Ao entrar na agência, a primeira coisa que vejo são os caixas eletrônicos à minha direita. Aquelas máquinas são o primeiro ponto de contato dos clientes com o banco, sempre há movimento por ali. Ando em frente, e existe uma parede de vidro transparente que divide a área dos caixas eletrônicos do restante da agência. Nesta parede de vidro tem a porta giratória. Quando atravesso, entro de fato na agência.
O ambiente é bem organizado. Depois da porta giratória, sigo alguns passos em linha reta até chegar aos guichês, onde trabalho. Eu me sento no guichê 3, e minha posição, sentado de frente para a porta giratória e para a área dos caixas eletrônicos, me permite olhar diretamente para a entrada da agência. A parede de vidro à minha frente dá uma sensação de amplitude, e sempre que olho para ela, vejo o movimento lá fora.
Enquanto trabalho, posso ver claramente as funcionárias terceirizadas que circulam pela área dos caixa eletrônicos. Elas estão vestidas com calças pretas e coletes azuis, com a frase "Posso Ajudar?" nas costas.
Às vezes me pego observando a rotina delas, pois, mesmo estando em meu guichê, fico com uma visão bem ampla de todo o movimento.
E a questão que essas calças pretas do uniforme moldam bem o corpo delas, e as duas que trabalham ali atualmente tem umas bundinhas deliciosas.
Meu nome é Cleverson, tenho 27 anos e sou bancário a 3.
Passo o dia inteiro atendendo clientes, e entre um atendimento e outro eu dou uma olhada para a região dos caixas eletrônicos e dou uma conferida na bundinha das duas funcionárias “Posso Ajudar”. Acho que tenho algum fetiche por elas e pelos uniformes, especialmente aquelas calças pretas justas.
Além disso, como eu estou sempre sentado de frente para a porta giratória da agência, posso ver quem entra e sai da agência.
Foi por isso que notei quando aquela “deusa” entrou.
Linda, um corpo prefeito. Cabelos compridos, cacheados , loiros, estilo surfista, alta, esbelta, atlética, com algumas tatuagens pelo corpo.
Vestindo uma calça justa e uma camiseta que deixava o umbigo de fora, uma delícia!
Quando ela entrou, vários olhares libidinosos discretamente se dirigiram a ela.
Dividi a atenção entre atender seu Jurandir, que estava pleiteando um empréstimo do banco, e acompanhar com os olhos aquela menina.
Vi quando ela pegou a senha e sentou na cadeira para aguardar atendimento. Por coincidência, após finalizar com o Jurandir, a próxima senha que chamei era a dela.
Ela se levantou e veio andando até meu guichê.
Respirei fundo! Estava no meu local de trabalho! Tinha por obrigação atende-la corretamente, sem parecer um tarado!
- Bom dia Cleverson – Falou ela olhando para o meu crachá – Vim hoje para abrir a poupança.
- Bom dia, por favor preciso da identidade, CPF e um comprovante de endereço – respondi parecendo indiferente.
Olhei os documentos, o nome dela era Larissa.
Enquanto realizava os procedimentos para a abertura da conta poupança, comecei a perceber certos sinais no comportamento, ela me observa de maneira intensa, com os olhos fixos, como se estivesse absorvendo cada movimento meu.
A cada palavra que dizia, ela sorria de forma gentil e até um pouco mais prolongada do que o habitual. Me olhava nos olhos com uma expressão atenta, como se estivesse se interessando não só pelo serviço, mas também por mim.
“Deve ser bobagem da minha cabeça” – pensei – “Uma gostosa dessa se interessando por mim”
Mas continuei a notar a forma como ela tocava os cabelos, de maneira suave e descomplicada.
Começou a puxar conversa sobre como é trabalhar no banco, e até algumas perguntas mais pessoais.
Quando fui preencher o endereço, notei que ela morava perto da minha casa.
- Eu fui contratada pela empresa terceirizada para trabalhar ali nos caixas eletrônicos, me pediram para abrir a conta hoje sem falta! – disse ela docemente.
Foi uma surpresa para mim, então a Larissa ia começar a trabalhar na agência como “Posso Ajudar”. Eu iria vê-la todos os dias.
- Nesse caso nós podemos abrir uma conta salario em vez de poupança,
- Aí, mas eu quero mesmo é abrir a poupança!
O jeito que ela falava e me olhava me davam alguma esperança que ela estava querendo algo comigo.
- Sem problema Larissa, seu pedido é uma ordem, vou abrir a sua poupança! – Disse sorrindo.
Terminei de abrir a conta e lhe passei o número:
- Aqui está Larissa! E bem vinda a agência, seremos colegas então, nos veremos todos os dias
Fiquei animado, como ela ia trabalhar na agência, quem sabe eu conseguiria comer ...
- Obrigada, eu prefiro conta poupança, pois espero juntar dinheiro para casar com o meu namorado!
Essa frase dela foi um banho de água fria, que me fez pensar ao contrário. Devo ter me enganado, ela tem namorado e não deve ter interesse em mim.
- É uma boa ideia Larissa, guardar dinheiro para o futuro – Respondi com um sorriso amarelo.
- Ah sim, e o meu namorado também vai depositar na minha poupança! Ele trabalha aqui na agência, você deve conhecer, é o Claiton!
O Claiton é um funcionário terceirizado que trabalha na retaguarda da agência, ele não tem contato com o público. Basicamente confere documentos.
- Conheço sim! Ele é muito gente boa! – disse eu apenas por educação
- Ah sim, uma última coisa, veja meu fundo pra eu ver seeu saco.
- Como? Não entendi! – respondi, me segurando para não rir
- Eu gostaria que você olhasse o saldo na minha conta de fundo de garantia, para ver se eu posso sacar o dinheiro.
Eu fiz a consulta, mas ela não tinha direito a sacar. Por fim ela agradeceu, falou que na semana seguinte começaria a trabalhar na agência e se despediu. E eu fiquei com a impressão que ela se interessou por mim.
Passados 10 dias Larissa começou a trabalhar na área dos caixas, como não podia deixar de ser , usava aquele uniforme padrão das moças “Posso Ajudar”. E se tornou mais uma linda bundinha que eu ficava observando durante o trabalho.
Depois de uns 20 dias que Larissa começar a trabalhar na agência, o Claiton teve de ir até a área dos caixas para recolher documentos das máquinas de autoatendimento, e aproveitou para falar com ela. Ao se despedir, deu um beijo na boca de sua namorada.
O azar dele, é que bem na hora, a gerente geral da agência, Margarete, estava passando e não gostou nada daquele beijo no horário de expediente.
Margarete parou abruptamente, seus olhos fixos em Claiton e Larissa, que estavam ainda tentando se afastar um do outro, corados e surpresos pela presença dela. Sua expressão facial denotava a raiva que estava sentindo, e ela se aproximou dos dois com passos firmes, cada um ecoando com o som de seu desagrado.
-Claiton! Larissa! - sua voz cortou o silêncio, cortante como uma lâmina. - O que vocês acham que estão fazendo? Vocês estão em uma empresa séria , não estão na casa de vocês!
Ela gesticulou com as mãos, quase teatralmente, a raiva pulsando em suas veias.
- Eu não posso acreditar! Vocês são terceirizados, e acham que têm liberdade para fazer o que bem entendem? Acham que estão acima de todos os outros funcionários aqui? Acham que vão ficar impunes com essa falta de respeito?!
Margarete respirou fundo, tentando se controlar, mas sua fúria estava a ponto de transbordar. Ela avançou mais um passo, o tom de sua voz se tornando cada vez mais alto, fazendo com que todos ao redor começassem a olhar, mesmo sem querer.
- Eu não estou nem um pouco interessada na vida de vocês, mas dentro dessa agência, nada, e eu digo nada de pessoal pode acontecer! Sabe qual é o próximo passo para isso? DEMISSÃO! E é isso que eu deveria ter fazer com vocês dois agora mesmo, mas eu vou ser generosa! Mas que isso não se repita!
Margarete virou-se para os outros funcionários que observavam a cena, sua expressão agora como se estivesse no comando de uma operação militar.
- Atenção! Atenção, todos aqui! Vão ser observados como nunca! Eu vou pessoalmente monitorar o comportamento de cada um de vocês agora. E quem fizer qualquer coisa fora das regras, que se prepare, porque eu não vou mais ser 'boazinha'.
A expressão de Margarete estava congelada em uma máscara de autoridade. Sua presença impunha respeito e medo.
Os dois, encolhidos e completamente embaraçados, apenas pediram desculpas e prometeram que não iria se repetir.
Aquele sermão ecoou na mente deles por dias, durante toda a semana notava-se no semblante de ambos que estavam chateados.
Margarete é sempre exagerada em seus esporros. Parece ter prazer em humilhar funcionários, não a toa ela foi apelidada de AMARGArete.
Sem duvida, amarga é a melhor palavra para defini-la.
Está sempre de cabelos presos, óculos fundo de garrafas e umas roupas que parecem ser do tempo da minha avó. As roupas sempre em um tom escuro, sem nenhuma alegria, combinando bem com sua personalidade sombria.
Ela é nova para o cargo que ocupa, é uma das gerentes gerais mais jovens. Mas fez por merecer, sempre trabalhou muito, se esforçava para cumprir metas. Mas nunca se soube que tenha feito amigos, ou que tenha um namorado. Vive só para o trabalho.
E naqueles dias a Margarete estava especialmente estressada. A agência estava com dificuldades para cumprir as metas, especialmente a meta de investimentos em fundos. O que colocava o cargo dela em risco.
Mas a vida foi seguindo e como de costume, pelo menos uma vez por mês eu saía com os colegas da agência para um Happy Hour.
Terminado o expediente, numa sexta-feira, saí da agência acompanhado de mais 15 funcionários, entre os quais o Claiton e a Larissa, para irmos em uma pizzaria.
O local estava cheio, o som ambiente misturava risadas e o cheiro de pizza assando no forno. O grupo estava animado, todos se divertindo depois de mais um dia de trabalho, e, para ser sincero, eu precisava disso. Não é todo dia que temos uma chance de relaxar e esquecer um pouco da pressão.
Estava tudo muito animado. O pessoal ria, se divertia com as piadas do Marcos e as histórias do João, sempre exagerando um pouco, mas eu gostava disso.
A pizza estava boa, as cervejas geladas, e as conversas fluíam.
Mas, o que realmente me pegava de surpresa era o fato de Larissa estar ali, sentada na minha frente, tão bonita como sempre. Ela tinha essa coisa, um jeito encantador.
Claro, a gente já sabia que ela estava namorando o Claiton, que é super gente boa, mas eu não podia evitar de sentir uma ponta de inveja dele. Pensar que ele tava comendo a Larissa ... Ela estava linda, vestia uma blusa de alcinha, com decote generoso, e a calça preta bem justinha que usava no trabalho.
Fiquei me forçando a prestar atenção no que as pessoas diziam, mas minha mente não parava de se voltar para ela. Será que foi só minha cabeça ou ela estava realmente me olhando de um jeito diferente? Quando nossos olhos se cruzaram por um segundo, algo no meu estômago se revirou. Ela sorriu, mas, ao mesmo tempo, eu não sabia se era um sorriso comum, daqueles que ela dava para todo mundo, ou se havia algo mais.
Eu até tentei me convencer de que era só imaginação, que eu estava inventando tudo. Afinal ela tinha o Claiton.
Eu me sentia um pouco desconfortável, talvez até um pouco envergonhado por ficar pensando nela assim, mas ao mesmo tempo, não conseguia parar de olhar. Então, por alguns momentos, pensei em ser mais ousado, talvez puxar uma conversa, mas logo a razão se impôs. O que eu queria de verdade era saber se ela estava me olhando de um jeito especial, ou se tudo não passava de um jogo da minha cabeça.
Eu estava ali, curtindo o meu momento no happy hour com o pessoal da agência, quando comecei a ouvir a Larissa falando cada vez mais alto. Ela estava mais animada do que o normal, havia bebido demais.
Ela estava falando meio enrolada, rindo sozinha, cantando umas músicas sem sentido. Claiton parecia estar tentando acalmá-la, mas não estava funcionando muito bem.
De repente, ouvi o Claiton dizendo para a Larissa que estavam indo para casa e que eles iam pegar o ônibus. Eu sabia que o Claiton estava tentando ser responsável, mas, pelo jeito, Larissa não estava conseguindo entender muito bem a situação.
- Mas não dá para ir de Uber, Claiton? Ela perguntou, com aquela voz mais alta do que o normal, quase gritando.
Ele, com aquele tom tranquilo que sempre usa, respondeu:
- Não dá, Larissa, estamos economizando para comprar a casa.
Eu percebi a situação, o Claiton também parecia um pouco cansado de tentar controlar a situação. Então, resolvi intervir. Eles moram perto de onde eu moro, então pensei que seria tranquilo dar uma carona para eles. Fui até eles e disse, tentando ser o mais descontraído possível:
- Ei, Claiton, posso dar uma carona, moro perto, vai ser tranquilo.
O Claiton parecia aliviado: - Poxa, Cleverson, valeu mesmo. A gente aceita sim.
Nós três começamos a nos despedir do pessoal. Ela estava com um sorriso largo, visivelmente agitada e meio desleixada, cabelo bagunçado, a roupa um pouco amassada. A blusa com alcinha meio desalinhada, e como ela estava agitada, teve uma hora que “pagou peitinho”
Nós saímos da pizzaria, e quando estávamos na calçada andando em direção ao meu carro, a Larissa continuava agitada, na cabeça dela, a gente tava numa festa. Ela estava a mil! Dançando, falando alto:
- Você gosta de olhar para minha bunda Cleverson?! – Ela falou alto e dando risada.
Eu não respondi nada. E o Claiton tentava, sem sucesso, pedir para ela ficar quieta.
A Larissa se apoiou num poste, inclinou o quadril pra trás e começou a rebolar:
- Aproveita e olha! Olha à vontade pra minha bunda, Cleverson!
O Claiton a abraçou e foi conduzindo.
Foi um alívio quando chegamos ao carro. O Claiton colocou a Larissa no banco de trás, e sentou na frente, do meu lado, no banco do carona!
Dei partida no carro, mas Larissa não parava quieta no banco de trás. Abriu o vidro da janela, colocou a cabeça para fora e continuou a falar alto e cantar.
No meio do caminho ela decidiu pular do banco de trás para o banco da frente, com o carro em movimento. Ela passou por cima do banco, conseguiu ir para a parte da frente do carro e sentou no colo do Claiton.
Ao fazer esse movimento, a alça da blusa se soltou completamente, e ela ficou com o seio totalmente à mostra.
O Claiton tentou recompor a roupa de Larissa, mas ela estava pouco se importando.
Eu estava dirigindo, mas não resistia em olhar aquela cena excitante. O peitinho da Larissa para fora, e ela vestindo aquela calça justa, sentada no colo do Claiton e esfregando a bunda nele. Fiquei de pau duro, quase gozando!
Mas as coisas ficaram piores ainda:
- Você passa o dia olhando para minha bunda, não é mesmo Cleverson? Você tá afim de me comer, não tá? – Falou ela de um jeito bem provocante.
- É impressão sua Larissa. De vez em quando eu olho para fora da agência, mas não é para a sua bunda ...
Enquanto eu estava tentando me explicar, Larissa esticou o braço na minha direção, e começou a passar a mão no meu pau por cima da calça.
Eu tive que me concentrar muito para continuar dirigindo com atenção.
- Nossa! Como teu pau tá duro! Já gostei!
O Claiton puxou o braço dela, para que ela largasse meu pau. Mas a Larissa voltou a pegar na minha piroca:
- Deixa eu pegar no pau do Cleverson! Ele tá gostando!
Eu estava gostando mesmo, mas também estava super constrangido.
- Não se preocupe Cleverson – disse ela me acalmando – Eu e o Claiton temos um relacionamento aberto!
Eu fiquei surpreso, mas ainda um pouco confuso.
- Eu já falei pro Claiton que eu gostei de você. E que você tava a fim de me comer! – Larissa continuou falando
Antes que eu respondesse qualquer coisa, ela abriu o meu zíper, tirou meu pau duro para fora e começou a chupar!
Essa era umas fantasias sexuais que eu tinha: Uma linda garota chupando gostoso meu pau enquanto eu dirigia.
Só que na minha fantasia sexual, eu nunca pensei que o boquete iria ser feito por uma garota sentada no colo do noivo dela, que estava no banco do carona.
De qualquer forma, a Larissa, além de ser muito gostosa, fez um boquete maravilhoso. O melhor que já ganhei na vida.
Continua ...