tatuagem de foguinho na bunda da safada.” Ela ficou quieta, os olhos arregalados, e eu senti um frio na espinha. As peças se encaixaram. Era ela.
TANYA: Meu coração parou. Eu tenho essa tatuagem. Ele percebeu meu silêncio, e eu vi nos olhos dele que ele também sacou. Era o pau do meu pai que eu tinha chupado, que tinha me comido. Fiquei muda, a cabeça girando.
DAVID: Chegando em casa, fui pro quarto, a cabeça a mil. A Carla veio com tesão, caiu de boca no meu pau, chupando com vontade. “Comeu um cuzinho hoje, seu safado?”, ela perguntou, sentindo o gosto do lubrificante. Pensei na Tanya, meu pau endureceu mais ainda, e gozei na boca dela, um misto de loucura e tesão me comendo vivo.
TANYA: Minha mãe caiu de boca nele, eu ouvi ela perguntar: “Comeu um cuzinho hoje, safado?” Ele gozou na hora, e eu sabia que ele tava pensando em mim. Era errado, era doido, mas, puta que pariu, como era excitante. Fiquei no meu canto, processando tudo, o corpo ainda quente daquela noite maluca.