O Desejo Oculto: Meu Sogro, Meu Homem
Sou Alex, farmacêutico, 26 anos. Sou o que muitos chamam de "gay discreto": nada de voz afetada ou trejeitos. No dia a dia, visto meu moletom, tênis e óculos escuros; jogo futebol e bato ponto na academia três vezes por semana. Sou casado com o Batista (o Bart), um policial militar de 27 anos, conservador e gaúcho da gema, que vive pilchado em rodeios.
A relação com a família dele sempre foi excelente, mas a afinidade maior é com o Julião, meu sogro. Aos 55 anos, ele é um homem charmoso, alto, peludão e com um olhar sério que derrete qualquer um. Recentemente, descobri que o casamento dele com a dona Sônia está por um fio. Ouvi ele a chamando de vagabunda e mencionando um amante; ele só não se separava para não magoar o Bart.
O Flagrante
Certo dia, o Bart me pediu para buscar um dinheiro na casa dos pais. Ele garantiu que não haveria ninguém. Entrei com a chave reserva e fui direto para a cozinha. Ao passar pela sala, o coração parou: seu Julião estava de pé, peladão, batendo uma punheta furiosa assistindo pornô. Fiquei paralisado admirando aquela bunda redonda, as costas peludas e o pauzão pulsando na mão dele.
— Vai, putinha! Mexe pro paizão! — rosnava ele, sem me notar.
Fiz um barulho com o tênis e ele se virou, num susto só. Tentou se cobrir, mas a imagem já estava gravada: ele era um sonho de homem, todo definido e com um volume que a cueca, que ele vestiu às pressas, mal conseguia segurar.
— Mil desculpas, seu Julião! O Bart disse que a casa estaria vazia — gaguejei, mas não consegui desviar o olhar. — Na verdade... a cena foi bem excitante.
Ele soltou uma risadinha safada enquanto terminava de se vestir.
— Excitante, é? — aproximou-se e me deu um abraço apertado. — Vou ser sincero, Alex. Estou com um tesão louco. A Sônia me evita e eu precisei me virar. E saber que um cara interessante como você me viu assim... me deixou ainda mais aceso.
A Sedução na Piscina
O clima mudou. Sentamos para beber uma cerveja e ele sugeriu um "cigarrizinho do capeta". Para minha surpresa, o sogrão também curtia. Ele ficou só de cueca no sofá, de pernas abertas, deixando o volume bem nítido.
— Sabe, Julião... se eu fosse trair o seu filho, seria com um homem como o senhor. Experiente, casado, barbudo e com um pauzão grosso — disparei, sem filtro.
— Pois saiba que eu me candidato a ser o primeiro da lista — respondeu ele, apertando o próprio membro por cima do pano.
O calor estava sufocante e ele sugeriu a piscina. Como eu não tinha roupa de banho, ele foi direto ao ponto:
— Fica de cueca. Ou melhor, fica sem nada. Eu também vou.
Ele se levantou, arrancou a cueca e mergulhou. Ver aquele homenzarrão pelado na água foi o golpe final na minha resistência. Fiquei nu e entrei logo atrás.
A água estava gelada, mas o clima fervia.
— Inveja do meu filho, Alex? — provocou ele, chegando perto, sentindo nossos corpos se roçarem sob a água.
— Muita. Mas a inveja maior é da minha sogra por ter um homem tão gostosão em casa.
A Entrega no Quarto
Saímos da piscina e fomos direto para o quarto dele. Ajoelhei-me na sua frente e comecei a acariciar aquele pau enorme, sentindo o cheiro de homem e dando pequenas mordidas. Quando o abocanhei, Julião estremeceu, sentando na cama de pernas abertas enquanto eu o engolia com vontade.
Ele me levantou, nos beijamos com uma urgência selvagem e ele me colocou de bruços na beirada da cama. Senti o peso do corpo dele sobre o meu enquanto ele lubrificava a entrada. O pau grosso entrou devagar, rasgando o silêncio com meus gemidos de prazer. Quando ele atolou tudo, começou a socar com força e velocidade, mordendo minha nuca.
— Mexe, meu gostosinho! Vou gozar! — gritou ele, descarregando tudo dentro de mim.
Transamos por quase duas horas. Foi mágico, erótico e com uma pitada de romantismo que eu nunca esperei de um homem tão bruto. Deitados e suados, o assunto voltou ao Tadeu, meu gerente e melhor amigo dele.
— O que acha de chamarmos o Tadeu para uma brincadeira nós três, Julião?
Ele sorriu, pegou o celular e deu uma piscada:
— Vou ligar agora mesmo.
