A Teia do Prazer

Um conto erótico de pedrocamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 1000 palavras
Data: 01/04/2025 12:12:56
Última revisão: 01/04/2025 15:05:48

O quarto estava imerso em uma escuridão sensual, cortada apenas pelo brilho âmbar das velas espalhadas pelo chão de madeira polida, lançando sombras que dançavam como espectros nas paredes de tijolo exposto e áspero. O ar carregava um perfume intoxicante de sândalo misturado ao calor úmido do desejo, um convite silencioso que fazia o sangue de Lara pulsar com uma antecipação febril e quase insuportável. Ela estava deitada na cama ampla, o corpo coberto apenas por uma camisola de renda vermelha, tão fina que revelava os mamilos endurecidos e a curva molhada entre suas coxas trêmulas. Os cabelos negros caíam em cascata sobre os travesseiros de cetim macio, e os olhos verdes brilhavam com uma mistura perigosa de medo e luxúria ardente. Ele estava chegando, e ela sabia disso com cada fibra do seu ser tenso.

A porta rangeu suavemente, e Vicente entrou, um estranho que ela conhecera na penumbra de um clube underground na noite anterior, sob luzes piscantes e música pulsante. Alto, de pele bronzeada, ele exsudava uma energia crua e animal, os músculos definidos visíveis sob a camiseta preta que abraçava seu torso como uma segunda pele quente. Os olhos castanhos a fixaram com uma intensidade que a fez estremecer de prazer e expectativa. Sem dizer nada, ele trancou a porta, o som do ferrolho ecoando como um tiro no silêncio tenso, e caminhou até ela, cada passo carregado de promessa e perigo iminente.

"Você me esperou", disse ele, a voz grave como um trovão baixo, reverberando em seu peito e descendo até seu ventre pulsante. Lara assentiu, mordendo o lábio inferior, o coração disparado enquanto ele se aproximava com uma calma predatória. Ele se inclinou, os lábios roçando os dela em um beijo que começou leve, quase provocador, antes de explodir em uma invasão faminta e desesperada que roubou seu ar. A língua dele tomou a dela, quente e exigente, enquanto as mãos deslizavam pela renda, subindo até os seios fartos, apertando-os com uma força possessiva que a fez gemer alto contra a boca dele.

Com um movimento brusco, ele rasgou a camisola, expondo-a ao ar fresco do quarto mal iluminado. Lara arfou, os mamilos endurecendo ainda mais sob o olhar faminto e selvagem dele. Ele desceu, a boca capturando um seio, chupando com uma sucção feroz enquanto a língua girava ao redor do mamilo sensível, enviando choques de prazer por seu corpo inteiro. A outra mão abriu suas coxas com autoridade, os dedos encontrando-a encharcada, deslizando pela entrada quente antes de mergulharem fundo, dois de uma vez, esticando-a com uma pressão que era ao mesmo tempo dolorosa e divina. "Você está tão molhada", ele murmurou contra a pele dela, o hálito quente enviando arrepios por sua espinha arqueada.

Lara agarrou os cabelos dele, puxando com força enquanto ele bombeava os dedos, o polegar esfregando o clitóris em círculos rápidos e implacáveis que a faziam tremer. O prazer era cortante, um fio de navalha que a levava ao limite da sanidade e além. "Vicente, mais, por favor", ela implorou, os quadris se erguendo para encontrá-lo, o som úmido dos movimentos enchendo o espaço com uma sinfonia obscena e deliciosa. Ele riu, o som vibrando contra seu peito suado, e adicionou um terceiro dedo, fodendo-a com uma intensidade que a fez gritar alto. O orgasmo veio como um trovão, os músculos pulsando ao redor dele, o corpo tremendo enquanto ela gozava, o líquido escorrendo por suas coxas em uma entrega total e desavergonhada.

Mas Vicente não parou, nem hesitou. Levantou-se, os olhos escuros brilhando com luxúria, enquanto tirava a camiseta e o jeans, revelando o pau duro e grosso, a cabeça brilhando com um fio grosso de pré-gozo que pingava lentamente. Lara se ergueu, faminta, envolvendo-o com a mão, sentindo o calor pulsar contra a palma úmida e trêmula. Inclinou-se, lambendo a ponta, saboreando o salgado antes de tomá-lo na boca, os lábios esticando-se para acomodar seu tamanho impressionante. Ele gemeu, um som primal e gutural, as mãos agarrando o cabelo dela, guiando-a enquanto ela chupava, a língua dançando na veia que pulsava sob a pele quente, engolindo-o até a garganta em um esforço que a fez lacrimejar de prazer.

Ele grunhiu, os quadris empurrando contra ela, fodendo sua boca em estocadas curtas e brutais que a deixavam sem fôlego. Ela o soltou, ofegante, e o empurrou para trás, subindo em seu colo com uma urgência animal e desesperada. Alinhou-se, descendo devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho dentro dela, o estiramento queimando de prazer e fazendo-a gemer alto. Vicente agarrou seus quadris, os dedos cravando-se na carne macia enquanto ela cavalgava, os seios balançando, os mamilos roçando contra o peito dele em uma fricção enlouquecedora. Ele puxou um para a boca, mordendo com força enquanto a outra mão descia, esfregando o clitóris em círculos rápidos que a levaram à beira do abismo novamente.

"Me fode mais forte", ela exigiu, a voz rouca, e ele obedeceu, erguendo os quadris para encontrá-la, as estocadas profundas ecoando no quarto como tambores. O som da pele contra pele era hipnótico, misturado aos gemidos altos dela e aos grunhidos roucos. Ele a virou de repente, colocando-a de quatro, as mãos abrindo suas nádegas antes de entrar novamente, o pau batendo contra seu ponto mais sensível com uma precisão cruel e perfeita. Lara gritou, as unhas rasgando os lençóis enquanto ele a fodia com uma ferocidade que a deixava tonta, o mundo se dissolvendo em calor.

"Goza comigo", ele rosnou, uma mão deslizando para apertar seu clitóris com força, a outra puxando seu cabelo até que seu pescoço se arqueasse em submissão. O orgasmo a despedaçou, os músculos apertando-o com uma força que o fez rugir, gozando dentro dela em jatos quentes que a inundaram. Colapsaram, o suor colando suas peles, os corpos trêmulos de exaustão e êxtase.

Ele beijou sua nuca, no cangote, ainda dentro dela, o seu pau pulsando levemente com os últimos espasmos. "Primeira teia", sussurrou contra sua pele úmida. Lara riu, o corpo vibrando de prazer residual e exaustão.

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